Berberis thunbergii Red Torch
Berberis thunbergii Red Torch
Berberis thunbergii Red Torch
Berberis thunbergii Red Torch
Berberis thunbergii 'Red Torch'
Bérberis-do-japão , Agracejo-do-japão , Bérberis-japonês
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Descrição
Le Berberis thunbergii ‘Red Torch’ est une variété horticole d’épine-vinette, qui capte l'attention tant par sa silhouette très graphique que par les couleurs de sa végétation. L'arbuste compact et dense forme une colonne qui dépasse rarement 1,20 m de hauteur à maturité. Son feuillage caduc oscille entre deux tons : le rouge vif au printemps et à l'automne, et le pourpre en été, rythmant ainsi les saisons au jardin. Bien que discrète par ses dimensions, la floraison printanière jaune forme un joli contraste et évolue pour donner des fruits rouges décoratifs en fin de saison. D'une rusticité remarquable, ce Berberis se plaît au soleil dans la plupart des sols, résistant correctement au sec une fois bien raciné. Sa silhouette compacte et colorée en fait un excellent sujet pour les massifs, les haies basses, mais également pour la culture en pot, sur une terrasse ou même un petit balcon, où il anime l’espace de ses variations saisonnières.
Le genre Berberis appartient à la famille des Berberidacées, qui lui doit son nom, et regroupe d'autres genres ornementaux, très répandus comme le Nandina (Bambou sacré) ou plus encore les mahonias, et d'autres à diffusion plus confidentielle, tel les Podophyllums aux feuilles d'un graphisme surprenant. Si le Berberis vulgaris est considéré comme l’épine-vinette « authentique », de nombreuses autres espèces et hybrides sont couramment désignés sous ce nom. Le genre est en effet riche de près de 500 espèces, plus ou moins épineuses, allant de l'arbrisseau nain aux sujets de plusieurs mètres de hauteur. Le Berberis thunbergii, aussi connu sous le nom de Vinettier de Thunberg, est une espèce endémique à l'archipel japonais, qui a donné naissance à de nombreux cultivars plantés dans les jardins du monde entier.
'Red Torch' est une sélection du Français C. Castenet obtenue au début des années 2000, très appréciée tant par ses qualités ornementales que sa facilité de culture. De port très érigé, l'arbuste forme une colonne de 80 cm à 1,20 m de hauteur, pour une largeur de 40 à 60 cm. Les rameaux fins qui composent sa végétation dense se dressent à la verticale, formant une sorte de flamme végétale dont les pousses centrales culminent en hauteur, les latérales s'étageant en gradins successifs. Son nom de "torche rouge" est particulièrement mérité au printemps lorsque apparaissent les jeunes pousses d'un rouge vif, ainsi qu'en fin de saison, quand la plante revêt sa livrée automnale également rouge. En été, son feuillage passe à un pourpre plus classique chez l'espèce, très intéressant pour créer des oppositions chromatiques dans un massif. Les petites feuilles spatulées à l'extrémité arrondie sont proportionnées aux dimensions compactes de l'arbuste. La floraison elle-même, très menue, se décline en petites corolles jaunes, néanmoins bien décoratives par le contraste ainsi créé avec la végétation au mois de mai. Elles évoluent en saison pour donner des petits fruits rouges ornementaux en automne. Bien que discrète, la floraison se révèle mellifère et donc utile à la biodiversité. Les courtes épines situées au niveau des nœuds sont dissimulées par les feuilles pendant la saison de végétation, et sont plus visibles en hiver après la chute des feuilles. Moins redoutables que chez de nombreuses autres espèces, elles sont néanmoins bien piquantes, donc attention aux doigts et aux enfants.
Le Berberis thunbergii ‘Red Torch’ est très intéressant au jardin pour mettre en scène des contrastes autant de forme que de couleur. Sa compacité permet de l'utiliser même dans des massifs de dimensions réduites. Plantez derrière lui un Cotinus coggygria 'Golden Lady' pour créer un spectacle d'anthologie du printemps à l'automne. Cet arbre à perruque se développe en une boule irrégulière de 2 m de diamètre, dont les couleurs balaient la palette du jaune et de l'orangé au fil des mois. Plus compact, le Physocarpus opulifolius 'Magic Ball' passe de l'orange au jaune doré puis au rouge, tandis qu'en climat pas trop rigoureux, le Choysia 'Aztec gold' au feuillage découpé graphique d'un beau jaune-vert sera également un bon compagnon, sa floraison blanche dispensant un agréable parfum d'agrumes au printemps.
