Polypodium
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Dentro do género Polypodium, a espécie P. vulgare (o polipódio-comum) é sem dúvida a mais conhecida: trata-se daquela adorável feto persistente e cosmopolita dos nossos sub-bosques que cresce praticamente em todo o lado, colonizando muros, rochas, a base dos troncos das árvores, ou mesmo diretamente no solo em locais frescos e de meia-sombra. Existem cerca de 75 espécies de Polipódios, originárias na sua maioria do hemisfério Norte temperado, representadas essencialmente por três espécies cultivadas em jardins: os Polypodium cambricum, interjectum e, claro, o P. vulgare e as suas formas 'Cristatum' e 'Bifidum', de folhas encaracoladas, muito apreciadas tanto em terra plena como em vasos. Dotado de um rizoma rastejante, o polipódio apresenta uma folhagem pouco recortada, de um verde claro a médio, não ultrapassando os 80 cm de comprimento. Estes fetos apreciam solos ricos em húmus, frescos mas bem drenados, e exposições de meia-sombra.
Sem dar outros problemas além do ato de o plantar, o polipódio tem o seu lugar no jardim, para delimitar uma sebe campestre, num talude sombreado onde nada cresce, numa rocha um pouco fresca... Combina bem com outras vivazes de sombra ou de meia-sombra (hostas, hera variegada, pequenas pervincas, hortênsias e fúcsias arbustivas). Os apreciadores de decorações de inspiração japonesa também o podem instalar entre pedras redondas com musgos, helxine, ou ainda com um feto pintado do Japão (Athyrium niponicum ‘Pictum’).
Para saber tudo, consulte também os nossos dossiês 'Plantar fetos' ou ainda 'Fetos, como escolhê-los'.
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