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Videira Exalta - Vitis vinifera

Vitis vinifera exalta ZPd4
Vigne, Vigne cultivée, Vigne à raisin, Vigne à vin, Vigne vinifère

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Uma variedade interessante pelos seus frutos quase sem grainhas. Produz cachos grandes de pequenas bagas amarelo-douradas, bem doces e com um agradável sabor a moscatel. As uvas estão boas para colher a partir do final de agosto e em setembro. A Exalta possui um porte semi-ereto e necessita de ser conduzida numa treliça ou caramanchão. Muito rústica, cresce em pleno sol, em solo neutro a calcário bem drenado. Deve ser podada todos os anos e conduzida em poda longa.
Sabor
Doce
Altura à maturidade
4 m
Largura à maturidade
3 m
Exposição
Sol
Rusticidade
Até -23.5°C
Autofértil
Melhor período de plantação Outubro para Novembro
Período razoável de plantação Fevereiro para Abril, Setembro para Novembro
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Período de floração Maio para Junho
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Período de colheita Setembro
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Descrição

A uva Exalta é uma variedade de vigor médio a forte, capaz de atingir 4 m de altura e mais, desde que conduzida numa parreira ou num caramanchão. Esta variedade produz uma uva de mesa amarelo-dourada, bem doce, com notas de moscatel, boa para colher a partir do final de agosto. Os cachos grandes com bagas pequenas são pouco sensíveis à podridão e têm boa aptidão para conservação. Estas uvas têm a vantagem de não ter grainhas. Esta videira prosperará na maioria dos solos neutros a calcários, bem drenados e em exposição soalheira. É bastante resistente ao frio.

A videira (Vitis vinifera) crescia em estado selvagem há mais de 5000 anos na América do Norte e Central, Europa e Ásia Central e Oriental. A subespécie sylvestris ainda existe, tratando-se de uma trepadeira que cresce nas orlas da floresta e é capaz de se elevar a grandes alturas nas árvores. A sua introdução em França, para cultivo, foi feita pelos Fócios na Provença, por volta de 600 a.C. As variedades atuais, denominadas castas no caso da videira, estão ligadas à subespécie vinifera (embora existam outras espécies cultivadas, mas muito minoritárias). Economicamente, a videira para vinho predomina largamente sobre a de mesa, contando-se mais de 200 castas autorizadas em França, fruto de um longo trabalho de seleção ao longo dos séculos.

Exalta é um híbrido obtido em 1990 pelo INRA de Bordéus, cruzando as variedades 'Muscat de Hamburgo', uma variedade antiga bem conhecida, e 'Perlette', uma uva branca sem grainha. Arbusto trepador sarmentoso de vigor médio a forte, a videira Exalta tem um porte semi-ereto e atinge facilmente 4 m de altura ou de expansão se não for podada. Necessita de ser conduzida em poda longa e entrelaçada numa treliça ou num caramanchão que poderá cobrir. A sua folhagem é de um belo verde claro mate, com folhas inteiras ou com três lóbulos, serrilhadas em todo o contorno. Os ramos herbáceos possuem longas gavinhas de cor amarela, que permitem à planta agarrar-se ao suporte que lhe é fornecido. A sua floração ocorre em maio-junho, consoante os anos e as regiões, oferecendo flores muito pequenas esverdeadas reunidas em cachos cónicos e cilíndricos bastante grandes. Como a maioria das uvas, é uma variedade auto-fértil.
Evoluem para cachos médios a grandes, com pequenos bagos apertados, de um amarelo âmbar na maturação a partir do final de agosto (1 semana após o Chasselas) e bons para colher durante todo o setembro. Com pele fina e polpa suculenta, estas bagas são bem doces e com um sabor ligeiramente a moscatel, que devem a um dos seus progenitores. Do segundo progenitor, herdaram a ausência de grainha... ou melhor, formam-se grainhas, mas permanecem muito pequenas (1 mm e menos) de modo a não serem sentidas na degustação. Permanecem no estádio de simples esboço sem se lenhificarem... Estas bagas são pouco sensíveis à podridão e conservam-se bem antes de serem consumidas. É útil fazer uma poda em verde para eliminar algumas folhas de modo a que as uvas fiquem bem expostas ao sol e possam adquirir esta bela cor dourada, garantia da sua qualidade gustativa.
Bem rústica (até -20 °C, ou mesmo -25 °C), esta videira cresce em pleno sol, num solo neutro a calcário, ou mesmo ligeiramente ácido, bem drenado. Uma terra comum basta-lhe, mesmo pedregosa, desde que não seja demasiado seca. Um solo demasiado rico ou uma fertilização demasiado forte beneficiará mais a vegetação do que os frutos. Basta aplicar um fertilizante orgânico após a colheita para a formação de reservas antes do inverno. A sua videira utilizará isso para um bom reinício na primavera seguinte.

