

Pêcher Madeleine de Courson Bio


Pêcher Madeleine de Courson Bio


Pêcher Madeleine de Courson Bio
Pessegueiro Madeleine de Courson Bio - Prunus persica
Prunus persica Madeleine de Courson
Pêcher, Pêcher commun
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Descrição
O Pessegueiro Madeleine de Courson, proveniente da Agricultura Biológica, é uma variedade antiga, que se carateriza pela cor amarela da sua pele marmoreada e lavada de vermelho intenso no lado exposto ao sol. Produz abundantemente um pêssego de grande calibre, de 8 a 9 centímetros de diâmetro, podendo atingir 180 a 220 gramas, de forma arredondada, ligeiramente achatado no ápice. O epiderme aveludado é bastante espesso. A polpa branca, estriada de vermelho em direção ao centro, de sabor doce e perfumado, sem acidez, contém um caroço que se desprende bem da polpa. A altura limitada e o porte aberto do pessegueiro facilitam a colheita. Esta variedade é também resistente ao frio, ao vento, à cloque do pessegueiro e às doenças em geral, mas pode ser vulnerável ao oídio. Sensível às geadas primaveris, este pessegueiro prefere uma exposição quente, soalheira e protegida.
O Prunus persica (pessegueiro comum) é uma árvore de fruto pertencente à família das Rosáceas que tem as suas origens na China, nas regiões do Sichuan e do Guizhou por volta de 500 a.C. A sua presença na Europa data do séc. VI e conheceu um forte desenvolvimento no séc. XIX. A partir daí, realizaram-se numerosas seleções visando melhorar as qualidades gustativas do fruto.
A variedade Madeleine de Courson é também denominada Madeleine rouge, Angevine rouge, Grosse Madeleine, Madeleine rouge tardive, Rouge Paysanne. As suas origens são motivo de debate: para alguns terá sido obtida em 1646 nas Charentes, para outros entre 1623 e 1650 em Courson, na região de Paris. Este pessegueiro forma uma pequena árvore com estrutura bastante erecta, podendo atingir 3 a 4 metros de altura, por cerca de 2 a 3 metros de diâmetro. O seu porte adapta-se bem a formas baixas (em taça) ou em espaldeira. A sua folhagem é composta por folhas lanceoladas de 8 a 15 cm de comprimento por 3 a 4 cm de largura, creneladas e onduladas na margem, verde vivo, adquirindo tons amarelo-alaranjados no outono antes de cair. As folhas são ligeiramente perfumadas e exalam um suave aroma a amêndoa. Cerca de meados de abril, as flores de um rosa vivo, de 2 a 3 cm de diâmetro, aparecem isoladas, antes das folhas, nos ramos do ano anterior. Podem ser destruídas pelo gelo a partir de -2 a -3 °C. É uma floração notavelmente decorativa na primavera, e particulamente melífera e rica em néctar. É uma árvore bastante rústica até -10 °C, temendo, no entanto, as geadas tardias primaveris que danificam as suas flores e comprometem a frutificação. Variedade autofértil, não necessitando de outros pessegueiros nas proximidades para ser polinizada, mas a presença de outro pessegueiro melhorará a fertilidade. A colheita dos frutos começa por volta do início de agosto e prolonga-se até ao fim de agosto, à medida que amadurecem. Para obter pêssegos bem formados, é possível suprimir alguns frutos logo após o aparecimento.
O Prunus persica Madeleine de Courson é uma variedade fértil, de entrada em produção rápida, oferecendo uma colheita que pode ser mais ou menos abundante consoante os anos e apresentar um fenómeno de alternância. Os pêssegos sendo muito frágeis, colhem-se à mão com delicadeza. Os frutos são consumidos logo após a colheita. Saboroso e delicioso, o pêssego consome-se ao natural assim que é colhido. É um fruto ideal para a confecção de compotas, gelados e sorbets, tartes, pastelaria, saladas de fruta ou composições, como acompanhamento de pratos salgados à base de carnes (pato, coelho, frango, …) ou de peixes (salmão, bacalhau, …). É perfeito também para a confeção de sumos ou de frutos em calda. Rico em água, o pêssego refresca e sacia. Muito carnudo, proporciona grande saciedade. Pouco calórico, é bem fornecido em potássio, magnésio e fósforo, com uma contribuição não negligenciável de ferro. O seu teor em vitaminas C e B, em antioxidantes e em fibras faz do pêssego um trunfo para a saúde. É tonificante, energizante e reidratante. Os frutos podem ser conservados uma semana num local fresco, ao abrigo da luz.
Como muitos fruteiros, o pessegueiro aprecia solos ricos, profundos e bem drenados. Não tolera excessos de água, solos pesados e compactos, assim como solos calcários. Prefere uma exposição em pleno sol, protegido de correntes de ar e de ventos frios. Uma exposição a sudeste ou a sudoeste adequa-se-lhe perfeitamente. Nas regiões que conhecem frequentemente geadas tardias de primavera, o pessegueiro pode ser palissado contra uma parede virada a sul. Muito popular, graças aos seus frutos, o pessegueiro encontra o seu lugar no jardim para o prazer dos pequenos e dos grandes. Com uma vasta gama de variedades, é fácil encontrar aquela que melhor corresponde aos desejos.
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Hábito
