

Cordyline Ti-Tawhiti
Cordyline Ti Tawhiti
Cordyline australis Ti Tawhiti
Palmeira-da-Nova Zelândia , Dracena-da-Nova Zelândia , Palmeira-de-Torbay
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Descrição
A Cordyline australis 'Ti Tawhiti' é uma selecção ancestral que se distingue da forma tipo, capaz de formar verdadeiras árvores, pela sua compacidade, pois raramente ultrapassa 1 m de altura. Adoptada pelos Maori pelas suas qualidades nutricionais, esta planta com uso alimentar na base foi salva da extinção graças a uma segunda vida nos jardins ornamentais. Formando um touceiro de 1 m em todas as direcções, sem tronco e sem floração, as suas longas folhas verde-escuro conferem-lhe um aspecto selvagem. Uma planta original para zonas pouco sujeitas a geadas da costa atlântica.
A Cordyline australis é uma planta perene arborescente da família das Asparagáceas (ex-Agaváceas) endémica da Nova Zelândia. Na natureza, esta planta atinge 20 m de altura e forma um tronco robusto que se ramifica em numerosos ramos com cabeças foliadas que podem atingir 1 m de comprimento. A cordyline ocorre em habitats muito diversificados, como as franjas das florestas, as margens de rios e as zonas mais abertas, particularmente perto de áreas pantanosas.
Conhecida localmente por "Dwarf New Zealand Cabbage Tree", 'Ti Tawhiti' é portanto uma forma anã da forma tipo, pois forma um touceiro de 1 m de altura por igual largura, e não forma tronco, mas sim uma haste que os antigos Maori consumiam. Este povo seleccionou esta variedade antes da chegada dos colonos à sua ilha pelas suas propriedades alimentares. Os Maori multiplicavam-na por rebentos que recolhiam na base da planta e replantavam sobre pedras grandes para, depois, recuperarem facilmente as raízes, também consumidas após cozedura a vapor.
Citada numa obra de Potts e Gray de 1870 dedicada às plantas cultiváveis na Nova Zelândia, e posteriormente caída em desuso, esta planta utilitária esteve quase a desaparecer até ao reaparecimento de um exemplar em 1906, que foi multiplicado. Esta Cordyline foi curiosamente salva da extinção pelo interesse que lhe dedicaram os jardineiros europeus, que começaram a plantá-la nos seus jardins, muitas vezes sob a denominação Cordyline 'Thomas Kirk' (por vezes C. 'Kirkii'), em homenagem a um botânico neozelandês grande admirador desta planta.
Bem distinta da forma tipo que adquire proporções arbóreas, 'Ti Tawhiti' é uma variedade compacta que atinge 1 m de altura, com largura equivalente. O touceiro de folhas verde-escuro, muito alongadas e pontiagudas, mas não pungentes devido à sua maleabilidade, acaba por formar uma haste castanho-acinzentada, conferindo-lhe então a aparência de um mini-palmeira. Nunca se observou a sua floração; a planta reproduce-se de forma vegetativa, emitindo rebentos desde a base, fáceis de recolher (sendo que a planta-mãe, em geral, acaba por morrer posteriormente). A haste pode também originar brotos laterais além dos rebentos na base.
Pouco rústica, até cerca de -5°C embora algumas fontes lhe atribuam uma rusticidade ligeiramente superior (zona 8b, cerca de -9°C), esta pequena Cordyline está bem adaptada aos climas costeiros atlânticos frescos. Cresce de preferência em pleno sol, ou eventualmente em meia-sombra em clima mais soalheiro e quente, em solo antes fresco mas que, com algumas regas, pode também tolerar condições mais secas.
