Criptoméria Cristata - Cryptomeria japonica
Criptoméria Cristata - Cryptomeria japonica
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Cryptomeria japonica Cristata
Criptoméria , Cedro-do-japão , Criptoméria-do-japão , Cedro-japonês
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Descrição
O Cryptomeria japonica 'Cristata' é uma variedade de cedro-do-Japão bastante singular, que irá seduzir os entusiastas de curiosidades vegetais. Formando uma bela pirâmide esguia, adquirindo um porte mais tortuoso com a idade, este conífero apresenta uma vegetação de arquitectura fantasiosa, ornada por leques na extremidade dos ramos. Original e elegante, este Cryptomeria merece um bom lugar, isolado no centro do relvado num jardim de grandes dimensões. Adapta-se a qualquer terra de jardim bem drenada, antes fresca e sem excesso de calcário.
O Cryptomeria japonica é um conífero muito grande da família das taxodiáceas, originário do Japão. No país de origem, esta árvore é comumente plantada em redor de templos religiosos. Trata-se de uma espécie de clima de luminosidade e tipo atlântico ameno, ao mesmo tempo húmida durante todo o ano e suave no inverno. Na Ásia, esta árvore florestal com aspecto de sequoia atinge por vezes 60 m de altura, assentada sobre um tronco de 4 m de diâmetro coberto por uma casca castanho-avermelhada que se solta em lâminas verticais. Nas nossas latitudes, atinge ainda assim 30 a 40 m de altura. O folhagem é persistente no inverno. É constituída por agulhas curvas implantadas em espiral à volta dos raminhos. O cedro-do-Japão deu origem a numerosos cultivares seleccionados pelo seu pequeno desenvolvimento, pelo aspecto da folhagem, pelo porte original, pela resistência ao frio e pela melhor tolerância aos nossos solos e climas temperados.
O cultivar 'Cristata' foi seleccionado no Japão antes de 1900. Trata-se de uma forma estranha do Cryptomeria japonica com vegetação cristada, em que alguns rebentos jovens estão fundidos em cristas de galo. Esta particularidade deve-se ao fenómeno de cristação, de origem pouco conhecida mas bastante comum nas plantas: nas plantas afectadas, o desenvolvimento dos tecidos faz-se horizontalmente, dando ramos em forma de crista. A árvore, de crescimento relativamente rápido nos primeiros anos, atingirá cerca de 11-12 m de altura por 5 m de envergadura ao fim de muitos anos. Os exemplares jovens apresentam um porte mais estreito, que se alarga com o tempo. O tronco é fino, recto, e prolonga-se até ao topo da árvore. A sua madeira é de cor castanho-avermelhada. As agulhas recurvadas agrupam-se em cinco espirais à volta do raminho. A folhagem é fina, de um belo verde-tenro a mais intenso no verão, glauco no inverno, e cobre numerosos ramos ligeiramente tombantes. Esta variedade é rústica até -15 °C uma vez adulta, mas os exemplares jovens receiam geadas fortes. Requer uma exposição abrigada de ventos frios e secos, bem como uma situação sem sol ardente.
O Cryptomeria japonica 'Cristata', quando se adapta bem ao jardim, aguça a curiosidade de todos os visitantes. Constitui um belo espécime, a destacar. Poder-se-ia plantar à sua base algumas coníferas de cobertura vegetal de porte prostrado (Juniperus horizontalis 'Blue Chip', J. squamata 'Blue Carpet'), um tapete de vincas ou ainda Galanthus, por exemplo. Este conífero aclimatizar-se-á em clima não demasiado rigoroso nem excessivamente seco.
Utilizações/propriedades:
A madeira do cedro-do-Japão é agradavelmente perfumada, de uma cor muito bonita rosa-avermelhada, leve mas resistente, e de difícil apodrecimento. É muito utilizada no Japão em todo o tipo de construção, no exterior como no interior.
Criptoméria Cristata - Cryptomeria japonica em imagens...
Hábito
Folhagem
Precauções
atteinterespiratoire
Cette plante peut entraîner des symptômes allergiques.
Evitez de la planter si vous ou vos proches souffrez de rhinite saisonnière ("rhume des foins").