A uva Exalta consome-se à mesa ou em sumo, por exemplo num cocktail de frutas vitaminado ao pequeno-almoço. De uma forma geral, a uva é rica em vitaminas B, é uma fonte de fibras e de manganês e está bem provida de antioxidantes. Também poderá ter um papel na prevenção de doenças cardiovasculares e, sobretudo, é uma sobremesa saudável, natural e saborosa. A Exalta apresenta assim notas florais aromáticas muito agradáveis. Poderá plantá-la em associação com outras variedades, de uva preta por exemplo, para variar os prazeres, como a Merlot, bem conhecida no vinho, mas também consumível fresca.

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Videira Exalta - Vitis vinifera em imagens...

Videira Exalta - Vitis vinifera (Colheita) Colheita

Hábito

Altura à maturidade 4 m
Largura à maturidade 3 m
Crescimento normale

Fruta

Cor do fruto amarela
Sabor Doce
Utilização Mesa
Período de colheita Setembro

Floração

Cor da flor verde
Período de floração Maio para Junho
Inflorescência Racemo

Folhagem

Persistência da folhagem Caduca
Folhagem colorida Verde médio

Botânica

Género

Vitis

Espécie

vinifera

Cultivar

exalta ZPd4

Família

Vitaceae

Outros nomes comuns

Vigne, Vigne cultivée, Vigne à raisin, Vigne à vin, Vigne vinifère

Origine

Hortícola

Referência do produto1010571

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Plantação e cuidados

Desde os estragos da filoxera no final do século XIX, a videira é obrigatoriamente enxertada em diferentes porta-enxertos resistentes a esta doença e adaptados a vários tipos de solo. Estes porta-enxertos provêm de variedades americanas naturalmente armadas contra este temível parasita, que também é de origem americana.
Plante a videira Exalta no outono, num solo profundo, bem drenado, mesmo pedregoso, argiloso e calcário, sabendo que a videira é pouco exigente quanto à natureza química do solo. É capaz de se adaptar a solos moderadamente ácidos (até cerca de pH 6, pois abaixo disso ocorrem bloqueios na assimilação de alguns oligoelementos), neutros e calcários até cerca de pH 8,5 (sabendo que, neste caso, é na realidade o excesso de calcário ativo que é prejudicial).

Instale-a numa exposição bem ensolarada, abrigada de ventos fortes, frios e secos. Esta variedade suporta geadas no inverno, sendo rústica até -20°/-25 °C. Incorpore na terra de plantação 3 ou 4 punhados de adubo para árvores de fruto e 2 kg de estrume compostado para cada cepa. Atenção, as raízes não devem ficar em contacto com o estrume. Após a plantação, pode acima de 2 olhos (gomos) grandes para obter o arranque de dois ramos. Conserve o mais vigoroso e amarre-o a uma estaca. Seguir-se-á a poda de formação.

A videira não necessita de um fornecimento regular de adubo para um bom rendimento, pelo contrário. Em solo demasiado rico, a vegetação (folhas) desenvolver-se-á em detrimento da frutificação. Enriqueça o solo com escórias potássicas, farinha de ossos ou quelato de ferro, apenas de dois em dois ou de três em três anos.

Quando plantar?

Melhor período de plantação Outubro para Novembro
Período razoável de plantação Fevereiro para Abril, Setembro para Novembro

Para que local?

Adequado para Prado
Tipo de utilização Trepadeira
Rusticidade Até -23.5°C (zona USDA 6a) Ver o mapa
Dificuldade de cultivo Amador
Densidade de plantação 1 por m2
Exposição Sol
pH do solo Neutro, Calcário
Tipo de solo Argilo-calcário (pesado e alcalino), Argilo-limoso (rico e leve), Calcário (pobre, alcalino e drenante), comum mas bem drenado

Cuidados

Descrição da poda Poda de formação: o cordão vertical é o mais simples, para revestir uma fachada ou um muro elevado. Mantenha uma pernada vertical sobre a qual se inserirão ramos secundários espaçados de 20 cm. Prolongue anualmente o cordão numa altura de 50 a 60 cm. Para obter um cordão bilateral (com dois braços), selecionam-se duas gemas opostas que serão conduzidas individualmente em cordão. Poda de frutificação: a videira floresce nos rebentos do ano, suportados pelos ramos do ano anterior. Para uma frutificação abundante, é necessário renovar as hastes todos os anos. Recomenda-se uma poda em verde em junho-julho, sob a forma de desbaste. Trata-se de desbastar ligeiramente a planta para permitir que o sol amadureça bem as futuras bagas.
Poda Poda recomendada 1 vez por ano
Período de poda Março, Junho para Julho
Humidade do solo Tolerante
Resistência a doenças Boa
Hibernação Pode permanecer no solo

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