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Melocactus azureus - Cacto

Melocactus azureus
Cacto-melão

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Este cacto globoso seduz pelo epiderme azulado e pulverulento, pelas costelas bem marcadas e pelo cefálio lanoso rosado que surge com a idade. Necessita de luz muito intensa, de calor regular durante todo o ano e de um ambiente seco. Por ser mais sensível ao frio do que muitos outros cactos de interior, destina-se a amadores com alguma experiência. De pequenas dimensões, adapta-se bem ao peitoril de uma janela ensolarada, à marquise ou a uma estufa quente.
Frequência de rega
Baixa (1 vez a cada 15 dias)
Exposição interior
Luz indireta intensa, Luz direta intensa, Sol direto
Particularidades
Hábito gráfico
Particularidades
Floração
Particularidades
Pouca necessidade de água

Descrição

O Melocactus azureus, por vezes designado cacto-melão azul, é uma espécie botânica procurada pela sua coloração azul acinzentada e pelo cefálio que desenvolve à maturidade, um feltro terminal rosado a avermelhado de onde nascem as flores e os frutos. Este cacto de interior é uma espécie tanto decorativa como bem caracterizada do ponto de vista botânico. Aprecia divisões muito luminosas, aquecidas durante todo o ano, ou uma estufa temperada e quente. É também interessante pelo seu modo de crescimento particular, muito diferente do dos cactos mais comuns.

Pertencente à família das Cactáceas, o Melocactus azureus é uma espécie descrita em 1971, endémica do estado da Bahia, no Brasil. Cresce no bioma tropical sazonalmente seco da Caatinga, em afloramentos calcários rochosos bem expostos. São referidos sinónimos botânicos na literatura, nomeadamente Melocactus krainzianus.
A planta forma um caule inicialmente globoso, tornando-se mais ou menos cilíndrico com a idade, de 14 a 30 cm de altura por 14 a 20 cm de diâmetro, por vezes mais em exemplares antigos. Apresenta 9 a 10 costelas profundas. O epiderme é azul esbranquiçado a azul acinzentado, por vezes ligeiramente glauco conforme as condições de cultivo. Os espinhos, robustos, são inicialmente de um preto avermelhado, passando a uma tonalidade mais cinzenta com a idade. No caule maduro surge um cefálio terminal lanoso e sedoso, rosado a avermelhado, que continua a crescer enquanto o corpo do cacto evolui pouco. As flores, pequenas, de rosa a magenta, medem cerca de 1,5 a 2,3 cm de comprimento. Na natureza, dão lugar a frutos alongados, brancos a rosa-pálido. Como nos outros Melocactus, a presença do cefálio indica a entrada na fase adulta.

Em interior, esta espécie exige uma luz muito intensa, algumas horas de sol direto, uma temperatura mantida entre 18 e 30 °C, e uma atmosfera relativamente seca ou moderadamente húmida, cerca de 40 a 60 %. Suporta mal o frio e é mais sensível do que muitos outros cactos às variações térmicas e à humidade persistente junto às raízes. Por isso, não é o cacto mais indicado para principiantes.

Para o acompanhar, escolha espécies que também apreciem uma luz forte e um regime seco, por exemplo o Gymnocalycium saglionis, o Ferocactus glaucescens ‘Inermis’, a Astrophytum myriostigma e o Echinocactus grusonii.

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Melocactus azureus - Cacto em imagens...

Melocactus azureus - Cacto (Folhagem) Folhagem
Melocactus azureus - Cacto (Hábito) Hábito

Folhagem

Folhagem colorida Azul
Descrição da folhagem Num cacto-estrela, trata-se da cor do caule, que funciona como órgão de fotossíntese.
Persistência da folhagem Persistente

Hábito

Hábito Bola
Altura à maturidade 22 cm
Largura à maturidade 16 cm
Crescimento Lento

Floração

Cor da flor rosa
Período de floração Maio à Junho
Flor de 2 cm

Botânica

Género

Melocactus

Espécie

azureus

Família

Cactaceae

Outros nomes comuns

Cacto-melão

Origem

América do Norte

Precauções

Epineux ?
Referência do produto25818

Localização

A planta desenvolve-se melhor numa varanda aquecida ou em frente a uma janela muito luminosa, idealmente exposta a sul ou a sudoeste, com boa aeração e sem humidade estagnada. Numa sala de estar ou num escritório, deve ser colocada o mais perto possível do vidro. Os erros mais comuns são a falta de luz, um inverno demasiado frio, um vaso sem drenagem, e regas demasiado frequentes.

Localização

Exposição interior Luz indireta intensa, Luz direta intensa, Sol direto
Para que espaço? Escritório, Sala de estar, Varanda
Envergadura da planta 22 cm de altura x 16 cm de largura na maturidade
Tolerância ao frio >15 °C (estufa quente)
Higrometria Moderada (40-60%)

Manutenção & cuidados

Dicas de rega

Regue abundantemente e deixe o substrato secar bem antes de voltar a regar. No inverno, reduzir fortemente as regas, não deixar a planta ao frio em substrato húmido. Evitar a nebulização. Após um transplante, manter o substrato seco durante alguns dias para limitar o risco de apodrecimento.

Conselhos sobre replantio, substratos e fertilizantes

Deve-se transplantar na primavera, apenas quando o vaso ficar demasiado justo; na prática, em exemplares jovens, aproximadamente a cada 2 a 3 anos. Depois da formação do cefálio, o transplante torna-se delicado e deve ser excecional, mantendo-se o torrão intacto tanto quanto possível.
Recomenda-se uma mistura bem drenante, composta por substrato para cactos, Perlite ou areia grossa. Devem ser evitados substratos ricos em matéria orgânica, pois retêm a humidade.
Recomenda-se aplicar um adubo líquido específico para cactos, com NPK próximo de 5-10-5, diluído a meia dose, durante o período de crescimento. Aplicar a cada 4 a 6 semanas, na primavera e no verão. No inverno, interrompem-se as aplicações.

Manutenção da planta

Retira-se apenas, se necessário, a parte seca ou danificada com uma ferramenta limpa. Deve-se vigiar a presença de cochinilhas nas costelas e no cefálio.
Na primavera, deve-se retirar as partes mortas ou danificadas com ferramentas esterilizadas para evitar infecções.

Conselhos sobre doenças e pragas

De modo geral, é um cacto relativamente exigente, mas robusto se as condições de cultivo forem boas. O problema mais frequente são as cochinilhas; em caso de ataque ligeiro, uma haste de algodão embebida em álcool costuma ser suficiente para limpar os focos visíveis. Contra a podridão das raízes, a melhor prevenção continua a ser um substrato muito drenante, uma boa luminosidade, e rega espaçada.

Manutenção & cuidados

Frequência de rega Baixa (1 vez a cada 15 dias)
Nebulização nenhuma
Tipo de solo Substrato para cactos
Pragas e doenças Cochinilhas, Aranhas vermelhas, Podridões
Sensibilidade a doenças Média
Dificuldade de cultivo Amador

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