O fisális-do-Peru 'Fruttosa' cultiva-se no jardim nas regiões onde as geadas são tardias e pouco marcadas.
Em plena terra, instalam-se as plantas jovens a partir de meados de maio, quando todo o risco de geada estiver afastado. Escolha um local bem ensolarado, abrigado do vento, num solo leve, humífero e bem drenado. Um aporte de composto bem decomposto no momento do plantio favorece o crescimento.
Espacie as plantas cerca de 80 cm para lhes permitir ocupar espaço.
Regue regularmente, sem excessos, sobretudo no início e durante os períodos secos. Uma cobertura orgânica ajuda a manter a humidade e a limitar as infestantes.
Belisque as extremidades das hastes no início da estação para incentivar a ramificação e aumentar a produção de frutos.
Nas regiões mais frescas, é preferível cultivar este fisális 'Fruttosa' em vaso, num recipiente profundo (pelo menos 30 cm), preenchido com uma mistura leve à base de terra, composto maduro e areia ou perlite para melhorar a drenagem. Coloque o vaso em pleno sol, regue de forma regular deixando a superfície secar entre regas. Um aporte de adubo líquido de 15 em 15 dias após a floração estimula a frutificação. No fim da estação, caso se pretenda conservar a planta, recolha-se para local protegido das geadas, ou deixe-a terminar o seu ciclo.
Esta planta não é rústica : morre assim que a temperatura desce abaixo de 0 °C. Cultiva-se, portanto, como anual em clima temperado.
Fisális / Tomate-de-capucho Fruttosa
Fisális / Tomate-de-capucho Fruttosa
Physalis peruviana 'Fruttosa'
Alquequenje-amarelo , Cereja-dos-incas , Tomate-capucho
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Mais informações
Garantimos a qualidade das nossas plantas durante um ciclo vegetativo completo.
Substituímos, a nosso custo, qualquer planta que não tenha bem recuperado e desenvolvido em condições climáticas e de plantação normais.
Descrição
Le Physalis peruviana 'Fruttosa', ou Coqueret du Pérou 'Fruttosa', est une plante potagère et ornementale cultivée pour ses baies orange vif comestibles, enchâssées dans un calice décoratif. Facile à cultiver au jardin ou sur un balcon, elle offre une fructification généreuse et séduit par son allure originale. On récolte les fruits dès la fin de l’été et jusqu'en automne. Ils se dégustent crus, en confiture ou en accompagnement de plats. Cette variété offre un bon compromis entre rendement, saveur et esthétique.
Le Coqueret du Pérou appartient à la famille des Solanacées, comme la tomate et la pomme de terre. Son nom scientifique, Physalis peruviana, fait référence à ses origines andines, notamment au Pérou et en Colombie, où il pousse spontanément sur les hauteurs tempérées, entre 500 et 3 000 m d’altitude. Le genre Physalis, qui signifie « vessie » en grec, évoque la forme du calice qui entoure le fruit comme une lanterne.
'Fruttosa' est un cultivar sélectionné pour sa bonne productivité et son port compact. Contrairement à certaines variétés plus vigoureuses, 'Fruttosa' ne dépasse pas 80 cm à 1,20 m de hauteur. La plante pousse rapidement dès que la chaleur s’installe, elle forme un petit buisson ramifié aux tiges souples et velues. Les feuilles, de forme ovale à base en cœur, sont recouvertes d’un léger duvet, vert moyen à foncé. La floraison débute en juillet. Les petites fleurs de 2 cm de diamètre sont solitaires, campanulées, jaune pâle, tachées de brun à l’intérieur. Ces fleurs donnent naissance à un fruit rond, lisse, orange, de 1,5 à 2 cm de diamètre. De saveur sucrée à maturité, son goût rappelle la mangue et la tomate. Chaque fruit est protégé par un calice beige clair, nervuré, qui se referme complètement et le protège des insectes et de l’humidité. Les fruits mûrs tombent au sol.
La plante ne résiste pas au gel. Elle est généralement cultivée comme une annuelle sous nos latitudes.
Autrefois cultivé dans les monastères d’Amérique du Sud, le Coqueret du Pérou a été diffusé en Afrique du Sud au XIXᵉ siècle. Le calice agissant comme un emballage naturel a permis sa conservation durant les longues traversées maritimes.
