Hortênsia paniculata Tardiva
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Hydrangea paniculata Tardiva
Hortênsia
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Descrição
A Hydrangea paniculata 'Tardiva' é uma variedade de hortênsia paniculada de grande desenvolvimento, caracterizada pela sua floração tardia. Emite, de facto, as suas grandes inflorescências apenas em meados do verão, com os seus grandes cones brancos a dominarem então a folhagem de um belo verde médio. Deve ser colocada preferencialmente no fundo de maciços. Tolerante em relação ao solo, não exigindo terra de urze para crescer, contenta-se com um solo neutro, ou mesmo ligeiramente calcário, desde que não seque em demasia. Muito rústica, é a hortênsia ideal para iniciar no jardim.
A Hydrangea paniculata, também chamada de Hortênsia-das-montanhas, é uma espécie de hortênsia pertencente à família das Hydrangeáceas, originária das florestas caducifólias da China e do Japão. Crescendo nestes ambientes naturais até aos 2000 m de altitude, é particularmente rústica. É fácil de cultivar em qualquer boa terra de jardim um pouco húmida, não necessitando de terra de urze para se desenvolver.
A variedade 'Tardiva', obtida na década de 1970, distingue-se pela sua floração, que está entre as mais tardias no grupo da H. paniculata. No final de julho ou em agosto surgem nas extremidades dos ramos curiosas inflorescências alongadas, compostas por flores estéreis na parte inferior e flores férteis na parte superior. Com cerca de 25 cm de comprimento, formam cones bem brancos que se veem de longe sobre a massa da folhagem, da qual sobressaem nitidamente. Esta floração bastante espetacular dura todo o resto do verão, podendo mesmo prolongar-se até outubro. Arbusto imponente, podendo atingir até 3 m de altura em boas condições, pode formar, por si só, maciços em parques ou sebes separativas para a estação mais quente. A sua folhagem, caduca, cai no outono. Utilizada em maciços, deve ser colocada em segundo plano, sendo que a sua folhagem verde médio valoriza então qualquer floração clara.
A Hydrangea paniculata 'Tardiva' é a hortênsia ideal para todos os jardineiros frustrados por não poderem plantar Hydrangea macrophylla, por falta do solo e do clima adequados. Será apreciada pelo seu longo período de floração, que pode mesmo ser ainda prolongado sob a forma de ramos secos. No jardim, pode ser plantada em companhia de uma vasta paleta de arbustos. O seu grande desenvolvimento destina-a a ser colocada em segundo plano, onde constituirá um pano de fundo perfeito para florações primaveris luminosas, como a da maravilhosa Spiraea cinerea 'Grefsheim', ou Espireia-dentada, com ramos flexíveis cobertos de flores brancas. O Weigela florida 'Magical Rainbow', com folhagem variegada a amarelo, formará também um soberbo contraste à frente desta Hortênsia 'Tardiva'.
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Hortênsia paniculata Tardiva em imagens...
Hábito
Floração
Folhagem
Plantação e cuidados
A Hydrangea paniculata Tardiva é pouco exigente quanto à natureza do solo, desde que não seja demasiado pesado. Não necessitando de terra de urze, cresce em solo neutro e tolera até algum calcário. Também se adapta a terrenos arenosos ou pedregosos, desde que se mantenham um pouco frescos ou, em alternativa, sejam bem regados. Nestas condições, será benéfico adicionar composto à base do arbusto todos os anos.
Requer uma exposição ensolarada, mas não abrasadora, ou de meia-sombra. Na plantação, deve ser instalada num solo trabalhado em profundidade, após se ter mergulhado o torrão durante meia hora num balde de água. Um bom adubo de fundo (chifre ou sangue desidratado) favorecerá a recuperação da planta e irá nutri-la sem risco de queimaduras. Se o solo for tendencialmente seco, misture composto à terra ao preencher o buraco de plantação e crie uma bacia de rega à superfície.
No final do verão, recomenda-se não cortar as panículas secas, pois estas protegerão os rebentos terminais dos ramos durante o inverno. Todas as flores secas devem ser cortadas no final de fevereiro ou nos primeiros dias de bom tempo, devendo também eliminar alguns ramos, podando-os muito curtos anualmente, para favorecer o crescimento de novos caules.
Quando plantar?
Para que local?
Cuidados
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A rusticidade é a temperatura mais baixa do inverno que uma planta pode suportar sem sofrer danos graves ou mesmo morrer. No entanto, esta rusticidade é afetada pela localização (zona abrigada, como um pátio), pelas proteções (cobertura de inverno) e pelo tipo de solo (a rusticidade é melhorada por um solo bem drenado).
Os períodos de sementeira indicados no nosso site aplicam-se aos países e regiões situados na zona 8 da USDA (França, Reino Unido, Irlanda, Países Baixos).
Em regiões mais frias (Escandinávia, Polónia, Áustria...), adie a sementeira ao ar livre por 3 a 4 semanas ou semeie em estufa.
Em climas mais quentes (Itália, Espanha, Grécia, etc.), antecipe a sementeira ao ar livre de algumas semanas.
O período de colheita indicado no nosso site aplica-se aos países e regiões da zona 8 do USDA (França, Inglaterra, Irlanda, Países Baixos).
Em regiões mais frias (Escandinávia, Polónia, Áustria...), a colheita de frutas e legumes provavelmente ocorrerá 3 a 4 semanas mais tarde.
Em regiões mais quentes (Itália, Espanha, Grécia, etc.), a colheita provavelmente ocorrerá mais cedo, dependendo das condições meteorológicas.
O período de plantação indicado no nosso site aplica-se às regiões situadas na zona 9b do USDA (Litoral atlântico e vale do Tejo: Lisboa, Porto, Setúbal, Coimbra, Aveiro). Este período varia consoante o local onde reside:
- No interior centro e no Alentejo (Évora, Portalegre, Castelo Branco, Guarda, Viseu), adie a plantação de 2 a 3 semanas na primavera e antecipe-a de 2 a 3 semanas no outono em relação às datas indicadas, para evitar os picos de calor do verão e as geadas de inverno dos planaltos interiores.
- Nos Maciços do norte e do centro (Serra da Estrela, Serra do Gerês, Bragança, Chaves), é preferível plantar no final da primavera (maio), uma vez eliminados os últimos riscos de geada, ou no início do outono (setembro–outubro), quando o calor intenso do verão já tiver passado e as primeiras chuvas de outono tiverem regressado.
Em climas temperados, a poda de arbustos com floração na primavera (forsythia, espireia, etc.) deve ser feita logo após a floração.
A poda dos arbustos com floração no verão (amargoseira, perovskia, etc.) pode ser feita no inverno ou na primavera.
Em regiões frias, bem como para plantas sensíveis ao gelo, evite podar muito cedo, quando ainda podem ocorrer geadas fortes.
O período de floração indicado no nosso site aplica-se às regiões situadas na zona 9b do USDA (Litoral atlântico e vale do Tejo: Lisboa, Porto, Setúbal, Coimbra, Aveiro).
Este período varia consoante o local onde reside:
- No interior centro e no Alentejo (Évora, Portalegre, Castelo Branco, Guarda, Viseu), a floração será adiada de 2 a 3 semanas em relação às datas indicadas, por causa das primaveras mais secas e das variações de temperaturas mais acentuadas.
- Nos maciços do norte e do centro (Serra da Estrela, Serra do Gerês, Bragança, Chaves), a floração será adiada de 3 a 5 semanas. Ocorrerá principalmente entre maio e julho, dependendo da altitude.
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