

Aloe striatula ArticJungle


Aloe striatula ArticJungle


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Descrição
L'Aloe striatula ArticJungle est un aloès arbustif spectaculaire, avec un tronc et des tiges ramifiées qui portent des rosettes de longues feuilles charnues, vert vif, bordées de petites dents non piquantes et terminées en pointes. Ce buisson pour le moins original s'orne en fin de printemps d'une floraison abondante et colorée évoquant un peu celle des tritomas, en épis de fleurs tubulaires. En dépit de son allure tropicale, cet aloès résiste assez bien aux fortes gelées, en sol drainé. C'est une plante parfaitement résistante à la sécheresse estivale. On l'adoptera donc sans réserve en climat doux, mais aussi jusque dans le sud-ouest et l'arrière-pays méditerranéen, sur un terrain pentu et rocailleux, à une exposition très ensoleillée et très abritée des vents froids. On la cultive aussi très bien dans un grand pot sur la terrasse, à remiser en climat plus froid.
L'Aloe striatula ArticJungle® est une sélection horticole française des pépinières Laforêt qui se distingue par sa vigueur et sa robustesse. L'espèce botanique, de la famille des asphodelacées, est native du Karoo et des montagnes du Lesotho, des régions situées au sud-ouest de l'Afrique du Sud. Cette plante y croît jusqu'à 2000 m d'altitude. Il s'agit d'un aloès de belle taille, plus arbustif que vivace, dont le feuillage succulent persiste en hiver. La plante forme un gros arbuste à port lâche, dont les rameaux épais, semi-dressés, s'étalent plus ou moins sur le sol. Un sujet adulte atteindra dans de bonnes conditions de culture environ 1.50 m hauteur pour une envergure de 1.50 m, voire davantage. Ses rameaux, larges de 2 cm en moyenne, donnent naissance à leur extrémité à des bouquets de feuilles épaisses et cireuses bordées de petites dents arrondies, engainées à la base dans des membranes striées de vert sur fond blanc verdâtre. En mai-juin surgissent des rosettes de hautes hampes florales portant des fleurs tubulaires retombantes. D'un vert pâle à l'éclosion, elles se colorent peu à peu de jaune d'or et fanent dans un orange corail. Cette floraison est très visitée par les insectes butineurs. L'Aloe striatula ArtticJungle émet de nombreuses nouvelles tiges quand il est sévèrement taillé, une aptitude que l'on peut mettre à profit pour lui donner une jolie forme en dôme, très ornementale lorsque la plante est en fleurs. En climat méditerranéen, ou sur les côtes protégées de l'Atlantique, on peut le planter en pleine terre, car il est rustique à -12°C environ, les parties aériennes étant détruites au-delà de -9°C.
Résistant très bien aux embruns et à la sécheresse, mais acceptant très bien une terre de jardin allégée de graviers et correctement drainée, l'Aloe striatula ArticJungle se cultive aussi bien en pot pour décorer la terrasse ou le balcon, qu'en pleine terre en climat pas trop froid. Au jardin, plantez-le dans un massif surélevé, en surplomb d'une allée ou de la descente du garage, et bien sûr dans une rocaille ou sur un talus secs. Il constitue un magnifique spécimen, en terrain pentu ou rocheux bien drainé, ou même ancré dans les murs de pierres sèches. Ailleurs, on l'installera dans un bac ou un grand pot plus large que haut (il se multiplie vite) pour profiter de sa forte personnalité sur une terrasse au décor contemporain ou exotique. On peut par exemple l'associer à des agaves, oponces, Delosperma, Dasylirions, ou des Euphorbes arbustives (Euphorbia mellifera).
Au sujet des Agaves et Aloès :
Les aloès et les agaves se ressemblent, mais appartiennent à deux familles botaniques différentes. Ce qui les distingue essentiellement réside dans le fait que les rosettes des aloès fleurissent durant de nombreuses années tandis que la floraison d'une rosette d'agave mature marque la fin de sa vie. Chez certaines espèces d'Aloès, des bourgeons interfoliaires donnent naissance à de nouvelles plantes qui recouvrent les restes desséchés du plant mère. Chez les agaves, la hampe florale centrale se développe à partir du bourgeon terminal. Chez les aloès, les boutons floraux naissent entre les feuilles. Les agaves sont natifs d'Amérique du Nord, alors que l'on retrouve les aloès uniquement dans la moitié sud de l'Afrique, ainsi que dans les îles proches de l'Océan Indien.
