

Poirier sauvage - Pyrus communis ssp. pyraster


Poirier sauvage - Pyrus communis ssp. pyraster


Poirier sauvage - Pyrus communis ssp. pyraster


Poirier sauvage - Pyrus communis ssp. pyraster
Pyrus communis subsp. pyraster
Pyrus pyraster wilde peer
Catapereiro, pereira, pereira-brava, pereira-comum
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Descrição
Le Pyrus communis ssp. pyraster ou Poirier sauvage est une espèce botanique de notre flore, très proche du poirier commun. Cet arbre épineux développe une couronne pyramidale plutôt irrégulière, mais bien touffue, qui sert de refuge aux oiseaux. En début de printemps, il se pare d'une abondante floraison blanche. Aux fleurs succèdent de petites poires arrondies, comestibles, mais sans réel intérêt gustatif. Essence de lumière peu compétitive, le poirier sauvage se plante de préférence en isolé, dans un jardin de taille moyenne à grande. Il sera aussi intéressant dans une haie libre ou défensive, dans un verger en tant que pollinisateur. Peu exigeant quant à la nature du sol, tolérant de la sécheresse grâce à son système racinaire profond, sa croissance sera cependant plus aisée dans les sols riches et frais, en situation abritée dans les régions aux hivers rudes.
Le poirier sauvage, comme les autres espèces botaniques du genre Pyrus, appartient à la grande famille des rosacées. Il pousse naturellement dans les zones tempérées d’Europe centrale et occidentale, dans les lieux où la concurrence des autres arbres et arbustes n’est pas trop sévère. Il a une préférence pour les terres franches, profondes, meubles et fraîches, ainsi que les expositions ensoleillées. Son port est généralement pyramidal, irrégulier à asymétrique (souvent « en drapeau »). De croissance très lente, mais d’une longévité exceptionnelle, le Pyrus pyraster atteint entre 8 et 15 m de hauteur pour 4 à 7 m d'envergure selon l'exposition et le sol. Ses rameaux sont épineux, recouverts d’une écorce brun-gris. Son bois précieux, lourd et dense, offre une couleur rougeâtre magnifique. Il est très prisé pour la menuiserie et la sculpture.
La floraison du poirier sauvage a lieu avant le débourrement des feuilles, en avril-mai, sous la forme de corymbes ou petits bouquets de fleurs simples, blanches à étamines rouges, mesurant entre 2 et 3 cm de diamètre. La floraison est suivie par la formation d'une multitude de petites poires arrondies à pyriformes, de moins de 3,5 cm de diamètre. À maturité en fin d'été, elles sont de couleur jaune verdâtre à orangé. Leur goût est âpre, la chair est dure et leur texture granuleuse. On les utilisera surtout pour fabriquer des délicieuses gelées ou le fameux cidre de poire que l’on appelle Poiré. Les feuilles d’environ 5 à 7 cm de longueur sont ovales, alternes, glabres, finement dentées et portées sur de longs pétioles. Les jeunes feuilles sont légèrement pubescentes. Le feuillage caduc, d'un vert foncé luisant, devient rouge intense à l’automne avant de tomber.
Très rustique, le Pyrus pyraster se plaît en situation ensoleillée et supporte des températures jusqu’à -20 °C. Plantez-le dans un sol drainé. Il résiste bien au sec et tolère très bien le calcaire. Il s’agit d’un bon pollinisateur pour les poiriers fruitiers à floraison précoce. Sa jolie floraison printanière, ses petits fruits décoratifs en été et son feuillage flamboyant en automne le rendent attrayant presque toute l’année. Il trouvera sa place dans une haie libre ou défensive, suffisamment éloigné de ses voisins qui pourraient le concurrencer de façon agressive. On peut l'accompagner par exemple de grands rosiers arbustifs, botaniques ou grimpants conduits en arbustes, de Viburnum persistants, lilas et pommiers à fleurs. Lorsque l'on dispose de place, les poiriers sauvages, plantés en grande haie sur un talus bordant une allée encaissée, composent un tableau assez féérique non seulement au printemps, mais aussi en automne, en raison de leurs couleurs somptueuses en fin de saison.
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Pyrus communis subsp. pyraster em imagens...








