

Eucalyptus deuaensis


Eucalyptus deuaensis


Eucalyptus deuaensis
Eucalyptus deuaensis
Eucalyptus deuaensis
Eucalipto
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Descrição
L’Eucalyptus deuaensis est une espèce bien adaptée au jardin de type méditerranéen. De petite taille, on le nomme Mallée, car il se développe sur plusieurs tiges partant de la base, formant ainsi une touffe au port tourmenté et pittoresque, s’accentuant avec l’âge. Sa végétation, peu dense, laisse bien visible l’architecture de ces tiges colorées. Les feuilles persistantes, lancéolées, d’un joli vert bleuté, donnent du charme à cet arbuste séduisant toute l’année. Cet eucalyptus, supportant bien la taille, s’adapte bien dans un petit jardin, à l’ambiance plutôt sèche, en tout sol bien drainé, en plein soleil.
L'Eucalyptus deuaensis est une espèce endémique rare, originaire d’un seul peuplement, proche du Mont Mongamulla (601 m d’altitude) dans le Parc National de Deua dans le sud-est de la Nouvelle-Galles du Sud, à environ 30 km à l’est de la ville côtière de Moruya. Dans ces régions de montagnes, cet arbuste sclérophylle se développe sur des falaises de rhyolite, un sol pauvre extrêmement squelettique. Appartenant à la famille des Myrtacées, en Australie, il est plus communément appelé Mongamulla mallee ou Mallée de Mongamulla, en référence au Mont tout proche.
Cet eucalyptus est nommé « mallée » en Australie, en raison de sa stature formée par plusieurs tiges partant du sol, atteignant une hauteur inférieure à 10 mètres. De croissance assez lente, il forme un buisson de 3 à 4 m de hauteur et d’envergure. Il s’élève sur plusieurs tiges partant d’une souche nommée lignotuber* située juste sous la surface du sol. Jeune, il arbore des rameaux rugueux, gris argenté, portant un feuillage juvénile, composé de feuilles sans pétioles (sessiles), ovales à lancéolées, pointues, de 4 à 7 cm de long pour 1,5 à 2,5 cm de large, bleu-vert. Puis au fil de son développement, les feuilles, au pétiole d’environ 1 cm, prennent une forme lancéolée à falciforme (forme de croissant), pointues à l’extrémité, de 7 à 10 cm de long pour 1 à 2 cm de large, d’un joli vert bleuté. Les feuilles coriaces sont légèrement aromatiques et dégagent un parfum de menthol, lorsqu’on les froisse, riche en eucalyptol. Au fur et à mesure du vieillissement, l’écorce lisse des tiges évolue en prenant des teintes grises, blanches, roses ou jaunes. La floraison se produit en période estivale, sur des plantes âgées de quelques années. L’inflorescence, disposée à l’aisselle des feuilles, est composée de sept boutons floraux en forme de losange, réunies en un bouquet serré, qui s’épanouissent en petites fleurs blanches, délicatement parfumées et très attractives pour les abeilles. Après la floraison, les fruits, appelées “gumnut“, apparaissent sous forme d’une capsule ligneuse, globuleuse, tronquée, collée à la branche. D'une belle couleur grise argentée, ils restent longtemps attachés à la tige.
Cet eucalyptus possède un *lignotuber, constitué par un renflement riche en amidon qui se forme sur les racines juste sous la surface du sol. Cet organe lui permet de repartir de la souche en cas de gel sévère, d'incendie ou de taille à ras. La plante produit également de nombreuses pousses à partir de bourgeons dormants situés sous son écorce, ce qui lui permet de répondre parfaitement bien aux opérations de recépage, d'étêtage ou de taille plus sévère.
Le Mallée de Mongamulla trouve sa place dans une rocaille, un talus pierreux, une zone montagneuse ou un espace sauvage de garrigue. Supportant bien la taille, voir le recépage, afin de mettre en évidence son port graphique, il se conduit généralement en une touffe buissonnante pour donner du volume à la végétation et amplifier la floraison. Habituée au sol rocailleux, cette plante sclérophylle résiste assez bien à la sécheresse estivale, avec peu d’irrigation, en sol bien drainant, même pauvre. Elle s’accommode bien des étés chauds et secs, du vent et des embruns. C’est une plante idéale dans un jardin méditerranéen en association avec des Arbousiers (Arbutus unedo), Callistemon (Rince-bouteille), Grenadiers (Punica granatum), Oliviers (Olea europaea), Mimosas, Pistacia lentiscus …
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Hábito
Floração
Folhagem
Botânica
Eucalyptus
deuaensis
Myrtaceae
Eucalipto
Austrália
Outros Eucalipto
Ver tudo →Plantação e cuidados
