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Protea eximia

Protea eximia

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Mais informações

Uma espécie arbustiva do género Protea, de porte denso e pouco ramificada, que apresenta largas folhas cobertas de pruina, mais ou menos azuladas a avermelhadas. A floração, principalmente primaveril, é constituída por grandes flores com brácteas espatuladas de cor rosa‑vermelha viva, envolvendo um miolo de pequeníssimas flores pontilhadas de púrpura. Trata‑se de uma espécie botânica de origem montanhosa que pode tolerar até -6 °C de forma pontual, uma vez bem estabelecida. As proteas são plantas de solos ácidos e pobres, estranhas e fascinantes, que constituem motivo de orgulho para jardineiros amadores à procura de desafios. A cultura em vasos grandes é preferível. Atenção, as proteas são plantas técnicas reservadas a jardineiros experientes. Têm exigências de cultivo difíceis de satisfazer (natureza do solo, drenagem e clima).
Flor de
12 cm
Altura à maturidade
2 m
Largura à maturidade
1.50 m
Exposição
Sol
Rusticidade
Até -4°C
Humidade do solo
Solo seco, Solo fresco
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Melhor período de plantação Março
Período razoável de plantação Março para Maio
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Período de floração Março para Junho
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Descrição

Protea eximia é uma notável protea arbustiva que floresce nas montanhas da África do Sul, até 1.500 m de altitude. Esta espécie botânica é um pouco mais rústica que as suas congéneres das planícies, e sobretudo menos exigente quanto ao clima, o que permite aclimatá-la com maior facilidade em jardins costeiros, instalada numa rochinha não calcária e muito soalheira. Esta protea caracteriza-se por grandes folhas espessas e pruinosas, mais ou menos azuladas a avermelhadas, e por flores muito belas com brácteas rosa-avermelhadas que envolvem um coração púrpura. A cultura em grandes vasos mantém-se, contudo, preferível, não só para controlar a composição do substrato de cultivo, mas também porque é indispensável recolher as plantas jovens desde as primeiras geadas.

Protea eximia, outrora denominada Protea latifolia, é vulgarmente chamada protea-de-folhas-largas ou protea-duquesa. Esta espécie endémica da província do Cabo encontra-se em todas as montanhas costeiras sul-africanas, de Worcester a oeste a Port Elizabeth a leste. Na natureza, trata-se de um grande arbusto que cresce em vastas colónias, ocupando habitats variados em termos de altitude e clima. Quando em flor, as grandes povoações de Protea eximia oferecem um espetáculo deslumbrante. Uma grande adaptabilidade permite a esta protea florescer em plena terra até nos jardins da Cornualha, no extremo sul da Inglaterra. Todas as proteas são plantas perenes, arbustivas, da família das proteáceas, originárias da região do Cabo, na África do Sul. Estranhas em todos os aspetos, frequentemente necessitam do fogo para fazer germinar as suas sementes.

A Protea eximia é um arbusto de crescimento lento, pouco ramificado, de porte ereto e bastante denso. Em plena terra, nas nossas latitudes, a planta atinge 2 m de altura por 1,50 m de diâmetro. Os caules suportam folhas espessas e achatadas, medindo 6 a 10 cm de comprimento por 3 a 6,5 cm de largura, de forma oval a oval alongada, com base em forma de coração. O limbo é coriáceo, coberto por uma pruína esbranquiçada que lhes confere uma coloração glauca, azulada. Por vezes a folhagem tinge-se de rosa-avermelhado. Nas nossas latitudes, a floração ocorre geralmente na primavera, ou mesmo no verão, não florescendo necessariamente todas as plantas na mesma altura. As flores surgem na parte terminal dos ramos. São inflorescências largas, de 10 a 14 cm, em forma de cone invertido. Cada uma apresenta 5 a 6 fileiras de brácteas finas na base, espatuladas na sua extremidade. Estas brácteas muito decorativas são sedosas no exterior, mas intensamente coloridas de rosa-avermelhado no interior. O coração de cada inflorescência é ocupado por uma multitude de longas flores com base amarelada, coradas de carmim claro nas extremidades. A floração das proteas atrai numerosos insetos polinizadores e dá lugar a algumas sementes quase tão grandes como nozes, aveludadas. As raízes grossas desta planta servem-lhe também como órgão de reserva. Em caso de incêndio, a protea é capaz de se regenerar a partir das suas raízes, nutrida pelas próprias cinzas.

