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Silindra, Filadelfos, Jasmin dos camponeses

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O seringa, Philadelphus em latim, merece incontestavelmente o seu outro nome de Jasmin-dos-poetas, encarnado pelo célebre Philadelphus coronarius, cultivado desde sempre nos jardins pelo seu perfume. Este arbusto caduco, um dos mais odoríferos do jardim, oferece flores brancas que difundem no final da primavera ou início do verão uma fragrância mais ou menos adocicada ou inebriante, que invariavelmente recorda a flor de laranjeira. Em todos os velhos jardins, de planície, de montanha, rurais ou urbanos, reinava outrora um seringa despenteado, sem qualquer pretensão ornamental, mas indispensável 'pelo perfume'. De tamanho variável, com folhagem verde ou variegada, este arbusto insignificante no inverno revela-se na estação favorável, sendo a palma de ouro do perfume atribuída às variedades antigas de flores simples, como a 'Innocence'. Os híbridos de flores duplas, se por vezes são menos perfumados, têm um real valor decorativo. O seringa, da família das hidrangeáceas, não deve ser confundido com a Lilás, em latim Syringa, pertencente à família das oleáceas. Estes dois arbustos muito acomodatícios são, no entanto, imprescindíveis num jardim de aromas. O Philadelphus é uma planta rústica, resistente à seca e a doenças, que se adapta a qualquer solo comum, é quase infalível. Plante-o não longe de casa, mas preferencialmente na segunda ou terceira linha de uma sebe livre, pois apresenta um aspeto bastante banal fora da época de floração.

Para saber tudo sobre este magnífico arbusto perfumado e como o cultivar com sucesso no jardim, descubra o nosso dossiê completo: "Seringa, Philadelphus: plantação, poda, estacaria"

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