

Kit pédagogique d'élevage de Chrysopes Biotop


Kit pédagogique d'élevage de Chrysopes Biotop


Kit pédagogique d'élevage de Chrysopes Biotop


Kit pédagogique d'élevage de Chrysopes Biotop


Kit pédagogique d'élevage de Chrysopes Biotop
Kit pedagógico de criação de crisopas Biotop
Entrega ao domicílio ou em ponto de recolha (dependendo do tamanho e do destino)
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Garantimos a qualidade das nossas plantas durante um ciclo vegetativo completo.
Substituímos, a nosso custo, qualquer planta que não tenha bem recuperado e desenvolvido em condições climáticas e de plantação normais.


Este kit pedagógico de criação de crisopas Biotop é ideal para dar a conhecer às crianças a vida deste gracioso insecto, desde o estádio larvar até ao adulto. A crisopa, também chamada «donzela dos olhos de ouro», está naturalmente presente em França. É frequentemente utilizada como insecto auxiliar para combater a proliferação de pulgões e de outros insectos praga das culturas. O período ideal para a criação é de maio a setembro, mas é possível realizá-la durante os períodos mais frios, desde que no interior (entre 20 e 25 °C). No final da criação, poderá libertar as crisopas para que se alimentem dos pulgões ou de outros insectos do seu jardim.
Este kit é composto por :
- Larvas de crisopa (cerca de 50 larvas) produzidas em França
- Alimento necessário para levar a cabo a criação (2 tubos pequenos ou 1 tubo grande)
- 1 caixa de observação transparente com uma lupa
- 1 calendário para acompanhar o seu desenvolvimento
- 1 guia de criação
Chrysoperla carnea é um insecto da família Chrysopidae, ubíquo, difundido um pouco por toda a França. A crisopa verde frequenta terrenos incultos herbáceos ou arbustivos, bem como sebes e bordas de florestas, prados naturais, e também jardins que deixem espaço à natureza. Os adultos são essencialmente activos na primeira parte da noite. São visíveis da primavera ao outono e são atraídos pela luz. O número de gerações anuais, variando de 1 a 3, depende das espécies, assim como a sua duração de vida. O insecto adulto mede entre 22 e 30 mm, é esguio, de cor verde a amarela, e possui grandes asas nervuradas, dobradas em forma de telhado, transparentes e irisadas. Os seus olhos são de cor dourada. A pupa, que corresponde a um estádio intermédio de desenvolvimento entre a larva e o adulto, encontra-se encerrada no interior de um casulo filamentoso branco de forma ovoide, medindo 8 mm de comprimento por 4 mm de largura. A larva, de 2 a 10 mm de comprimento, é de cor castanho-claro riscada por duas bandas longitudinais bege, estando equipada com mandíbulas fortemente desenvolvidas que lhe permitem caçar e alimentar-se. Os ovos, de cor branco baço, ovais (cerca de 1 mm de comprimento), são postos isolados ou em grupos de uma dezena no topo de um fino pedúnculo (3,5 mm), na sua maioria próximos dos pulgões. A duração do desenvolvimento, do estádio de ovo ao estádio adulto, é de aproximadamente 35 dias a 21 °C. A longevidade dos adultos eleva-se a algumas semanas, em média.
São as larvas de Chrysoperla carnea que são utilizadas como auxiliar no jardim, porque os adultos alimentam-se de pólen, de néctar e de melada secretada pelos pulgões. Como as larvas de crisopa têm uma dieta variada (não específica), podem ser libertadas preventivamente, quando as populações de pulgões ainda não estão muito desenvolvidas, em plantas de porte baixo.
Modo de ação :
As larvas de crisopa consomem todos os estádios dos pulgões, desde os ovos até aos adultos. Procuram ao acaso as suas presas potenciais e levantam-nas com as mandíbulas. Injecitam de seguida a sua saliva no pulgão, cujo conteúdo corporal se dissolve. É esse conteúdo que as crisopas aspiram para se alimentarem. Podem consumir até 400 pulgões ao longo do desenvolvimento larvar. Na ausência de pulgões em número suficiente, as crisopas podem voltar-se para outras presas (mosca-branca, cochinilhas, thrips), ou para ácaros. A eficácia traduz-se pela presença de adultos ou de ovos no topo dos seus pedúnculos nas plantas, bem como pela estabilização, ou mesmo pela diminuição, das populações de pulgões.O PRINCÍPIO DO BIOCONTROLO :
Lutar contra as pragas das culturas por biocontrolo consiste em utilizar soluções que reproduzam mecanismos naturais que actuem sobre os equilíbrios entre plantas e pragas, ou em estimular as defesas naturais das plantas. Os insectos auxiliares fazem parte integrante destes métodos de controlo relacionados com o desenvolvimento das pragas.
Usos e benefícios
Características técnicas
Conselhos
Conselhos
Outros Insetos e nemátodos benéficos
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Os períodos de sementeira indicados no nosso site aplicam-se aos países e regiões situados na zona 8 da USDA (França, Reino Unido, Irlanda, Países Baixos).
Em regiões mais frias (Escandinávia, Polónia, Áustria...), adie a sementeira ao ar livre por 3 a 4 semanas ou semeie em estufa.
Em climas mais quentes (Itália, Espanha, Grécia, etc.), antecipe a sementeira ao ar livre de algumas semanas.
O período de colheita indicado no nosso site aplica-se aos países e regiões da zona 8 do USDA (França, Inglaterra, Irlanda, Países Baixos).
Em regiões mais frias (Escandinávia, Polónia, Áustria...), a colheita de frutas e legumes provavelmente ocorrerá 3 a 4 semanas mais tarde.
Em regiões mais quentes (Itália, Espanha, Grécia, etc.), a colheita provavelmente ocorrerá mais cedo, dependendo das condições meteorológicas.
O período de plantação indicado no nosso site aplica-se aos países e regiões localizados na zona 8 do USDA (França, Reino Unido, Irlanda, Países Baixos).
Ele irá variar de acordo com o seu local de residência:
- Nas zonas mediterrânicas (Marselha, Madrid, Milão, etc.), o outono e o inverno são as melhores épocas para plantar.
- Nas zonas continentais (Estrasburgo, Munique, Viena, etc.), adie a plantação de 2 a 3 semanas na primavera e antecipe-a de 2 a 4 semanas no outono.
- Nas regiões montanhosas (Alpes, Pirenéus, Cárpatos, etc.), é preferível plantar no final da primavera (maio-junho) ou no final do verão (agosto-setembro).
Em climas temperados, a poda de arbustos com floração na primavera (forsythia, espireia, etc.) deve ser feita logo após a floração.
A poda dos arbustos com floração no verão (amargoseira, perovskia, etc.) pode ser feita no inverno ou na primavera.
Em regiões frias, bem como para plantas sensíveis ao gelo, evite podar muito cedo, quando ainda podem ocorrer geadas fortes.
O período de floração indicado no nosso site aplica-se aos países e regiões localizados na zona 8 do USDA (França, Reino Unido, Irlanda, Países Baixos, etc.).
Ele irá variar de acordo com o seu local de residência.
- Nas zonas 9 a 10 (Itália, Espanha, Grécia, etc.), a floração ocorrerá cerca de 2 a 4 semanas mais cedo.
- Nas zonas 6 a 7 (Alemanha, Polónia, Eslovénia e regiões montanhosas de baixa altitude), a floração será adiada de 2 a 3 semanas.
- Na zona 5 (Europa Central, Escandinávia), a floração será adiada de 3 a 5 semanas.