As proteas são plantas pouco rústicas, estranhas e fascinantes, mas a Protea eximia, segundo os apaixonados por estas plantas por vezes caprichosas, é uma das mais fáceis de cultivar. Floristas e jardineiros apreciam a longevidade da sua flor, frequentemente exuberante e adornada por cores refinadas. Instalar-se-á em jardins costeiros poupados às geadas fortes, em solo leve, pobre, ácido a neutro. Ficará bem isolada, em grandes taludes, ou numa grande rochinha, sempre em situação descoberta, em pleno sol. Numa coleção de plantas exóticas, poderá ser associada à vipérina das Canárias ou da Madeira, a Puya, Euphorbia mellifera, e Leucadendron

Um sistema radicular original, adaptado a solos pobres e secos :

As plantas que crescem em solos pobres em elementos nutritivos formam frequentemente uma simbiose com fungos do solo que favorecem a absorção de água e nutrientes. Mas as Protea escolheram outra estratégia: desenvolvem uma grande quantidade de raízes laterais particulares ao longo das suas raízes. Estas raízes são designadas proteoides, e são induzidas pela chuva; desenvolvem-se sob o amontoado de folhas mortas que cobre a base da planta. A chuva favorece a decomposição das folhas, o que se traduz pela libertação de nutrientes. Estas raízes efémeras secam geralmente no final do período de crescimento. Têm uma atividade de absorção de água e nutrientes duas vezes superior à das raízes "normais".

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Protea eximia em imagens...

Protea eximia (Floração) Floração
Protea eximia (Folhagem) Folhagem
Protea eximia (Hábito) Hábito

Hábito

Altura à maturidade 2 m
Largura à maturidade 1.50 m
Hábito irregular, arbustivo
Crescimento Lento

Floração

Cor da flor rosa
Período de floração Março para Junho
Inflorescência Capítulo
Flor de 12 cm
Planta melífera Atrai polinizadores
Flor em ramo Flor para ramos

Folhagem

Persistência da folhagem Persistente
Folhagem colorida Azul

Botânica

Género

Protea

Espécie

eximia

Família

Proteaceae

Origine

África do Sul

Referência do produto166881

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Indisponível
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Plantação e cuidados

Recomenda-se plantar a Protea eximia preferencialmente na primavera, ou no outono em climas muito amenos, em exposição muito soalheira e abrigada dos ventos. Esta planta exige um solo leve, bem drenado, pobre, mineral, com tendência ácida ou neutra (6,5 < pH < 7,5). Uma mistura de composto de folhas, um pouco de terra de urze ou casca de pinho triturada, e areia de rio grossa ou perlite parece adequada. As proteas são sensíveis ao excesso de fosfatos e nitratos, pelo que se deve evitar a aplicação excessiva de adubo, ou mesmo não aplicar nenhum. Uma aplicação de farinha de sangue ao pé da planta, em pequena quantidade, na primavera, é geralmente suficiente. Se as plantas adultas toleram geadas passageiras da ordem de -6°C em solo seco, as proteas jovens, por outro lado, devem ser protegidas do gelo durante os primeiros anos, num local sem geadas em clima fresco, ou sob uma tela de inverno nas regiões com invernos amenos. Esta planta floresce cerca de 4 a 5 anos após a sementeira. Para cultivo em interior, é importante assegurar uma boa aeração do espaço e evitar regar com água calcária (existem águas minerais ou águas de nascente com baixa concentração de cálcio que servem muito bem, compare as etiquetas).

Quando plantar?

Melhor período de plantação Março
Período razoável de plantação Março para Maio

Para que local?

Adequado para Prado, Cascalho
Tipo de utilização Canteiro, Vaso, Talude
Rusticidade Até -4°C (zona USDA 9b) Ver o mapa
Dificuldade de cultivo Experiente
Exposição Sol
pH do solo Urze (ácido)
Tipo de solo Pedregoso (pobre e filtrante)
Humidade do solo Solo seco, Solo fresco, pobre, arenoso, leve, e drenante

Cuidados

Descrição da poda Para manter um porte denso e ramificado, recomenda-se podar as extremidades dos ramos no início da vegetação.
Poda Poda recomendada 1 vez por ano
Período de poda Fevereiro para Março
Humidade do solo Solo seco, Solo fresco
Resistência a doenças Boa
Hibernação A guardar

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