

Haricot Soissons Vert à rames Bio - Ferme de Sainte Marthe


Haricot Soissons Vert à rames Bio - Ferme de Sainte Marthe
Feijão trepador Bio verde para descascar Soissons - Ferme de Sainte Marthe
Phaseolus vulgaris Soissons Vert
haricot commun, haricot vert, haricot mangetout, princesse, fève turque, faséole
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Descrição
Reputado pela semente verde-pálida e achatada com epiderme muito fina, o Feijão Soissons Verde de trepadeira é uma variedade bastante rústica. Produz vagens verde-claro, muito inchadas, de 17 cm à maturidade. Quando as vagens estão imaturas, podem ser consumidas como feijão mangetout. Quando as vagens ficarem pergamináceas, colhem-se as sementes frescas, secas ou meio-secas. Soissons Vert é uma delícia em ensopados, cremes ou como acompanhamento de carnes, graças à maciez da sua semente.
Ao dispor varas de bambu em tipi ou em forma de tenda canadiana, junta-se o útil ao agradável na horta: obtêm-se belas trepadeiras. Soissons Vert sobressai na horta, atingindo os 3 m, e formará facilmente uma parede vegetal. Deve-se colocar várias sementes em covacho à volta da base de cada suporte. Cada planta produz uma multiplicidade de flores brancas na primavera, dando lugar, de julho a outubro, a uma boa frutificação. Os feijões de trepadeira têm um rendimento elevado, e a colheita estende-se por um período mais longo do que as variedades anãs. Semear de abril a julho.
Quer seja consumido pela vagem ou pela semente, o feijão é uma hortaliça muito apreciada nas hortas por ser muito fácil de cultivar. É tão pontual que o jardineiro conhece com precisão o dia em que efectuará a primeira colheita: cerca de 60 dias após a sementeira.
Descoberto no Novo Mundo e aclimatado na Europa a partir do século XVI, o feijão tornou-se uma leguminosa incontornável em todas as alimentações do mundo. Os ameríndios cultivavam-no pelas suas sementes secas, mas foram os italianos que, no século XVIII, iniciaram o consumo da vagem inteira, colhida imatura.
O feijão é uma trepadeira de crescimento indeterminado. As variantes primitivas são todas de trepadeira e necessitam de tutorado. Mais tarde, por razões práticas, seleccionaram-se variedades anãs, mas todas apresentam gavinhas capazes de se enrolar em torno de um suporte.
As vagens são geralmente verdes, por vezes amarelas (feijão-manteiga), estriadas de vermelho ou mesmo ametista. Entre as variedades que se comem no estádio fino, ou extra fino, encontram-se os feijões com filamentos, que apresentam, à maturidade, fios. Depois a vagem fica pergaminácea e perde a sua qualidade gustativa.
O feijão mangetout é, em geral, mais carnudo e consome-se integralmente, sementes e vagens, mesmo à maturidade. Os feijões filamento - mangetout, mais recentemente criados, podem ser consumidos jovens em extra fino até a um estádio mais carnudo semelhante ao mangetout, pois não formam fios.
Entre as variedades para debulhar (isto é, das quais se consome apenas a semente), distingue-se a colheita dos grãos frescos da das sementes secas, sendo esta última cerca de 90 dias após a sementeira.
As vagens verdes imaturas são ricas em vitaminas A, B9 e C, em oligoelementos e sais minerais. Os feijões secos são também muito ricos em vitaminas, em oligoelementos e, sobretudo, em proteínas vegetais.
A colheita : a colheita de grãos frescos ou de vagens jovens começa 60 dias após a sementeira. Para os grãos frescos, deve efectuar-se antes de as vagens começarem a desidratar e a ficar enrugadas. As sementes mal devem ter adquirido a sua cor. Para o consumo das vagens, a colheita faz-se a cada 2 ou 3 dias, tanto no estádio fino como no extra fino no caso dos feijões com filamentos. A colheita de grãos secos efectua-se cortando-se completamente a planta e suspendendo-a num local seco e arejado. Poderão ser debulhados conforme as necessidades.
A conservação : a congelação das vagens é hoje o modo de conservação mais difundido. Deve-se, para isso, retirar as extremidades, lavar, branquear 5 a 6 minutos em água a ferver e depois mergulhar em água fria antes de secar num pano limpo. Após acondicionar em sacos, os feijões podem ser colocados no congelador a -18°C. Contudo, a conservação em conserva volta a ganhar popularidade entre um número crescente de consumidores devido às qualidades gustativas inerentes a este modo de conservação. Tal como para a congelação, deve-se retirar as extremidades, lavar, branquear e depois mergulhar os feijões em água fria. Coloque-os depois em frascos que se devem encher com água fervente temperada com sal. Feche-os e esterilize em panela (cocotte) ou com um esterilizador durante 1h30 em lume médio. Para tal, cubra completamente os frascos com água após os ter bem acomodado.
Feijões secos : bem secos, os grãos de feijão podem ser conservados durante um ano se forem armazenados em boas condições, por exemplo em frascos herméticos.
O truque do jardineiro : os feijões, como todos os membros da família das Fabáceas, têm a particularidade de fixar o azoto do ar no solo graças a uma simbiose vegetal-bactéria. Possuem, portanto, a capacidade de regenerar os solos. Poderá inserir uma cultura de feijões no âmbito de uma rotação das culturas após o enterramento de adubos verdes.
