Maranta - Planta-da-oração: cultivo e cuidados

Resumo

Modificado em 15 de junho de 2025  por Olivier 10 min.

A maranta em poucas palavras

  • A maranta, ou planta-da-oração, é uma planta tropical com uma folhagem gráfica que se fecha à noite graças à nictinastia.
  • As marantas apreciam luz indireta, um substrato drenante e uma humidade elevada para se desenvolverem bem.
  • A sua manutenção baseia-se numa rega moderada e numa nebulização regular.
  • As marantas multiplicam-se facilmente por divisão de tufos.
  • Perfeitas para a decoração, valorizam interiores de estilo tropical, boémio ou minimalista.
Dificuldade

A palavra do nosso especialista

As marantas, ou plantas-da-oração, pertencem à família das Marantáceas e fascinam pela sua folhagem com padrões gráficos e coloridos. Originárias das florestas tropicais da América do Sul, devem o seu nome ao seu movimento noturno singular, a nictinastia, que faz com que as folhas se recolham como mãos juntas em oração. Adaptadas ao cultivo no interior graças à sua tolerância à luz suave e à sua preferência por ambientes húmidos, conferem um toque de verdura elegante e depurativa a qualquer espaço habitacional.

Fáceis de cuidar, as marantas necessitam de um substrato leve e drenante, de uma rega regular sem excessos e de uma humidade ambiente suficiente para conservarem o seu esplendor.

No que diz respeito à decoração, as marantas integram-se na perfeição num interior com um ambiente de selva urbana, boémio ou minimalista. O seu hábito ligeiramente pendente é valorizado por vasos de cerâmica colorida, de vime ou de terracota envernizada, e combinam na perfeição com outras plantas tropicais, como as caláteas e as costelas-de-adão. Se procura uma planta original, fácil de cuidar e decorativa, a maranta é uma escolha ideal.

Maranta leuconeura num vaso

Existe um grande número de variedades de marantas. Uma boa ideia para uma coleção.

Botânica e descrição

Ficha de identidade

  • Nome latino Maranta sp.
  • Família Marantáceas
  • Nome comum Maranta, planta-da-oração, planta-que-reza
  • Floração da primavera ao outono
  • Altura 30 cm
  • Exposição meia-sombra ou local luminoso, sem sol direto
  • Tipo de solo rico em turfa e bem drenado
  • Rusticidade sensível à geada

As marantas, também conhecidas como plantas-da-oração, pertencem à família das Marantáceas (tal como as caláteas), um género botânico que inclui várias espécies tropicais de folhagem ornamental. O nome do género, Maranta, homenageia o botânico e médico veneziano Bartolomeo Maranta, que se destacou no século XVI pelos seus trabalhos sobre plantas medicinais. Em francês, são frequentemente designadas pelos nomes maranta, planta-da-oração, planta-que-reza ou ainda, mais raramente, erva-das-flechas, devido às suas folhas, que se dobram verticalmente ao anoitecer, num fenómeno que faz lembrar mãos juntas em oração.

No seu habitat natural, as marantas desenvolvem-se nas florestas tropicais húmidas da América Central e do Sul, onde crescem à sombra densa das árvores, beneficiando de um solo fértil e de uma atmosfera quente e húmida. A capacidade de tolerar pouca luminosidade e a folhagem com padrões espetaculares explicam por que razão se tornaram plantas de interior muito apreciadas. Fáceis de cuidar, desde que se respeitem as suas necessidades de humidade e de luz difusa, acrescentam um toque exótico e vivo a qualquer interior.

Entre as espécies e variedades mais frequentemente cultivadas, Maranta leuconeura distingue-se pela sua folhagem ornamentada com nervuras e manchas coloridas. Esta espécie apresenta várias variedades populares, como a ‘Fascinator’, com folhas de nervuras vermelhas e marcadas por manchas verde-escuras, ou a ‘Kerchoveana’, conhecida como “maranta-coelho” devido às suas manchas ovais castanho-chocolate, que fazem lembrar as pegadas de um animal.

