Coprosma repens Eclipse
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Coprosma x repens 'Aldawn' ECLIPSE
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Descrição
O Coprosma repens 'Eclipse' é um pequeno arbusto muito atraente, com folhagem persistente de tom predominantemente púrpura, ornamental em todas as épocas do ano. É pouco rústico fora das regiões mais quentes e das zonas litorais de invernos suaves, onde se mostra tolerante aos aerossóis marinhos. Em qualquer outro local, pode facilmente ser cultivado em vaso para ser colocado no interior durante o inverno, pois se mantém compacto. As suas pequenas folhas muito brilhantes atraem todos os olhares no jardim pela sua cor púrpura escura, realçada por uma margem rosada de grande efeito. Uma planta ideal para criar contrastes de folhagens num maciço em clima ameno, ou para embelezar uma varanda mais a norte.
O Coprosma pertence à família das Rubiáceas, que conta com cerca de 10.000 espécies, sobretudo nos trópicos, cujo membro mais conhecido poderá ser o cafeeiro (Coffea), e que agrupa também plantas ornamentais como a Gardénia de perfume inebriante. A maioria das cerca de 90 espécies do género Coprosma é originária da Nova Zelândia. É o caso do Coprosma repens (anteriormente Coprosma baueri) introduzido na Europa por volta de 1866. Ao contrário do que o epíteto poderia sugerir, a planta não é rasteira, formando no seu país de origem um grande arbusto, ou mesmo uma pequena árvore de 3 a 6 m de altura, com ramos robustos cobertos por uma casca castanho-avermelhada. Apresenta folhas opostas, ovais e alongadas, medindo de 3 a 7 cm de comprimento, de um verde escuro brilhante. Esse brilho vale-lhe o nome inglês "mirror plant" (planta espelho) e confere-lhe o caráter ornamental, uma vez que a floração é relativamente insignificante. As pequenas flores são amareladas, medem 6 mm de comprimento e dão frutos em drupas de cor laranja-avermelhada.
Os cultivares ornamentais disponíveis no mercado são muito mais compactos. É o caso do Coprosma 'Aldawn' ECLIPSE que forma um tufo denso de 0,50 m a 1 m em todas as direcções, atingindo raramente 1,50 m de altura. O seu porte, inicialmente erecto, alarga-se com o tempo para assumir uma silhueta em taça alargada, irregular, de aspecto bastante natural, embora contraria esse aspeto a cor e o brilho das suas folhas, que lhe conferem, no final, um ar exótico. As suas folhas ovais, com extremidade arredondada, são ligeiramente onduladas e opostas aos pares. A sua textura é um pouco coriácea e a superfície, lisa como uma pista de patinagem, surpreende e fascina pelo brilho. A cor púrpura bastante escura do limbo é realçada por uma fina margem de largura irregular e tonalidade rosada, mais ou menos intensa. No verão, o sol acentua ainda mais estas cores e a planta atrai todas as atenções. Produz uma floração branca quase insignificante, entre junho e agosto, que não rivaliza com a atratividade da folhagem.
O Coprosma Eclipse encontra perfeitamente o seu lugar nos jardins do litoral atlântico, tanto em zonas de clima ameno no norte como no litoral atlântico sul, bem como nas zonas não calcárias do sul. Plante-o em companhia de outras plantas de folhagem decorativa para constituir um maciço ornamental durante todo o ano. O Pittosporum tenuifolium 'Golden Ball', que forma uma bola compacta amarela e verde, depois verde ácido, contrastará muito bem ao seu lado, assim como o cultivar 'Irene Patterson' de folhas salpicadas de branco. Em segundo plano, o Eucalyptus 'Baby Blue' constituirá um belo pano de fundo azulado com as suas folhas arredondadas e muito gráficas. E para florir a cena, entregue-se ao Anigozanthos, ou Pata-de-canguru, assim denominado pelas suas surpreendentes flores aveludadas que desabrocham em abundância no verão.
