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Pessegueiro Charles Ingouf - Prunus persica

Prunus persica Charles Ingouf
Pêcher, Pêcher commun

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Variedade antiga, rústica, vigorosa, autofertil e muito produtiva. Produz belos pêssegos grandes com pele vermelho-púrpura e polpa branca, fina, fundente, suculenta e açucarada, de excelente qualidade gustativa. Colheita de meados de julho a início de agosto e consumo dos frutos à medida que amadurecem. O pêssego é delicioso e saboroso para degustar ao natural. Cozinhada, presta-se bem a numerosas receitas doces ou salgadas. 
Sabor
Doce
Altura à maturidade
4 m
Largura à maturidade
3 m
Exposição
Sol
Rusticidade
Até -15°C
Autofértil
Melhor período de plantação Março, Outubro para Novembro
Período razoável de plantação Janeiro para Fevereiro, Outubro para Dezembro
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Período de floração Abril
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Período de colheita Julho
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Descrição

O Prunus persica Charles Ingouf é uma variedade antiga de floração semi-precoce, muito produtiva. Trata-se de uma variedade vigorosa, rústica e auto-fértil, bastante sensível à lepra do pessegueiro. Produz abundantemente frutos de calibre grande, de forma arredondada, com a pele pouco aveludada, de cor vermelho-púrpura. A sua polpa branca é fina, derrete na boca, sumarenta, muito doce e aromática. A colheita realiza-se por meados de julho a inícios de agosto e os frutos devem ser consumidos à medida que amadurecem. Sensível às geadas primaveris, este pessegueiro prefere uma exposição quente, soalheira e protegida. Adapta-se a uma terra comum, filtrante, profunda e rica, mas não calcária e sem humidade estagnada.

O Prunus persica (Pessegueiro) é uma árvore frutífera pertencente à família das Rosáceas, com origens na China, nas regiões de Sichuan e Guizhou, por volta do ano 500 a.C. A sua aparição na Europa dá-se no século VI e conhece um forte desenvolvimento no século XIX. A partir daí, terão lugar numerosas seleções com o objetivo de melhorar as qualidades gustativas do fruto.

A variedade Charles Ingouf provém de uma sementeira e foi obtida em Troyes pelos Viveiros Baltet em 1896, recebendo o nome do contabilista do viveiro da época. É uma pequena árvore frutífera com uma estrutura bastante erecta, podendo atingir 3 a 4 metros de altura, por cerca de 3 metros de diâmetro. O seu porte é adequado para formas baixas (em copa) ou palmetadas. A sua folhagem é composta por folhas lanceoladas de 8 a 15 cm de comprimento por 3 a 4 cm de largura, crenadas e com a borda gaufrada, de cor verde vivo, adquirindo tons outonais amarelo-alaranjados no outono antes de caírem. As folhas são ligeiramente odoríferas e libertam um suave aroma a amêndoa. No início de abril, as flores cor-de-rosa, com 2 a 3 cm de diâmetro, aparecem solitárias, antes das folhas, nos ramos do ano anterior. Podem ser destruídas pelo gelo a partir de -2 a -3 °C. Trata-se de uma floração notavelmente decorativa na primavera, e particularmente melífera e nectarífera. É uma árvore rústica até -15 °C, receando contudo as geadas tardias da primavera que danificam as suas flores e comprometem a frutificação. Variedade auto-fértil, não necessita de outros pessegueiros nas proximidades para ser polinizada.

O Prunus persica Charles Ingouf é uma variedade muito fértil, com rápida entrada em produção. A colheita dos frutos começa por meados de julho e estende-se até inícios de agosto, à medida que vão amadurecendo. Sendo os pêssegos muito frágeis, devem ser colhidos à mão com delicadeza. Os frutos podem ser consumidos logo após a colheita. Trata-se de um pêssego de calibre muito grande, podendo atingir 200 a 280 gramas, com a pele pouco aveludada, vermelho-púrpura. A sua polpa branca é fina, derrete na boca, sumarenta, muito doce e aromática. Saboroso e delicioso, o pêssego pode ser consumido natural logo após a colheita. É um fruto ideal para a confeção de compotas, gelados e sorbets, tartes, pastelaria, saladas de fruta ou compostas, como acompanhamento de pratos salgados à base de carnes (pato, coelho, frango, …) ou peixes (salmão, bacalhau, …). É também perfeito para a confeção de sumos ou de frutos em calda.

Rico em água, o pêssego refresca e mata a sede. Muito carnudo, proporciona uma grande saciedade. Pouco calórico, é bem provido de potássio, magnésio e fósforo, com um aporte não negligenciável de ferro. O seu conteúdo em vitaminas C e B, em antioxidantes e em fibras faz do pêssego um trunfo para a saúde. É tónico, energizante e reidratante. Os frutos podem ser conservados durante uma semana num local fresco, ao abrigo da luz.

Na categoria dos Pessegueiros - Nectarineiras, o Prunus persica Charles Ingouf é uma variedade reconhecida pela qualidade gustativa dos seus frutos. Prefere uma exposição em pleno sol, ao abrigo de correntes de ar e ventos frios. Uma exposição a sudeste ou sudoeste convém-lhe perfeitamente. Nas regiões que conhecem frequentemente geadas primaveris tardias, o pessegueiro poderá ser palmetado contra uma parede exposta a sul. Muito popular, graças aos seus frutos, o pessegueiro encontra todo o seu lugar no jardim para o prazer de miúdos e graúdos. Com uma gama muito alargada de variedades, é fácil encontrar aquela que melhor corresponde aos seus desejos.