As marantas apresentam um hábito baixo e espalhado, frequentemente rastejante ou ligeiramente arbustivo, o que as torna plantas ideais para cestos suspensos ou vasos largos, onde podem expandir a sua folhagem. Desenvolvem-se principalmente em tufos compactos, com caules finos e flexíveis que se estendem horizontalmente, em vez de crescerem em altura. Algumas variedades, como Maranta leuconeura ‘Fascinator’, apresentam um hábito ligeiramente pendente.

Folhagem de Maranta arundinacea 'Variegata'

A Maranta arundinacea ‘Variegata’ apresenta uma folhagem variegada.

O seu sistema radicular é rizomatoso, caracterizado por raízes tuberosas que lhes permitem armazenar água e nutrientes. Esta particularidade confere-lhes uma boa resistência a períodos de seca relativa, embora a necessidade de humidade continue a ser importante para um bom desenvolvimento. Os rizomas também facilitam a multiplicação da planta por divisão, um método de propagação comum em cultivo.

As marantas desenvolvem caules herbáceos, curtos e rastejantes, que ligam diretamente o sistema radicular à folhagem. Surgem em grupo a partir da base da planta, formando um conjunto denso que se espalha progressivamente.

A folhagem é, sem dúvida, a característica mais espetacular das marantas. As folhas ovais a elípticas são sustentadas por longos pecíolos e apresentam padrões gráficos impressionantes. A textura do limbo é frequentemente ligeiramente aveludada, com a página superior decorada com nervuras marcadas e manchas contrastantes, enquanto a página inferior é geralmente tingida de púrpura. Estas folhas também têm a particularidade de se dobrarem para cima ao anoitecer, um fenómeno relacionado com um mecanismo natural chamado nictinastia*.

Embora sejam cultivadas principalmente pela sua folhagem, as marantas também são capazes de florir, embora a floração seja mais discreta do que a das caláteas. Produzem pequenas flores tubulares de tonalidades brancas, rosadas ou malvas, reunidas em inflorescências pouco densas no topo de caules finos. Em Maranta arundinacea, espécie cultivada pelo seu amido alimentar (araruta), a floração é modesta e pouco espetacular quando comparada com a folhagem. Num caso raro, algumas espécies, como Maranta subterranea, possuem flores assimétricas, ou seja, sem qualquer simetria.

No seu meio natural, as marantas podem produzir pequenos frutos capsulares, mas este fenómeno é raramente observado em vaso, uma vez que as condições nem sempre são ideais para concluir este processo.

*A nictinastia é um movimento natural das folhas em resposta às variações de luz, provocado por células situadas na base do pecíolo, que regulam a pressão da água. Esta nictinastia permite às marantas reduzir a perda de humidade durante a noite, limitando a exposição das folhas ao ar ambiente, o que é particularmente útil no seu habitat tropical. Poderá também desempenhar um papel na proteção contra herbívoros noturnos ou favorecer o escoamento da água da chuva ao longo das folhas, para evitar a estagnação e limitar o risco de doenças fúngicas.

Folhagem de Maranta leuconeura 'Tricolor'

A Maranta leuconeura ‘Fascinator’ apresenta uma folhagem tricolor.

Quando e como plantar uma maranta em vaso para o interior?

Quando plantar uma maranta?

A melhor época para plantar uma maranta em vaso é na primavera ou no verão, quando a planta está em pleno crescimento e se adapta mais facilmente ao novo ambiente. Evite o inverno, pois a planta abranda a sua atividade e poderá ter dificuldade em retomar o crescimento.

Que substrato utilizar?

As marantas gostam de um solo leve, drenante e rico em matéria orgânica. O ideal é misturar:

  • 1/3 de substrato para plantas verdes para fornecer nutrientes,
  • 1/3 de turfa ou fibra de coco para reter a humidade,
  • 1/3 de perlite ou areia grossa para assegurar uma boa drenagem.
    A adição de carvão ativado também pode ser benéfica para evitar o aparecimento de bolores.

Caso contrário, um bom substrato especial para plantas de interior será suficiente.

