

Aloe bainesii ou Aloe barberae - Aloès en arbre


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Aloe barberae
Aloe barberae
Aloé-árvore
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Descrição
L'Aloe barberae, ou Aloe bainesii, est la plus imposante espèce du genre. Originaire d'Afrique du Sud, cette plante y forme de véritables arbres, au tronc massif se divisant en multiples ramifications. Chacune d'entre elles porte à son extrémité une rosette de longues feuilles effilées, gracieusement arquées, ce qui lui confère une silhouette très typée. En hiver, la plante produit de longs épis de fleurs d'une couleur rose-orangée, de forme géométrique. Sensible au gel, elle ne pousse que dans les jardins les plus abrités du littoral méditerranéen, en exposition bien ensoleillée. En dehors de ces zones privilégiées, elle sera cultivée en bac pour être hivernée à l'abri du gel.
Aujourd'hui renommé Aloidendron barberae par les botanistes, ce végétal étonnant appartient désormais à la famille des Asphodelacées, regroupement des Aloacées, Hemerocallidacées et Xanthorrhoéacées. Ce sont des plantes bulbeuses, à caudex (y compris des arbres), ou succulentes, autant d'adaptations à leur milieu naturel assez arides. Comptant seulement 6 ou 7 espèces, le genre Aloidendron a été séparé en 2013 du groupe immense des Aloès, qui regroupe des centaines d'espèces.
L'Aloidendron barberae est originaire du sud du continent africain (Mozambique et Afrique du Sud), où il pousse dans le bush (brousse ou savane) et dans les forêts côtières subtropicales. Sous ses latitudes, il atteint des dimensions impressionnantes, jusqu'à 15, voire 18 m de hauteur, avec une morphologie d'arbre. Ainsi, il forme un tronc massif, de 90 cm à 2,50 m de diamètre pour les sujets les plus anciens. L'écorce rugueuse est grise évoque la peau de l'éléphant. Le tronc se divise en axes principaux qui eux-mêmes se ramifient de façon di- ou trichotomique (2 ou 3 rameaux), formant alors une couronne arrondie plus ou moins régulière. Chaque rameau porte une rosette de feuilles vert foncé, longues de 60 à 90 cm. Larges seulement de 7 à 9 cm, elles sont très effilées et recourbées vers le bas. Charnues et coriaces, elles sont parcourues d'un canal en forme de gouttière et bordées de petites dents de 2 à 3 mm de longueur.
En hiver apparaissent des longues inflorescences mesurant de 40 à 60 cm, simples ou plus souvent divises en 2 racèmes, formant des épis de 20 à 30 cm de long pour 8 à 10 cm de diamètre. Cette construction très géométrique est particulièrement esthétique, avec des dizaines de fleurs roses à oranges serrées les unes contre les autres. Mesurant environ 3,5 cm de long, elles ont une forme assez cylindrique, renflée à la base, dont s'échappent les étamines jaune-vert à l'extrémité de la corolle. En Afrique, ce sont des oiseaux passereaux à long bec recourbé qui se chargent de la pollinisation.
Cette plante sculpturale a été implantée avec succès en climat méditerranéen doux (Monaco, Riviera italienne, Sicile...) où elle bénéficie à la fois de la chaleur et du soleil de l'été, ainsi que d'hiver peu rigoureux. Elle est en effet rustique seulement jusqu'à -3°C, éventuellement -5°C pour les pieds très bien installés, ce qui limite fortement les possibilités de la planter en extérieur. On devra alors l'installer en plein soleil, dans un sol neutre à acide, bien drainé pour éviter tout excès d'eau, surtout en hiver. Adaptée au sec, elle poussera néanmoins mieux si elle bénéficie d'arrosages réguliers en été. Elle pourra alors atteindre 4 à 6 m de hauteur pour 3 à 4 m de largeur.
Dans les autres régions, cet Aloidendron pourra être planté dans un grand bac et passera la belle saison en extérieur, au soleil. À l'approche de l'hiver, il faudra le rentrer idéalement dans une véranda hors gel, ce qui lui assura une luminosité correcte pendant l'hiver. Il faut toutefois garder à l'esprit qu'il s'agit d'un végétal à potentiel de développement important, et qui risque donc après quelques années d'être difficile à déplacer... peut-être est-il opportun de choisir une espèce aux dimensions plus facilement gérables, comme l'Aloe arborescens ?
Avec sa silhouette caractéristique, qui n'est pas sans rappeler celle du célèbre Dragonnier des Canaries (Dracaena draco), l'Aloidendron barberae est un végétal hors du commun. Son graphisme étonnant le destine aux jardins contemporains du sud où il constituera un sujet d'exception. Il pourra aussi être le point central d'une scène exotique, en compagnie d'autres plantes évocatrices de terres lointaines. Le Palmier bleu du Mexique (Brahea armata) avec ses magnifiques feuilles en éventail d'un gris-bleu surprenant en fait partie, de même que les multiples espèces d'Opuntia capables de prospérer en climat méditerranéen, jusqu'à former pour certaines des touffes impressionnantes. Les Yuccas aux rosettes de feuilles parfaites et aux floraisons généreuses seront aussi de bons compagnons...
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Aloe barberae em imagens...






