Roseiras para clima mediterrânico
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Qual roseira escolher para clima mediterrânico? Aqui fica uma seleção de espécies e variedades bem adaptadas à seca estival que ocorre nas regiões mais quentes de Portugal, assim como aos solos argilo-calcários e pedregosos que aí são frequentes. A mais conhecida entre elas é a roseira-de-banks, Rosa banksiae e as suas variedades (Lutea, Alba plena, Lutescens), emblemáticas dos jardins do sul, mas não se devem esquecer as roseiras-de-damasco, Rosa damascena, como a 'Celsiana' ou a 'Ispahan', utilizada em perfumaria. São capazes, como o seu antepassado, de suportar sem problemas o calor, mas também o frio que se faz sentir no interior do território. As roseiras-da-china, derivadas da Rosa sinensis, são igualmente boas candidatas, tal como as roseiras Noisette ou alguns híbridos de Rosa rugosa, embora em solos não demasiado calcários. Nos últimos anos surgiram descendentes da roseira-da-pérsia, Rosa persica, (Alissar Princess of Phoenicia, Blue Eyes) habituados a situações semiáridas; estas variedades serão também privilegiadas num jardim meridional. A maioria das roseiras aprecia climas muito soalheiros e adapta-se à seca uma vez estabelecida, mas tenderá a entrar em repouso, e portanto a não voltar a florir durante o verão mesmo que sejam teoricamente remontantes. Por outro lado, as que florescem apenas uma vez, entre as quais se incluem muitas roseiras antigas ou algumas botânicas (Rosa complicata, Rosa hugonis...), estarão melhor adaptadas aos jardins mediterrânicos. No sul, a maioria das roseiras tolera muito bem exposições de meia-sombra. Se forem plantadas num solo profundo e bem preparado e regadas regularmente nos dois ou três primeiros verões para lhes dar um bom arranque, apenas necessitarão de uma adubação anual para se desenvolverem plenamente.
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