

Tomate Bellandine F1 en plants
Tomate Bellandine F1 plantas jovens
Solanum lycopersicum Bellandine F1
Tomate, Pomme d'amour
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Substituímos, a nosso custo, qualquer planta que não tenha bem recuperado e desenvolvido em condições climáticas e de plantação normais.
Descrição
A Tomate Bellandine F1 é uma belíssima melhoria da célebre 'Cornue des Andes', da qual se distingue pela sua vigor acrescido, maior produtividade e menor sensibilidade à podridão apical do tomateiro. Esta variedade produz frutos alongados e bicudos, carnudos, com 100 a 200 g, muito regulares, de cor bonita e pouco ácidos, de forma regular ao longo de toda a época. A Bellandine presta-se maravilhosamente bem a saladas de verão e a molhos cozinhados. A plantação dos mini-torrões realiza-se de maio a junho, após as últimas geadas, quando as plantas atingem cerca de quinze centímetros. Colhe-se de julho-agosto a outubro.
A tomate é originária da América do Sul e da América Central. Várias variedades já eram cultivadas pelos Incas muito antes da chegada dos Conquistadores. Surpreende sempre a riqueza genética desta solanácea. O termo 'tomate' vem do Inca Tomatl e designa tanto a planta como o fruto que dela provém. Existem frutos de todas as cores (exceto talvez azuis), de todas as formas e de todos os tamanhos.
A tomate faz parte dos muitos alimentos que nos chegaram do Novo Mundo, como o feijão, o milho, as abóboras, as batatas e o pimento. Demorou notavelmente mais tempo a chegar ao nosso paladar. E com razão! Durante muito tempo, foi cultivada pelas suas qualidades estéticas e medicinais. Pensava-se que era tóxica devido à sua semelhança com o fruto da Mandrágora, outra solanácea. Só se tornou uma presença habitual nas nossas mesas a partir do início do século XX.
A planta da tomate é uma herbácea perene em clima tropical, cultivada como anual nas nossas latitudes. Lenhifica-se com o tempo e produz pequenas flores amarelas insignificantes, reunidas em cimeiras, que se transformarão em frutos.
É preciso admitir que o seu fruto é muito bonito e colori agradavelmente a horta. Apresenta também muitos trunfos nutritivos. Pouco calórico como a maioria dos legumes, rico em água, contém nomeadamente uma molécula muito interessante: o licopeno, um poderoso antioxidante. E quanto mais a tomate cozer, mais liberta este nutriente precioso e o torna disponível e assimilável pelo organismo. Distingue-se também pela sua riqueza em vitamina C (especialmente quando consumida crua), pró-vitamina A e oligoelementos.
A colheita: 'Bellandine F1' é uma variedade de precocidade média, podendo frutificar de julho-agosto a outubro, consoante a data de plantação e as condições climáticas e de cultivo (sob abrigo ou ao ar livre). Não existe nenhum truque que permita dizer com certeza, a priori, que um tomate atingiu a sua maturação completa. A colheita deve realizar-se quando, no mínimo, o fruto adquire completamente a cor anunciada e quando a sua textura, mantendo-se firme, apresenta um ligeiro amolecimento. Para uma melhor conservação, deve colher-se o fruto com o seu pedúnculo.
A conservação: os tomates conservam-se a uma temperatura ótima de 10-15°C. Mantêm-se bem durante alguns dias na gaveta dos legumes do frigorífico ou dispostos ao ar livre. A colocação no frigorífico altera, no entanto, as qualidades gustativas dos frutos. Para os guardar mais tempo, podem considerar-se métodos culinários como os tomates confitados, os tomates secos, os molhos, os frutos congelados, as conservas, os doces ou os sumos. Adora-se confitá-los porque é muito simples e saboroso: corte os tomates ao meio e recolha o sumo. Coloque as metades dos tomates com a parte cortada para cima, na assadeira do forno. Tempere com sal, pimenta e açúcar e leve ao forno a temperatura muito baixa durante pelo menos uma hora. Retire os tomates e consuma de imediato ou reserve-os num frasco de vidro e cubra com azeite.
A dica do jardineiro: recomenda-se cultivar várias variedades de tomate todos os anos, de forma a minimizar os riscos de perda total da colheita que possam estar associados a um imprevisto climático ou a uma patologia específica.
Para evitar o fenómeno da podridão apical do tomateiro – que não é uma doença, mas uma carência de cálcio – pulverize uma maceração de consolda, rica em cálcio, sobre as plantas.
Atenção: Durante a repicagem das plantas enxertadas, não enterre o ponto de enxerto!
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Colheita
Hábito
Folhagem
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Ver tudo →Plantação e cuidados
Os tomateiros são fáceis de cultivar. O sol e o calor têm um papel determinante no sucesso desta cultura. O tomate aprecia solos ricos, drenantes e bem mobilizados em profundidade. Alguns meses antes da plantação, adicione composto bem maduro após ter descompactado o solo. Se a terra for pesada, adicione um pouco de areia no momento da plantação.
