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Sorbopyrus auricularis

x Sorbopyrus auricularis (irregularis)

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Uma curiosidade botânica muito rara em cultivo, de origem alsaciana, com frutos deliciosos. Esta grande árvore, cruzamento entre uma Pereira comum e um Sorveiro, cujos primeiros registos escritos datam de 1610, produz frutos com um sabor delicioso e único. Semelhantes a pequenas peras do tamanho de um alperce, têm uma polpa firme, amanteigada, doce e aromática. Se foi pouco cultivada pelo seu fruto ao longo dos séculos, vale realmente a pena, desde que se tenha a paciência de aguardar pela sua longa entrada em frutificação.
Flor de
3 cm
Altura à maturidade
15 m
Largura à maturidade
5 m
Exposição
Sol
Rusticidade
Até -23.5°C
Humidade do solo
Solo seco, Solo fresco
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Melhor período de plantação Março, Outubro
Período razoável de plantação Fevereiro para Abril, Setembro para Dezembro
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Período de floração Abril para Maio
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Descrição

A Pera de Bollwiller ou x Sorbopyrus auricularis é um híbrido original muito interessante pela qualidade dos seus frutos. Resulta do cruzamento entre uma pereira comum, Pyrus communis, e um tramazeiro-branco, Sorbus aria. Aparece pela primeira vez, de acordo com a literatura existente, em 1610 em Botwiller, na Alsácia. Presente pelo seu valor botânico em vários arboretos pelo mundo, foi muito pouco cultivada pelo seu fruto, que é contudo bastante interessante. É necessário ter paciência, pois é conhecida por produzir as suas primeiras florações e frutificações apenas após 10 anos de cultivo. O fruto, semelhante a uma pequena pera, tem uma polpa bastante firme, amanteigada, doce e aromática. O seu sabor único parece ter sido transmitido pela combinação original dos seus dois progenitores.

O x Sorbopyrus auricularis resulta do cruzamento interespecífico entre duas plantas da família das Rosáceas, a pereira, Pyrus communis, e o tramazeiro-branco, Sorbus aria. Como a maioria dos híbridos entre duas espécies, é estéril e produz apenas muito raramente grainhas viáveis. Tendo surgido antes de 1619 na Alsácia, em Botwiller, é desde então reproduzido por enxertia. Observa-se frequentemente, durante a transmissão por enxertia, um regresso à origem de certas características que se julgavam fixas. A pera de Bollwiller é um exemplo excecional de estabilidade após quatro séculos de transmissão por enxertia. O seu património genético está inclusive a ser estudado.

A pereira de Botwiller forma uma árvore de grande porte, com 15 a 20 m de altura na maturidade, de porte piramidal e aberto. As suas folhas medem 7 a 11 cm de comprimento e 5 a 6 cm de largura e apresentam uma face inferior com indumento prateado e aveludado. As flores surgem em cachos em ramos mais curtos. As pétalas são brancas, mas os estames no centro da flor são de cor rosa. As sépalas que sustentam as pétalas estão cobertas do mesmo indumento branco-prateado que o verso das folhas. O fruto tem forma turbinada, do tamanho de um alperce e atinge a maturação por meados de agosto. A sua cor amarela torna-se avermelhada-alaranjada na face exposta ao sol, e a sua polpa mantém-se firme na maturidade. A árvore é resistente à sarna, geralmente não é afetada por insetos ou doenças como por vezes acontece com as pereiras. Parece, contudo, ser muito sensível ao fogo bacteriano.

Dada a sua grande dimensão, plante a Pereira de Bollwiller de forma isolada. Pouco exigente quanto à natureza do solo, o seu desenvolvimento será contudo mais fácil em solos ricos e frescos. Adapta-se bem a uma exposição ensolarada / plena luz num solo drenado. A árvore é totalmente rústica. Não necessita ou necessita de pouca poda. A entrada em frutificação é demorada, mas o fruto é delicioso. Se houver espaço, vontade e paciência, os frutos valem verdadeiramente a pena esperar.

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Hábito

Altura à maturidade 15 m
Largura à maturidade 5 m
Hábito cónico, piramidal
Crescimento Lento

Floração

Cor da flor branca
Período de floração Abril para Maio
Inflorescência Corimbo
Flor de 3 cm
Planta melífera Atrai polinizadores
Cor do fruto amarela

Folhagem

Persistência da folhagem Caduca
Folhagem colorida Verde

Botânica

Género

x Sorbopyrus

Espécie

auricularis (irregularis)

Família

Rosaceae

Origine

Europa Ocidental

Referência do produto20266

Plantação e cuidados

O Sorbopyrus auricularis aprecia uma exposição ensolarada / plena luz. Plante-se num solo comum, bem preparado e drenante. Alguma humidade não lhe fará mal, desde que a água não estagne no inverno. A plantação deve ser preferencialmente realizada em outubro ou novembro, escavando-se uma cova grande. Enriquecer com chifre desidratado ou sangue seco e providenciar uma boa drenagem, se necessário (em solos muito pesados e argilosos). De seguida, preencher a cova com terra de jardim misturada, num terço, com substrato ou composto bem decomposto, deixando o colo da planta ao nível do solo. Uma vez bem enraizado, não necessita de rega e exige muito pouca manutenção. É uma árvore resistente.

Quando plantar?

Melhor período de plantação Março, Outubro
Período razoável de plantação Fevereiro para Abril, Setembro para Dezembro

Para que local?

Adequado para Prado, Beira do sub-bosque
Tipo de utilização Isolado
Rusticidade Até -23.5°C (zona USDA 6a) Ver o mapa
Dificuldade de cultivo Iniciante
Exposição Sol
pH do solo Todos
Tipo de solo Argilo-limoso (rico e leve), Pedregoso (pobre e filtrante)
Humidade do solo Solo seco, Solo fresco, comum mas bem drenado

Cuidados

Descrição da poda Pode após a floração, se necessário, tal como os outros arbustos ornamentais que florescem na primavera. A poda é reduzida ao mínimo, tratando-se sobretudo de eliminar os ramos em excesso e de equilibrar a silhueta para manter um belo porte.
Poda Poda recomendada 1 vez por ano
Período de poda Junho para Julho
Humidade do solo Solo seco, Solo fresco
Resistência a doenças Boa
Hibernação Pode permanecer no solo

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