Onde colocar a sua maranta?

  • Exposição: aprecia luz suave e indireta. Coloque-a junto a uma janela virada a nascente ou a norte, ou a alguns metros de uma janela virada a sul ou a poente, evitando o sol direto, que poderia queimar a sua folhagem.
  • Temperatura: entre 18 e 25 °C, evitando as correntes de ar e temperaturas inferiores a 15 °C.
  • Humidade ambiente: adora uma atmosfera húmida, com cerca de 60-70%. Se o ar estiver demasiado seco, coloque um humidificador, um tabuleiro com bolas de argila e água por baixo do vaso, ou pulverize regularmente as suas folhas.
Uma maranta junto a uma janela

A maranta aprecia luz difusa.

Que vaso escolher?

  • Material: é raro recomendar isto, mas prefira um vaso de plástico ou de terracota envernizada, pois retêm melhor a humidade do que um vaso de terracota não envernizada, no qual o substrato seca demasiado depressa.
  • Tamanho: escolha um vaso apenas ligeiramente maior do que o torrão, pois um vaso demasiado largo retém água em excesso e favorece o risco de apodrecimento das raízes. Um diâmetro 2 a 3 cm superior ao do torrão é suficiente. Certifique-se de que dispõe de orifícios de drenagem.

Como plantar uma maranta em vaso?

  1. Prepare o vaso: coloque uma camada de drenagem (bolas de argila ou cascalho) no fundo do vaso para evitar o excesso de água.
  2. Adicione substrato: encha parcialmente o vaso com a sua mistura de substrato, turfa e perlite.
  3. Retire a planta do vaso: retire cuidadosamente a maranta do vaso de origem. Se as raízes estiverem muito apertadas, desembarace-as suavemente.
  4. Instale a planta: coloque a maranta no centro do vaso e adicione substrato à sua volta, calcando ligeiramente para evitar bolsas de ar. Certifique-se de que a base dos caules fica ao mesmo nível que no vaso antigo.
  5. Regue abundantemente: logo após a plantação, regue em abundância para humedecer bem o substrato e ajudar a planta a enraizar.
  6. Coloque a planta no local definitivo e vigie a humidade do substrato nos dias seguintes.

A mudança de vaso

É necessária uma mudança de vaso a cada 2 a 3 anos, na primavera, quando as raízes ocupam completamente o vaso e começam a sair. É também uma oportunidade para renovar o substrato, dividir a planta se estiver demasiado densa e eliminar as raízes danificadas.

A condução em espaldeira com um tutor

Alguns cultivares, como Maranta leuconeura ‘Fascinator’, podem apresentar um crescimento ligeiramente pendente ou esparso. Se pretender dar-lhes uma forma mais vertical e ordenada, utilize um tutor de espuma ou de bambu. Prenda cuidadosamente os caules com atilhos flexíveis, sem apertar demasiado para não os danificar. Esta condução em espaldeira também permite otimizar a exposição de cada folha à luz e conferir um toque estético adicional à planta.

Cultivo e manutenção das plantas-da-oração

Rega: manter uma humidade constante sem excessos

As marantas apreciam um substrato sempre ligeiramente húmido, mas nunca encharcado. Uma rega demasiado frequente pode provocar o apodrecimento das raízes, enquanto a falta de água causa a secura das folhas.

  • Frequência: regue cerca de 1 a 2 vezes por semana na primavera e no verão, e reduza no inverno para a cada 10 a 15 dias, consoante a temperatura ambiente.
  • Qualidade da água: utilize água sem calcário (água da chuva, filtrada ou deixada em repouso durante 24 horas) para evitar o amarelecimento das folhas.
  • Método: regue diretamente no substrato até a água sair pelo fundo do vaso. Evite deixar água estagnada no prato.

Além disso, borrife regularmente as folhas com água tépida para manter uma boa humidade do ar, sobretudo se o ar ambiente estiver seco.

