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Echeveria lilacina - Rosa-de-pedra

Echeveria lilacina
Rosa-de-pedra

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Espécie reconhecível pela roseta muito regular, compacta, de um azul muito claro, prateado. Trata-se de uma perene suculenta dotada de folhas espessas, carnudas, achatadas, largas como colheres, cobertas por uma pruina cinzenta a branca que lhes confere essa cor tão particular. No final da primavera, produz hastes curtas e arqueadas com cachos de pequenas campânulas de um rosa-alaranjado muito vivo, que realçam as tonalidades rosa e lilás da folhagem. Pouco rústica, mas resistente à seca, é a planta perfeita para decorar um jardim de rochas em clima mediterrânico e para formar vasos gráficos que necessitam de poucos cuidados e de pouca rega.
Frequência de rega
Baixa (1 vez a cada 15 dias)
Exposição interior
Luz direta intensa
Particularidades
Estaca fácil
Particularidades
Folhagem gráfica
Particularidades
Pouca necessidade de água

Descrição

A Echeveria lilacina, também chamada 'Ghost Echevaria', é uma pequena suculenta muito conhecida pela sua roseta de folhas de um azul muito claro, quase prateado, regular e de bom porte. Esta planta perene rastejante deve a sua coloração única à pruína branca a cinzento que cobre as suas largas folhas carnudas, espessas, achatadas e largas como colheres. Com o sol, os contornos da sua folhagem adquirem um tom rosado atractivo, que se harmoniza na perfeição com a sua floração de verão em curtas hastes arqueadas com pequenas campainhas rosa-alaranjadas. Pouco rústica, mas muito resistente à seca, é uma planta ideal para um jardim de rochas em regiões mediterrânicas de Portugal (como o Algarve) ou para criar vasos fantásticos e fáceis de manter.

As Echeveria são plantas perenes suculentas pertencentes à família das Crassulaceae, célebres pelas suas rosetas compactas de folhas muito gráficas. Originárias de zonas secas e rochosas do centro do México, trata-se de um género que é sobretudo sensível aos excessos de água, exigindo um solo bem drenado, com tendência mineral, e uma exposição muito luminosa. Muito resistente à seca, a Echeveria desenvolve-se melhor com algumas regas no verão. A planta tolera mal as geadas (até -5 ºC) e cultiva-se principalmente em vaso, que se deve recolher para o interior, à proteção das geadas, a partir do final do outono. Em alguns locais privilegiados em zonas mediterrânicas ainda se pode acolher esta planta em jardins de rochas e taludes secos.

A Echeveria lilacina é uma espécie botânica que se distingue pela sua roseta perfeita de grandes folhas amplamente achatadas, cobertas por uma pruína que lhe confere uma cor azul muito clara. É uma planta perene suculenta de porte em roseta solitária, regular e compacta, sobre uma curta haste que se eleva até 5 cm de altura no máximo e que fica pouco visível sob a folhagem densa. De crescimento lento, atinge apenas 15 cm de altura por 25 cm de envergadura no máximo. As folhas são carnudas, espessas, achatadas, largas, em forma de colher e providas de pequenas pontas. A floração ocorre no final da primavera ou início do verão, de março a junho. Apresenta-se em cachos de pequenas campainhas de um vivo rosa-alaranjado, sustentadas por curtas hastes eretas que depois se arqueiam, com cerca de 15 cm, que nascem na axila das folhas.

Instale a Echeveria lilacina num jardim de rochas, num talude muito drenado ou na bordadura de um canteiro se o jardim estiver junto ao mar, onde as geadas não excedam -5 ºC, em companhia da margarida-azul Felicia amelloides, de delospermas e de beldroegas, que apreciam as mesmas condições. Noutros locais, plante-a num bonito vaso ou cubeta, sozinha ou em associação com outras Echeverias ou com outras suculentas como as sempre-vivas, por exemplo.

A Echeveria lilacina cultiva-se tanto no interior como no exterior, desde que beneficie de um ambiente muito luminoso e de um solo perfeitamente drenante.
No interior, aprecia um local junto a uma janela ensolarada, entre 18 e 24 ºC, com rega espaçada, apenas quando o substrato estiver completamente seco.
No exterior, pode ser colocada fora quando as temperaturas ultrapassarem 10 ºC, num local de pleno sol e protegido da chuva, mas deve ser recolhida no outono assim que as temperaturas nocturnas atinjam 5 ºC.

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Echeveria lilacina - Rosa-de-pedra em imagens...

Echeveria lilacina - Rosa-de-pedra (Folhagem) Folhagem

Folhagem

Folhagem colorida Azul
Persistência da folhagem Persistente

Hábito

Hábito Tapizante, Em roseta
Altura à maturidade 30 cm
Largura à maturidade 30 cm
Crescimento Lento

Floração

Cor da flor rosa
Período de floração Maio à Junho
Inflorescência Racemo

Botânica

Género

Echeveria

Espécie

lilacina

Família

Crassulaceae

Outros nomes comuns

Rosa-de-pedra

Origem

América do Norte

Referência do produto151421

Localização

Esta planta necessita de muita luz para se desenvolver bem, mas não tolera os raios diretos e intensos do sol, sobretudo durante as horas mais quentes do dia. Recomenda-se colocá-la junto a uma janela orientada a leste, ao sol da manhã. Em janelas viradas a sul ou a oeste, recomenda-se colocá-la a cerca de 30 cm do vidro ou filtrar a luz com um cortinado leve.

Localização

Exposição interior Luz direta intensa
Para que espaço? Escritório, Sala de estar, Varanda
Envergadura da planta 30 cm de altura x 30 cm de largura na maturidade
Tolerância ao frio Sem geada (estufa fria), >10 °C (estufa temperada)
Higrometria Moderada (40-60%)

Manutenção & cuidados

Dicas de rega

Utilize o método "molhar e secar": regue abundantemente e deixe o solo secar completamente antes da próxima rega. Reduza as regas no outono, e no inverno.

Conselhos sobre replantio, substratos e fertilizantes

Recomenda-se um transplante a cada 2 a 3 anos, preferencialmente na primavera, para um vaso um pouco mais largo que acompanhe o crescimento da planta.
Recomenda-se utilizar um substrato especial para cactos ou uma mistura de substrato, areia hortícola e Perlite para assegurar uma boa drenagem.
Recomenda-se utilizar um adubo líquido equilibrado (por exemplo, NPK 2-7-7) diluído, uma vez por mês durante o período de crescimento (primavera e verão). Deve interromper-se a adubação no outono e no inverno.

Manutenção da planta

Remova regularmente as folhas secas junto à base da planta para evitar a acumulação de humidade.
Deve-se dividir os tufos a cada 2 ou 3 anos e remover as folhas mortas à medida que aparecem, para evitar apodrecimentos no interior dos tufos.

Conselhos sobre doenças e pragas

Para tratar as cochinilhas, recomenda-se usar um cotonete embebido em álcool a 70° para as eliminar. Em caso de podridão, recomenda-se retirar as partes afetadas e transplantar para um substrato seco.

Manutenção & cuidados

Frequência de rega Baixa (1 vez a cada 15 dias)
Tipo de solo Substrato para cactos
Pragas e doenças Cochinilhas, Podridões
Sensibilidade a doenças Média
Dificuldade de cultivo Iniciante

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