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Pereira Royal Vendée Bio - Pyrus communis

Pyrus communis Royal Vendée
Pereira

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Disponível 15 nov.
34,50 € Raízes nuas

Garantia de devolução de 12 meses nesta planta

Mais informações

Variedade antiga, rústica e bastante vigorosa, originária do arvoredo da Vendée, que produz abundantemente uma excelente pêra de guarda. Suculenta, incrivelmente macia, de sabor doce e acidez bem equilibrada, pêra a degustar crua ou cozida em múltiplas receitas doces, e salgadas. Conservação até meados de fevereiro. Pereira parcialmente autofértil, resistente a doenças. Planta proveniente da Agricultura Biológica.
Sabor
Doce
Altura à maturidade
6 m
Largura à maturidade
4 m
Exposição
Sol
Rusticidade
Até -23,5°C
Melhor período de plantação Outubro à Novembro
Período razoável de plantação Janeiro à Março, Outubro à Dezembro
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Período de floração Abril
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Período de colheita Setembro à Outubro
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Descrição

O pereiro Royal Vendée é uma variedade antiga, rústica e de vigor médio que se caracteriza pela sua produção generosa. Produz um fruto de calibre médio, de forma esférica ou ovalada, fortemente arredondada e nodosa, apresentando um mamilo no ápice. A epiderme verde-claro, tornando-se amarela na maturidade, é pontilhada, estriada de ferrugem, maculada de castanho junto ao pedúnculo. A polpa esbranquiçada com ligeiro tom esverdeado é extremamente fina e de textura fondente, muito suculenta, doce, agradavelmente acidulada e aromática, um pouco granulosa no centro. A colheita realiza-se em outubro, os frutos atingem maturidade em dezembro e a conservação pode prolongar-se até meados de fevereiro. Subtilmente acidulada e rica em açúcar, é uma pera deliciosa para consumir ao natural. Cozida, adapta-se bem a numerosas receitas doces ou salgadas. Trata-se de uma variedade parcialmente autofértil que necessita da presença de outras variedades de pereiros nas proximidades para melhorar a polinização e assim aumentar o número de frutos.

Planta proveniente da Agricultura Biológica

Pyrus communis (pereiro comum) é uma árvore de fruto pertencente à família das Rosáceas. Presente na Europa desde a Antiguidade, é originária das florestas da Ásia Ocidental. Em França, os pereiros surgem no século XVI, quando, sob o reinado de Luís XIV, várias espécies foram cultivadas nos jardins do rei. Ao longo dos séculos, um grande número de cultivares surgiu. A sua cultura está amplamente difundida pela Europa.

A variedade Royal Vendée, originária de sementeira, foi obtida em 1860 por Eugène des Nouhes (1814-1903), na sua propriedade da Cacaudière, em Pouzauges (Vendée). Este pereiro forma uma árvore com estrutura bastante ereta que pode atingir, na idade adulta, aproximadamente 6 metros de altura por 4 metros de diâmetro, produzindo ramos relativamente grossos erectos no ápice e abertos na base. A sua copa adequa-se bem a formas altas (em tronco) ou baixas (em taça) ou palisadas (palmeta verrier). A folhagem caduca é composta por grandes folhas de 8 a 10 cm de comprimento, alternas, ovais, verde-brilhantes que adquirem tonalidades outonais amarelo-alaranjadas. A floração ocorre em abril, o que geralmente a protege das geadas. As flores brancas, simples, de 2 a 3 cm de diâmetro, agrupadas em umbela, são melíferas. Podem ser destruídas pela geada a partir de -2 a -3 °C. É uma árvore rústica que suporta temperaturas em torno de -25 °C, sendo adaptada ao cultivo em todas as regiões de Portugal, incluindo em altitude. Este pereiro é considerado autoestéril ou auto-incompatível, as flores não se podem fecundar a si próprias. Por isso é necessária a presença de outras variedades de pereiros, nas proximidades, cuja floração ocorra na mesma época. Por exemplo, as variedades Beurré HardyConférenceDoyenné du ComiceJules GuyotWilliam’s Bon ChrétienWilliam's Rouge são adequadas para cruzar a polinização, e assim aumentar o número de frutos.

O pereiro Royal Vendée é uma variedade de elevado rendimento, muito produtiva, de entrada em produção rápida e de frutificação abundante e regular. A colheita começa a partir do final de setembro, e os frutos consomem-se desde a apanha conforme atingem a maturidade. A pera consome-se tanto crua como cozida, em compotas, na pastelaria e sobremesas, em saladas de fruta ou composições, em associação com queijos ou como acompanhamento de pratos salgados, ao lado de pratos de pato, de carnes brancas (aves e borrego) ou de caça. É também perfeita para a confeção de sumos ou de frutos em calda. Rica em água, a pera refresca e mata a sede. Muito carnuda, proporciona grande saciedade. De teor calórico moderado, é bem fornecida em potássio, cálcio e magnésio, com um aporte não desprezível de ferro. O seu teor em vitaminas C e E, em antioxidantes e em fibras torna a pera um trunfo para a saúde. É tónica, energética e reidratante. Os frutos podem ser conservados 4 a 6 meses após a colheita. A conservação pode efectuar-se num local fresco, saudável, à sombra, a uma temperatura em torno de 8 a 10 °C ou em câmara fria, estanque ao ar exterior, a uma temperatura de 1 a 3 °C.

