

Eucalyptus regnans


Eucalyptus regnans


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Eucalyptus regnans
Eucalyptus regnans
Eucalyptus regnans
Eucalipto-da-tasmânia , Eucalipto-gigante , Freixo-das-montanhas , Freixo-da-montanha
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Descrição
L'Eucalyptus regnans fait partie des plus grands arbres au monde et sa croissance est extrêmement rapide dans les climats qui lui conviennent. Il forme un arbre imposant, au tronc très droit, à l'écorce fibreuse en partie basse et lisse dans le haut. Son port est nettement conique, avec un feuillage persistant de couleur verte à gris-vert, qui au printemps s'habille de petites fleurs blanches réunies en ombelles. Exigeante en luminosité, cette espèce pousse en sol frais, mais bien drainé, neutre à acide, moyennement fertile. Elle apprécie les zones fraîches et humides, où le gel est peu marqué et y formera rapidement un sujet d'exception.
L'Eucalyptus regnans appartient à la grande famille des Myrtacées, comme le Callistemon (Rince-bouteille), le Feijoa ou bien sûr le Myrte. Le genre Eucalyptus compte plus de 800 espèces, pratiquement toutes originaires d'Australie, sauf quelques-unes provenant d'Asie du sud-est. Certains forment de petits arbustes, tandis que l'E. regnans est le géant du genre. L'exemplaire vivant le plus haut atteint 100 m, seul un arbre tropical, le Shorea, affiche 1 m de plus, de même que le Sequoia qui détient le record absolu avec un sujet de 116 m de hauteur.
Eucalyptus regnans est originaire du sud-est de l'Australie, de l'état de Victoria et de Tasmanie. Il y forme de grandes forêts et est couramment utilisé en plantations. Sa croissance est fulgurante à partir de la deuxième année. En effet, il consacre la première année de son existence à s'ancrer dans le sol au moyen d'une racine pivotante profonde. Ensuite, il produit des racines latérales qui partent assez loin du pivot initial et donnent des pivots secondaires. Le jeune arbre peut alors commencer son ascension vers le ciel à une vitesse étonnante lorsque les conditions de culture satisfont à ses besoins. On a ainsi mesuré des taux de croissance faramineux dans différentes régions au Kenya, avec des arbres de 2 ans mesurant 9 m de haut, dans un autre peuplement, des arbres de 12 ans affichaient une moyenne de 34,6 m, ou encore dans un arboretum, des sujets de 32 ans atteignant 44 à 49 m !
Dans ces contrées tropicales ou subtropicales, il forme un tronc très droit, dont l'écorce brune est fibreuse jusqu'à 15 m de haut, avant de devenir lisse et de prendre une couleur claire dans les parties plus élevées. Chez les très grands sujets, dont certains dépassent les 300 ans, le tronc peut mesurer jusqu'à 3 m de diamètre. Sa cyme reste longtemps conique avant de s'ouvrir légèrement à maturité, tandis que se mettent en place des contreforts à la base de l'arbre pour le soutenir. Le feuillage vert à vert-gris est constitué de feuilles persistantes simples, entières, légèrement obliques, mesurant jusqu'à 23 cm de long et 5 cm de large, mais parfois plus réduites. La floraison est formée de petites fleurs blanches bisexuées, réunies en corymbes de 9 à 15 unités.
Cet arbre a besoin de lumière pour bien se développer, il ne supporte pas la concurrence des autres et va même jusqu'à faire le vide autour de lui pour pouvoir pousser sans entrave. Dans les forêts australiennes, seul un sous-étage d'Acacia dealbata (le "mimosa" de la Côte d'Azur) arrive à se maintenir à l'ombre de ce géant. L'Eucalyptus regnans pousse en climat plutôt frais, épargné par la sécheresse ainsi que par le gel fort. Il peut supporter ponctuellement -5°C, voire -7°C une fois bien installé, ainsi que des courts épisodes secs, mais se porte mieux dans les zones bien arrosées. En Australie, on le retrouve du niveau de la mer à 1100 m d'altitude, mais dans les climats tropicaux où il a été introduit artificiellement, il pousse de 2000 à 3200 m d'altitude, échappant ainsi à la chaleur de basse altitude. Il a besoin de sols profonds, modérément fertiles, frais et bien drainés, à pH neutre ou acide, et exempt de salinité.
En France, il trouvera des conditions favorables en Bretagne, un collectionneur l'a introduit avec succès il y a plusieurs années dans le nord des Côtes-d'Armor, dans une zone où le gel est peu marqué. Le Sud-Ouest semble moins indiqué, et encore moins la Côte d'Azur, trop sèche pour lui.
