Roseiras trepadeiras: as 10 melhores variedades
valores seguros para o jardim
Resumo
Ao contrário das variedades arbustivas, as roseiras trepadeiras produzem hastes longas capazes de se agarrar a um suporte graças aos seus espinhos. Estas variedades são ideais para trepar num caramanchão, num arco, numa pérgola ou contra uma parede. São perfeitas em jardins românticos, na companhia de outras plantas de tons suaves, como as clematites, mosquitinhos, ervas-dos-gatos, alfazemas, campânulas, astrâncias… Distinguem-se das roseiras trepadeiras de grande vigor, que são mais robustas e de maior porte. As flores das roseiras trepadeiras são majestosas e muito delicadas, podendo surgir isoladas ou reunidas em pequenos cachos. Existem inúmeras variedades, que se diferenciam pelas suas flores, simples ou duplas, e pelas suas cores, que podem ser muito suaves e delicadas, como na roseira ‘New Dawn’, ou bem mais intensas, como na ‘Paul’s Scarlet Climber’. Descubra as melhores variedades de roseiras trepadeiras, com as suas características, para fazer a escolha certa!
A roseira Ghislaine de Féligonde
‘Ghislaine de Féligonde’ é uma roseira antiga que produz flores perfumadas, cuja cor varia entre o branco-creme e o alaranjado. As flores são dobradas, formando pompons constituídos por um grande número de pétalas. Medem 4 a 5 cm de diâmetro e estão reunidas em ramos de flores. As flores são inicialmente amarelo-alaranjadas quando se abrem, depois vão desbotando, o que cria belas nuances de cor numa mesma planta! ‘Ghislaine de Féligonde’ atinge até 3 metros de altura e possui folhagem verde-escura e brilhante. É um híbrido de Rosa multiflora, obtido em 1916 por Eugène Turbat. No jardim, recomendamos que a instale em meia-sombra, o que tem a vantagem de realçar bem a sua floração. Existe também uma variedade de flores cor-de-rosa: ‘Pink Ghislaine de Féligonde’
A roseira Pierre de Ronsard
‘Pierre de Ronsard’ é uma roseira incontornável! Porta grandes rosas, muito duplas, com numerosas pétalas densamente imbricadas. O centro da flor é de um rosa bastante pronunciado, enquanto o exterior é rosa pálido – branco, o que cria um delicado degradé de cor. É ideal para criar um ambiente muito romântico! É remontante, florescendo de junho até outubro. Mostra-se bastante resistente às doenças. Esta roseira é uma obtenção Meilland, e encontra-se por vezes com o nome ‘Eden Rose 85’. As suas qualidades valeram-lhe, em 2006, o prémio «World Favourite Rose», uma distinção atribuída pela Federação Mundial das Sociedades de Roseiras.
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A roseira Madame Alfred Carrière
A roseira ‘Madame Alfred Carrière’ oferece flores branco-rosadas, muito claras, agrupadas em ramos de flores. Medem cerca de 10 cm de diâmetro e são agradavelmente perfumadas. Floresce quase continuamente de junho até às primeiras geadas. É capaz de florescer mesmo quando instalada em meia-sombra. Tem ainda a vantagem de ter muito poucos espinhos! É uma roseira antiga, híbrida de Noisette. As suas qualidades valeram-lhe o prémio Award of Garden Merit, uma distinção atribuída pela Royal Horticulture Society (RHS).
A roseira Zephirine Drouhin
‘Zephirine Drouhin’ é uma variedade impressionante, exuberante, pelas suas numerosas flores cor-de-rosa, bastante vivas. É capaz de florescer desde o início do verão até às geadas, e produz flores semi-duplas, bem abertas. As suas flores medem entre 8 e 10 cm de diâmetro, e são constituídas por numerosas pétalas de aspeto ondulado. São agradavelmente perfumadas. Esta roseira vigorosa atinge até 3 metros de altura, e tem a vantagem de não ter espinhos! Além disso, tolera exposições sombrias. Trata-se de uma roseira híbrida de Bourbon obtida em 1868.