Muito popular, graças aos seus frutos, o pereiro encontra o seu lugar no jardim para o prazer de miúdos e graúdos. Entre uma vasta gama de pereiros, é fácil encontrar a variedade que melhor corresponde às preferências.

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Pereira: plantar, podar e cuidar
Ficha da família
por Eva 15 min.
Pereira: plantar, podar e cuidar
Ler o artigo

Pereira Royal Vendée Bio - Pyrus communis em imagens...

Pereira Royal Vendée Bio - Pyrus communis (Colheita) Colheita

Hábito

Altura à maturidade 6 m
Largura à maturidade 4 m
Crescimento normal

Fruta

Cor do fruto verde
Diâmetro do fruto 6 cm
Sabor Doce
Utilização Mesa, Compota, Pastelaria, Cozinha
Período de colheita Setembro à Outubro

Floração

Cor da flor branca
Período de floração Abril
Inflorescência Solitária
Flor de 3 cm
Planta melífera Atrai polinizadores

Folhagem

Persistência da folhagem Caduca
Folhagem colorida Verde
Referência do produto178491

Plantação e cuidados

A Pereira Royal Vendée Bio, por necessitar de calor, deve ser plantada abrigada dos ventos dominantes, sobretudo em regiões mais frias do país, e de preferência em pleno sol. A pereira adapta-se a solos frescos, ricos, e sem humidade estagnada, mas não aprecia solos demasiado secos ou muito calcários. As pereiras, como todas as árvores de fruto, devem ser plantadas idealmente entre outubro e março, fora de períodos de geada. As árvores propostas em contentores podem ser plantadas durante todo o ano, com exceção de períodos de calor intenso ou de geadas.

Para plantar, afofe o solo em profundidade, remova as pedras e as ervas indesejáveis. Acrescente um pouco de cascalho para melhorar a drenagem, se necessário. Abra uma ampla cova de plantação de pelo menos 3 vezes o volume do torrão. Separe, de um lado, a terra de fundo e, do outro, a terra de superfície. Misture farinha de chifres e matéria orgânica (terra vegetal, composto…) com a terra de fundo e deite este preparado no fundo do buraco de plantação. Coloque o torrão, cubra com a terra de superfície sem enterrar o cordão de enxerto e aperte. Regue abundantemente (10 L aproximadamente). Pode ser interessante estacar a pereira, instalando um sistema de estaiamento: plante 3 estacas em triângulo a 50 cm em redor do tronco, ligue-as entre si com pedaços de madeira. Proteja a casca com um pedaço de borracha, por exemplo, e prenda as estacas ao tronco com arames metálicos. É também possível estacar num suporte (palmeta em U ou palmeta Verrier, por exemplo).

Em manutenção, todos os anos, no outono, aplique composto bem maduro à superfície. Depois, no inverno, aplique uma pequena pá de cinza de madeira, rica em potássio, para melhorar a frutificação. Faça uma sacha junto ao pé da árvore, se necessário. Regue regularmente, consoante o clima, durante os dois ou três primeiros anos.

A pereira pode ser sujeita a várias doenças e pragas. Contra a tavelura (manchas castanhas nas folhas), a moniliose (murchamento das flores e apodrecimento dos frutos na árvore) e oídio (penugem branca nas folhas), pulverize preventivamente com calda bordalesa e decocções de cavalinha. No que toca às pragas, a carpocapsa / traça-da-maçã, pequena lagarta, poderá ser combatida com a instalação de caixas-ninho para aves e morcegos, com a colocação de bandas de cartão ondulado ao longo do tronco, e com o ensacamento dos frutos em sacos de papel kraft castanho. Em caso de ataque de pulgões, pulverize uma mistura de água e sabão preto.

Quando plantar?

Melhor período de plantação Outubro à Novembro
Período razoável de plantação Janeiro à Março, Outubro à Dezembro

Para que local?

Adequado para Prado
Tipo de utilização Isolado, Pomar
Região de interesse Centre, Grand Est, Norte e Bacia Parisiense
Rusticidade Até -23,5°C (zona USDA 6a) Ver o mapa
Dificuldade de cultivo Amador
Exposição Sol
pH do solo Urze (ácido), Neutro
Tipo de solo Argilo-limoso (rico e leve), Solo rico e bem drenado

Cuidados

Descrição da poda A poda da pereira realiza-se a cada 2 a 3 anos (exceto nas formas em espaldeira, em que a poda deve ser anual e privilegiar as gemas florais). Realiza-se de novembro a março, fora de períodos de geada. Para podar, remova, se necessário, os rebentos que cresceram na base da árvore e os rebentos vigorosos que se desenvolvem no tronco. Elimine os ramos mortos ou partidos, bem como os que se entrecruzam. Corte os ramos finos e alguns ramos interiores, para permitir a circulação do ar e da luz no interior da copa. Pode-se podar as extremidades dos ramos acima de uma gema voltada para o exterior. Aplique um cicatrizante à base de argila nas feridas de poda. Em junho, quando as pêras estiverem pré-formadas, efetue um clareio: conserve apenas dois frutos por cacho, privilegiando as pêras situadas na periferia. As pêras atingirăo então um calibre superior.
Poda Poda recomendada 1 vez por ano
Período de poda Janeiro à Março, Junho, Dezembro
Humidade do solo Húmido
Resistência a doenças Boa
Hibernação Pode permanecer no solo

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