Trifolium repens Quadrifolium Purpureum - Trevo-branco
Trifolium repens Quadrifolium Purpureum - Trevo-branco
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Trifolium repens Quadrifolium Purpureum
Trevo-branco
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Descrição
Trifolium repens 'Quadrifolium Purpureum', le trèfle à quatre feuilles pourpre, est un couvre-sol vivace décoratif qui colore les massifs et les jardinières. Issu du trèfle blanc, il forme rapidement un tapis très bas de feuillage pourpre finement ourlé de vert. Sa floraison blanche estivale, discrète, mais très visitée par les pollinisateurs, est un atout écologique. Facile à installer, très rustique, peu exigeant vis-à-vis du sol, ce trèfle porte-bonheur convient aux jardins naturalistes comme aux décors plus contemporains, en particulier pour végétaliser des zones difficiles à tondre.
Les trèfles appartiennent à la grande famille des fabacées. Trifolium repens Quadrifolium Purpureum est un cultivar ornemental du trèfle blanc ou trèfle rampant. On le rencontre sous plusieurs synonymes horticoles, notamment Trifolium repens ‘Purpurascens Quadrifolium’, Trifolium repens ‘Tetraphyllum Purpureum’, Trifolium ‘Purpurascens Quadrifolium’, ainsi que sous des noms usuels comme trèfle à quatre feuilles pourpre ou trèfle porte-bonheur pourpre. Cette sélection horticole se distingue par la fréquence élevée des feuilles à quatre folioles et leur pigmentation pourpre.
Il s’agit d’une plante herbacée vivace, au port très bas et tapissant, de croissance rapide. Ses tiges fines et stolonifères, pouvant atteindre 10 à 40 cm de long, s’enracinent à chaque nœud au contact avec le sol ; la plante couvre progressivement de larges surfaces. La hauteur du tapis dépasse rarement 7 à 10 cm. Les feuilles se composent le plus souvent de quatre folioles, parfois plus, de forme ovale, longues de 1 à 2 cm ; le limbe présente une teinte pourpre à brun violacé, sombre au centre, bordée d’un liseré vert clair qui souligne le dessin de chaque foliole. Le feuillage est caduc à semi-persistant selon le climat. Les tiges, vertes à légèrement rougeâtres, s’entrecroisent pour former un réseau dense qui plaque la végétation contre le sol et contribue à limiter la concurrence des adventices. La floraison a lieu de la fin mai à septembre, sous forme de petites têtes globuleuses de 1,5 à 2 cm de diamètre, constituées de nombreuses fleurs blanc crème, rosissant très légèrement en fin de floraison, portées juste au-dessus du tapis. Ces fleurs sont nectarifères et attirent abeilles et autres insectes pollinisateurs. Les fruits, de petites gousses discrètes nichées dans les têtes fanées, contiennent des graines susceptibles de se ressemer.
Comme l’espèce type, ce trèfle est très rustique, jusqu'à -20 °C. Il tolère une large gamme de sols drainés, frais à modérément secs.
Le trèfle à quatre feuilles étant traditionnellement associé à la chance, ce cultivar pourpre est considéré comme plante porte-bonheur, que l’on partage facilement par division de touffes ou prélèvement de fragments enracinés. Il s’emploie pour installer un tapis coloré au pied de vivaces et d’arbustes, à condition de lui réserver une zone où sa propension à s’étendre ne pose pas de problème. En pot ou en bac sur une terrasse, il jouera un rôle de plante retombante pour accompagner les annuelles. Sur un talus ou entre des dalles d'un pas japonais, il aide à stabiliser le sol et à réduire les opérations de désherbage.
On peut utiliser le Trifolium repens Quadrifolium pourpre comme une “alternative au gazon” décorative sur de petites surfaces : zones peu piétinées, joints de dalles, bordures de chemin, pied de massif, petits espaces qu’on tond difficilement. Il supporte un piétinement léger et occasionnel et peut être tondu assez haut pour rester dense.
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Floração
Folhagem
Hábito
Botânica
Trifolium
repens
Quadrifolium Purpureum
Fabaceae
Trevo-branco
Trifolium repens ‘Purpurascens Quadrifolium’, Trifolium repens ‘Tetraphyllum Purpureum’
Hortícola
Plantação e cuidados
Instale Trifolium repens 'Quadrifolium pourpre' de preferência na primavera ou no início do outono, em solo comum, bem trabalhado, afrouxado a 15 a 20 cm, e livre de vivazes indesejadas, pois este trevo enraíza rapidamente. Aprecia um solo fresco, mas bem drenado, de ligeiramente ácido a ligeiramente calcário, em exposição ensolarada ou ligeiramente sombreada. A cor púrpura será mais acentuada ao sol.
