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Couve-perpétua Daubentons Green plantas jovens

Brassica oleracea Daubenton's Green
Chou vivace, Chou branchu, Chou à mille têtes

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Variedade antiga e robusta, esta couve perene não forma cabeça e floresce raramente. Cultiva-se pelos seus brotos jovens e tenros, de sabor delicado, próximo do brócolo. A saborear crus ou cozidos, prestam-se a uma multiplicidade de receitas. Muito rústica, pouco sensível a pragas como a piéride ou as altisas, 'Daubenton's Green' é uma excelente opção em permacultura. Uma vez plantada na primavera (abril-maio), oferecerá colheitas generosas de setembro a maio, ano após ano.
Dificuldade de cultivo
Iniciante
Altura à maturidade
1.20 m
Largura à maturidade
1.20 m
Exposição
Sol
Humidade do solo
Solo fresco
Melhor período de plantação Abril para Maio
Período razoável de plantação Março para Maio, Outubro
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Período de colheita Janeiro para Maio, Setembro para Dezembro
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Descrição

A couve perpétua 'Daubenton's Green' (Brassica oleracea var. ramosa) é uma antiga variedade de couve perpétua sempre apreciada pela sua robustez, longevidade e pela generosa produção de rebentos jovens tenros. Formando um tufo arbustivo que pode atingir 1 m de altura e de largura, esta couve não desenvolve cabeça e floresce raramente, o que lhe permite produzir folhas quase durante todo o ano. Esta variedade é pouco sensível às doenças comuns da couve e resiste bem a pragas como as altisas ou as piérides. Adequa-se perfeitamente a hortas em permacultura ou a jardinagem natural e cultiva-se sem dificuldade em qualquer solo rico, profundo, mesmo muito argiloso, que não seque no verão.

A couve perpétua 'Daubenton’s Green' pertence à família das Brassicáceas. Integra o grupo das couves sem cabeça (Acephala), como as couve-galega ou couve-frisada. A espécie botânica Brassica oleracea é originária das falésias atlânticas da Europa ocidental — nomeadamente da costa da Bretanha, do Canal da Mancha e da Península Ibérica — onde ainda hoje se encontram populações selvagens. Estas couves primitivas deram origem a uma multitude de cultivares hortícolas.
A variedade ‘Daubenton’s Green’ terá vindo de formas forrageiras antigas cultivadas desde a época vitoriana. Muito pouco florífera e reproduzindo-se exclusivamente por estaquia, foi conservada de jardineiro para jardineiro, sem seleção intensiva. O nome presta homenagem ao naturalista francês Louis-Jean-Marie Daubenton (1716–1800), que terá descrito esta planta e o seu interesse para a alimentação animal. A planta forma um tufo arbustivo de porte arredondado, muito ramificado, que quase evoca um pequeno arbusto. Apresenta crescimento rápido já no primeiro ano e pode atingir uma altura de 90 cm a 1,50 m, chegando mesmo até 1,80 m na ausência de poda. A sua extensão é igualmente generosa, atingindo facilmente 1 m a 1,50 m conforme as condições de cultivo. A planta vive, em geral, entre 5 e 7 anos, mas pode manter‑se por muito mais tempo se for regularmente multiplicada por estaquia.
A folhagem é densa e muito decorativa. As folhas são de tamanho médio, de verde vivo a verde médio, ligeiramente lobadas, por vezes frisadas, com um limbo espesso, mas tenro. Dispostas de forma alterna ao longo dos caules, as folhas renovam‑se continuamente. A folhagem é semi-persistente: mantém‑se no lugar no inverno em climas amenos, mas pode secar em caso de geada ou de seca prolongada. Os caules, robustos e por vezes ligeiramente lenhificados na base, ramificam‑se facilmente e podem emitir raízes se forem deitados ao chão ou parcialmente enterrados. A floração é extremamente rara nesta variedade ‘Daubenton’s Green’. Nos casos excecionais em que ocorre, produz pequenas flores amarelas com quatro pétalas, típicas das Crucíferas. Contudo, na ausência de floração regular, a planta não produz sementes viáveis e deve ser multiplicada exclusivamente por via vegetativa, o que a torna uma verdadeira couve perpétua.

A colheita realiza‑se de setembro a maio. Colhem‑se as folhas jovens ou os pequenos rebentos laterais, tendo sempre o cuidado de deixar algumas folhas em cada caule para assegurar o vigor da planta. Colhe‑se à mão ou com tesoura de poda, conforme as necessidades.
As folhas podem ser conservadas alguns dias no frigorífico, mas são muito melhores quando consumidas frescas. Também se prestam ao congelamento ou à secagem para utilização posterior.

Na cozinha, a couve Daubenton distingue‑se pelo seu sabor doce, fino e pouco amargo. As folhas jovens consomem‑se cruas em salada, enquanto as folhas mais desenvolvidas cozinham‑se: ao vapor, salteadas, em gratinado, em sopa ou mesmo em chips vegetais. A textura é agradável e o sabor mantém‑se suave, mesmo após a cozedura. No inverno, as folhas tendem a ficar mais doces, o que as torna ainda mais saborosas.

A dica do jardineiro: a cobertura morta permite conservar a humidade do solo e limitar o aparecimento de ervas daninhas. Recomenda‑se podar ligeiramente a planta no verão para estimular a ramificação e a produção de rebentos jovens.
Muito fácil de multiplicar, o 'Daubenton’s Green' enraíza‑se facilmente por estaquia ou alporquia: basta cortar um ramo saudável, transplantar para o solo ou para um vaso, e manter a humidade até ao aparecimento das raízes.

 

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Colheita

Período de colheita Janeiro para Maio, Setembro para Dezembro
Tipo de legume Legume folha
Legume de cor verde
Tamanho do legume Pequeno
Interesse Sabor
Utilização Cozinha

Hábito

Altura à maturidade 1.20 m
Largura à maturidade 1.20 m
Crescimento normale

Folhagem

Persistência da folhagem Semi-persistente
Folhagem colorida Verde médio
Aromático? Folhagem perfumada ao esfregar
Referência do produto24866

Plantação e cuidados

A couve‑perpétua Daubenton's Green aprecia solos ricos, profundos, mantendo‑se ligeiramente húmidos. Adapta‑se bem a terras argilosas e pesadas, quer sejam ácidas quer calcárias. Instala‑se ao sol. Aplique composto bem decomposto no outono anterior à plantação, por raspagem a 5 cm, após descompactar o solo.

A plantação realiza‑se na primavera, em abril‑maio.

Cave um buraco (3 vezes o volume do torrão), coloque o torrão e recubra com terra. Aperte e regue para manter o solo húmido. Espacie as plantas de 1 m em todas as direções. Regue ao pé regularmente, mas sem excessos. Instale uma cobertura morta à volta da base das plantas para reduzir a necessidade de rega e limitar o crescimento de ervas daninhas. Aplique composto na superfície todos os anos, no outono. Pode podar no inverno.

A couve‑perpétua multiplica‑se naturalmente por alporquia. Também se podem fazer estacas no verão, que poderão ser úteis se o inverno for particularmente rigoroso.

Cultura

Melhor período de plantação Abril para Maio
Período razoável de plantação Março para Maio, Outubro

Cuidados

Humidade do solo Húmido
Resistência a doenças Boa

Para que local?

Tipo de utilização Canteiro, Horta
Dificuldade de cultivo Iniciante
Solo comum, bem preparado
Exposição Sol
pH do solo Todos
Tipo de solo Argilo-calcário (pesado e alcalino), Argilo-limoso (rico e leve), Argiloso (pesado), 130

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