Hábito
Floração
Folhagem
Botânica
Aloe
barberae
Asphodelaceae
Aloé-árvore
Aloidendron barberae, Aloe bainesii
África do Sul
Outros Aloe
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O Aloe barberae só pode ser plantado em exterior nas zonas mais amenas do país, como o Algarve e a Madeira, devido à sua fraca rusticidade (−3°C a −5°C para uma planta bem instalada em boas condições). Recomenda-se um local exposto ao sol, e um solo relativamente fértil, neutro a ligeiramente ácido, e, sobretudo, bem drenado. Regue regularmente no verão para favorecer o crescimento e o enraizamento, o que ajudará a suportar o inverno. Nos primeiros anos, recomenda-se protegê-lo com um véu de proteção em tecido não tecido (TNT) quando ocorrer alguma geada. Deve ser instalado a uma distância adequada das habitações, devido à sua potencial envergadura.
Em todo o restante território, deverá ser plantado num grande vaso para poder ser introduzido numa divisão luminosa e sem geada assim que as temperaturas noturnas se aproximarem de 0°C. Misture substrato de plantação ligeiramente ácido com terra, e um pouco de areia não calcária, e disponha um leito de cascalho no fundo do vaso para aperfeiçoar a drenagem. Uma mistura assim será também mais pesada do que apenas substrato, o que permitirá estabilizar o vaso quando o Aloe barberae crescer. Para o inverno, uma varanda envidraçada sem geadas, ou, em alternativa, uma garagem luminosa, são adequadas; será então necessário espaçar as regas e deixar o substrato secar bem entre duas regas.
Quando plantar?
Para que local?
Cuidados
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A rusticidade é a temperatura mais baixa do inverno que uma planta pode suportar sem sofrer danos graves ou mesmo morrer. No entanto, esta rusticidade é afetada pela localização (zona abrigada, como um pátio), pelas proteções (cobertura de inverno) e pelo tipo de solo (a rusticidade é melhorada por um solo bem drenado).
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Os períodos de sementeira indicados no nosso site aplicam-se aos países e regiões situados na zona 8 da USDA (França, Reino Unido, Irlanda, Países Baixos).
Em regiões mais frias (Escandinávia, Polónia, Áustria...), adie a sementeira ao ar livre por 3 a 4 semanas ou semeie em estufa.
Em climas mais quentes (Itália, Espanha, Grécia, etc.), antecipe a sementeira ao ar livre de algumas semanas.
O período de colheita indicado no nosso site aplica-se aos países e regiões da zona 8 do USDA (França, Inglaterra, Irlanda, Países Baixos).
Em regiões mais frias (Escandinávia, Polónia, Áustria...), a colheita de frutas e legumes provavelmente ocorrerá 3 a 4 semanas mais tarde.
Em regiões mais quentes (Itália, Espanha, Grécia, etc.), a colheita provavelmente ocorrerá mais cedo, dependendo das condições meteorológicas.
O período de plantação indicado no nosso site aplica-se aos países e regiões localizados na zona 8 do USDA (França, Reino Unido, Irlanda, Países Baixos).
Ele irá variar de acordo com o seu local de residência:
- Nas zonas mediterrânicas (Marselha, Madrid, Milão, etc.), o outono e o inverno são as melhores épocas para plantar.
- Nas zonas continentais (Estrasburgo, Munique, Viena, etc.), adie a plantação de 2 a 3 semanas na primavera e antecipe-a de 2 a 4 semanas no outono.
- Nas regiões montanhosas (Alpes, Pirenéus, Cárpatos, etc.), é preferível plantar no final da primavera (maio-junho) ou no final do verão (agosto-setembro).
Em climas temperados, a poda de arbustos com floração na primavera (forsythia, espireia, etc.) deve ser feita logo após a floração.
A poda dos arbustos com floração no verão (amargoseira, perovskia, etc.) pode ser feita no inverno ou na primavera.
Em regiões frias, bem como para plantas sensíveis ao gelo, evite podar muito cedo, quando ainda podem ocorrer geadas fortes.
The flowering period indicated on our website applies to countries and regions located in USDA zone 8 (France, the United Kingdom, Ireland, the Netherlands, etc.)
It will vary according to where you live:
- In zones 9 to 10 (Italy, Spain, Greece, etc.), flowering will occur about 2 to 4 weeks earlier.
- In zones 6 to 7 (Germany, Poland, Slovenia, and lower mountainous regions), flowering will be delayed by 2 to 3 weeks.
- In zone 5 (Central Europe, Scandinavia), blooming will be delayed by 3 to 5 weeks.










