Resumo
A Nandina, também conhecida como bambu-sagrado, é um arbusto apreciado pela sua folhagem variável, pelo seu hábito arredondado e pela facilidade de cultivo. Com a sua folhagem persistente, tem lugar tanto num jardim moderno como num jardim natural. Quer seja plantada isolada, em sebe baixa ou em vaso, oferece um toque gráfico e colorido ao longo de todo o ano. Mas, com tantas variedades disponíveis, como escolher a Nandina certa? Descubra os nossos conselhos para fazer a escolha de acordo com as suas preferências e o seu ambiente.
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Escolher um bambu-sagrado de acordo com a cor da folhagem
Consoante a variedade, a folhagem do bambu-sagrado apresenta uma paleta de cores variadas, que evoluem ao longo das estações: do verde luminoso aos tons vermelhos do outono, passando pelas folhagens variegadas. Escolha de acordo com as preferências estéticas!
As folhagens que ficam vermelhas no outono
O que dá fama ao bambu-sagrado são as suas cores outonais intensas. Estas tonalidades variáveis também se encontram em ‘Fire Power’: a sua folhagem, verde-azulada no verão, torna-se vermelho-púrpura no outono e no inverno. Ideal para trazer uma nota de cor durante os meses frios.
Com o seu hábito denso e arredondado, ‘Gulf Stream’ oferece uma bela variação de cores. A sua folhagem jovem, rosa-púrpura na primavera, evolui para verde-bronze no verão, antes de adquirir tons vermelho-alaranjados no outono. Note-se que estas variedades também oferecem uma floração branca no verão, que dá lugar a bagas decorativas de um vermelho vivo.

Bambu-sagrado ‘Fire Power’ e ‘Gulf Stream’
As folhagens variegadas
Os bambus-sagrados de folhagem variegada trazem um toque de originalidade e contraste aos canteiros ou às composições em vaso. Entre eles, encontra-se ‘Twilight’, apreciado pela sua folhagem verde mosqueada de branco e até de rosa suave na primavera.
‘Pretty Flamingo’, uma variedade mais compacta, também se destaca pela sua folhagem lindamente variegada de verde e creme, com rebentos jovens de tons delicadamente rosados na primavera, que evoluem para um vermelho intenso com a chegada do frio.

Bambu-sagrado ‘Twilight’ e ‘Pretty Flamingo’
As folhagens verde-luminosas
Aqui não há vermelho, mas sim tons verde-dourados e luminosos, que trazem frescura e luminosidade aos recantos sombrios de um jardim ou de um terraço. Entre eles, encontra-se ‘Lemon Lime’, que apresenta uma folhagem verde-limão na primavera, evoluindo para um verde suave no verão. Na maturidade, forma uma bola de 70 cm em todos os sentidos.
‘Brightlight’ também apresenta uma folhagem jovem de um verde luminoso, que tende para o amarelo na primavera, mas distingue-se pelo seu tamanho ligeiramente maior (1,50 m de altura) e por uma melhor resistência ao frio (até -20 °C). Além disso, oferece uma floração branca no verão.

Bambu-sagrado ‘Lemon Lime’ e ‘Brightlight’
As folhagens invulgares
Menos clássicas, algumas variedades de bambu-sagrado distinguem-se por uma folhagem muito fina, mais invulgar, que traz uma verdadeira originalidade ao jardim. É o caso de ‘Plum Passion’, com folhas púrpuras e escuras desde a primavera, que depois passam a verde no verão, antes de voltarem a adquirir uma tonalidade vermelho-ameixa no outono. Com o seu hábito ereto, atingindo 1,20 m de altura, proporciona uma bela verticalidade aos canteiros e um forte interesse visual durante todo o ano.
Um pouco mais pequeno, ‘Filamentosa’ apresenta, por sua vez, uma folhagem extremamente fina, quase filiforme, que evoca fetos ou um verdadeiro bambu. A sua folhagem jovem, rosa-alaranjada na primavera, torna-se verde-amarelada no verão, antes de adquirir bonitos tons bronze-violeta no outono. Muito compacto (cerca de 90 cm), encontra perfeitamente o seu lugar numa bordadura, num pequeno jardim ou até num vaso no terraço.