Davantage d'informations sur https://plantes-risque.info
Plantação e cuidados
Cryptomeria japonica planta-se de setembro a novembro e de fevereiro a junho em solo comum, bem drenado, preferencialmente fresco, relativamente fértil, mesmo ligeiramente calcário, neutro ou ácido. Não tolera solos excessivamente secos e/ou calcários, nem demasiado superficiais. Recomenda-se um local de meia-sombra, em particular nas regiões muito soalheiras. Esta variedade é sensível a ventos secos e frios, que queimam os rebentos jovens. O peso da neve pode partir alguns ramos. Deve-se regar bem os torrões antes da plantação. Recomenda-se a aplicação de corretivo orgânico na plantação e a rega abundante nos primeiros anos, e em períodos de seca prolongada. Recomenda-se aplicar, todos os anos em abril, um adubo específico para coníferas e soltar o solo no verão. Esta conífera é rústica até -15 °C. A poda não é necessária, mas suporta bem uma poda ligeira.
Quando plantar?
Para que local?
Cuidados
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A rusticidade é a temperatura mais baixa do inverno que uma planta pode suportar sem sofrer danos graves ou mesmo morrer. No entanto, esta rusticidade é afetada pela localização (zona abrigada, como um pátio), pelas proteções (cobertura de inverno) e pelo tipo de solo (a rusticidade é melhorada por um solo bem drenado).
Os períodos de sementeira indicados no nosso site aplicam-se aos países e regiões situados na zona 8 da USDA (França, Reino Unido, Irlanda, Países Baixos).
Em regiões mais frias (Escandinávia, Polónia, Áustria...), adie a sementeira ao ar livre por 3 a 4 semanas ou semeie em estufa.
Em climas mais quentes (Itália, Espanha, Grécia, etc.), antecipe a sementeira ao ar livre de algumas semanas.
O período de colheita indicado no nosso site aplica-se aos países e regiões da zona 8 do USDA (França, Inglaterra, Irlanda, Países Baixos).
Em regiões mais frias (Escandinávia, Polónia, Áustria...), a colheita de frutas e legumes provavelmente ocorrerá 3 a 4 semanas mais tarde.
Em regiões mais quentes (Itália, Espanha, Grécia, etc.), a colheita provavelmente ocorrerá mais cedo, dependendo das condições meteorológicas.
O período de plantação indicado no nosso site aplica-se às regiões situadas na zona 9b do USDA (Litoral atlântico e vale do Tejo: Lisboa, Porto, Setúbal, Coimbra, Aveiro). Este período varia consoante o local onde reside:
- No interior centro e no Alentejo (Évora, Portalegre, Castelo Branco, Guarda, Viseu), adie a plantação de 2 a 3 semanas na primavera e antecipe-a de 2 a 3 semanas no outono em relação às datas indicadas, para evitar os picos de calor do verão e as geadas de inverno dos planaltos interiores.
- Nos Maciços do norte e do centro (Serra da Estrela, Serra do Gerês, Bragança, Chaves), é preferível plantar no final da primavera (maio), uma vez eliminados os últimos riscos de geada, ou no início do outono (setembro–outubro), quando o calor intenso do verão já tiver passado e as primeiras chuvas de outono tiverem regressado.
Em climas temperados, a poda de arbustos com floração na primavera (forsythia, espireia, etc.) deve ser feita logo após a floração.
A poda dos arbustos com floração no verão (amargoseira, perovskia, etc.) pode ser feita no inverno ou na primavera.
Em regiões frias, bem como para plantas sensíveis ao gelo, evite podar muito cedo, quando ainda podem ocorrer geadas fortes.
O período de floração indicado no nosso site aplica-se às regiões situadas na zona 9b do USDA (Litoral atlântico e vale do Tejo: Lisboa, Porto, Setúbal, Coimbra, Aveiro).
Este período varia consoante o local onde reside:
- No interior centro e no Alentejo (Évora, Portalegre, Castelo Branco, Guarda, Viseu), a floração será adiada de 2 a 3 semanas em relação às datas indicadas, por causa das primaveras mais secas e das variações de temperaturas mais acentuadas.
- Nos maciços do norte e do centro (Serra da Estrela, Serra do Gerês, Bragança, Chaves), a floração será adiada de 3 a 5 semanas. Ocorrerá principalmente entre maio e julho, dependendo da altitude.
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