Fruta
Floração
Folhagem
Botânica
Prunus
persica
Madeleine de Courson
Rosaceae
Pêcher, Pêcher commun
Hortícola
Outros Pêssego - Nectarineiro
Ver tudo →Plantação e cuidados
O Pessegueiro 'Madeleine de Courson' planta-se em pleno sol, abrigado das correntes de ar e dos ventos frios. Uma exposição sudeste ou sudoeste é ideal. Em locais fora das regiões mais quentes de Portugal, o pessegueiro pode ser palissado contra um muro virado a sul. Nas regiões que frequentemente têm geadas tardias na primavera, será mais difícil, ou mesmo impossível, fazer frutificar um pessegueiro.
Necessita de terra comum, num solo fértil, profundo e bem drenado. O pessegueiro não tolera solos pesados e encharcados, nem solos calcários.
A época de plantação depende da forma do pessegueiro. Assim, um pessegueiro de raízes nuas deve ser colocado na terra de outubro a março, tradicionalmente na época de Santa Catarina, fora de períodos de geada. Uma árvore frutífera de raízes nuas deve ser plantada imediatamente após a compra, pois as raízes não devem ficar expostas ao sol e ao ar livre. Se não for possível plantar de imediato, mantenha-a protegida com as raízes em terra húmida até ao plantio.
Adquirido em contentor, o pessegueiro pode ser plantado no outono, de outubro a dezembro, também fora de períodos de geada, ou mesmo na primavera.
Cave um buraco de pelo menos 60 cm de profundidade e 1 metro de largura, pelo menos uma semana antes do plantio. Remova todas as pedras e ervas daninhas. Coloque o contentor numa bacia para humedecer o torrão por capilaridade. Deite duas mãos de farinha de chifre no fundo do buraco. Misture a terra retirada com composto bem maduro, estrume bem decomposto ou terra para vasos. Reponha metade da terra retirada no buraco. Enterre uma estaca com pelo menos 50 cm de profundidade. Instale o pessegueiro no buraco. Complete com o restante da terra. Aderre delicadamente a terra à volta do pessegueiro e fixe-o à estaca. Forme uma pequena bacia e regue abundantemente.
Procede-se da mesma forma se o pessegueiro for de raízes nuas. No entanto, não esquecer de vestir e pralinar as raízes nuas antes do plantio.
Quando plantar?
Para que local?
Cuidados
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A rusticidade é a temperatura mais baixa do inverno que uma planta pode suportar sem sofrer danos graves ou mesmo morrer. No entanto, esta rusticidade é afetada pela localização (zona abrigada, como um pátio), pelas proteções (cobertura de inverno) e pelo tipo de solo (a rusticidade é melhorada por um solo bem drenado).
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Os períodos de sementeira indicados no nosso site aplicam-se aos países e regiões situados na zona 8 da USDA (França, Reino Unido, Irlanda, Países Baixos).
Em regiões mais frias (Escandinávia, Polónia, Áustria...), adie a sementeira ao ar livre por 3 a 4 semanas ou semeie em estufa.
Em climas mais quentes (Itália, Espanha, Grécia, etc.), antecipe a sementeira ao ar livre de algumas semanas.
O período de colheita indicado no nosso site aplica-se aos países e regiões da zona 8 do USDA (França, Inglaterra, Irlanda, Países Baixos).
Em regiões mais frias (Escandinávia, Polónia, Áustria...), a colheita de frutas e legumes provavelmente ocorrerá 3 a 4 semanas mais tarde.
Em regiões mais quentes (Itália, Espanha, Grécia, etc.), a colheita provavelmente ocorrerá mais cedo, dependendo das condições meteorológicas.
O período de plantação indicado no nosso site aplica-se aos países e regiões localizados na zona 8 do USDA (França, Reino Unido, Irlanda, Países Baixos).
Ele irá variar de acordo com o seu local de residência:
- Nas zonas mediterrânicas (Marselha, Madrid, Milão, etc.), o outono e o inverno são as melhores épocas para plantar.
- Nas zonas continentais (Estrasburgo, Munique, Viena, etc.), adie a plantação de 2 a 3 semanas na primavera e antecipe-a de 2 a 4 semanas no outono.
- Nas regiões montanhosas (Alpes, Pirenéus, Cárpatos, etc.), é preferível plantar no final da primavera (maio-junho) ou no final do verão (agosto-setembro).
Em climas temperados, a poda de arbustos com floração na primavera (forsythia, espireia, etc.) deve ser feita logo após a floração.
A poda dos arbustos com floração no verão (amargoseira, perovskia, etc.) pode ser feita no inverno ou na primavera.
Em regiões frias, bem como para plantas sensíveis ao gelo, evite podar muito cedo, quando ainda podem ocorrer geadas fortes.
The flowering period indicated on our website applies to countries and regions located in USDA zone 8 (France, the United Kingdom, Ireland, the Netherlands, etc.)
It will vary according to where you live:
- In zones 9 to 10 (Italy, Spain, Greece, etc.), flowering will occur about 2 to 4 weeks earlier.
- In zones 6 to 7 (Germany, Poland, Slovenia, and lower mountainous regions), flowering will be delayed by 2 to 3 weeks.
- In zone 5 (Central Europe, Scandinavia), blooming will be delayed by 3 to 5 weeks.

