Hábito
Floração
Folhagem
Botânica
Pyrus
pyraster
wilde peer
Rosaceae
Catapereiro, pereira, pereira-brava, pereira-comum
Europa Central
Plantação e cuidados
Pyrus pyraster aprecia locais soalheiros. Deve ser plantado em solo comum, bem preparado, drenante, até bastante pobre e calcário. Uma ligeira humidade não lhe fará mal, desde que a água não fique estagnada no inverno. Recomenda-se plantar preferencialmente em outubro e novembro, abrindo uma grande cova de plantação, amendar com farinha de chifres desidratada ou farinha de sangue, garantir boa drenagem, se necessário (em solo muito pesado e argiloso), e depois tapar com terra de jardim misturada, numa proporção de um terço, com substrato ou com composto bem decomposto, deixando o colo ao nível do solo. Uma vez bem enraizada, a pereira-brava dispensa rega e requer muito pouca manutenção. É uma árvore muito resistente.
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A rusticidade é a temperatura mais baixa do inverno que uma planta pode suportar sem sofrer danos graves ou mesmo morrer. No entanto, esta rusticidade é afetada pela localização (zona abrigada, como um pátio), pelas proteções (cobertura de inverno) e pelo tipo de solo (a rusticidade é melhorada por um solo bem drenado).
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Os períodos de sementeira indicados no nosso site aplicam-se aos países e regiões situados na zona 8 da USDA (França, Reino Unido, Irlanda, Países Baixos).
Em regiões mais frias (Escandinávia, Polónia, Áustria...), adie a sementeira ao ar livre por 3 a 4 semanas ou semeie em estufa.
Em climas mais quentes (Itália, Espanha, Grécia, etc.), antecipe a sementeira ao ar livre de algumas semanas.
O período de colheita indicado no nosso site aplica-se aos países e regiões da zona 8 do USDA (França, Inglaterra, Irlanda, Países Baixos).
Em regiões mais frias (Escandinávia, Polónia, Áustria...), a colheita de frutas e legumes provavelmente ocorrerá 3 a 4 semanas mais tarde.
Em regiões mais quentes (Itália, Espanha, Grécia, etc.), a colheita provavelmente ocorrerá mais cedo, dependendo das condições meteorológicas.
O período de plantação indicado no nosso site aplica-se aos países e regiões localizados na zona 8 do USDA (França, Reino Unido, Irlanda, Países Baixos).
Ele irá variar de acordo com o seu local de residência:
- Nas zonas mediterrânicas (Marselha, Madrid, Milão, etc.), o outono e o inverno são as melhores épocas para plantar.
- Nas zonas continentais (Estrasburgo, Munique, Viena, etc.), adie a plantação de 2 a 3 semanas na primavera e antecipe-a de 2 a 4 semanas no outono.
- Nas regiões montanhosas (Alpes, Pirenéus, Cárpatos, etc.), é preferível plantar no final da primavera (maio-junho) ou no final do verão (agosto-setembro).
Em climas temperados, a poda de arbustos com floração na primavera (forsythia, espireia, etc.) deve ser feita logo após a floração.
A poda dos arbustos com floração no verão (amargoseira, perovskia, etc.) pode ser feita no inverno ou na primavera.
Em regiões frias, bem como para plantas sensíveis ao gelo, evite podar muito cedo, quando ainda podem ocorrer geadas fortes.
The flowering period indicated on our website applies to countries and regions located in USDA zone 8 (France, the United Kingdom, Ireland, the Netherlands, etc.)
It will vary according to where you live:
- In zones 9 to 10 (Italy, Spain, Greece, etc.), flowering will occur about 2 to 4 weeks earlier.
- In zones 6 to 7 (Germany, Poland, Slovenia, and lower mountainous regions), flowering will be delayed by 2 to 3 weeks.
- In zone 5 (Central Europe, Scandinavia), blooming will be delayed by 3 to 5 weeks.
