6 roseiras com frutos decorativos notáveis
para cultivar no jardim ou em vaso
Resumo
As roseiras de frutos decorativos têm a particularidade de prolongar a presença de cor no outono e no inverno. Os cinorródios são de facto muito ornamentais, sem contar que são uma verdadeira dádiva para as aves durante o inverno. Também causam sensação entre os amantes de ramos de flores e de decorações outonais. Por fim, para obter cinorródios, nada mais simples: basta deixar as flores murchas.
Descubra a nossa seleção de 6 roseiras com os cinorródios mais surpreendentes!
A roseira botânica Rosa moyesii 'Geranium'
Belas flores simples, de cor vermelho-carmesim, com estames dourados bem visíveis, ornamentam este magnífico arbusto muito ramificado, com longos ramos arqueados. Embelezam-se com uma elegante folhagem, fina e densa, que no outono serve de excelente complemento para os magníficos cinorródios de cor laranja-vivo, em forma de ânfora. A roseira antiga ‘Geranium’ floresce apenas uma vez, abundantemente em junho, mas conquista depois todos os corações com a sua excecional frutificação no outono. É uma roseira pouco exigente, fiável, muito rústica e bem adaptada ao calcário. Ganhou o seu lugar em todas as sebes defensivas ou campestres, em fundo de canteiro ou isolada, onde poderá exprimir-se plenamente. Por fim, pode atingir 2 a 2,50 m ou mais se crescer em total liberdade num jardim selvagem.
A roseira botânica Rosa glauca ou rubrifolia
A roseira glauca ou rubrifolia apresenta pequenas flores simples rosa-violáceo com centro branco. A sua floração não reflorente é de curta duração, mas é uma bela espécie que merece ter lugar em todos os jardins suficientemente espaçosos para a acolher. É surpreendente pela sua frondescência aérea com reflexos azulados, matizada de cinzento e púrpura. A cereja no topo do bolo, os seus numerosos cinorródios vermelho-escuro são muito precoces e formam-se a partir do mês de agosto. A sua soberba folhagem oferece um contraste interessante com outros arbustos num canteiro, numa sebe ou ainda isolada. Olhando mais de perto, os seus ramos púrpura-violáceo, pouco espinhosos, são também muito bonitos. Por fim, adapta-se bem ao solo calcário e pode atingir 2 m em todos os sentidos, ou mesmo mais.
Descubra outros Roseiras de frutos decorativos
Ver tudo →Existe em 0 tamanhos
Existe em 0 tamanhos
Existe em 3 tamanhos
Existe em 1 tamanhos
Existe em 2 tamanhos
Existe em 3 tamanhos
Existe em 3 tamanhos
Existe em 2 tamanhos
Existe em 3 tamanhos
Existe em 2 tamanhos
A roseira rugosa 'Hansa'
Eis um grande clássico muito apreciado pelos jardineiros pelas suas flores de pétalas sedosas, de cor magenta irisada de cor-de-malva, muito perfumadas, dobradas, franzidas e bojudas. Renovam-se ininterruptamente em vagas sucessivas, de maio/junho até às geadas. A roseira rugosa ‘Hansa’ produz ainda rosas em outubro, ao mesmo tempo que avermelham grandes cinorródios carnudos. É uma roseira robusta e densa, que se desenvolve com vigor e não teme nem o frio, nem a seca, nem as doenças. A bela folhagem gofrada é escura, brilhante e semi-persistente. Imprescindível, destaca-se pela sua facilidade de cultivo e manutenção. Revela-se uma aliada de eleição em solos pobres, sob climas difíceis ou à beira-mar. Receia apenas os excessos de calcário! Com os anos, torna-se um belo arbusto estruturado de 2 m de altura para 1,50 m de largura. Por fim, encontrará o seu lugar numa sebe campestre, rural ou defensiva, ou ainda num jardim mais selvagem.
Leia também
Cabeças de sementesA roseira antiga 'Ballerina'
A roseira ‘Ballerina’ é uma roseira muito bonita, elegante, vigorosa, que produz numerosos ramos de flores pequenas e simples, brancas com traços de rosa suave nas bordas das pétalas. A sua folhagem alongada é luzidia, com ramos finos e flexíveis que acabam por se curvar sob o peso das flores. Quando terminar a primeira floração, corte os ramos de flores murchas. De seguida, a roseira vai reflorescer e após esta segunda floração, guarde as flores que formarão uma nuvem de pequenos cinorródios vermelho-alaranjados. É bom saber que o arbusto pode ficar um pouco despido na base, mas nada de preocupante. Com efeito, para remediar isso, basta acompanhá-lo de gerânios perenes como a variedade ‘Rozanne’, por exemplo, que floresce ao mesmo tempo, ou então de erva-dos-gatos. Tem a arte e o jeito de fazer um belo espetáculo num canteiro com plantas perenes. Esta roseira tolera o calcário e necessita de poucos cuidados, exceto a eliminação da madeira morta, se a houver. Também é muito indicada numa sebe baixa na companhia de arbustos floridos. O seu tamanho é razoável, pois mede cerca de 1,20 m de altura por 90 cm de largura. É por isso que é muito plantada em jardins pequenos. Pode até ser cultivada num vaso grande!
A roseira antiga 'Complicata'
Não há razão para se preocupar: não há nada de complicado nesta roseira cujo nome pode induzir em erro. É de facto uma das variedades de flores simples mais fáceis de cultivar num jardim. Em junho, cobre-se de grandes flores da roseira-brava cor-de-rosa vivo e luminoso, com o centro branco e longos estames dourados. Seguem-se belos cinorródios alaranjados no outono, arredondados e brilhantes. A roseira ‘Complicata’ forma um arbusto exuberante, com hábito solto, um pouco pendente, podendo atingir 2 m em todos os sentidos, com uma folhagem que irradia saúde. Rústica e de uma solidez a toda a prova, aceita todos os solos, mesmo pobres e secos, e pode integrar-se em qualquer lugar com graça. É particularmente interessante em jardins naturais e silvestres em companhia de gramíneas, em sebe ou num canteiro de arbustos. Pode mesmo ser conduzida contra uma parede parcialmente ensombrada.
A roseira trepadeira 'Francis E. Lester'
Robusta e pouco exigente, a roseira ‘Francis Lester’ tolera a meia-sombra e pode ser utilizada como sarmentosa ou como arbusto. Em junho/julho, produz ramos de flores aéreos com pequenos botões cor-de-rosa e bonitas flores simples de roseira brava, brancas, às vezes salpicadas e com as bordas das pétalas tingidas de rosa. São delicadamente perfumadas. A sua frutificação também não é desprovida de charme! Pequenos frutos alaranjados acompanham a folhagem enquanto esta adquire tons de laranja acobreado no outono. São igualmente muito decorativos no inverno nos ramos nus e espinhosos. A folhagem acetinada é abundante e saudável. É uma roseira vigorosa, mas fácil de controlar no seu crescimento. Desta forma, encontrará facilmente o seu lugar num pequeno jardim. Trará muito charme numa pérgola a sombrear um terraço, para embelezar uma cabana de jardim, uma parede totalmente nua ou ainda para cobrir uma velha árvore. Por fim, pode atingir 3 a 5 m de altura.
Para os mais gulosos...
É com os frutos da roseira brava que se prepara tradicionalmente a famosa compota ou geleia de cinorródios. Também se podem utilizar os das roseiras botânicas ou ainda os das roseiras rugosas (desde que não tenham recebido nenhum tratamento químico!), mas são menos perfumados do que os de Rosa canina. A colheita faz-se após as primeiras geadas.
- Subscreva
- Resumo






Comentários