Bambu-sagrado ‘Plum Passion’ e ‘Filamentosa’
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O Nandina domestica apresenta diferentes variedades de diferentes alturas, desde 50 cm até 2 metros de altura na maturidade, o que permite utilizá-lo tanto em bordaduras, como em vaso, num canteiro ou até numa sebe baixa. Para escolher a variedade certa, avalie o espaço disponível e o efeito pretendido. Tenha também em conta que um bambu-sagrado tem um crescimento relativamente lento.
As variedades pequenas para jardins pequenos, vasos e bordaduras
As variedades compactas, de baixa estatura, frequentemente chamadas bambus-sagrados anões, são perfeitas para espaços pequenos. Desenvolvem-se também muito bem em vaso, num terraço, onde oferecem uma folhagem colorida durante todo o ano sem ocuparem demasiado espaço.
‘Fire Power’ é uma das mais conhecidas desta categoria: com 60 cm em todos os sentidos, o seu hábito arredondado e a sua folhagem muito colorida, adapta-se perfeitamente aos jardins pequenos. É ideal para uma bordadura de caminho ou para um vaso grande numa varanda.
Mais recente, a variedade ‘Blush Pink’ não ultrapassa 60 a 70 cm de altura, mas distingue-se pela sua folhagem cor-de-rosa e vermelho-vivo desde a primavera, conservando uma bela coloração durante boa parte do ano. Muito gráfica, adapta-se tanto a um canteiro como a um vaso.
Sem esquecer ‘Red Light‘, que seduz pela sua folhagem em tons que combinam o verde-azulado e o creme. Adquire belas colorações vermelhas com a chegada do frio e na primavera. Compacta, com cerca de 60 cm de altura por 50 cm de largura, é perfeita para uma bordadura ou para um vaso decorativo num terraço contemporâneo.
Entre as folhagens luminosas, ‘Lemon Lime’ apresenta um hábito compacto e uma folhagem verde-dourada, perfeita para iluminar um recanto escuro de uma varanda ou de um pequeno jardim urbano.
→ Descubra também o nosso artigo: “Bambu-sagrado: os Nandina mais bonitos para cultivar em vaso“.

Bambu-sagrado em vaso
As variedades grandes para utilizar isoladamente ou em sebe
Se pretende criar uma estrutura vegetal no jardim ou formar uma sebe leve e decorativa, opte pelas variedades de Nandina mais altas. O seu hábito mais esguio permite ritmar um canteiro ou ocultar uma vista indesejada, mantendo uma atmosfera natural.
A forma botânica Nandina domestica, espécie-tipo, atinge facilmente 1,50 m a 2 m de altura. É ideal como planta isolada ou plantada em linha para formar uma sebe baixa. Apresenta uma folhagem fina muito decorativa, flores brancas no verão e, depois, bagas vermelhas persistentes no inverno. O seu hábito natural, sem qualquer poda, é relativamente leve e menos denso do que o das outras variedades.
‘Richmond’ caracteriza-se por um crescimento vigoroso e um hábito ereto, atingindo cerca de 1,50 m de altura. A sua folhagem verde-brilhante adquire magníficos tons vermelhos no outono e a sua frutificação é abundante, com cachos de bagas vermelhas que persistem durante muito tempo no inverno.
‘Magical Sunrise’ distingue-se pelos seus rebentos jovens cor de laranja-acobreado, que evoluem para verde-escuro e depois passam a vermelho-púrpura no outono. Esta variedade de hábito compacto e ereto é um pouco mais pequena, com 1,20 m de altura, mas oferece uma bela densidade, ideal tanto isolada como num canteiro. E, se apreciar a originalidade, considere também ‘Twilight’, com dimensões idênticas, mas com folhagem verde variegada de creme.
Por fim, ‘Brightlight’, que atinge 1,50 m de altura, pode desempenhar o papel de planta intermédia num canteiro, entre as plantas mais baixas e os arbustos maiores. A sua folhagem dourada ilumina os recantos sombrios do jardim e oferece uma floração estival.

Nandina domestica e ‘Magical Sunrise’
Tudo sobre Nandina: o nosso vídeo
Neste vídeo, Ingrid e Olivier falam-lhe da nandina, também conhecida por bambu-sagrado, um arbusto que se encontra cada vez mais nos nossos jardins ou em viveiros.
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