Recomenda-se plantar o Eucalyptus deuaensis de preferência no início da primavera em regiões frias, e no início do outono em clima seco e quente. Deve ser instalado num solo bem preparado, pouco seco a fresco, em local muito soalheiro. Toleram-se bem os solos argilosos ou limosos, mesmo calcários. Um exemplar bem instalado é rústico até -10 °C nessas condições. As plantas jovens são mais sensíveis às geadas fortes, sobretudo se o gelo persistir vários dias e o solo estiver húmido. Na maioria das nossas regiões, instala-se em plena terra, cuidando eventualmente da drenagem com a adição de areia grossa, de pozolana, ou de cascalho não calcário. Depois, deixa-se a natureza agir; o crescimento é normal.
Nos dois primeiros anos, é necessária uma rega regular; depois o arbusto dispensa totalmente rega no verão, uma vez bem instalado. A fertilização não é recomendada. A poda não é necessária, para permitir que se exprima o porte único deste magnífico eucalipto. No entanto, tolera-se bem a poda após a floração. Pode perfeitamente formar-se o eucalipto com várias hastes a partir da cepa para obter um grande arbusto cuja altura se limite.
Os eucaliptos são úteis para secar terrenos húmidos, pois são grandes consumidores de água mesmo no inverno. Tornam-se, no entanto, bastante resistentes à seca uma vez bem instalados (mais ou menos consoante as espécies e variedades) e desenvolvem-se bastante bem em clima mediterrânico.
São as plantas jovens que se estabelecem mais facilmente em plena terra. O sistema radicular do eucalipto não gosta de ser perturbado e tende a formar uma "bola de raízes" se a planta permanecer tempo demais no vaso. Deve-se escolher com cuidado o local, que será definitivo.
Esta espécie montana é interessante pela sua capacidade de adaptação a solos rochosos, mas receia as ondas de calor e os solos demasiado húmidos.
Quando plantar?
Para que local?
Cuidados
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A rusticidade é a temperatura mais baixa do inverno que uma planta pode suportar sem sofrer danos graves ou mesmo morrer. No entanto, esta rusticidade é afetada pela localização (zona abrigada, como um pátio), pelas proteções (cobertura de inverno) e pelo tipo de solo (a rusticidade é melhorada por um solo bem drenado).
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Os períodos de sementeira indicados no nosso site aplicam-se aos países e regiões situados na zona 8 da USDA (França, Reino Unido, Irlanda, Países Baixos).
Em regiões mais frias (Escandinávia, Polónia, Áustria...), adie a sementeira ao ar livre por 3 a 4 semanas ou semeie em estufa.
Em climas mais quentes (Itália, Espanha, Grécia, etc.), antecipe a sementeira ao ar livre de algumas semanas.
O período de colheita indicado no nosso site aplica-se aos países e regiões da zona 8 do USDA (França, Inglaterra, Irlanda, Países Baixos).
Em regiões mais frias (Escandinávia, Polónia, Áustria...), a colheita de frutas e legumes provavelmente ocorrerá 3 a 4 semanas mais tarde.
Em regiões mais quentes (Itália, Espanha, Grécia, etc.), a colheita provavelmente ocorrerá mais cedo, dependendo das condições meteorológicas.
O período de plantação indicado no nosso site aplica-se aos países e regiões localizados na zona 8 do USDA (França, Reino Unido, Irlanda, Países Baixos).
Ele irá variar de acordo com o seu local de residência:
- Nas zonas mediterrânicas (Marselha, Madrid, Milão, etc.), o outono e o inverno são as melhores épocas para plantar.
- Nas zonas continentais (Estrasburgo, Munique, Viena, etc.), adie a plantação de 2 a 3 semanas na primavera e antecipe-a de 2 a 4 semanas no outono.
- Nas regiões montanhosas (Alpes, Pirenéus, Cárpatos, etc.), é preferível plantar no final da primavera (maio-junho) ou no final do verão (agosto-setembro).
Em climas temperados, a poda de arbustos com floração na primavera (forsythia, espireia, etc.) deve ser feita logo após a floração.
A poda dos arbustos com floração no verão (amargoseira, perovskia, etc.) pode ser feita no inverno ou na primavera.
Em regiões frias, bem como para plantas sensíveis ao gelo, evite podar muito cedo, quando ainda podem ocorrer geadas fortes.
The flowering period indicated on our website applies to countries and regions located in USDA zone 8 (France, the United Kingdom, Ireland, the Netherlands, etc.)
It will vary according to where you live:
- In zones 9 to 10 (Italy, Spain, Greece, etc.), flowering will occur about 2 to 4 weeks earlier.
- In zones 6 to 7 (Germany, Poland, Slovenia, and lower mountainous regions), flowering will be delayed by 2 to 3 weeks.
- In zone 5 (Central Europe, Scandinavia), blooming will be delayed by 3 to 5 weeks.


