Adubação: um fornecimento moderado mas regular

  • Período: adube da primavera ao outono, a cada duas semanas.
  • Tipo de adubo: um adubo líquido para plantas verdes, rico em azoto (N) e potássio (K), favorece uma folhagem densa e colorida.
  • Dosagem: pode diluir o adubo para metade da dose recomendada pelo fabricante, de modo a evitar um excesso de sais minerais, que poderia queimar as raízes.

No inverno, suspenda ou espaçe a adubação, pois a planta entra num período de repouso e consome menos nutrientes.

Poda: uma manutenção mínima

A poda das marantas raramente é necessária, mas pode ajudar a manter uma planta vigorosa e bem formada.

  • Remover as folhas danificadas: se algumas folhas amarelecerem ou secarem, corte-as pela base com uma tesoura limpa para estimular a produção de novos rebentos.
  • Favorecer a ramificação: para obter uma planta mais densa, é possível beliscar a extremidade dos caules, o que incentiva a produção de novos rebentos laterais.

Precauções a tomar para um crescimento ideal

  • Evite as correntes de ar e as variações de temperatura, que causam stress à planta e podem provocar o enrolamento das folhas durante o dia.
  • Proteja a planta do calcário: regar com água demasiado dura pode provocar manchas castanhas e clorose (amarelecimento das folhas).
  • Esteja atento aos sinais de stress: as margens castanhas das folhas indicam um ar demasiado seco, a murchidão pode indicar um excesso ou uma falta de água, e as folhas que perdem a cor podem revelar falta de luz ou de adubo.

Possíveis pragas e doenças das marantas

Os parasitas frequentes

  • Os aranhiços vermelhos: estes minúsculos ácaros aparecem quando o ar está demasiado seco. Detetam-se pela presença de finas teias na parte inferior das folhas e pelo amarelecimento progressivo da folhagem. Para os evitar, mantenha uma boa humidade, pulverizando regularmente a planta. Em caso de infestação, utilize um jato de água morna, sabão preto diluído ou um acaricida natural.

  • As cochinilhas: manifestam-se sob a forma de pequenas saliências brancas e felpudas ou de carapaças castanhas presas aos caules e às folhas. Enfraquecem a planta ao sugarem a sua seiva. Um tratamento com um cotonete embebido em álcool a 70°, sabão preto ou óleo de neem permite eliminá-las progressivamente.

  • Os tripes: estes pequenos insetos pretos ou castanhos deixam marcas prateadas na folhagem e provocam um enfraquecimento geral da planta. Para limitar a sua propagação, aumente a humidade e utilize armadilhas amarelas adesivas ou um inseticida biológico em caso de ataque grave.

  • Os pulgões: menos frequentes, instalam-se por vezes nos rebentos jovens e sugam a seiva, deformando as folhas. Um enxaguamento com água, seguido de um tratamento com sabão preto, é geralmente suficiente para os eliminar.

As possíveis doenças

  • O botrítis (ou podridão cinzenta): causada pelo excesso de humidade e por uma ventilação insuficiente, esta doença fúngica manifesta-se através de manchas castanhas e felpudas nas folhas. Para evitar esta situação, assegure-se de que o ar circula bem em redor da planta e reduza as regas. Em caso de ataque, remova as partes afetadas e aplique um fungicida natural à base de cobre ou bicarbonato de sódio.

  • A podridão das raízes: resultante de um excesso de rega ou de uma drenagem deficiente, provoca o enegrecimento das raízes e um enfraquecimento geral da planta. Se as raízes estiverem moles e castanhas, mude-a urgentemente para um vaso com substrato seco e bem drenante, depois de cortar as partes apodrecidas.

  • As manchas foliares: frequentemente causadas por um fungo, aparecem sob a forma de marcas castanhas ou pretas nas folhas. Evite molhar a folhagem durante as regas e trate com um fungicida natural, se necessário.

Como multiplicar as marantas?

A divisão de tufos (método mais rápido) 

É o método mais eficaz e mais utilizado, durante a mudança de vaso na primavera.