Antes de mais uma curiosidade botânica e histórica do que uma estrela de beleza horticultural, esta Cordyline não será certamente a primeira escolha para todos os jardins. Não florescendo, e com uma folhagem muito distinta das variedades púrpuras ou variegadas, interessará aos aficionados pelo seu aspecto autêntico e pela sua compacidade. Resistente ao vento e aos salpicos marinhos, é uma boa planta para a costa atlântica. Permitirá criar cenários exóticos, mas de inspiração natural, ao lado de outras espécies com carácter, como o Phormium tenax, ou Linho-da-Nova-Zelândia, que forma touceiros imponentes de 2 m em todas as direcções, com as suas longas folhas em fita verdes, e com as imensas hastes florais de 3 ou 4 m de altura. A Bananeira-do-Japão, ou Musa basjoo, com a silhueta de um grafismo reconhecível, reforçará ainda o estilo do canteiro. O Tetrapanax papyrifera Rex, com as suas folhas enormes (até 1,10 m de diâmetro), será também um bom companheiro (atenção, contudo, a contornar com uma barreira anti-rizoma) para evitar que se torne invasivo…
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Hábito
Folhagem
Botânica
Cordyline
australis
Ti Tawhiti
Asparagaceae (Agavaceae)
Palmeira-da-Nova Zelândia , Dracena-da-Nova Zelândia , Palmeira-de-Torbay
Oceânia
Outros Cordiline
Ver tudo →Plantação e cuidados
A Cordyline 'Ti Tawhiti' aprecia o sol, prefere solos relativamente frescos e bem drenados, e tolera também a meia-sombra. Suporta ventos e maresia, mas deve ser colocada protegida dos ventos frios do Norte. Aprecia climas atlânticos um pouco frescos, mais do que climas subtropicais quentes, mas não gosta de solos encharcados. Por ocasião da plantação na primavera, recomenda-se adicionar areia. No inverno, proteja a copa do arbusto com um véu de inverno. A Cordyline não necessita de poda específica, salvo limpeza das folhas secas. Não regar em demasia, apenas em períodos de seca. Tem poucos inimigos, pois não atrai predadores. Cultiva-se bem num vaso grande, mesmo no interior, se a divisão for muito luminosa e não excessivamente aquecida.
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Cuidados
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A rusticidade é a temperatura mais baixa do inverno que uma planta pode suportar sem sofrer danos graves ou mesmo morrer. No entanto, esta rusticidade é afetada pela localização (zona abrigada, como um pátio), pelas proteções (cobertura de inverno) e pelo tipo de solo (a rusticidade é melhorada por um solo bem drenado).
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Os períodos de sementeira indicados no nosso site aplicam-se aos países e regiões situados na zona 8 da USDA (França, Reino Unido, Irlanda, Países Baixos).
Em regiões mais frias (Escandinávia, Polónia, Áustria...), adie a sementeira ao ar livre por 3 a 4 semanas ou semeie em estufa.
Em climas mais quentes (Itália, Espanha, Grécia, etc.), antecipe a sementeira ao ar livre de algumas semanas.
O período de colheita indicado no nosso site aplica-se aos países e regiões da zona 8 do USDA (França, Inglaterra, Irlanda, Países Baixos).
Em regiões mais frias (Escandinávia, Polónia, Áustria...), a colheita de frutas e legumes provavelmente ocorrerá 3 a 4 semanas mais tarde.
Em regiões mais quentes (Itália, Espanha, Grécia, etc.), a colheita provavelmente ocorrerá mais cedo, dependendo das condições meteorológicas.
O período de plantação indicado no nosso site aplica-se aos países e regiões localizados na zona 8 do USDA (França, Reino Unido, Irlanda, Países Baixos).
Ele irá variar de acordo com o seu local de residência:
- Nas zonas mediterrânicas (Marselha, Madrid, Milão, etc.), o outono e o inverno são as melhores épocas para plantar.
- Nas zonas continentais (Estrasburgo, Munique, Viena, etc.), adie a plantação de 2 a 3 semanas na primavera e antecipe-a de 2 a 4 semanas no outono.
- Nas regiões montanhosas (Alpes, Pirenéus, Cárpatos, etc.), é preferível plantar no final da primavera (maio-junho) ou no final do verão (agosto-setembro).
Em climas temperados, a poda de arbustos com floração na primavera (forsythia, espireia, etc.) deve ser feita logo após a floração.
A poda dos arbustos com floração no verão (amargoseira, perovskia, etc.) pode ser feita no inverno ou na primavera.
Em regiões frias, bem como para plantas sensíveis ao gelo, evite podar muito cedo, quando ainda podem ocorrer geadas fortes.
The flowering period indicated on our website applies to countries and regions located in USDA zone 8 (France, the United Kingdom, Ireland, the Netherlands, etc.)
It will vary according to where you live:
- In zones 9 to 10 (Italy, Spain, Greece, etc.), flowering will occur about 2 to 4 weeks earlier.
- In zones 6 to 7 (Germany, Poland, Slovenia, and lower mountainous regions), flowering will be delayed by 2 to 3 weeks.
- In zone 5 (Central Europe, Scandinavia), blooming will be delayed by 3 to 5 weeks.



















