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Tomate-cereja Sweetbaby Graines Bocquet

Solanum lycopersicum Sweetbaby
Tomate-cerise, Pomme d'amour

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Disponível 15 fev.
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Mais informações

A mais encantadora e perfumada, a mais doce e também a mais pequena. É a variedade preferida das crianças! Semeia-se entre fevereiro e maio para uma degustação de julho a outubro.
Dificuldade de cultivo
Iniciante
Altura à maturidade
1 m
Largura à maturidade
50 cm
Humidade do solo
Solo fresco
Emergência
14 dias
Modo de semeadura
Semeadura em abrigo, Semeadura em abrigo aquecido
Período de sementeira Fevereiro para Maio
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Período de colheita Julho para Outubro
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Descrição

A Tomate Sweetbaby é realmente a favorita das crianças! Entre todas as variedades do tipo Cereja, é a mais perfumada, a mais doce e também a mais pequena: os seus frutos assumem a forma de pérolas cor-de-coral agrupadas em longas panículas. Acrescenta magia à horta aos olhos das crianças. É também a variedade preferida dos pais que pretendem iniciar os filhos no sabor do tomate!


Apesar dos seus frutos muito pequenos, a variedade Sweetbaby não é anã e pode atingir 1,50 m de altura. Cultiva-se em pequenos espaços, como um pátio ou um canto de varanda, desde que o recipiente seja suficientemente grande. O seu crescimento não será, naturalmente, tão vigoroso como em plena terra, mas produzirá frutos em quantidade suficiente para garantir uma boa colheita. Semeia-se de fevereiro a maio para degustação de julho a outubro.

 

A tomate é originária da América do Sul e da América Central. Várias variedades já eram cultivadas pelos Incas muito antes da chegada dos conquistadores. Surpreende sempre a profusão varietal desta solanácea. O termo 'tomate' vem do termo inca Tomatl e designa tanto a planta como o fruto que dela provém. Existem frutos de todas as cores, salvo talvez o azul, de todas as formas e de todos os tamanhos. As variedades antigas são plantas de crescimento indeterminado e podem viver dois anos. As variedades mais recentes têm crescimento dito determinado e deixam de crescer no estádio de arbusto, de modo que não é preciso tutorá-las nem estacá-las.

O tomate faz parte dos muitos alimentos que nos vieram do Novo Mundo, tal como o feijão, o milho, as abóboras, as batatas e o pimento. Chegou mais lentamente ao nosso paladar. Durante muito tempo cultivou-se pelas suas qualidades estéticas e medicinais. Pensava-se que fosse tóxico devido à sua semelhança com o fruto da mandrágora, outra solanácea. Só a partir do início do século XX se tornou habitual nas nossas mesas.

A planta de tomate é uma herbácea perene em clima tropical, cultivada como anual nas nossas latitudes. Fica lenhificada com o tempo e produz pequenas flores amarelas pouco vistosas reunidas em cimos que se transformarão em frutos.

É preciso admitir que o seu fruto é muito bonito e colore agradavelmente a horta. Apresenta também numerosos atributos nutritivos. Baixo em calorias como a maioria dos legumes, rico em água, contém nomeadamente uma molécula muito interessante: o licopeno, um poderoso antioxidante. E quanto mais a tomate coze por longo tempo, mais deste composto fica disponível. Destaca-se igualmente pela riqueza em vitamina C, pró-vitamina A e em oligoelementos.

Hoje as suas qualidades gustativas e nutricionais estão mais do que demonstradas. Para o jardineiro, o tomate figura entre os hortícolas imprescindíveis do verão. Deve apenas ponderar qual a utilização pretendida para orientar-se entre todas as variedades existentes: para saladas, para molhos, para consumir no local, cozido, etc. Também é necessário decidir em que momento se pretende colher, resposta que será condicionada pela insolação média estival da região onde se encontra o jardim. Que se tranquilize: a escolha é vasta e há tomate para todas as situações! E se, de facto, o tomate precisa de muito sol e de muito calor, não requer necessariamente muito espaço. Por isso, não se prive de o cultivar em vaso na varanda, privilegiando as variedades de pequenos frutos. Atenção: os frutos imaturos, os caules e as folhas contêm solanina e não devem ser consumidos.

A colheita : consoante as variedades, das precoces às tardias, podem decorrer 50 a 100 dias entre a data de repicagem e a colheita. Não existe truque que permita afirmar, a priori, que um tomate atingiu a maturação completa. A colheita faz-se quando, no mínimo, o fruto assume completamente a cor com que foi anunciado e quando a sua textura, embora se mantenha firme, apresenta um ligeiro amolecimento. Para melhor conservação, recomenda-se colher o fruto com o seu pedúnculo.

A conservação : os tomates conservam-se menos tempo quanto maior for o seu teor de água. Mantêm-se bem alguns dias no gavetão dos legumes do frigorífico ou expostos ao ar livre. Para os conservar mais tempo, consideram-se métodos culinários como os tomates confitados, os tomates secos, os molhos, os frutos congelados, as conservas, as compotas ou os sumos. Adoram-se confitar porque é simples e tão saboroso: corte os tomates ao meio e recolha o sumo. Coloque as metades com a face cortada para cima no tabuleiro do forno. Tempere com sal, pimenta, açúcar e leve ao forno a baixa temperatura durante pelo menos uma hora. Retire os tomates e consuma imediatamente; caso contrário, reserve-os num frasco de vidro e cubra com azeite.

