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Amora-silvestre Dirksen Thornless sem espinhos

Rubus fruticosus Dirksen
Mûre sans épines, Ronce fruitière, Mûrier, Mûre des jardins, Ronce commune, Ronce des bois, Ronce des haies

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Variedade de amora-preta sem espinhos, muito vigorosa, com elevada produção de frutos grandes e negros. Em junho-julho, a sua floração branca, particularmente melífera, não passa despercebida. Seguem-se, de agosto a inícios de outubro, belos frutos negros e brilhantes, com polpa firme e suculenta. De sabor agridoce, são deliciosos para consumir ao natural ou para transformar em compotas. Trata-se de um arbusto frutífero semi-trepador que encontra o seu lugar numa sebe comestível ou na bordadura da horta. Variedade de fácil cultivo, esta amora-preta é resistente a doenças e ao frio.
Sabor
Ácido
Altura à maturidade
2 m
Largura à maturidade
1.20 m
Exposição
Sol, Semi-sombra
Rusticidade
Até -20.5°C
Autofértil
Melhor período de plantação Março, Outubro
Período razoável de plantação Janeiro para Abril, Setembro para Dezembro
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Período de floração Maio para Julho
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Período de colheita Agosto para Outubro
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Descrição

A Amora-preta de jardim 'Dirksen Thornless' é um subarbusto frutífero, robusto e rústico. Para simplificar o cultivo, os seus caules semi-rígidos, com 2 a 3 m de comprimento, podem ser estacados, à semelhança de uma trepadeira. Produz frutos grandes e negros em ramos sem espinhos, o que facilita bastante a colheita. De agosto a outubro, colhe-se uma abundância de frutos grandes, negros e suculentos, com um sabor equilibrado entre ácido e doce. Este sabor doce pontuado por uma ligeira acidez proporciona muito prazer ao paladar. Frutado e aromático, este fruto enriquece com as suas cores e aroma os coulis, geleias, compotas, tartes e saladas de fruta. A plantação é recomendada no outono.

O Rubus pertence à família das Rosáceas, sendo originário das montanhas do Cáucaso, na Ásia Menor. Este género diversificou-se ao longo do tempo e deu origem a vários subgéneros, incluindo a framboesa (Rubus idaeus) e a amora-preta comum (Rubus fruticosus). Este último género inclui numerosas subespécies, cujas diferenças residem no tamanho, cor e grau de acidez do fruto. Na Europa e na América, esta baga é consumida há cerca de 2000 anos. O Rubus fruticosus é mais comummente designado por silva ou amoreira-brava. É uma liana sarmentosa que pode atingir mais de 5 m de largura, com caules geralmente providos de espinhos. Está presente em muitas regiões temperadas do mundo, onde é frequentemente considerada uma planta invasora.

O Rubus fruticosus ‘Dirksen Thornless’ é uma amora-preta de jardim, de origem americana, selecionada pelos seus frutos grandes, pelos seus ramos sem espinhos e pela sua elevada capacidade de produção. É uma planta vivaz trepadeira, com porte semi-arbustivo e arbustivo. Os ramos atingem 1,50 a 2,50 m de comprimento, e a cepa poderá ocupar 0,5 a 0,8 m no solo. A folhagem é caduca, caindo no outono. É de cor verde-viva, composta por pequenas folhas recortadas e dentadas, com nervuras aparentes, muito semelhantes às folhas da framboeseira. Os caules vivem apenas para frutificar (2 anos) e são substituídos progressivamente por rebentos que partem da cepa. A frutificação ocorre geralmente nos ramos de 2 anos, pelo que é importante renová-los anualmente através de uma poda de inverno. De maio a junho, a floração, abundante e melífera, é composta por numerosas pequenas flores brancas, simples, em forma de taça com 1,5 a 2 cm de diâmetro, agrupadas em cachos. Os frutos que se formam são compostos por drupas aglutinadas ao recetáculo, aderentes. São de calibre grande, muito maiores do que os das silvas bravas, vermelhos e depois negros e brilhantes na maturação. Devem ser colhidos bem negros, estando então doces e acidulados, suculentos e saborosos.

A Amora-preta 'Dirksen Thornless' frutifica abundantemente a partir de meados de agosto até outubro, o que oferece a vantagem de uma colheita escalonada para muitos usos gustativos. É um fruto delicado que deve ser colhido com cuidado. Uma ligeira lavagem com água é possível. As amoras conservam-se melhor no frigorífico e podem ser congeladas. O facto de produzir frutos de grande calibre em ramos inermes facilita bastante a colheita. É muito agradável degustá-las frescas logo após a colheita, mas também utilizá-las para muitos usos culinários: geleias, compotas, sorvetes, coulis, xaropes, sumos, tiramisu, crumble, pudins... sem esquecer as famosas tartes de amora... Pobre em calorias, mas rica em minerais (manganês, ferro, potássio), em vitamina C e K, em fibras e antioxidantes, a amora contribui para um bom equilíbrio nutricional.

