Dália bola Colombus
Dália bola Colombus
Dahlia Colombus
Dália bola , Dália Ball
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Descrição
Le Dahlia Colombus vient enrichir la gamme des dahlias balles d'un coloris unique, en deux tons de lilas bien contrastés. C'est une variété dont les fleurs en forme de boules sont précisément et joliment structurées en innombrables alvéoles, ce qui leur confère un beau relief. La plante fleurit abondamment, de l'été aux gelées et montre un port buissonnant et dressé, soutenu par de longues tiges, d'une tenue impeccable dans les bouquets comme en fond de massif.
Les Dahlias sont de la famille des Astéracées, ils sont initialement originaires des hauts plateaux mexicains et portent des inflorescences en capitules, que nous appelons couramment 'fleurs'. À l’heure actuelle, les milliers de variétés horticoles obtenues par l’homme ont envahi, pour notre plus grand plaisir, les jardins du monde entier.
La variété 'Colombus', d'obtention très récente, mesurera au bout de 3 à 4 mois de culture entre 90 cm et 1.10 m de hauteur pour 60 cm de diamètre. Il est classé parmi les Dahlias du groupe décoratif à fleurs de type Balle. Dans cette catégorie, les capitules sont sans cœur visible, et composés de très nombreux pétales (ligules) régulièrement disposés et complètement enroulés sur eux-mêmes. Tubulaires, ils ne s'évasent jamais. On y retrouve les variétés qui forment de véritables boules, comme les pompons (diamètre inférieur à 6 cm) et les balles (diamètre supérieur à 6 cm). Les capitules de cette variété Colombus mesurent généralement 9 cm de diamètre. Lorsque le capitule éclot, sa couleur est un violet pourpré foncé. Plus il s'épanouit, plus cette couleur s'éclaircit en mauve. La plante possède un port érigé, et ses tiges nécessitent parfois un tuteurage. La floraison de cette variété débute en juillet pour se terminer en octobre-novembre, si l'on prend soin d'éliminer les fleurs fanées ou d'en faire souvent des bouquets. Le port est buissonnant et dressé. Les tiges, très rameuses, longues et solides, sont creuses et les feuilles sont opposées, pennatiséquées, c’est-à-dire qu'elles se subdivisent en 3 ou 5 lobes très dentés. Les feuilles et les tiges sont d'un vert moyen.
Pour favoriser les remontées florales, prenez soin de couper les fleurs fanées, ou mieux encore, faites-en régulièrement de gros bouquets colorés en l'associant à d'autres variétés. 'Colombus' donne des fleurs charmantes dans les bouquets, en compagnie de variété à fleurs simples ou en pompon, blanches, roses ou pourpres. Dans les massifs, il s'associe bien à la mauve sylvestre ‘Primley Blue’, aux géraniums vivaces ‘Blue Cloud’ ou ‘Rozanne’ ou au Pennisetum ‘Rubrum’ qui fleurissent au même moment. Les asters et les sauges arbustives, à fleurs légères, sont également de parfaits compagnons pour les Dahlias. Ses longues tiges très fleuries permettent d'agrémenter les bouquets jusque tard en saison.
Plante vedette des bordures et des jardins de curé, les Dahlias accompagnent sans complexe les plus belles des fleurs, mais sont appréciés par ailleurs au côté des plantes potagères. Au Mexique, cette tubéreuse a d’abord été cultivée en tant que légume-racine pour être consommée. Mais ses piètres qualités gustatives l’ont assignée au rang de plante ornementale. Depuis lors, l'intérêt pour leur belle exubérance ne s'est jamais démenti.
Hábito
Floração
Folhagem
Botânica
Dahlia
Colombus
Asteraceae
Dália bola , Dália Ball
Hortícola
Plantação e cuidados
A Dália ‘Colombus’ é fácil de cultivar em todas as regiões. Para uma floração generosa, recomenda-se respeitar algumas regras simples: deve-se plantar os tubérculos em situação de pleno sol logo após as últimas geadas, solos ricos, frescos, e bem drenados são ideais. Uma humidade estagnada, por outro lado, favorece o apodrecimento dos tubérculos. Recomenda-se emendar o solo com composto e areia, se necessário. Trabalhe o solo em profundidade e enriqueça‑o, por exemplo, com farinha de chifre ou sangue desidratado. Coloque o tubérculo e esmague bem a terra para fechar sem bolsas de ar. A dália deve ficar coberta por cerca de 6 cm de terra. No final da plantação, regue abundantemente uma vez, repetindo a rega regularmente durante as primeiras 6 semanas para favorecer o enraizamento.