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Hábito
Floração
Folhagem
Botânica
Coprosma
x repens
'Aldawn' ECLIPSE
Rubiaceae
Hortícola
Outros Coprosma
Ver tudo →Plantação e cuidados
O Coprosma repens 'Eclipse' desenvolve-se bem em plena terra nas regiões costeiras pouco sujeitas a geadas. Recomenda-se plantar de preferência na primavera, em pleno sol ou sob sombra parcial nas regiões mais quentes, as cores de outono sendo mais intensas ao sol. É uma planta que tolera bem a seca e solos pobres (embora aprecie solos de fertilidade média), mas teme a presença de calcário ativo no solo. Plante-se em solo leve, por exemplo uma mistura de terra de folhas, terra de urze, e areia de rio, bem drenada. No acto de plantação, o buraco deve ter o dobro do tamanho do torrão. Regue regularmente para ajudar à instalação. Uma vez bem estabelecido, o Coprosma dispensa rega no verão. Desenvolve-se muito bem na zona litoral, tolerando mesmo as maresias.
A poda não é indispensável. Realiza-se, se necessário, entre abril e agosto, com parcimónia. Regue regularmente as plantas cultivadas em vaso. Em regiões frias, recomenda-se colocá-las num local fresco, luminoso, pouco ou nada aquecido, antes da chegada das geadas fortes.
Os híbridos modernos aparentam ser pouco suscetíveis a ataques de cochinilhas e fumagina. No entanto, as plantas cultivadas em estufa ficam mais expostas a estas pragas e doenças.
Quando plantar?
Para que local?
Cuidados
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A rusticidade é a temperatura mais baixa do inverno que uma planta pode suportar sem sofrer danos graves ou mesmo morrer. No entanto, esta rusticidade é afetada pela localização (zona abrigada, como um pátio), pelas proteções (cobertura de inverno) e pelo tipo de solo (a rusticidade é melhorada por um solo bem drenado).
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Os períodos de sementeira indicados no nosso site aplicam-se aos países e regiões situados na zona 8 da USDA (França, Reino Unido, Irlanda, Países Baixos).
Em regiões mais frias (Escandinávia, Polónia, Áustria...), adie a sementeira ao ar livre por 3 a 4 semanas ou semeie em estufa.
Em climas mais quentes (Itália, Espanha, Grécia, etc.), antecipe a sementeira ao ar livre de algumas semanas.
O período de colheita indicado no nosso site aplica-se aos países e regiões da zona 8 do USDA (França, Inglaterra, Irlanda, Países Baixos).
Em regiões mais frias (Escandinávia, Polónia, Áustria...), a colheita de frutas e legumes provavelmente ocorrerá 3 a 4 semanas mais tarde.
Em regiões mais quentes (Itália, Espanha, Grécia, etc.), a colheita provavelmente ocorrerá mais cedo, dependendo das condições meteorológicas.
O período de plantação indicado no nosso site aplica-se aos países e regiões localizados na zona 8 do USDA (França, Reino Unido, Irlanda, Países Baixos).
Ele irá variar de acordo com o seu local de residência:
- Nas zonas mediterrânicas (Marselha, Madrid, Milão, etc.), o outono e o inverno são as melhores épocas para plantar.
- Nas zonas continentais (Estrasburgo, Munique, Viena, etc.), adie a plantação de 2 a 3 semanas na primavera e antecipe-a de 2 a 4 semanas no outono.
- Nas regiões montanhosas (Alpes, Pirenéus, Cárpatos, etc.), é preferível plantar no final da primavera (maio-junho) ou no final do verão (agosto-setembro).
Em climas temperados, a poda de arbustos com floração na primavera (forsythia, espireia, etc.) deve ser feita logo após a floração.
A poda dos arbustos com floração no verão (amargoseira, perovskia, etc.) pode ser feita no inverno ou na primavera.
Em regiões frias, bem como para plantas sensíveis ao gelo, evite podar muito cedo, quando ainda podem ocorrer geadas fortes.
O período de floração indicado no nosso site aplica-se aos países e regiões localizados na zona 8 do USDA (França, Reino Unido, Irlanda, Países Baixos, etc.).
Ele irá variar de acordo com o seu local de residência.
- Nas zonas 9 a 10 (Itália, Espanha, Grécia, etc.), a floração ocorrerá cerca de 2 a 4 semanas mais cedo.
- Nas zonas 6 a 7 (Alemanha, Polónia, Eslovénia e regiões montanhosas de baixa altitude), a floração será adiada de 2 a 3 semanas.
- Na zona 5 (Europa Central, Escandinávia), a floração será adiada de 3 a 5 semanas.