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Colecionador

Protea magnifica

Protea magnifica
Protea-rainha

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Mais informações

Uma Protea arbustiva, de porte arbustivo e amplo, que apresenta folhas alongadas, glaucas, com nervura central vermelha ou amarela. A floração primaveril forma capítulos muito grandes, lanosos e nacarados, em tons de creme e rosa. Trata-se de uma espécie botânica de origem montanhosa que suporta até -6 °C pontualmente, uma vez bem instalada. As Proteas são plantas de solos ácidos e pobres, estranhas e fascinantes, que são motivo de orgulho para os jardineiros amadores que gostam de desafios. A cultura em grandes vasos é preferível. Atenção, as Proteas são plantas técnicas, reservadas a jardineiros experientes. Têm exigências de cultura difíceis de satisfazer (natureza do solo, drenagem, e clima).
Flor de
15 cm
Altura à maturidade
1.50 m
Largura à maturidade
2 m
Exposição
Sol
Rusticidade
Até -4°C
Humidade do solo
Solo seco
plantfit-full

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Melhor período de plantação Março
Período razoável de plantação Março para Maio
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Período de floração Março para Maio
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Descrição

Protea magnifica, a Rainha Protea, é uma espécie botânica que oferece as flores mais grandes depois da protea‑real Protea cynaroides. É também uma das mais procuradas pelos coleccionadores devido aos seus enormes capítulos sedosos e nacarados, de cor creme a rosada. Esta bela planta arbustiva, de porte largo e com folhas longas glaucas, floresce em quase todas as grandes cadeias montanhosas do sudoeste do Cabo. Como suporta alguns graus de geada (até -6 ou -7 °C), é possível aclimatar a planta nos jardins do litoral mediterrânico ou atlântico, desde que instalada num canteiro de pedras não calcário e muito soalheiro. Recomenda-se, contudo, o cultivo em vasos grandes, não só para controlar a composição do substrato de cultivo, mas também porque é indispensável recolher as plantas jovens desde as primeiras geadas.

Protea magnifica é endémica da província do Cabo, encontrando‑se entre 1.200 e 2.700 m de altitude em solos geralmente pobres em nutrientes, ácidos e bem drenados. Na natureza, trata‑se de uma planta de aspecto variável, com porte muitas vezes prostrado e rastrante, que desce ao longo das rochas e em taludes abruptos. Nesta região do mundo, as plantas são sujeitas à chuva, ao nevoeiro ou à neve no inverno, mas também a verões secos e quentes. Todas as proteas são plantas arbustivas da família das Proteaceae, originárias da região do Cabo, na África do Sul. Estranhas em todos os aspectos, necessitam frequentemente do fogo para germinar as suas sementes.

A Rainha protea é um arbusto de crescimento lento, com uma longevidade que pode atingir os 30 anos. A planta desenvolve um rebento principal único e robusto que sustenta uma vegetação arbustiva e larga. No seu estado adulto, mede cerca de 1,50 m em todas as direções. As folhas são de tamanho e forma variáveis; as juvenis são grandes e pilosas, enquanto as folhas maduras se tornam coriáceas e de cor glauca. De forma oval alongada, medem entre 10 e 20 cm de comprimento por 3 a 6 cm de largura. O limbo é fortemente nervurado e apresenta nervuras medianas de cor vermelho a amarelo. A floração ocorre de março a maio/junho. Consiste em capítulos em forma de taça, que medem 15 cm de largura por 15-16 cm de comprimento. Na natureza, a paleta de cores das brácteas florais externas é vasta, incluindo o creme esverdeado, o creme, o rosado, o rosa salmão, vermelhos rosados e o carmim profundo. Os pelos presentes nessas brácteas variam de cor e densidade. Podem ser brancos, violeta‑escuros ou castanho‑fulvo, com a ponta central preta, castanho‑fulvo ou até branca. As selecções oferecidas em viveiro são, na maioria das vezes, de cor creme mais ou menos tingidas de rosa‑pastel. As raízes espessas desta planta funcionam também como órgão de reserva. Em caso de incêndio, a protea é capaz de regenerar‑se a partir das suas raízes, alimentada pelas suas próprias cinzas.

As proteas são plantas pouco rústicas, estranhas e fascinantes, que não deixam indiferente. A Protea magnificaé, sem dúvida, uma das mais espectaculares.  Tanto floristas como jardineiros apreciam a longevidade da sua flor frequentemente desmesurada, ornada de cores refinadas. Adapta‑se bem a jardins costeiros poupados das geadas fortes, em solo leve, pobre, ácido a neutro, mesmo muito seco no verão. Terá grande presença numa ampla composição rochosa exótica em companhia da Vipérine das Canárias ou da Madeira, das Puya, dos Agaves, do Dasylirion, do Leucadendron

Um sistema radicular original, adaptado a solos pobres e secos :

As plantas que crescem em solos pobres em elementos nutritivos formam, geralmente, uma simbiose com fungos do solo que favorecem a absorção de água e nutrientes. Porém, as Protea adoptaram outra estratégia: desenvolvem uma grande quantidade de raízes laterais particulares ao longo das suas raízes. Estas raízes são denominadas proteoides, e são induzidas pela chuva; desenvolvem‑se sob o amasado de folhas mortas que cobre a base da planta. A chuva favorece a decomposição das folhas, o que se traduz na libertação de nutrientes. Estas raízes efémeras secam habitualmente no final do período de crescimento. Têm uma actividade de absorção de água e de nutrientes duas vezes superior à das raízes "normais".

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Protea magnifica em imagens...

Protea magnifica (Floração) Floração
Protea magnifica (Folhagem) Folhagem
Protea magnifica (Hábito) Hábito

Hábito

Altura à maturidade 1.50 m
Largura à maturidade 2 m
Hábito irregular, arbustivo
Crescimento Lento

Floração

Cor da flor rosa
Período de floração Março para Maio
Inflorescência Capítulo
Flor de 15 cm
Planta melífera Atrai polinizadores
Flor em ramo Flor para ramos

Folhagem

Persistência da folhagem Persistente
Folhagem colorida Azul

Botânica

Género

Protea

Espécie

magnifica

Família

Proteaceae

Outros nomes comuns

Protea-rainha

Origine

África do Sul

Referência do produto166891

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Plantação e cuidados

Recomenda-se plantar a Protea magnifica preferencialmente na primavera, ou no outono em climas muito amenos, numa exposição bem ensolarada e protegida dos ventos. Esta planta exige um solo leve, bem drenado, pobre, mineral, com tendência ácida ou neutra (6

Quando plantar?

Melhor período de plantação Março
Período razoável de plantação Março para Maio

Para que local?

Adequado para Prado, Cascalho
Tipo de utilização Isolado, Vaso, Talude, Terraço
Rusticidade Até -4°C (zona USDA 9b) Ver o mapa
Dificuldade de cultivo Experiente
Exposição Sol
pH do solo Urze (ácido)
Tipo de solo Pedregoso (pobre e filtrante)
Humidade do solo Solo seco, pobre, arenoso, leve, drenante

Cuidados

Descrição da poda Para manter um porte denso e ramificado, recomenda-se podar as pontas dos ramos no início da vegetação.
Poda Poda recomendada 1 vez por ano
Período de poda Fevereiro para Março
Humidade do solo Solo seco
Resistência a doenças Boa
Hibernação A guardar

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