Deve-se espaçar as plantas de 25 a 30 cm para permitir que o tapete se feche em uma ou duas estações, depois regue regularmente nas primeiras semanas para favorecer o enraizamento, sobretudo em clima quente ou em solo leve.
Depois, bastam algumas regas em caso de seca prolongada, especialmente em vaso ou no terraço. Uma altura de corte elevada permite manter um tapete denso e limpo, eliminando as inflorescências caso se pretenda limitar as sementeiras espontâneas.
Numa pequena área, vigie os estolhos e arranque os que se dirigem para maciços mais delicados ou para um relvado clássico, a fim de conter a sua vigorosidade. Normalmente, basta uma aplicação anual de composto bem maduro no final do inverno.
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A rusticidade é a temperatura mais baixa do inverno que uma planta pode suportar sem sofrer danos graves ou mesmo morrer. No entanto, esta rusticidade é afetada pela localização (zona abrigada, como um pátio), pelas proteções (cobertura de inverno) e pelo tipo de solo (a rusticidade é melhorada por um solo bem drenado).
Os períodos de sementeira indicados no nosso site aplicam-se aos países e regiões situados na zona 8 da USDA (França, Reino Unido, Irlanda, Países Baixos).
Em regiões mais frias (Escandinávia, Polónia, Áustria...), adie a sementeira ao ar livre por 3 a 4 semanas ou semeie em estufa.
Em climas mais quentes (Itália, Espanha, Grécia, etc.), antecipe a sementeira ao ar livre de algumas semanas.
O período de colheita indicado no nosso site aplica-se aos países e regiões da zona 8 do USDA (França, Inglaterra, Irlanda, Países Baixos).
Em regiões mais frias (Escandinávia, Polónia, Áustria...), a colheita de frutas e legumes provavelmente ocorrerá 3 a 4 semanas mais tarde.
Em regiões mais quentes (Itália, Espanha, Grécia, etc.), a colheita provavelmente ocorrerá mais cedo, dependendo das condições meteorológicas.
O período de plantação indicado no nosso site aplica-se às regiões situadas na zona 9b do USDA (Litoral atlântico e vale do Tejo: Lisboa, Porto, Setúbal, Coimbra, Aveiro). Este período varia consoante o local onde reside:
- No interior centro e no Alentejo (Évora, Portalegre, Castelo Branco, Guarda, Viseu), adie a plantação de 2 a 3 semanas na primavera e antecipe-a de 2 a 3 semanas no outono em relação às datas indicadas, para evitar os picos de calor do verão e as geadas de inverno dos planaltos interiores.
- Nos Maciços do norte e do centro (Serra da Estrela, Serra do Gerês, Bragança, Chaves), é preferível plantar no final da primavera (maio), uma vez eliminados os últimos riscos de geada, ou no início do outono (setembro–outubro), quando o calor intenso do verão já tiver passado e as primeiras chuvas de outono tiverem regressado.
Em climas temperados, a poda de arbustos com floração na primavera (forsythia, espireia, etc.) deve ser feita logo após a floração.
A poda dos arbustos com floração no verão (amargoseira, perovskia, etc.) pode ser feita no inverno ou na primavera.
Em regiões frias, bem como para plantas sensíveis ao gelo, evite podar muito cedo, quando ainda podem ocorrer geadas fortes.
O período de floração indicado no nosso site aplica-se às regiões situadas na zona 9b do USDA (Litoral atlântico e vale do Tejo: Lisboa, Porto, Setúbal, Coimbra, Aveiro).
Este período varia consoante o local onde reside:
- No interior centro e no Alentejo (Évora, Portalegre, Castelo Branco, Guarda, Viseu), a floração será adiada de 2 a 3 semanas em relação às datas indicadas, por causa das primaveras mais secas e das variações de temperaturas mais acentuadas.
- Nos maciços do norte e do centro (Serra da Estrela, Serra do Gerês, Bragança, Chaves), a floração será adiada de 3 a 5 semanas. Ocorrerá principalmente entre maio e julho, dependendo da altitude.
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