A roseira New Dawn
‘New Dawn’ oferece flores de cor-de-rosa muito claro, quase branco. As flores são duplas, medem cerca de 8 cm de diâmetro e têm uma forma ligeiramente turbinada, característica das roseiras modernas. O tom é um pouco mais pronunciado no centro da flor e mais claro na periferia. A sua floração graciosa e elegante é muito apreciada. É remontante, florescendo de junho a outubro, e revela-se muito vigorosa. Além disso, suporta a sombra! Esta variedade, que em 1993 foi galardoada com o Award of Garden Merit pela Royal Horticulture Society (RHS), está na origem de numerosas roseiras trepadeiras modernas.
A roseira Climbing Iceberg
‘Climbing Iceberg’ produz inúmeras flores de um branco puro! Também é conhecida como ‘Fée des Neiges’. É remontante, florescendo abundantemente desde o início do verão até às primeiras geadas. As suas flores são semi-duplas e ligeiramente perfumadas, e resistem à chuva. Atinge até 4, ou mesmo 5 metros de altura. A elegância e a pureza da sua floração fazem dela uma variedade de eleição. É ideal para iluminar um canto do jardim. Pode integrá-la num canteiro branco, por exemplo com mosquitinhos, Veronicastrum, epilóbios-de-espiga de flores brancas… Tem ainda a vantagem de ser bastante resistente às doenças.
A roseira Blush Noisette
A roseira ‘Blush Noisette’ seduz-nos pelas suas inúmeras pequenas flores rosa-ténue, semi-dobradas, agrupadas em cachos. Libertam um perfume a cravinho. A floração é longa e generosa, o que permite desfrutá-la até ao outono. Os botões florais são rosados e as flores vão clareando até ficarem quase brancas quando em plena floração. Revelam então no centro um feixe de estames amarelos. Esta roseira, obtida em 1814, não é muito alta, atingindo até 1,80 m. É relativamente saudável e necessita de pouca manutenção. Aprecia a meia-sombra, o que permite realçar ainda mais a luminosidade da sua floração. Além disso, esta é valorizada pela sua folhagem verde-escura. É uma roseira antiga, ideal para criar um ambiente muito romântico!
A roseira Constance Spry
‘Constance Spry’ oferece belas flores cor-de-rosa e duplas, bem formadas, compostas por um grande número de pétalas. O centro da flor é bem preenchido, com pétalas densamente imbricadas. Apreciam-se as suas flores grandes e majestosas, que libertam um perfume intenso, evocando a mirra. Floresce em junho, e a sua floração é tão majestosa que se perdoa facilmente o seu caráter não reflorente, tanto mais que se pode associá-la a clematites que lhe sucederão na floração do jardim. Trata-se de uma obtenção de David Austin de 1961, que recebeu o prémio Award of Garden Merit da Royal Horticulture Society (RHS).
A roseira Bathsheba
A roseira ‘Bathsheba’ é uma roseira inglesa, obtida por David Austin, que nos seduz pela sua floração alaranjada, dupla. As flores são grandes, atingindo 10 cm de diâmetro, e formam rosetas densas e luminosas, com pétalas muito numerosas. O centro da flor tem uma cor bem pronunciada, de um belo laranja, enquanto as pétalas externas são mais claras, adquirindo um tom creme – abricó. Aprecia-se o seu tom original, que se destaca das roseiras mais clássicas. Além disso, as flores têm um perfume intenso, com notas florais, evocando a mirra e o mel. É uma roseira que pode atingir 3 metros de altura e que floresce desde o início da primavera até às geadas.
A roseira Paul's Scarlet Climber
A roseira ‘Paul’s Scarlet Climber’ impressiona pela sua floração vermelha, muito intensa. Floresce na primavera, em maio-junho, e fica então coberta de uma multidão de flores vermelho-vivo e duplas, de 6 a 7 cm de diâmetro, muito românticas. Além disso, exalam um delicado perfume! Trata-se de uma roseira vigorosa cujos ramos trepam até 3 – 4 metros de altura. Foi galardoada com o Award of Garden Merit pela Royal Horticulture Society (RHS). Não hesite em fazê-la trepar por uma parede, para adornar a fachada da sua casa com uma profusão de flores!
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