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Pessegueiro Charles Ingouf - Prunus persica em imagens...

Pessegueiro Charles Ingouf - Prunus persica (Folhagem) Folhagem
Pessegueiro Charles Ingouf - Prunus persica (Colheita) Colheita

Hábito

Altura à maturidade 4 m
Largura à maturidade 3 m
Crescimento normale

Fruta

Cor do fruto vermelha
Diâmetro do fruto 9 cm
Sabor Doce
Utilização Mesa, Doce de fruta, Compota, Pastelaria, Cozinha
Período de colheita Julho

Floração

Cor da flor rosa
Período de floração Abril
Inflorescência Solitária
Flor de 2 cm
Planta melífera Atrai polinizadores

Folhagem

Persistência da folhagem Caduca
Folhagem colorida Verde médio

Botânica

Género

Prunus

Espécie

persica

Cultivar

Charles Ingouf

Família

Rosaceae

Outros nomes comuns

Pêcher, Pêcher commun

Origine

Hortícola

Referência do produto1005472

Outros Pêssego - Nectarineiro

9
39,50 € Vaso de 4 L/5 L
3
A partir de 65,00 € Vaso de 6 L/7 L

Existe em 2 tamanhos

3
A partir de 49,00 € Vaso de 7,5 L/10 L

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6
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27
30% 27,65 € 39,50 € Raízes nuas

Existe em 5 tamanhos

2
A partir de 49,00 € Vaso de 7,5 L/10 L
6
A partir de 65,00 € Vaso de 7,5 L/10 L

Existe em 3 tamanhos

Disponível 15 fev.
A partir de 65,00 € Vaso de 7,5 L/10 L

Plantação e cuidados

O Pessegueiro Charles Ingouf deve ser plantado em pleno sol, protegido de correntes de ar e ventos frios. Uma exposição a sudeste ou sudoeste é ideal. Nas regiões mais frias de Portugal, o pessegueiro pode ser conduzido em espaldeira junto a uma parede virada a sul. Nas regiões sujeitas a geadas tardias frequentes na primavera, será mais difícil, ou mesmo impossível, obter frutificação.

Necessita de terra comum, num solo fértil, profundo e bem drenado. O pessegueiro não tolera solos pesados e encharcados, nem solos calcários.

A época de plantação depende da forma do pessegueiro. Assim, um pessegueiro com raízes nuas deve ser plantado de outubro a março, idealmente no outono, fora dos períodos de geada. Uma árvore de fruto com raízes nuas deve ser plantada imediatamente após a compra, pois as raízes não devem ficar expostas ao sol e ao ar. Se não for possível plantar de imediato, coloque-a em cova provisória.

Se adquirido em contentor, o pessegueiro pode ser plantado no outono, de outubro a dezembro, também fora de períodos de geada, ou mesmo na primavera.

Abra uma cova com pelo menos 60 cm de profundidade e 1 metro de largura, pelo menos uma semana antes da plantação. Remova todas as pedras e ervas-daninhas. Coloque o contentor num recipiente com água para humedecer o torrão por capilaridade. Deite duas mãos-cheias de farinha de ossos ou corno moído no fundo da cova. Misture a terra retirada com composto bem maduro, estrume bem decomposto ou substrato. Encha a cova com metade da terra preparada. Coloque uma estaca a pelo menos 50 cm de profundidade. Coloque o pessegueiro na cova. Complete com o resto da terra. Pressione suavemente a terra à volta do pessegueiro e amarre-o à estaca. Faça uma caldeira e regue abundantemente.

O procedimento é semelhante para plantar um pessegueiro com raízes nuas. No entanto, não se esqueça de podar ligeiramente as raízes e de as mergulhar numa pasta de água e terra (pralinagem) antes da plantação.

Quando plantar?

Melhor período de plantação Março, Outubro para Novembro
Período razoável de plantação Janeiro para Fevereiro, Outubro para Dezembro

Para que local?

Adequado para Prado
Tipo de utilização Isolado, Pomar
Rusticidade Até -15°C (zona USDA 7b) Ver o mapa
Dificuldade de cultivo Amador
Exposição Sol
pH do solo Neutro
Tipo de solo Argilo-limoso (rico e leve), profundo, bem drenado

Cuidados

Descrição da poda Na primavera seguinte à plantação, será benvinda uma primeira poda de formação. Mantenham-se apenas os ramos que formarão a estrutura da árvore (aproximadamente 5 ramos). Posteriormente, uma poda anual permite a renovação da madeira, essencial para a frutificação. Para limitar erros, é preferível podar em fevereiro ou março, na altura do desbrote, para se distinguir entre as gemas de madeira e as gemas florais. Os ramos estéreis de madeira devem ser cortados acima da segunda gema, com o objetivo de redistribuir a seiva. Desta forma, nascerá um novo ramo. Quanto aos ramos mistos, que produzem ambos os tipos de gema, deve-se podar para conservar as duas gemas situadas perto da base do ramo, e três ou quatro gemas florais com um botão de madeira acima. Alguns praticam também uma poda em verde após a frutificação e a queda das folhas. Esta consiste em cortar a ponta dos ramos. Estas podas devem ser sempre realizadas com uma tesoura de poda de lâminas afiadas ou um corta-ramos bem afiado e desinfetado. Para limitar o aparecimento de doenças, recomenda-se igualmente aplicar uma pasta cicatrizante nos cortes.
Poda Poda recomendada 1 vez por ano
Período de poda Janeiro para Fevereiro, Novembro para Dezembro
Humidade do solo Tolerante
Resistência a doenças Média
Hibernação Pode permanecer no solo

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