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Floração
Folhagem
Hábito
Botânica
Aloe
striatula
ArticJungle
Asphodelaceae
Hortícola
Plantação e cuidados
Como todas as plantas suculentas, os aloés apreciam, em geral, muito sol e um solo muito bem drenado, até árido. A Aloe striatula ArticJungle aprecia solos muito pedregosos, com cascalho ou arenosos, mesmo pobres, e não teme a presença de calcário no solo. A rusticidade desta planta depende muito da drenagem do solo, que não deverá reter a humidade no inverno. Cultivo fácil num jardim rochoso seco e soalheiro, num canteiro enriquecido com cascalho e sobreelevado, ou em vasos grandes. Este aloé suporta -9°C sem danos aparentes. Em caso de geadas mais severas, até -12 °C, as partes aéreas são destruídas, mas a planta rebrota da cepa. A resistência à seca no verão é excelente. Suporta bem a poda no final do inverno, que lhe permite adquirir um bonito porte em cúpula.
Quando plantar?
Para que local?
Cuidados
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A rusticidade é a temperatura mais baixa do inverno que uma planta pode suportar sem sofrer danos graves ou mesmo morrer. No entanto, esta rusticidade é afetada pela localização (zona abrigada, como um pátio), pelas proteções (cobertura de inverno) e pelo tipo de solo (a rusticidade é melhorada por um solo bem drenado).
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Os períodos de sementeira indicados no nosso site aplicam-se aos países e regiões situados na zona 8 da USDA (França, Reino Unido, Irlanda, Países Baixos).
Em regiões mais frias (Escandinávia, Polónia, Áustria...), adie a sementeira ao ar livre por 3 a 4 semanas ou semeie em estufa.
Em climas mais quentes (Itália, Espanha, Grécia, etc.), antecipe a sementeira ao ar livre de algumas semanas.
O período de colheita indicado no nosso site aplica-se aos países e regiões da zona 8 do USDA (França, Inglaterra, Irlanda, Países Baixos).
Em regiões mais frias (Escandinávia, Polónia, Áustria...), a colheita de frutas e legumes provavelmente ocorrerá 3 a 4 semanas mais tarde.
Em regiões mais quentes (Itália, Espanha, Grécia, etc.), a colheita provavelmente ocorrerá mais cedo, dependendo das condições meteorológicas.
O período de plantação indicado no nosso site aplica-se aos países e regiões localizados na zona 8 do USDA (França, Reino Unido, Irlanda, Países Baixos).
Ele irá variar de acordo com o seu local de residência:
- Nas zonas mediterrânicas (Marselha, Madrid, Milão, etc.), o outono e o inverno são as melhores épocas para plantar.
- Nas zonas continentais (Estrasburgo, Munique, Viena, etc.), adie a plantação de 2 a 3 semanas na primavera e antecipe-a de 2 a 4 semanas no outono.
- Nas regiões montanhosas (Alpes, Pirenéus, Cárpatos, etc.), é preferível plantar no final da primavera (maio-junho) ou no final do verão (agosto-setembro).
Em climas temperados, a poda de arbustos com floração na primavera (forsythia, espireia, etc.) deve ser feita logo após a floração.
A poda dos arbustos com floração no verão (amargoseira, perovskia, etc.) pode ser feita no inverno ou na primavera.
Em regiões frias, bem como para plantas sensíveis ao gelo, evite podar muito cedo, quando ainda podem ocorrer geadas fortes.
The flowering period indicated on our website applies to countries and regions located in USDA zone 8 (France, the United Kingdom, Ireland, the Netherlands, etc.)
It will vary according to where you live:
- In zones 9 to 10 (Italy, Spain, Greece, etc.), flowering will occur about 2 to 4 weeks earlier.
- In zones 6 to 7 (Germany, Poland, Slovenia, and lower mountainous regions), flowering will be delayed by 2 to 3 weeks.
- In zone 5 (Central Europe, Scandinavia), blooming will be delayed by 3 to 5 weeks.







