Resumo
Conhecidas pela sua beleza romântica e pelo seu perfume, as roseiras inglesas criadas pelo obtentor de roseiras David Austin são ainda mais encantadoras quando exibem flores vermelhas. Descubra a nossa seleção de roseiras inglesas David Austin de flores vermelhas para dar um toque de elegância e grande distinção ao seu jardim ou à sua varanda.
A roseira 'Munstead Wood', uma referência incontornável
Com as suas flores intensamente púrpuras e muito perfumadas, a roseira ‘Munstead Wood’ faz parte das incontornáveis roseiras inglesas David Austin num jardim. As rosas dobradas têm um aspeto aveludado muito sedutor e oferecem um perfume intenso, no qual se podem detetar agradáveis notas frutadas de mirtilos, ameixas e amoras. As numerosas pétalas desenham bonitas rosetas com 9 cm de diâmetro. É uma roseira reflorente e de floração abundante, que produz flores de junho a outubro.
A roseira ‘Munstead Wood’ atinge uma altura de 90 cm e uma largura de 75 cm na maturidade. É ideal para florir e perfumar as bordaduras ou os canteiros dos jardins, ao lado de outras roseiras inglesas, como ‘Gertrude Jekyll’, ou de roseiras modernas que oferecem flores de forma turbinada, para criar um bonito contraste.

Roseira ‘Munstead Wood’
A roseira 'Darcey Bussel', de um belo vermelho-carmesim
A roseira ‘Darcey Bussel’ apresenta um belo vermelho-carmesim, como tanto se aprecia. Com uma floração abundante de junho a outubro, exibe, sobre uma folhagem verde-azulada, rosas redondas e muito dobradas, com 7 a 8 cm. Os tons vermelhos aveludados e profundos são realçados pela disposição dos pétalas em roseta. A cor vermelha das flores resiste bem à chuva e escurece quando as rosas murcham, tornando-se azul-arroxeada. As flores exalam um perfume original, simultaneamente frutado e herbáceo.
Com o seu hábito arbustivo, atingindo 1 m de altura por 70 cm de largura, a roseira ‘Darcey Bussel’ é perfeita para ser instalada na parte da frente de um canteiro ou num vaso numa varanda. Além disso, apresenta uma grande resistência às doenças, o que faz dela uma planta de eleição para o jardim. Para obter um efeito muito bonito, pode combiná-la com plantas leves, como as astilbes, as gauras ou os mosquitinhos.

Roseira ‘Darcey Bussel’
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A roseira 'Braithwaite', uma fragrância de rosa antiga
A roseira ‘Braithwaite’ é também uma variedade de rosas vermelho-carmesim, que floresce de junho a outubro. Reunidas em bonitos ramos de flores, são flores grandes, com 9 cm de diâmetro. Muito dobradas, abrem-se em forma de taça sobre uma folhagem verde média, que as valoriza. As flores exalam uma fragrância a rosa antiga.
A roseira ‘Braithwaite’ assume a forma de um arbusto denso, com 80 cm por 80 cm. Chama a atenção, quer seja plantada em primeiro plano num canteiro, quer isolada em vaso.

Roseira ‘LD Braithwaite’ (foto Graeme Scott)
A roseira 'Thomas à Becket', um aspeto selvagem e natural
A roseira ‘Thomas à Becket’ distingue-se pela originalidade do seu hábito muito natural e solto, conferindo-lhe um ar selvagem, bem como pela sua cor vermelha clara, que evolui para carmim. Floresce de junho a setembro, produzindo ramos de flores com rosas muito dobradas, que abrem em forma de taça. De tamanho médio, as flores medem 7 cm e são muito perfumadas, difundindo agradáveis fragrâncias de rosa antiga, com um toque cítrico.
O arbusto atinge uma altura de 1,25 m e uma largura de 1 m. A melhor forma de o valorizar consiste em não o podar e deixá-lo desenvolver-se livremente. O seu hábito natural e flexível merece um lugar num canteiro ou numa sebe, para proporcionar um toque de elegância selvagem. Além disso, é uma roseira que revela boa resistência às doenças.

Roseira ‘Thomas à Becket’
A roseira 'William Shakespeare 2000', de perfume intenso e flores vermelho-aveludadas
A roseira ‘William Skaespeare 2000’ tem tudo para seduzir. Produz rosas grandes, de um vermelho-carmesim aveludado, que se torna púrpura à medida que desabrocham. As rosas medem 12 cm e formam encantadoras rosetas de pétalas. Desabrocham sobre uma folhagem verde-escura acetinada, com o verso de aspeto felpudo. Para além da beleza, são também muito perfumadas e libertam notas intensas e doces de rosa antiga. É uma roseira resistente e de floração abundante, que produz flores de junho a outubro.
Apresenta um hábito arbustivo, com 1,25 m de altura e 80 cm de largura, integrando-se bem num canteiro ou podendo ser plantada num vaso.

Roseira ‘William Shakespeare 2000’
A roseira trepadeira perfumada 'Austin Falstaff'
A roseira ‘Austin Falstaff’ oferece inúmeras flores vermelho-carmesim, de maio a outubro. Com o passar do tempo, os tons vermelhos adquirem tonalidades púrpuras e violáceas. As flores estão reunidas em ramos de flores ou crescem isoladamente numa haste. Medem 9 cm de diâmetro e são ricas em pétalas, abrindo-se como taças profundas. Desprende-se delas um perfume intenso a rosa antiga, combinado com notas orientais.
A roseira ‘Austin Falstaff’ forma um arbusto de hábito ereto, com 1,25 m de altura e de largura. Num clima quente, também pode ser conduzida como roseira trepadeira, atingindo até 3 metros. A sua única fragilidade é a sensibilidade à humidade, que pode provocar a doença das manchas negras na folhagem. Recomenda-se para regiões soalheiras e não demasiado húmidas!

Roseira ‘Thomas à Becket’ (fotografia Salicyna – Wikimédia)
A roseira 'Benjamin Britten', uma cor original
A roseira ‘Benjamin Britten’ tem a particularidade de oferecer flores de cor original. Primeiro cor-de-rosa salmão, adquirem depois um tom rosa intenso próximo do vermelho. As flores surgem de junho a outubro sobre uma folhagem verde-clara. Abrem-se numa taça profunda de 10 cm, preenchida por numerosas pétalas que formam rosetas. Das suas flores desprende-se um perfume intenso a frutos, com aromas de pera e vinho.
Este arbusto vigoroso desenvolve-se sob a forma de um arbusto que pode atingir 1,25 m de altura por 1 m de largura. Plantado num canteiro ou em vaso, combina bem com sálvias, ervas-dos-gatos ou gramíneas, que lhe conferem leveza.

Roseira ‘Benjamin Britten’ (fotografia de Salicyna – Wikimedia)
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