Rústica até -20 °C, de cultivo fácil, a Amora-preta de jardim 'Dirksen Thornless' contenta-se com um solo comum, embora prefira terras férteis, bem drenadas e frescas. Uma exposição soalheira ou ligeiramente sombreada é preferível. Para facilitar a colheita, é preferível estacar os ramos, à medida que crescem, num suporte como: cerca, rede metálica, parreira, pérgola, arcos... No inverno, os ramos que produziram frutos no ano devem ser cortados a 15 cm acima do solo. Uma boa cobertura do solo (mulching) ajuda a limitar a evaporação e preserva a fauna do solo.

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Hábito

Altura à maturidade 2 m
Largura à maturidade 1.20 m
Crescimento Rápido

Fruta

Cor do fruto preta
Diâmetro do fruto 2 cm
Sabor Ácido
Utilização Mesa, Doce de fruta, Pastelaria
Período de colheita Agosto para Outubro

Floração

Cor da flor branca
Período de floração Maio para Julho
Inflorescência Racemo
Flor de 2 cm
Planta melífera Atrai polinizadores

Folhagem

Persistência da folhagem Caduca
Folhagem colorida Verde médio

Botânica

Género

Rubus

Espécie

fruticosus

Cultivar

Dirksen

Família

Rosaceae

Outros nomes comuns

Mûre sans épines, Ronce fruitière, Mûrier, Mûre des jardins, Ronce commune, Ronce des bois, Ronce des haies

Origine

Hortícola

Referência do produto19659

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Plantação e cuidados

A Amora 'Dirksen Thornless' prefere solos profundos, férteis e frescos, mas é uma planta pouco exigente que se adaptará a qualquer solo comum, desde que não demasiado seco no verão. Esta silva frutifica ao sol, à meia-sombra, ou mesmo à sombra, mas os frutos serão de menor qualidade nessas condições. A norte do rio Tejo, aceitará bem o sol, enquanto que a sul, preferirá a meia-sombra. É preferível instalá-la no jardim no outono, de setembro a dezembro.

Cave um buraco duas vezes maior que o torrão do sistema radicular. Raspe o torrão com uma ferramenta ligeiramente cortante, para desfazer o emaranhado de raízes e favorecer o pegamento. Coloque o arbusto no buraco sem o enterrar demasiado. Regue bem para compactar o solo e expulsar o ar em torno das raízes. Deverá garantir que a planta não sofra de falta de água no primeiro ano após a plantação.

Regue regularmente para facilitar o enraizamento no primeiro ano de plantação. Em períodos de calor intenso, ou em caso de seca prolongada, forneça água adicional. Sache a superfície do solo, especialmente no início da plantação, e instale uma cobertura morta para manter a frescura no verão.

Igualmente, no primeiro ano, deverão conservar-se apenas os rebentos mais vigorosos. Um fornecimento de fertilizante orgânico é benéfico no início da vegetação. Estaque os novos rebentos à medida que crescem para evitar que se espalhem demasiado: a silva faz alporquia natural, ou seja, se um ramo tocar no solo de forma prolongada, desenvolverá raízes e novos rebentos, criando assim um novo arbusto.

Quando plantar?

Melhor período de plantação Março, Outubro
Período razoável de plantação Janeiro para Abril, Setembro para Dezembro

Para que local?

Adequado para Prado, Beira do sub-bosque
Tipo de utilização Sebe, Trepadeira, Pomar
Rusticidade Até -20.5°C (zona USDA 6b) Ver o mapa
Dificuldade de cultivo Iniciante
Densidade de plantação 1 por m2
Distância de plantação Todos os 100 cm
Exposição Sol, Semi-sombra
pH do solo Neutro
Tipo de solo Argilo-limoso (rico e leve), fértil e bem drenado

Cuidados

Descrição da poda A poda realiza-se em janeiro/fevereiro. Cortam-se rente ao solo as varas que já frutificaram, pois não voltarão a produzir frutos. A frutificação ocorre nos ramos do ano anterior. Se o número de ramos restantes for elevado, elimine-se alguns na base para manter 5 ou 6, a estacar à medida que crescem. Eliminem-se também os ramos mortos e os que são demasiado fracos. A amoreira produz bem durante cerca de dez anos. Posteriormente, é bastante frequente que se desnature e que as suas capacidades de produção diminuam ano após ano.
Poda Poda recomendada 1 vez por ano
Período de poda Janeiro para Fevereiro, Dezembro
Humidade do solo Tolerante
Resistência a doenças Muito boa
Hibernação Pode permanecer no solo

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