O feijão faz parte das plantas pouco exigentes em nutrientes. Tradicionalmente, a cultura do feijão é associada, na América Central e do Sul, à das abóboras e ao milho, formando uma tríade cujo companheirismo é benéfico. Esta associação é chamada localmente Milpa. Os feijões associam-se igualmente muito bem com as beringelas, as cenouras, as couves, as batatas e os rabanetes, porque se protegem mutuamente. Evite, em contrapartida, a presença de aliáceas ou de funcho, pois o seu crescimento será inibido.
Uma pulverização de purim de urtiga permite tanto combater eficazmente os ataques de pulgões como reforçar as plantas que dele beneficiem.
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Colheita
Hábito
Folhagem
Botânica
Phaseolus
vulgaris
Soissons Vert
Fabaceae
haricot commun, haricot vert, haricot mangetout, princesse, fève turque, faséole
Europa Ocidental
Anual
Outros Sementes de Feijão de Casca
Ver tudo →Plantação e cuidados
A preparação do solo : o feijão aprecia solos leves, frescos, mas não encharcados, e ricos em nutrientes. Não gosta, porém, de solos demasiado calcários ou demasiado ácidos. Recomenda-se, por isso, preparar bem o solo com um cavamento profundo de 20 cm, sem revirar a terra. Deve depois emendar-se com composto ou estrume bem decomposto. Não semeie o feijão em terras que receberam cal recentemente, pois isso provoca o endurecimento do solo e faz perder a qualidade gustativa da vagem.
Sementeira sob estruturas cobertas : sob estruturas cobertas ou sob túneis, a sementeira dos feijões pode começar já a partir de meados de março. O feijão é uma cultura sensível ao frio; necessita que o solo atinja, pelo menos, 15 °C. As estruturas devem ficar viradas a sul ou a oeste. Ventile-as apenas nas horas mais quentes do dia. Removam-se as proteções apenas quando as geadas deixarem de ser de esperar.
Sementeira em plena terra : a sementeira efectua-se a partir de abril nas regiões mais quentes, ou em maio, assim que o solo estiver suficientemente aquecido e as geadas já não forem de temer. Cavem-se sulcos de 3 a 4 cm de profundidade, espaçados 40 cm. Semeie-se as sementes espaçando-as 5 a 7 cm, ou em covos de 4 a 5 sementes, que deverão ficar a 40 cm em todas as direcções. Reponha-se a terra e compacte-se ligeiramente com um rastelo. Quando as plantas atingirem 20 cm de altura, amontoa-se terra à base para as firmar.
As primeiras colheitas ocorrem aproximadamente 60 dias após a sementeira e prolongam-se até final de outubro. Recomenda-se efectuar novas sementeiras de 15 em 15 dias para obter colheitas contínuas até ao final do outono.
Existem diferentes tipos de tutoragem para os feijões de trepar : suporte em tenda canadiana, em tipi, em redes ou grelhas. Qualquer elemento em altura pode servir de suporte a este tipo de feijão, cuja cultura adquire então uma estética muito apelativa.
Semeadura
Cuidados
Para que local?
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A rusticidade é a temperatura mais baixa do inverno que uma planta pode suportar sem sofrer danos graves ou mesmo morrer. No entanto, esta rusticidade é afetada pela localização (zona abrigada, como um pátio), pelas proteções (cobertura de inverno) e pelo tipo de solo (a rusticidade é melhorada por um solo bem drenado).
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Os períodos de sementeira indicados no nosso site aplicam-se aos países e regiões situados na zona 8 da USDA (França, Reino Unido, Irlanda, Países Baixos).
Em regiões mais frias (Escandinávia, Polónia, Áustria...), adie a sementeira ao ar livre por 3 a 4 semanas ou semeie em estufa.
Em climas mais quentes (Itália, Espanha, Grécia, etc.), antecipe a sementeira ao ar livre de algumas semanas.
O período de colheita indicado no nosso site aplica-se aos países e regiões da zona 8 do USDA (França, Inglaterra, Irlanda, Países Baixos).
Em regiões mais frias (Escandinávia, Polónia, Áustria...), a colheita de frutas e legumes provavelmente ocorrerá 3 a 4 semanas mais tarde.
Em regiões mais quentes (Itália, Espanha, Grécia, etc.), a colheita provavelmente ocorrerá mais cedo, dependendo das condições meteorológicas.
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Ele irá variar de acordo com o seu local de residência:
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- Nas zonas continentais (Estrasburgo, Munique, Viena, etc.), adie a plantação de 2 a 3 semanas na primavera e antecipe-a de 2 a 4 semanas no outono.
- Nas regiões montanhosas (Alpes, Pirenéus, Cárpatos, etc.), é preferível plantar no final da primavera (maio-junho) ou no final do verão (agosto-setembro).
Em climas temperados, a poda de arbustos com floração na primavera (forsythia, espireia, etc.) deve ser feita logo após a floração.
A poda dos arbustos com floração no verão (amargoseira, perovskia, etc.) pode ser feita no inverno ou na primavera.
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- In zones 6 to 7 (Germany, Poland, Slovenia, and lower mountainous regions), flowering will be delayed by 2 to 3 weeks.
- In zone 5 (Central Europe, Scandinavia), blooming will be delayed by 3 to 5 weeks.














