Melocactus azureus - Cacto
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Melocactus azureus
Cacto-melão
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Descrição
O Melocactus azureus, por vezes designado cacto-melão azul, é uma espécie botânica procurada pela sua coloração azul acinzentada e pelo cefálio que desenvolve à maturidade, um feltro terminal rosado a avermelhado de onde nascem as flores e os frutos. Este cacto de interior é uma espécie tanto decorativa como bem caracterizada do ponto de vista botânico. Aprecia divisões muito luminosas, aquecidas durante todo o ano, ou uma estufa temperada e quente. É também interessante pelo seu modo de crescimento particular, muito diferente do dos cactos mais comuns.
Pertencente à família das Cactáceas, o Melocactus azureus é uma espécie descrita em 1971, endémica do estado da Bahia, no Brasil. Cresce no bioma tropical sazonalmente seco da Caatinga, em afloramentos calcários rochosos bem expostos. São referidos sinónimos botânicos na literatura, nomeadamente Melocactus krainzianus.
A planta forma um caule inicialmente globoso, tornando-se mais ou menos cilíndrico com a idade, de 14 a 30 cm de altura por 14 a 20 cm de diâmetro, por vezes mais em exemplares antigos. Apresenta 9 a 10 costelas profundas. O epiderme é azul esbranquiçado a azul acinzentado, por vezes ligeiramente glauco conforme as condições de cultivo. Os espinhos, robustos, são inicialmente de um preto avermelhado, passando a uma tonalidade mais cinzenta com a idade. No caule maduro surge um cefálio terminal lanoso e sedoso, rosado a avermelhado, que continua a crescer enquanto o corpo do cacto evolui pouco. As flores, pequenas, de rosa a magenta, medem cerca de 1,5 a 2,3 cm de comprimento. Na natureza, dão lugar a frutos alongados, brancos a rosa-pálido. Como nos outros Melocactus, a presença do cefálio indica a entrada na fase adulta.
Em interior, esta espécie exige uma luz muito intensa, algumas horas de sol direto, uma temperatura mantida entre 18 e 30 °C, e uma atmosfera relativamente seca ou moderadamente húmida, cerca de 40 a 60 %. Suporta mal o frio e é mais sensível do que muitos outros cactos às variações térmicas e à humidade persistente junto às raízes. Por isso, não é o cacto mais indicado para principiantes.
Para o acompanhar, escolha espécies que também apreciem uma luz forte e um regime seco, por exemplo o Gymnocalycium saglionis, o Ferocactus glaucescens ‘Inermis’, a Astrophytum myriostigma e o Echinocactus grusonii.
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Melocactus azureus - Cacto em imagens...
Folhagem
Hábito
Floração
Botânica
Melocactus
azureus
Cactaceae
Cacto-melão
América do Norte
Precauções
Localização
Localização
Manutenção & cuidados
Dicas de rega
Conselhos sobre replantio, substratos e fertilizantes
Manutenção da planta
Conselhos sobre doenças e pragas
Manutenção & cuidados
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Os períodos de sementeira indicados no nosso site aplicam-se aos países e regiões situados na zona 8 da USDA (França, Reino Unido, Irlanda, Países Baixos).
Em regiões mais frias (Escandinávia, Polónia, Áustria...), adie a sementeira ao ar livre por 3 a 4 semanas ou semeie em estufa.
Em climas mais quentes (Itália, Espanha, Grécia, etc.), antecipe a sementeira ao ar livre de algumas semanas.
O período de colheita indicado no nosso site aplica-se aos países e regiões da zona 8 do USDA (França, Inglaterra, Irlanda, Países Baixos).
Em regiões mais frias (Escandinávia, Polónia, Áustria...), a colheita de frutas e legumes provavelmente ocorrerá 3 a 4 semanas mais tarde.
Em regiões mais quentes (Itália, Espanha, Grécia, etc.), a colheita provavelmente ocorrerá mais cedo, dependendo das condições meteorológicas.
O período de plantação indicado no nosso site aplica-se às regiões situadas na zona 9b do USDA (Litoral atlântico e vale do Tejo: Lisboa, Porto, Setúbal, Coimbra, Aveiro). Este período varia consoante o local onde reside:
- No interior centro e no Alentejo (Évora, Portalegre, Castelo Branco, Guarda, Viseu), adie a plantação de 2 a 3 semanas na primavera e antecipe-a de 2 a 3 semanas no outono em relação às datas indicadas, para evitar os picos de calor do verão e as geadas de inverno dos planaltos interiores.
- Nos Maciços do norte e do centro (Serra da Estrela, Serra do Gerês, Bragança, Chaves), é preferível plantar no final da primavera (maio), uma vez eliminados os últimos riscos de geada, ou no início do outono (setembro–outubro), quando o calor intenso do verão já tiver passado e as primeiras chuvas de outono tiverem regressado.
Em climas temperados, a poda de arbustos com floração na primavera (forsythia, espireia, etc.) deve ser feita logo após a floração.
A poda dos arbustos com floração no verão (amargoseira, perovskia, etc.) pode ser feita no inverno ou na primavera.
Em regiões frias, bem como para plantas sensíveis ao gelo, evite podar muito cedo, quando ainda podem ocorrer geadas fortes.
O período de floração indicado no nosso site aplica-se às regiões situadas na zona 9b do USDA (Litoral atlântico e vale do Tejo: Lisboa, Porto, Setúbal, Coimbra, Aveiro).
Este período varia consoante o local onde reside:
- No interior centro e no Alentejo (Évora, Portalegre, Castelo Branco, Guarda, Viseu), a floração será adiada de 2 a 3 semanas em relação às datas indicadas, por causa das primaveras mais secas e das variações de temperaturas mais acentuadas.
- Nos maciços do norte e do centro (Serra da Estrela, Serra do Gerês, Bragança, Chaves), a floração será adiada de 3 a 5 semanas. Ocorrerá principalmente entre maio e julho, dependendo da altitude.