Tulipa tarda
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Tulipa botânica
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Descrição
A Tulipa botânica tarda é uma espécie silvestre de cultivo fácil, atarracada, dotada de uma floração precoce que apresenta a vantagem de se naturalizar facilmente nas zonas soalheiras do jardim. Oferece em cada haste várias flores em pequenas estrelas de um amarelo vivo, pontilhadas de branco. É uma pequena planta radiante e prolífica, cuja floração solar se aguarda com impaciência, logo no início da primavera.
A Tulipa tarda (sinónimo T. dasystemon) pertence à família das Liliáceas. É originária da Ásia Central, em particular de uma cordilheira de altas montanhas chamada Tian Shan, ou montanhas celestes. Encontra-se nas vertentes rochosas bem expostas. Ao contrário de outras tulipas silvestres, esta tolera relativamente bem solos que permanecem frescos no verão, o que permite cultivá-la em todas as regiões.
O pequeno bolbo desta tulipa desenvolve no inverno uma roseta de folhas estreitas e longas de 15-20 cm, em forma de calha, de um verde escuro lustroso. Do centro da roseta eleva-se, em março-abril, uma haste floral de 12 a 15 cm de altura que irá suportar 2 a 6 pequenas flores de 3-4 cm de diâmetro, formando um cacho bastante compacto. Estas flores são compostas por 6 pétalas finas de forma oval com extremidade pontiaguda, dispostas em estrela. Cada pétala é maioritariamente colorida de um amarelo muito luminoso, mas apresenta uma extremidade perfeitamente branca. Estas estrelas abrem-se completamente ao sol para se fecharem ao final do dia ou com tempo cinzento. A folhagem, caduca, seca e desaparece algum tempo após a floração. Esta tulipa produz sementes que podem ser autossemeadoras, mas também prolifera através do desenvolvimento de estolhos em boas condições. O que lhe permite expandir-se como cobertura vegetal onde se sente bem.
Plantem-se os bolbos da Tulipa tarda em massa, num maciço bem drenado, numa rocha ou num jardineira, por exemplo em companhia de outras tulipas botânicas como as Tulipa urumiensis e T. clusiana. Pode também ser combinada com crocos, narcisos botânicos, muscaris ou outros bolbos de floração precoce numa zona pouco cortada e pouco frequentada do jardim. Podem igualmente colocar-se as tulipas botânicas entre as vivazes e os arbustos caducos, à beira de um caminho, não longe da porta de entrada para se poder apreciar em cada passagem. A Tulipa tarda pode também cultivar-se em jardineira ou vaso. Com o tempo, comporá quadros fantásticos.
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Tulipa tarda em imagens...
Hábito
Floração
Folhagem
Botânica
Tulipa
tarda
Liliaceae
Tulipa botânica
Ásia Central
Plantação e cuidados
Quando plantar?
Para que local?
Cuidados
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A rusticidade é a temperatura mais baixa do inverno que uma planta pode suportar sem sofrer danos graves ou mesmo morrer. No entanto, esta rusticidade é afetada pela localização (zona abrigada, como um pátio), pelas proteções (cobertura de inverno) e pelo tipo de solo (a rusticidade é melhorada por um solo bem drenado).
Os períodos de sementeira indicados no nosso site aplicam-se aos países e regiões situados na zona 8 da USDA (França, Reino Unido, Irlanda, Países Baixos).
Em regiões mais frias (Escandinávia, Polónia, Áustria...), adie a sementeira ao ar livre por 3 a 4 semanas ou semeie em estufa.
Em climas mais quentes (Itália, Espanha, Grécia, etc.), antecipe a sementeira ao ar livre de algumas semanas.
O período de colheita indicado no nosso site aplica-se aos países e regiões da zona 8 do USDA (França, Inglaterra, Irlanda, Países Baixos).
Em regiões mais frias (Escandinávia, Polónia, Áustria...), a colheita de frutas e legumes provavelmente ocorrerá 3 a 4 semanas mais tarde.
Em regiões mais quentes (Itália, Espanha, Grécia, etc.), a colheita provavelmente ocorrerá mais cedo, dependendo das condições meteorológicas.
O período de plantação indicado no nosso site aplica-se às regiões situadas na zona 9b do USDA (Litoral atlântico e vale do Tejo: Lisboa, Porto, Setúbal, Coimbra, Aveiro). Este período varia consoante o local onde reside:
- No interior centro e no Alentejo (Évora, Portalegre, Castelo Branco, Guarda, Viseu), adie a plantação de 2 a 3 semanas na primavera e antecipe-a de 2 a 3 semanas no outono em relação às datas indicadas, para evitar os picos de calor do verão e as geadas de inverno dos planaltos interiores.
- Nos Maciços do norte e do centro (Serra da Estrela, Serra do Gerês, Bragança, Chaves), é preferível plantar no final da primavera (maio), uma vez eliminados os últimos riscos de geada, ou no início do outono (setembro–outubro), quando o calor intenso do verão já tiver passado e as primeiras chuvas de outono tiverem regressado.
Em climas temperados, a poda de arbustos com floração na primavera (forsythia, espireia, etc.) deve ser feita logo após a floração.
A poda dos arbustos com floração no verão (amargoseira, perovskia, etc.) pode ser feita no inverno ou na primavera.
Em regiões frias, bem como para plantas sensíveis ao gelo, evite podar muito cedo, quando ainda podem ocorrer geadas fortes.
O período de floração indicado no nosso site aplica-se às regiões situadas na zona 9b do USDA (Litoral atlântico e vale do Tejo: Lisboa, Porto, Setúbal, Coimbra, Aveiro).
Este período varia consoante o local onde reside:
- No interior centro e no Alentejo (Évora, Portalegre, Castelo Branco, Guarda, Viseu), a floração será adiada de 2 a 3 semanas em relação às datas indicadas, por causa das primaveras mais secas e das variações de temperaturas mais acentuadas.
- Nos maciços do norte e do centro (Serra da Estrela, Serra do Gerês, Bragança, Chaves), a floração será adiada de 3 a 5 semanas. Ocorrerá principalmente entre maio e julho, dependendo da altitude.
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