L'Eucalyptus regnans intéressera surtout les collectionneurs en zone atlantique fraîche et à pluviométrie élevée. Il formera un sujet monumental planté en isolé sur une pelouse, ou en arrière-plan d'un massif. On pourra planter à proximité l'Acacia melanoxylon, le Mimosa à bois noir qui donne des fleurs originales, en forme de boules couleur jaune soufre, ou le plus classique Acacia dealbata, au beau feuillage découpé et aux fleurs jaune vif très parfumées. Ces deux espèces toléreront le voisinage de l'Eucalyptus et formeront à ses pieds une belle scène exotique.
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Hábito
Floração
Folhagem
Botânica
Eucalyptus
regnans
Myrtaceae
Eucalipto-da-tasmânia , Eucalipto-gigante , Freixo-das-montanhas , Freixo-da-montanha
Austrália
Outros Eucalipto
Ver tudo →Plantação e cuidados
O Eucalyptus regnans pode ser plantado nas zonas mais amenas do litoral atlântico, sobretudo na Bretanha, onde as geadas são ligeiras e as precipitações generosas. Em contrapartida, não crescerá no litoral mediterrânico, pois não tolera a seca e prefere climas frescos. Necessita de um solo neutro ou com tendência ácida, moderadamente fértil e bem drenado. Atenção, não tolera bem a salinidade. Escolha um local onde tenha espaço para se desenvolver sem concorrência em termos de exposição solar. Recomenda-se uma plantação isolada num relvado, ou eventualmente em segundo plano num canteiro de arbustos, mas esta árvore é reputada por esvaziar a área à sua volta (efeito alelopático negativo nas outras plantas), pelo que se recomenda cautela...
Recomenda-se plantar na primavera, após as últimas geadas, para que tenha tempo de enraizar bem antes do inverno seguinte. Regue regularmente durante 2 a 3 anos. No primeiro ano, a energia é dedicada ao desenvolvimento de uma raiz pivotante profunda e, só depois, de raízes laterais, para uma boa fixação. A partir do segundo ano começará a crescer de forma mais vigorosa. Apreciando a humidade, é contudo capaz de suportar períodos secos não muito prolongados; consequentemente, uma rega ocasional será sempre bem-vinda.
Quando plantar?
Para que local?
Cuidados
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A rusticidade é a temperatura mais baixa do inverno que uma planta pode suportar sem sofrer danos graves ou mesmo morrer. No entanto, esta rusticidade é afetada pela localização (zona abrigada, como um pátio), pelas proteções (cobertura de inverno) e pelo tipo de solo (a rusticidade é melhorada por um solo bem drenado).
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Os períodos de sementeira indicados no nosso site aplicam-se aos países e regiões situados na zona 8 da USDA (França, Reino Unido, Irlanda, Países Baixos).
Em regiões mais frias (Escandinávia, Polónia, Áustria...), adie a sementeira ao ar livre por 3 a 4 semanas ou semeie em estufa.
Em climas mais quentes (Itália, Espanha, Grécia, etc.), antecipe a sementeira ao ar livre de algumas semanas.
O período de colheita indicado no nosso site aplica-se aos países e regiões da zona 8 do USDA (França, Inglaterra, Irlanda, Países Baixos).
Em regiões mais frias (Escandinávia, Polónia, Áustria...), a colheita de frutas e legumes provavelmente ocorrerá 3 a 4 semanas mais tarde.
Em regiões mais quentes (Itália, Espanha, Grécia, etc.), a colheita provavelmente ocorrerá mais cedo, dependendo das condições meteorológicas.
O período de plantação indicado no nosso site aplica-se aos países e regiões localizados na zona 8 do USDA (França, Reino Unido, Irlanda, Países Baixos).
Ele irá variar de acordo com o seu local de residência:
- Nas zonas mediterrânicas (Marselha, Madrid, Milão, etc.), o outono e o inverno são as melhores épocas para plantar.
- Nas zonas continentais (Estrasburgo, Munique, Viena, etc.), adie a plantação de 2 a 3 semanas na primavera e antecipe-a de 2 a 4 semanas no outono.
- Nas regiões montanhosas (Alpes, Pirenéus, Cárpatos, etc.), é preferível plantar no final da primavera (maio-junho) ou no final do verão (agosto-setembro).
Em climas temperados, a poda de arbustos com floração na primavera (forsythia, espireia, etc.) deve ser feita logo após a floração.
A poda dos arbustos com floração no verão (amargoseira, perovskia, etc.) pode ser feita no inverno ou na primavera.
Em regiões frias, bem como para plantas sensíveis ao gelo, evite podar muito cedo, quando ainda podem ocorrer geadas fortes.
The flowering period indicated on our website applies to countries and regions located in USDA zone 8 (France, the United Kingdom, Ireland, the Netherlands, etc.)
It will vary according to where you live:
- In zones 9 to 10 (Italy, Spain, Greece, etc.), flowering will occur about 2 to 4 weeks earlier.
- In zones 6 to 7 (Germany, Poland, Slovenia, and lower mountainous regions), flowering will be delayed by 2 to 3 weeks.
- In zone 5 (Central Europe, Scandinavia), blooming will be delayed by 3 to 5 weeks.