As dálias são sensíveis ao frio; devem ser preservadas no inverno. Em novembro, as primeiras geadas tornam a folhagem negra, sendo esse o momento de as arrancar. Desenterre os tubérculos com cuidado. Remova o máximo de terra. Deixe secar a folhagem, para que os tubérculos possam recompor as suas reservas. Depois, corte os caules a 10 cm. Espalhe os tubérculos numa caixa sobre papel de jornal. Armazene‑os à prova de geada num local seco, fresco, e escuro, como, por exemplo, uma garagem sem risco de geada ou um sótão. Nas regiões mais quentes, próximas do litoral, que registam poucos dias de geada por ano, é possível deixá‑los no lugar. Nesse caso, cubra simplesmente o solo com um tapete de folhas ou de palha como proteção.
Esta dália de grande porte, com os seus caules ocos e as flores pesadas, por vezes resiste mal ao vento ou às chuvas violentas. Para colmatar esse inconveniente, pode‑se estacá‑la, mas, convenhamos, não é muito estético. Em contrapartida, ao beliscar precocemente os caules ou ao retirar os botões florais axiais, espaça‑se o porte da planta, que oferecerá maior resistência às intempéries. Paralelamente, assim canaliza‑se o afluxo de seiva para uma única flor, que ficará maior e mais sólida.
Quando plantar?
Para que local?
Cuidados
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A rusticidade é a temperatura mais baixa do inverno que uma planta pode suportar sem sofrer danos graves ou mesmo morrer. No entanto, esta rusticidade é afetada pela localização (zona abrigada, como um pátio), pelas proteções (cobertura de inverno) e pelo tipo de solo (a rusticidade é melhorada por um solo bem drenado).
Os períodos de sementeira indicados no nosso site aplicam-se aos países e regiões situados na zona 8 da USDA (França, Reino Unido, Irlanda, Países Baixos).
Em regiões mais frias (Escandinávia, Polónia, Áustria...), adie a sementeira ao ar livre por 3 a 4 semanas ou semeie em estufa.
Em climas mais quentes (Itália, Espanha, Grécia, etc.), antecipe a sementeira ao ar livre de algumas semanas.
O período de colheita indicado no nosso site aplica-se aos países e regiões da zona 8 do USDA (França, Inglaterra, Irlanda, Países Baixos).
Em regiões mais frias (Escandinávia, Polónia, Áustria...), a colheita de frutas e legumes provavelmente ocorrerá 3 a 4 semanas mais tarde.
Em regiões mais quentes (Itália, Espanha, Grécia, etc.), a colheita provavelmente ocorrerá mais cedo, dependendo das condições meteorológicas.
O período de plantação indicado no nosso site aplica-se às regiões situadas na zona 9b do USDA (Litoral atlântico e vale do Tejo: Lisboa, Porto, Setúbal, Coimbra, Aveiro). Este período varia consoante o local onde reside:
- No interior centro e no Alentejo (Évora, Portalegre, Castelo Branco, Guarda, Viseu), adie a plantação de 2 a 3 semanas na primavera e antecipe-a de 2 a 3 semanas no outono em relação às datas indicadas, para evitar os picos de calor do verão e as geadas de inverno dos planaltos interiores.
- Nos Maciços do norte e do centro (Serra da Estrela, Serra do Gerês, Bragança, Chaves), é preferível plantar no final da primavera (maio), uma vez eliminados os últimos riscos de geada, ou no início do outono (setembro–outubro), quando o calor intenso do verão já tiver passado e as primeiras chuvas de outono tiverem regressado.
Em climas temperados, a poda de arbustos com floração na primavera (forsythia, espireia, etc.) deve ser feita logo após a floração.
A poda dos arbustos com floração no verão (amargoseira, perovskia, etc.) pode ser feita no inverno ou na primavera.
Em regiões frias, bem como para plantas sensíveis ao gelo, evite podar muito cedo, quando ainda podem ocorrer geadas fortes.
O período de floração indicado no nosso site aplica-se às regiões situadas na zona 9b do USDA (Litoral atlântico e vale do Tejo: Lisboa, Porto, Setúbal, Coimbra, Aveiro).
Este período varia consoante o local onde reside:
- No interior centro e no Alentejo (Évora, Portalegre, Castelo Branco, Guarda, Viseu), a floração será adiada de 2 a 3 semanas em relação às datas indicadas, por causa das primaveras mais secas e das variações de temperaturas mais acentuadas.
- Nos maciços do norte e do centro (Serra da Estrela, Serra do Gerês, Bragança, Chaves), a floração será adiada de 3 a 5 semanas. Ocorrerá principalmente entre maio e julho, dependendo da altitude.
País de entrega e idioma
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