O truque do jardineiro : recomenda-se cultivar várias variedades de tomate em cada ano, de forma a minimizar os riscos de perda total da colheita devido a um azar climático ou a uma patologia específica.
Para colmatar o fenómeno da 'podridão apical do tomateiro' – não se trata de uma doença, mas sim de uma carência de cálcio – pulverize uma maceração de consolda rica em cálcio sobre as plantas.
Na repicagem, recomenda-se enterrar a planta até às primeiras folhas. Isto terá o efeito de estimular o sistema radicular, garantia de uma boa produção de frutos.
As associações vencedoras no jardim são frequentemente as mesmas no prato. É um bom truque de memória para recordar que o tomate e o manjericão combinam muito bem.

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Colheita

Período de colheita Julho para Outubro
Tipo de legume Legume fruto
Legume de cor vermelha
Tamanho do legume Pequeno
Interesse Sabor, Valor nutricional, Muito produtivo
Sabor Muito doce
Utilização Mesa

Hábito

Altura à maturidade 1 m
Largura à maturidade 50 cm
Crescimento Rápido

Folhagem

Persistência da folhagem Caduca
Folhagem colorida Verde escuro
Aromático? Folhagem perfumada ao esfregar

Botânica

Género

Solanum

Espécie

lycopersicum

Cultivar

Sweetbaby

Família

Solanaceae

Outros nomes comuns

Tomate-cerise, Pomme d'amour

Origine

Cordilheira dos Andes

Anual / Perene

Anual

Referência do produto170001

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Plantação e cuidados

A preparação do solo: os pés de tomate são extremamente fáceis de cultivar. O sol e o calor têm um papel determinante no sucesso desta cultura. Contudo, adaptam-se a qualquer solo, embora prefiram solos ricos e bem drenados. Pode enriquecer-se o substrato com um pouco de areia se este estiver demasiado compacto.

Sementeira sob chassis: a partir de meados de fevereiro até maio, realize as sementeiras no interior ou em estufas aquecidas, em caixas de sementeira a cerca de 20 °C. Deve enterrar-se as sementes a 5 a 7 mm com substrato especial para sementeira, pois necessitam de escuridão para germinar. Não utilize composto nesta primeira fase, pois pode queimar as futuras raízes. O crescimento dos pés de tomate é muito rápido: as sementes germinam em cerca de duas semanas, em média. Não deite fora uma caixa de sementeira cuja emergência não tenha ocorrido nesse prazo, pensando que as plantas são irrecuperáveis — algumas variedades germinam mais lentamente. Quando as plantas atingirem cerca de quinze cm, considere a repicagem.

Repicagem em plena terra: uma vez que as geadas deixem de ser de temer, geralmente a partir de meados de maio, recomenda-se efetuar a repicagem dos diferentes pés em plena terra. Escolha os locais mais ensolarados e quentes do jardim. Ao pé de um muro voltado para sul é uma posição ideal. Descompacte o solo e cavar um buraco de pelo menos 3 a 4 vezes o volume do sistema radicular da planta. Amende o fundo com um pouco de composto bem decomposto. Instale a planta, que pode ser enterrada até às primeiras folhas, e volte a tapar. Aperte o solo, forme uma pequena cavidade em redor do pé e regue abundantemente. Deve-se evitar molhar as folhas para proteger as plantas das doenças fúngicas.

Manutenção: a colocação de uma cobertura morta ao pé das plantas permite manter alguma humidade e evitar ter de capinar. Os pés de tomate não necessitam de muita rega, dado que o seu sistema radicular busca profundamente os recursos disponíveis. Regue abundantemente apenas em caso de seca prolongada.

Semeadura

Período de sementeira Fevereiro para Maio
Modo de semeadura Semeadura em abrigo, Semeadura em abrigo aquecido
Emergência 14 dias

Cuidados

Humidade do solo Tolerante
Resistência a doenças Boa
Descrição da poda Alguns jardineiros não são partidários da poda dos tomateiros. Outros recomendam retirar as folhas em contacto direto com o solo, para evitar doenças fúngicas. Sugere-se ainda eliminar os rebentos laterais, ou seja, todos os novos brotos na axila das folhas, à medida que surgem, para concentrar a seiva nos ramos, e nos grupos de frutos principais. O objetivo é obter menos frutos, mas maiores. Outros ainda retiram as folhas à volta dos frutos para lhes deixar um acesso permanente ao sol. Considera-se que a prática sistemática de uma ou outra destas técnicas nem sempre é adequada à multiplicidade de situações encontradas nos jardins. Consoante a exposição, a variedade plantada, a região, o solo, etc., todas estas técnicas têm a sua razão de ser. Recomenda-se, sobretudo, encontrar um equilíbrio adequado, que cada um deverá experimentar de acordo com as suas próprias restrições.
Poda Poda recomendada 1 vez por ano

Para que local?

Tipo de utilização Isolado, Vaso, Horta, Estufa
Rusticidade Até +1.5°C (zona USDA 10b) Ver o mapa
Dificuldade de cultivo Iniciante
Solo drenante e rico em matéria orgânica
Exposição Sol
pH do solo Todos
Tipo de solo Argilo-limoso (rico e leve), 130

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