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Pereira Royal Vendée Bio - Pyrus communis

Pyrus communis Royal Vendée
Pereira

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Garantia de devolução de 6 meses nesta planta

Mais informações

Variedade antiga, rústica e bastante vigorosa, originária do arvoredo da Vendée, que produz abundantemente uma excelente pêra de guarda. Suculenta, incrivelmente macia, de sabor doce e acidez bem equilibrada, pêra a degustar crua ou cozida em múltiplas receitas doces, e salgadas. Conservação até meados de fevereiro. Pereira parcialmente autofértil, resistente a doenças. Planta proveniente da Agricultura Biológica.
Sabor
Doce
Altura à maturidade
6 m
Largura à maturidade
4 m
Exposição
Sol
Rusticidade
Até -23.5°C
Melhor período de plantação Outubro à Novembro
Período razoável de plantação Janeiro à Março, Outubro à Dezembro
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Período de floração Abril
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Período de colheita Setembro à Outubro
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Descrição

O pereiro Royal Vendée é uma variedade antiga, rústica e de vigor médio que se caracteriza pela sua produção generosa. Produz um fruto de calibre médio, de forma esférica ou ovalada, fortemente arredondada e nodosa, apresentando um mamilo no ápice. A epiderme verde-claro, tornando-se amarela na maturidade, é pontilhada, estriada de ferrugem, maculada de castanho junto ao pedúnculo. A polpa esbranquiçada com ligeiro tom esverdeado é extremamente fina e de textura fondente, muito suculenta, doce, agradavelmente acidulada e aromática, um pouco granulosa no centro. A colheita realiza-se em outubro, os frutos atingem maturidade em dezembro e a conservação pode prolongar-se até meados de fevereiro. Subtilmente acidulada e rica em açúcar, é uma pera deliciosa para consumir ao natural. Cozida, adapta-se bem a numerosas receitas doces ou salgadas. Trata-se de uma variedade parcialmente autofértil que necessita da presença de outras variedades de pereiros nas proximidades para melhorar a polinização e assim aumentar o número de frutos.

Planta proveniente da Agricultura Biológica

Pyrus communis (pereiro comum) é uma árvore de fruto pertencente à família das Rosáceas. Presente na Europa desde a Antiguidade, é originária das florestas da Ásia Ocidental. Em França, os pereiros surgem no século XVI, quando, sob o reinado de Luís XIV, várias espécies foram cultivadas nos jardins do rei. Ao longo dos séculos, um grande número de cultivares surgiu. A sua cultura está amplamente difundida pela Europa.

A variedade Royal Vendée, originária de sementeira, foi obtida em 1860 por Eugène des Nouhes (1814-1903), na sua propriedade da Cacaudière, em Pouzauges (Vendée). Este pereiro forma uma árvore com estrutura bastante ereta que pode atingir, na idade adulta, aproximadamente 6 metros de altura por 4 metros de diâmetro, produzindo ramos relativamente grossos erectos no ápice e abertos na base. A sua copa adequa-se bem a formas altas (em tronco) ou baixas (em taça) ou palisadas (palmeta verrier). A folhagem caduca é composta por grandes folhas de 8 a 10 cm de comprimento, alternas, ovais, verde-brilhantes que adquirem tonalidades outonais amarelo-alaranjadas. A floração ocorre em abril, o que geralmente a protege das geadas. As flores brancas, simples, de 2 a 3 cm de diâmetro, agrupadas em umbela, são melíferas. Podem ser destruídas pela geada a partir de -2 a -3 °C. É uma árvore rústica que suporta temperaturas em torno de -25 °C, sendo adaptada ao cultivo em todas as regiões de Portugal, incluindo em altitude. Este pereiro é considerado autoestéril ou auto-incompatível, as flores não se podem fecundar a si próprias. Por isso é necessária a presença de outras variedades de pereiros, nas proximidades, cuja floração ocorra na mesma época. Por exemplo, as variedades Beurré HardyConférenceDoyenné du ComiceJules GuyotWilliam’s Bon ChrétienWilliam's Rouge são adequadas para cruzar a polinização, e assim aumentar o número de frutos.

O pereiro Royal Vendée é uma variedade de elevado rendimento, muito produtiva, de entrada em produção rápida e de frutificação abundante e regular. A colheita começa a partir do final de setembro, e os frutos consomem-se desde a apanha conforme atingem a maturidade. A pera consome-se tanto crua como cozida, em compotas, na pastelaria e sobremesas, em saladas de fruta ou composições, em associação com queijos ou como acompanhamento de pratos salgados, ao lado de pratos de pato, de carnes brancas (aves e borrego) ou de caça. É também perfeita para a confeção de sumos ou de frutos em calda. Rica em água, a pera refresca e mata a sede. Muito carnuda, proporciona grande saciedade. De teor calórico moderado, é bem fornecida em potássio, cálcio e magnésio, com um aporte não desprezível de ferro. O seu teor em vitaminas C e E, em antioxidantes e em fibras torna a pera um trunfo para a saúde. É tónica, energética e reidratante. Os frutos podem ser conservados 4 a 6 meses após a colheita. A conservação pode efectuar-se num local fresco, saudável, à sombra, a uma temperatura em torno de 8 a 10 °C ou em câmara fria, estanque ao ar exterior, a uma temperatura de 1 a 3 °C.