Berberis thunbergii Red Torch em imagens...
Hábito
Floração
Folhagem
Plantação e cuidados
Berberis thunbergii 'Red Torch', rústico até temperaturas inferiores a -25 °C, planta-se na primavera ou no outono, em qualquer solo fresco, bem drenado, inclusive calcário, pobre ou pedregoso. Para favorecer as suas belas cores, recomenda-se a sua instalação em exposição ensolarada; reserve a meia-sombra para as regiões mais quentes. Regue abundantemente e com frequência nos primeiros verões, mas não é necessário fertilizar. Exige poucos cuidados, apenas manter o solo fresco, sobretudo no verão. Nos Berberis plantados em sebe, deve-se equilibrar a silhueta na primavera e em setembro. Nas sebes livres, nivela-se a ramagem após a floração, para reforçar o porte colunar do arbusto. Evitar manusear os ramos com as mãos nuas, pois apresentam espinhos difíceis de retirar quando se alojam na pele.
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Cuidados
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A rusticidade é a temperatura mais baixa do inverno que uma planta pode suportar sem sofrer danos graves ou mesmo morrer. No entanto, esta rusticidade é afetada pela localização (zona abrigada, como um pátio), pelas proteções (cobertura de inverno) e pelo tipo de solo (a rusticidade é melhorada por um solo bem drenado).
Os períodos de sementeira indicados no nosso site aplicam-se aos países e regiões situados na zona 8 da USDA (França, Reino Unido, Irlanda, Países Baixos).
Em regiões mais frias (Escandinávia, Polónia, Áustria...), adie a sementeira ao ar livre por 3 a 4 semanas ou semeie em estufa.
Em climas mais quentes (Itália, Espanha, Grécia, etc.), antecipe a sementeira ao ar livre de algumas semanas.
O período de colheita indicado no nosso site aplica-se aos países e regiões da zona 8 do USDA (França, Inglaterra, Irlanda, Países Baixos).
Em regiões mais frias (Escandinávia, Polónia, Áustria...), a colheita de frutas e legumes provavelmente ocorrerá 3 a 4 semanas mais tarde.
Em regiões mais quentes (Itália, Espanha, Grécia, etc.), a colheita provavelmente ocorrerá mais cedo, dependendo das condições meteorológicas.
O período de plantação indicado no nosso site aplica-se às regiões situadas na zona 9b do USDA (Litoral atlântico e vale do Tejo: Lisboa, Porto, Setúbal, Coimbra, Aveiro). Este período varia consoante o local onde reside:
- No interior centro e no Alentejo (Évora, Portalegre, Castelo Branco, Guarda, Viseu), adie a plantação de 2 a 3 semanas na primavera e antecipe-a de 2 a 3 semanas no outono em relação às datas indicadas, para evitar os picos de calor do verão e as geadas de inverno dos planaltos interiores.
- Nos Maciços do norte e do centro (Serra da Estrela, Serra do Gerês, Bragança, Chaves), é preferível plantar no final da primavera (maio), uma vez eliminados os últimos riscos de geada, ou no início do outono (setembro–outubro), quando o calor intenso do verão já tiver passado e as primeiras chuvas de outono tiverem regressado.
Em climas temperados, a poda de arbustos com floração na primavera (forsythia, espireia, etc.) deve ser feita logo após a floração.
A poda dos arbustos com floração no verão (amargoseira, perovskia, etc.) pode ser feita no inverno ou na primavera.
Em regiões frias, bem como para plantas sensíveis ao gelo, evite podar muito cedo, quando ainda podem ocorrer geadas fortes.
O período de floração indicado no nosso site aplica-se às regiões situadas na zona 9b do USDA (Litoral atlântico e vale do Tejo: Lisboa, Porto, Setúbal, Coimbra, Aveiro).
Este período varia consoante o local onde reside:
- No interior centro e no Alentejo (Évora, Portalegre, Castelo Branco, Guarda, Viseu), a floração será adiada de 2 a 3 semanas em relação às datas indicadas, por causa das primaveras mais secas e das variações de temperaturas mais acentuadas.
- Nos maciços do norte e do centro (Serra da Estrela, Serra do Gerês, Bragança, Chaves), a floração será adiada de 3 a 5 semanas. Ocorrerá principalmente entre maio e julho, dependendo da altitude.
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