Ctenanthe Compactstar - Bamburanta
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Ctenanthe oppenheimiana Compactstar
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Garantimos a qualidade das nossas plantas durante um ciclo vegetativo completo.
Substituímos, a nosso custo, qualquer planta que não tenha bem recuperado e desenvolvido em condições climáticas e de plantação normais.
Descrição
Le Ctenanthe 'Compactstar', surnommé « plante prière », est une plante d'intérieur tropicale qu’on choisit pour le graphisme de son feuillage. Ses feuilles, d'un gris argenté rayé de vert dévoilant un revers violet, donnent au moindre décor un petit air de sous-bois tropical. Originaire des forêts humides du Brésil, elle se sent bien dans une pièce lumineuse et douce, où l’on peut observer ses feuilles se redresser le soir. Compacte, elle se glisse facilement sur une étagère, une console, voire au bord de la baignoire !
Botaniquement, le Ctenanthe 'Compactstar' appartient à la famille des Marantacées, qui rassemble les « plantes à prières » comme les Calathea et Maranta. On le rencontre souvent sous des noms différents dans le commerce (Ctenanthe setosa ‘Compactstar’, simplement Ctenanthe ‘Compactstar’…), mais elle est généralement rattachée aujourd’hui à Ctenanthe oppenheimiana.
Plante vivace rhizomateuse, elle forme avec le temps une touffe dense de tiges souples légèrement teintées de pourpre, atteignant 40 à 60 cm de hauteur pour 40 à 50 cm de largeur. Ses feuilles lancéolées, longues d’une vingtaine de centimètres, montrent sur le dessus un fond gris-vert parcouru de nervures vert foncé en motif d’arête de poisson, tandis que le revers est coloré violet à bordeaux. Comme chez toutes les plantes prières, le feuillage se redresse le soir et s’abaisse le matin. Des petites fleurs blanches, regroupées en épis discrets, peuvent apparaître en toute saison, mais elles restent secondaires par rapport au feuillage.
La plupart des sources considèrent le ctenanthe non toxique pour l’homme et les animaux, même si quelques producteurs le décrivent comme légèrement irritant en cas d’ingestion importante : par prudence, mieux vaut le garder hors de portée des jeunes enfants et des animaux curieux.
En intérieur, cette variété apprécie une lumière tamisée, sans soleil direct, une atmosphère humide (salle de bain, cuisine, pièce de vie peu chauffée) et des températures stables entre 18 et 24 °C, sans courants d’air froid. C’est une plante un peu exigeante mais accessible aux amateurs motivés : elle demande surtout une humidité de l’air suffisante et un arrosage régulier mais mesuré, sans laisser sécher complètement le substrat ni détremper le pot.
A la maison, ce ctenanthe est mis en valeur un cache-pot en céramique mate, dans des tons écrus, vert sauge ou terracotta, qui font ressortir ses rayures argentées. Son petit gabarit permet de le poser sur une étagère ou un meuble bas, à côté de livres ou d'objets en bois clair. Pour composer une petite scène de sous-bois tropical, on peut l’accompagner de Calathea sanguinea rose et crème, Syngonium podophyllum 'Confetti' plus léger, Aglaonema 'Red Zirkon' tacheté de rouge et d’un Philodendron 'White Measure' aux panachures crèmes.
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Ctenanthe Compactstar - Bamburanta em imagens...
Folhagem
Hábito
Floração
Botânica
Ctenanthe
oppenheimiana
Compactstar
Marantaceae
Hortícola
Precauções
Localização
Localização
Manutenção & cuidados
Dicas de rega
Conselhos sobre replantio, substratos e fertilizantes
Manutenção da planta
Conselhos sobre doenças e pragas
Manutenção & cuidados
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A rusticidade é a temperatura mais baixa do inverno que uma planta pode suportar sem sofrer danos graves ou mesmo morrer. No entanto, esta rusticidade é afetada pela localização (zona abrigada, como um pátio), pelas proteções (cobertura de inverno) e pelo tipo de solo (a rusticidade é melhorada por um solo bem drenado).
Os períodos de sementeira indicados no nosso site aplicam-se aos países e regiões situados na zona 8 da USDA (França, Reino Unido, Irlanda, Países Baixos).
Em regiões mais frias (Escandinávia, Polónia, Áustria...), adie a sementeira ao ar livre por 3 a 4 semanas ou semeie em estufa.
Em climas mais quentes (Itália, Espanha, Grécia, etc.), antecipe a sementeira ao ar livre de algumas semanas.
O período de colheita indicado no nosso site aplica-se aos países e regiões da zona 8 do USDA (França, Inglaterra, Irlanda, Países Baixos).
Em regiões mais frias (Escandinávia, Polónia, Áustria...), a colheita de frutas e legumes provavelmente ocorrerá 3 a 4 semanas mais tarde.
Em regiões mais quentes (Itália, Espanha, Grécia, etc.), a colheita provavelmente ocorrerá mais cedo, dependendo das condições meteorológicas.
O período de plantação indicado no nosso site aplica-se às regiões situadas na zona 9b do USDA (Litoral atlântico e vale do Tejo: Lisboa, Porto, Setúbal, Coimbra, Aveiro). Este período varia consoante o local onde reside:
- No interior centro e no Alentejo (Évora, Portalegre, Castelo Branco, Guarda, Viseu), adie a plantação de 2 a 3 semanas na primavera e antecipe-a de 2 a 3 semanas no outono em relação às datas indicadas, para evitar os picos de calor do verão e as geadas de inverno dos planaltos interiores.
- Nos Maciços do norte e do centro (Serra da Estrela, Serra do Gerês, Bragança, Chaves), é preferível plantar no final da primavera (maio), uma vez eliminados os últimos riscos de geada, ou no início do outono (setembro–outubro), quando o calor intenso do verão já tiver passado e as primeiras chuvas de outono tiverem regressado.
Em climas temperados, a poda de arbustos com floração na primavera (forsythia, espireia, etc.) deve ser feita logo após a floração.
A poda dos arbustos com floração no verão (amargoseira, perovskia, etc.) pode ser feita no inverno ou na primavera.
Em regiões frias, bem como para plantas sensíveis ao gelo, evite podar muito cedo, quando ainda podem ocorrer geadas fortes.
O período de floração indicado no nosso site aplica-se às regiões situadas na zona 9b do USDA (Litoral atlântico e vale do Tejo: Lisboa, Porto, Setúbal, Coimbra, Aveiro).
Este período varia consoante o local onde reside:
- No interior centro e no Alentejo (Évora, Portalegre, Castelo Branco, Guarda, Viseu), a floração será adiada de 2 a 3 semanas em relação às datas indicadas, por causa das primaveras mais secas e das variações de temperaturas mais acentuadas.
- Nos maciços do norte e do centro (Serra da Estrela, Serra do Gerês, Bragança, Chaves), a floração será adiada de 3 a 5 semanas. Ocorrerá principalmente entre maio e julho, dependendo da altitude.