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Videira Ametista

Vitis vinifera Ametista
Videira

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Uma casta "sem grainha", cujas uvas douradas a rosadas, de forma pontiaguda, possuem um aroma delicado a morango. É uma videira de vigor médio, muito rústica e resistente a doenças, pouco exigente em termos de solo, fácil de cultivar em qualquer lugar. Colheita a partir do início de setembro, consoante as regiões e os anos. 
Altura à maturidade
3 m
Largura à maturidade
1.50 m
Exposição
Sol
Rusticidade
Até -15°C
Humidade do solo
Solo seco, Solo fresco
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Melhor período de plantação Outubro para Novembro
Período razoável de plantação Fevereiro para Março, Setembro para Novembro
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Período de floração Maio para Junho
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Descrição

Esta videira 'Ametista', pouco conhecida em França, é uma casta de mesa dita "sem grainhas", que produz cachos de uvas douradas que se tornam rosadas na maturação, cuja polpa revela um aroma delicado a morango. É uma videira de vigor médio, produtiva, muito rústica e resistente a doenças, pouco exigente em termos de solo. É fácil de cultivar em qualquer local, desde que beneficie de sol suficiente. Os seus cachos colhem-se a partir do início de setembro no Sul, e em setembro-outubro nas regiões mais frias. Muito agradáveis de saborear, estas uvas serão o deleite das crianças!

Esta videira 'Apirena Ametista' faz parte de uma série de descendentes da uva Sultanina (sinónimo de Thompson Seedless), uma variedade dita "sem grainhas" cultivada em larga escala para a produção de passas. Todos têm como característica comum a produção de bagos qualificados como apirenos, cujas grainhas são atrofiadas. Esta planta pertence, como todas as videiras, à família das Vitáceas.

A videira 'Ametista' é próxima da casta 'Katharina' no que diz respeito ao sabor e ao tamanho das suas uvas. É um arbusto sarmentoso e trepador, cujos caules serpentinos munidos de gavinhas atingem cerca de 3 m de comprimento com o tempo. Forma um tronco, frequentemente nodoso e tortuoso, coberto por uma casca fibrosa e castanha que se descama em lascas com a idade. Os seus longos caules verdes ostentam belas folhas de forma arredondada, recortadas nas bordas, de cor verde médio, que se tornam amarelas antes de caírem no outono.

Floresce no final da primavera, de maio a junho, consoante as regiões, sob a forma de cachos densos e bem formados, de forma piramidal, ramificados, carregados de minúsculas flores verdes. Após a polinização pelos insetos, formam-se as bagas a que chamamos uvas. São de tamanho considerável e de forma oval a pontiaguda. A sua pele passa sucessivamente do verde ao dourado e depois adquire uma cor rosada, particularmente nas partes expostas ao sol. Encerra uma polpa translúcida, praticamente desprovida de grainhas verdadeiras. Suculenta e doce, revela um agradável aroma frutado. Esta variedade deve ser podada no final do inverno, após as geadas, acima de 5 gomos (olhos), para favorecer a formação de novos rebentos que irão florir.

Ao contrário da ideia comum, as uvas sem grainhas não são organismos geneticamente modificados, mas resultam de um processo complexo de seleção efetuado por especialistas em viticultura. São frutos produzidos por plantas híbridas estéreis, cujas sementes, ou grainhas, são incapazes de se desenvolver: reduzidas à sua expressão mais simples, estas sementes são quase impercetíveis na boca.

Instalada ao sol, a videira Apirena Ametista será muito decorativa ao longo de um muro, num caramanchão, numa pérgola, em plena terra ou num grande vaso numa varanda. As suas uvas consomem-se tal como estão, em sumo, em saladas de fruta, em tarte ou em compotas. Esta videira instala-se no jardim, num caramanchão, em vaso, ou pode ser conduzida (espaldeira) contra um muro.

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Hábito

Altura à maturidade 3 m
Largura à maturidade 1.50 m
Crescimento normale
Sistema de fixação Caules com gavinhas

Floração

Cor da flor verde
Período de floração Maio para Junho
Inflorescência Racemo
Cor do fruto rosa

Folhagem

Persistência da folhagem Caduca
Folhagem colorida Verde médio

Botânica

Género

Vitis

Espécie

vinifera

Cultivar

Ametista

Família

Vitaceae

Outros nomes comuns

Videira

Origine

Hortícola

Referência do produto152091

Outros Videiras

12
A partir de 14,30 € Vaso de 1,5 L/2 L
Indisponível
A partir de 20,50 € Vaso de 2 L/3 L
8
A partir de 24,50 € Vaso de 1,5 L/2 L

Plantação e cuidados

A videira Aperina Ametista planta-se num solo comum bem preparado, mesmo calcário, que tenha sido enriquecido com um adubo orgânico. Uma vez bem estabelecida, a videira resiste bem à seca estival. Escolha uma exposição a pleno sol, eventualmente a meia-sombra nas regiões mais quentes (exposição sudeste). Pode suportar temperaturas até -20°C. Faça a poda em fevereiro-março, após as geadas, deixando 2 ou 3 gomos nos ramos secundários. Pode novamente uma vez que os bagos se tenham formado nos cachos, deixando 2 ou 3 folhas acima de cada cacho (isto permite que o sol atinja os frutos e que a seiva os alimente de forma mais eficaz). Uma vez formada a estrutura da parreira, eliminem-se anualmente os ramos que produziram frutos. Estaque ou conduza os ramos para os suportar e guiar. Conduza-a junto a uma parede para beneficiar das uvas diretamente. O míldio e o oídio são frequentes (particularmente em clima chuvoso), pelo que se deve tratar a videira por precaução na primavera e durante o verão, com calda bordalesa e/ou enxofre em pó. Esta videira poderá necessitar de uma época para se instalar bem, durante a qual crescerá de forma moderada. Os seus sarmentos ganharão depois vários metros por ano e necessitarão de poda.

Quando plantar?

Melhor período de plantação Outubro para Novembro
Período razoável de plantação Fevereiro para Março, Setembro para Novembro

Para que local?

Adequado para Prado
Tipo de utilização Trepadeira
Tipo de suporte Pergola, Pérgula, Treliça
Rusticidade Até -15°C (zona USDA 7b) Ver o mapa
Dificuldade de cultivo Amador
Densidade de plantação 1 por m2
Exposição Sol
pH do solo Todos
Humidade do solo Solo seco, Solo fresco, ordinário, solto, bem preparado

Cuidados

Descrição da poda Poda de formação: no final do inverno, enquanto a videira não tiver formado a estrutura adequada à utilização pretendida (cobrir uma parede, um caramanchão, uma pérgola...). Eliminem-se todos os ramos mal posicionados e deixem-se alongar os restantes até ao comprimento desejado. Poda de frutificação: no final do inverno, após as geadas, podam-se todos os ramos secundários acima de 6 a 8 gomos. Após a floração, em junho-julho, deixem-se apenas 2 ou 3 folhas acima de cada cacho.
Poda Poda recomendada 1 vez por ano
Período de poda Fevereiro para Março, Junho
Humidade do solo Solo seco, Solo fresco
Resistência a doenças Boa
Hibernação Pode permanecer no solo

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