Muito popular, graças aos seus frutos, o pereiro encontra o seu lugar no jardim para o prazer de miúdos e graúdos. Entre uma vasta gama de pereiros, é fácil encontrar a variedade que melhor corresponde às preferências.

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Hábito

Altura à maturidade 6 m
Largura à maturidade 4 m
Crescimento normal

Fruta

Cor do fruto verde
Diâmetro do fruto 6 cm
Sabor Doce
Utilização Mesa, Compota, Pastelaria, Cozinha
Período de colheita Setembro à Outubro

Floração

Cor da flor branca
Período de floração Abril
Inflorescência Solitária
Flor de 3 cm
Planta melífera Atrai polinizadores

Folhagem

Persistência da folhagem Caduca
Folhagem colorida Verde

Botânica

Género

Pyrus

Espécie

communis

Cultivar

Royal Vendée

Família

Rosaceae

Outros nomes comuns

Pereira

Origem

Hortícola

Referência do produto178491

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49,00 € Torrão "Pronto a plantar"

Plantação e cuidados

A Pereira Royal Vendée Bio, por necessitar de calor, deve ser plantada abrigada dos ventos dominantes, sobretudo em regiões mais frias do país, e de preferência em pleno sol. A pereira adapta-se a solos frescos, ricos, e sem humidade estagnada, mas não aprecia solos demasiado secos ou muito calcários. As pereiras, como todas as árvores de fruto, devem ser plantadas idealmente entre outubro e março, fora de períodos de geada. As árvores propostas em contentores podem ser plantadas durante todo o ano, com exceção de períodos de calor intenso ou de geadas.

Para plantar, afofe o solo em profundidade, remova as pedras e as ervas indesejáveis. Acrescente um pouco de cascalho para melhorar a drenagem, se necessário. Abra uma ampla cova de plantação de pelo menos 3 vezes o volume do torrão. Separe, de um lado, a terra de fundo e, do outro, a terra de superfície. Misture farinha de chifres e matéria orgânica (terra vegetal, composto…) com a terra de fundo e deite este preparado no fundo do buraco de plantação. Coloque o torrão, cubra com a terra de superfície sem enterrar o cordão de enxerto e aperte. Regue abundantemente (10 L aproximadamente). Pode ser interessante estacar a pereira, instalando um sistema de estaiamento: plante 3 estacas em triângulo a 50 cm em redor do tronco, ligue-as entre si com pedaços de madeira. Proteja a casca com um pedaço de borracha, por exemplo, e prenda as estacas ao tronco com arames metálicos. É também possível estacar num suporte (palmeta em U ou palmeta Verrier, por exemplo).

Em manutenção, todos os anos, no outono, aplique composto bem maduro à superfície. Depois, no inverno, aplique uma pequena pá de cinza de madeira, rica em potássio, para melhorar a frutificação. Faça uma sacha junto ao pé da árvore, se necessário. Regue regularmente, consoante o clima, durante os dois ou três primeiros anos.

A pereira pode ser sujeita a várias doenças e pragas. Contra a tavelura (manchas castanhas nas folhas), a moniliose (murchamento das flores e apodrecimento dos frutos na árvore) e oídio (penugem branca nas folhas), pulverize preventivamente com calda bordalesa e decocções de cavalinha. No que toca às pragas, a carpocapsa / traça-da-maçã, pequena lagarta, poderá ser combatida com a instalação de caixas-ninho para aves e morcegos, com a colocação de bandas de cartão ondulado ao longo do tronco, e com o ensacamento dos frutos em sacos de papel kraft castanho. Em caso de ataque de pulgões, pulverize uma mistura de água e sabão preto.

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Quando plantar?

Melhor período de plantação Outubro à Novembro
Período razoável de plantação Janeiro à Março, Outubro à Dezembro

Para que local?

Adequado para Prado
Tipo de utilização Isolado, Pomar
Região de interesse Centre, Grand Est, Nord et Bassin Parisien
Rusticidade Até -23.5°C (zona USDA 6a) Ver o mapa
Dificuldade de cultivo Amador
Exposição Sol
pH do solo Urze (ácido), Neutro
Tipo de solo Argilo-limoso (rico e leve) Solo rico e bem drenado

Cuidados

Descrição da poda A poda da pereira realiza-se a cada 2 a 3 anos (exceto nas formas em espaldeira, em que a poda deve ser anual e privilegiar as gemas florais). Realiza-se de novembro a março, fora de períodos de geada. Para podar, remova, se necessário, os rebentos que cresceram na base da árvore e os rebentos vigorosos que se desenvolvem no tronco. Elimine os ramos mortos ou partidos, bem como os que se entrecruzam. Corte os ramos finos e alguns ramos interiores, para permitir a circulação do ar e da luz no interior da copa. Pode-se podar as extremidades dos ramos acima de uma gema voltada para o exterior. Aplique um cicatrizante à base de argila nas feridas de poda. Em junho, quando as pêras estiverem pré-formadas, efetue um clareio: conserve apenas dois frutos por cacho, privilegiando as pêras situadas na periferia. As pêras atingirăo então um calibre superior.
Poda Poda recomendada 1 vez por ano
Período de poda Janeiro à Março, Junho, Dezembro
Humidade do solo Húmido
Resistência a doenças Boa
Hibernação Pode permanecer no solo

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