Etapas:

  • Retirar a planta do vaso: retire cuidadosamente o maranta do vaso e sacuda ligeiramente o torrão para libertar as raízes.
  • Separar os tufos: identifique as diferentes secções naturais com raízes bem formadas e separe-as cuidadosamente à mão ou com uma faca limpa e bem afiada.
  • Mudar as novas plantas para vasos: coloque cada divisão num vaso ligeiramente maior do que o respetivo torrão, cheio de um substrato leve e drenante (substrato para plantas verdes, turfa e perlite).
  • Regar e colocar à sombra: humedeça bem o substrato depois da plantação e mantenha a planta num local luminoso, mas sem sol direto.

Vantagem: este método permite obter plantas já maduras e autónomas, que retomam rapidamente o crescimento.

A estaquia de caules (mais demorada, mas eficaz)

A estaquia é outra opção para multiplicar os marantas, embora seja um pouco mais demorada do que a divisão.

Etapas:

  • Escolher um caule saudável: selecione um caule vigoroso com pelo menos 2 a 3 folhas e um nó (zona de onde nascem as folhas).
  • Cortar corretamente: com uma tesoura de poda limpa, corte imediatamente abaixo de um nó.
  • Colocar na água: coloque a estaca num copo de água, garantindo que o nó fica submerso, mas não as folhas. Mude a água a cada 2 a 3 dias para evitar o aparecimento de bolores.
  • Aguardar o aparecimento das raízes: ao fim de 2 a 4 semanas, começam a desenvolver-se raízes.
  • Plantar no substrato: quando as raízes tiverem pelo menos 2-3 cm, plante a estaca num vaso com um substrato leve e bem drenado.
  • Vigiar a humidade: regue ligeiramente e coloque a planta jovem sob luz difusa e numa atmosfera húmida (pode colocar-se temporariamente um saco de plástico transparente para aumentar a humidade).
Estaca de Maranta leuconeura

Este rebento jovem de maranta está pronto para ser plantado num vaso.

Como valorizar devidamente uma maranta?

Em que tipo de interior se desenvolvem bem as marantas?

  • Estilo selva urbana: associadas a outras plantas tropicais, como as caláteas, as costelas-de-adão ou os filodendros, criam um efeito exuberante e relaxante, ideal para uma sala de estar ou um quarto.
  • Ambiente boémio e acolhedor: a sua folhagem pendente combina bem com cestos de salgueiro, peças de macramé e móveis de madeira clara.
  • Decoração minimalista e moderna: num interior depurado, uma maranta colocada num vaso de design (branco, preto, de betão ou de cerâmica lisa) confere uma nota de suavidade e sofisticação com a sua folhagem texturada.
  • Estilo tropical elegante ou vintage: com móveis de rotim, apontamentos de latão e cores quentes (terracota, verde-floresta, ocre), completa na perfeição uma decoração inspirada nos anos 70 ou de inspiração exótica.

Que tipo de vaso valoriza uma maranta?

A escolha do vaso influencia a estética geral da planta e do espaço envolvente.

  • Vasos de cerâmica texturada ou vidrada: ideais para acrescentar um toque elegante e colorido, sobretudo em tons verdes, azuis ou terracota, que evocam a natureza.
  • Vasos de barro envernizado: preservam a humidade do substrato e acrescentam um toque artesanal e acolhedor.
  • Vasos decorativos de rotim ou de salgueiro: perfeitos para reforçar um ambiente boémio e natural, jogando com as matérias vegetais.
  • Vasos suspensos ou com pé: permitem valorizar o hábito ligeiramente pendente de algumas variedades (Maranta leuconeura ‘Fascinator’), criando um efeito de cascata muito decorativo.

Dica de decoração: associe a maranta a plantas de diferentes alturas e texturas para criar um efeito de selva harmonioso. Uma iluminação suave junto da planta também realçará os seus padrões e as suas belas cores!

À direita Maranta leuconeura – À esquerda Maranta leuconeura ‘Tricolor’

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→ Muitos livros sobre plantas de interior estão disponíveis, mas recomenda-se A Enciclopédia das plantas de interior de Solène Moutardier, publicada pelas edições Ulmer.

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