Num primeiro momento, faça crescer os mini-torrões, transplantando-os para vasinhos de 8 a 10,5 cm cheios de substrato. Coloque-os então num local bem ensolarado e aquecido: a temperatura nunca deve descer abaixo dos 12-14°C, sob pena de se ver a folhagem amarelada e o crescimento da planta parar. Quando as plantas atingirem uma altura de cerca de 15 cm, transplante-as para terra plena se as temperaturas exteriores o permitirem.
A plantação em plena terra realiza-se depois de já não haver risco de geadas, geralmente após os Santos da Gelo, a meio de maio. Escolha um local muito ensolarado e abrigado. Espaçe as plantas 50 cm na linha e 70 cm entre linhas, se for fazer poda, ou 1m em todas as direções para uma cultura sem poda. Cave um buraco (3 vezes o volume do torrão), coloque um pouco de composto bem decomposto no fundo do buraco. Instale a planta, que pode ser enterrada até às primeiras folhas, e depois preencha o buraco. Aperte, forme uma pequena cova à volta do pé e regue copiosamente. Atenção a não molhar as folhas para proteger as plantas de doenças fúngicas.
Instale tutores (rapidamente após a plantação para não danificar as raízes). Aplique cobertura morta à volta do pé das plantas. Regue com muita regularidade, pois regas irregulares podem provocar uma deficiência de cálcio, traduzindo-se em necroses apicais, vulgarmente chamadas de 'fundo preto'.
Por outro lado, o Tomateiro é sensível, tal como a batateira, ao míldio. Trata-se de uma doença criptogâmica causada pelo fungo Phytophthora infestans. O míldio desenvolve-se com tempo quente e húmido. Pequenas manchas aparecem, brancas na parte inferior das folhas e verde-acinzentadas na parte superior. Para limitar os riscos, espaçe suficientemente as plantas e não regue a folhagem. Em termos de rotação, aguarde 4 anos antes de cultivar no mesmo local uma planta da família das Solanáceas e não as cultive em linhas adjacentes. Se necessário, pulverize com calda bordalesa ou preparações como decocção de cavalinha ou puré de alho.
Menos frequente, a cultura em vaso do Tomateiro é, no entanto, possível, escolhendo variedades de frutos pequenos e colocando o vaso num local muito ensolarado.
Cultura
Cuidados
Para que local?
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A rusticidade é a temperatura mais baixa do inverno que uma planta pode suportar sem sofrer danos graves ou mesmo morrer. No entanto, esta rusticidade é afetada pela localização (zona abrigada, como um pátio), pelas proteções (cobertura de inverno) e pelo tipo de solo (a rusticidade é melhorada por um solo bem drenado).
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Os períodos de sementeira indicados no nosso site aplicam-se aos países e regiões situados na zona 8 da USDA (França, Reino Unido, Irlanda, Países Baixos).
Em regiões mais frias (Escandinávia, Polónia, Áustria...), adie a sementeira ao ar livre por 3 a 4 semanas ou semeie em estufa.
Em climas mais quentes (Itália, Espanha, Grécia, etc.), antecipe a sementeira ao ar livre de algumas semanas.
O período de colheita indicado no nosso site aplica-se aos países e regiões da zona 8 do USDA (França, Inglaterra, Irlanda, Países Baixos).
Em regiões mais frias (Escandinávia, Polónia, Áustria...), a colheita de frutas e legumes provavelmente ocorrerá 3 a 4 semanas mais tarde.
Em regiões mais quentes (Itália, Espanha, Grécia, etc.), a colheita provavelmente ocorrerá mais cedo, dependendo das condições meteorológicas.
O período de plantação indicado no nosso site aplica-se aos países e regiões localizados na zona 8 do USDA (França, Reino Unido, Irlanda, Países Baixos).
Ele irá variar de acordo com o seu local de residência:
- Nas zonas mediterrânicas (Marselha, Madrid, Milão, etc.), o outono e o inverno são as melhores épocas para plantar.
- Nas zonas continentais (Estrasburgo, Munique, Viena, etc.), adie a plantação de 2 a 3 semanas na primavera e antecipe-a de 2 a 4 semanas no outono.
- Nas regiões montanhosas (Alpes, Pirenéus, Cárpatos, etc.), é preferível plantar no final da primavera (maio-junho) ou no final do verão (agosto-setembro).
Em climas temperados, a poda de arbustos com floração na primavera (forsythia, espireia, etc.) deve ser feita logo após a floração.
A poda dos arbustos com floração no verão (amargoseira, perovskia, etc.) pode ser feita no inverno ou na primavera.
Em regiões frias, bem como para plantas sensíveis ao gelo, evite podar muito cedo, quando ainda podem ocorrer geadas fortes.
The flowering period indicated on our website applies to countries and regions located in USDA zone 8 (France, the United Kingdom, Ireland, the Netherlands, etc.)
It will vary according to where you live:
- In zones 9 to 10 (Italy, Spain, Greece, etc.), flowering will occur about 2 to 4 weeks earlier.
- In zones 6 to 7 (Germany, Poland, Slovenia, and lower mountainous regions), flowering will be delayed by 2 to 3 weeks.
- In zone 5 (Central Europe, Scandinavia), blooming will be delayed by 3 to 5 weeks.