La récolte : le physalis peruviana 'Fruttosa' se récolte dès le mois d'août quand les fruits ont pris leur plus belle couleur et que le calice est bien parcheminé. Un pied peut donner 250 à 300 fruits.
La conservation : les fruits du physalis se consomment traditionnellement frais. Ils se conservent quelques jours dans le bac à légumes du réfrigérateur. Ils peuvent être cuits ou même séchés. Ils seront alors laissés dans un endroit sec et aéré sans contact les uns avec les autres et peuvent se conserver quelques mois.
Le petit truc du jardinier : les physalis sont parfois sujets aux infestations d'aleurodes. Ces petits insectes blancs de la même famille que les pucerons ne sont vraiment une gêne que s'ils sont en trop grand nombre. Un purin de menthe poivrée ou même une pulvérisation d'eau mélangée à du savon noir auront raison d'eux sans recours à la chimie. Les prédateurs naturels des pucerons sont, eux aussi, à privilégier telles les coccinelles ou les chrysopes.
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A rusticidade é a temperatura mais baixa do inverno que uma planta pode suportar sem sofrer danos graves ou mesmo morrer. No entanto, esta rusticidade é afetada pela localização (zona abrigada, como um pátio), pelas proteções (cobertura de inverno) e pelo tipo de solo (a rusticidade é melhorada por um solo bem drenado).
Os períodos de sementeira indicados no nosso site aplicam-se aos países e regiões situados na zona 8 da USDA (França, Reino Unido, Irlanda, Países Baixos).
Em regiões mais frias (Escandinávia, Polónia, Áustria...), adie a sementeira ao ar livre por 3 a 4 semanas ou semeie em estufa.
Em climas mais quentes (Itália, Espanha, Grécia, etc.), antecipe a sementeira ao ar livre de algumas semanas.
O período de colheita indicado no nosso site aplica-se aos países e regiões da zona 8 do USDA (França, Inglaterra, Irlanda, Países Baixos).
Em regiões mais frias (Escandinávia, Polónia, Áustria...), a colheita de frutas e legumes provavelmente ocorrerá 3 a 4 semanas mais tarde.
Em regiões mais quentes (Itália, Espanha, Grécia, etc.), a colheita provavelmente ocorrerá mais cedo, dependendo das condições meteorológicas.
O período de plantação indicado no nosso site aplica-se às regiões situadas na zona 9b do USDA (Litoral atlântico e vale do Tejo: Lisboa, Porto, Setúbal, Coimbra, Aveiro). Este período varia consoante o local onde reside:
- No interior centro e no Alentejo (Évora, Portalegre, Castelo Branco, Guarda, Viseu), adie a plantação de 2 a 3 semanas na primavera e antecipe-a de 2 a 3 semanas no outono em relação às datas indicadas, para evitar os picos de calor do verão e as geadas de inverno dos planaltos interiores.
- Nos Maciços do norte e do centro (Serra da Estrela, Serra do Gerês, Bragança, Chaves), é preferível plantar no final da primavera (maio), uma vez eliminados os últimos riscos de geada, ou no início do outono (setembro–outubro), quando o calor intenso do verão já tiver passado e as primeiras chuvas de outono tiverem regressado.
Em climas temperados, a poda de arbustos com floração na primavera (forsythia, espireia, etc.) deve ser feita logo após a floração.
A poda dos arbustos com floração no verão (amargoseira, perovskia, etc.) pode ser feita no inverno ou na primavera.
Em regiões frias, bem como para plantas sensíveis ao gelo, evite podar muito cedo, quando ainda podem ocorrer geadas fortes.
O período de floração indicado no nosso site aplica-se às regiões situadas na zona 9b do USDA (Litoral atlântico e vale do Tejo: Lisboa, Porto, Setúbal, Coimbra, Aveiro).
Este período varia consoante o local onde reside:
- No interior centro e no Alentejo (Évora, Portalegre, Castelo Branco, Guarda, Viseu), a floração será adiada de 2 a 3 semanas em relação às datas indicadas, por causa das primaveras mais secas e das variações de temperaturas mais acentuadas.
- Nos maciços do norte e do centro (Serra da Estrela, Serra do Gerês, Bragança, Chaves), a floração será adiada de 3 a 5 semanas. Ocorrerá principalmente entre maio e julho, dependendo da altitude.
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