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Pereira André Desportes Bio - Pyrus communis

Pyrus communis André Desportes
Pereira

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Garantia de devolução de 6 meses nesta planta

Mais informações

Variedade Angevina, antiga, rústica, e vigorosa, produz abundantemente uma maravilhosa pêra de verão, refrescante e tonificante, suculenta, para comer ao natural logo após a colheita, e cheia de aromas, adequada a múltiplas receitas doces ou salgadas. Planta-se no outono, floresce em abril, colhe-se a partir do final de julho, e consome-se à medida que os frutos amadurecem, para o maior prazer dos apreciadores. Pereira parcialmente autofértil.
Sabor
Doce
Altura à maturidade
5 m
Largura à maturidade
4 m
Exposição
Sol
Rusticidade
Até -23.5°C
Melhor período de plantação Outubro à Novembro
Período razoável de plantação Janeiro à Março, Outubro à Dezembro
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Período de floração Abril
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Período de colheita Julho à Agosto
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Descrição

A Pereira André Desportes produz um fruto de calibre médio a grande, piriforme, de forma obtusa, um pouco ventruda. A sua pele, fina, é amarelo esverdeada, pontilhada e estriada de tons castanho-avermelhados, assumindo tons rosa carmim à exposição solar. A polpa branca é firme, fina, macia, suculenta, muito doce, agradavelmente acidulada e perfumada. A colheita estende-se de final de julho a final de agosto, os frutos consomem-se logo após a colheita e conservam-se apenas alguns dias, pois amadurecem rapidamente. Agradavelmente acidulada e rica em açúcar, é uma pêra para mesa, tónica e refrescante, deliciosa para degustar ao natural. Cozida, presta-se bem a numerosas receitas doces ou salgadas, para a confecção de pêras em calda em conserva. É uma variedade parcialmente autofértil que necessita da presença de outras variedades de pereiras nas proximidades para melhorar a polinização e assim aumentar o número de frutos. Pereira robusta, resistente a doenças, nomeadamente à tavelura.

Pyrus communis (Pereira-comum) é uma espécie fruteira pertencente à família das Rosáceas. Presente na Europa desde a antiguidade, é originária das florestas do Oeste da Ásia. Em França, as pereiras surgem no século XVI, onde, sob o reinado de Luís XIV, várias espécies foram cultivadas nos jardins do rei. Ao longo dos séculos, um grande número de cultivares foi criado. A sua cultura é largamente difundida na Europa.

A variedade André Desportes foi criada e obtida, por volta de 1854, por M. André Leroy (1801-1875), célebre viveirista de Angers, que dedicou esta variedade ao filho mais velho de M. Baptiste Desportes, o diretor da parte comercial do seu estabelecimento. Resulta de um semeio de William’s. Esta pereira forma uma árvore com porte bastante ereto, piramidal, podendo atingir, em adulto, aproximadamente 5 metros de altura por 4 metros de envergadura, produzindo numerosos ramos grossos e longos, relativamente erectos. O seu porte adapta-se bem a formas altas (em tronco), baixas (em taça) ou palisadas (palmeta verrier). A sua folhagem caduca é composta por grandes folhas de 8 a 10 cm de comprimento, alternas, ovais, verde brilhante, adquirindo tonalidades outonais amarelo a laranja. A floração ocorre no início de abril, o que pode torná-la por vezes sensível às geadas primaveris, sendo preferível um local abrigado. As flores brancas, simples, de 2 a 3 cm de diâmetro, agrupadas em umbélas, são melíferas. Podem ser destruídas pelo gelo a partir de -2 a -3 °C. É uma árvore rústica que suporta temperaturas próximas dos -25 °C, estando adaptada ao cultivo em todas as regiões de Portugal, inclusive em altitude. Esta pereira é considerada autoestéril ou autoincompatível, as flores não se conseguem fecundar por si próprias. Por isso, a presença de outras variedades de pereiras, nas proximidades, cuja floração ocorra na mesma época, é necessária. Por exemplo, as variedades Conférence, Comtesse de Paris, Doyenné du Comice, Duchesse d’Angoulême, Louise Bonne d'Avranches, William’ Bon Chrétien, William's Rouge são adequadas para cruzar a polinização e assim aumentar o número de frutos.

A Pereira André Desportes é uma variedade de grande produção, com entrada em frutificação rápida e produção abundante e regular. A colheita começa a partir do final de julho, e os frutos consomem-se desde a colheita à medida da sua maturação. A pêra consome-se tanto crua como cozida, em compotas, em pastelaria e sobremesas, em saladas de fruta ou elaboradas, em combinação com queijos ou a acompanhar pratos salgados, ao lado de pato, carnes brancas (aves e borrego) ou caça. É também perfeita para a confeção de sumos ou de frutos em calda. Rica em água, a pêra refresca e sacia a sede. Muito carnuda, proporciona grande saciedade. Moderadamente calórica, é bem fornecida em potássio, cálcio e magnésio, com um aporte não desprezável de ferro. O seu teor em vitaminas C e E, em antioxidantes e em fibras torna a pêra um trunfo para a saúde. É tónica, energizante e reidratante. Recomenda-se colher os frutos alguns dias antes da plena maturação; não ficam demasiado maduros rapidamente, mas só se conservam alguns dias.

Muito popular graças aos seus frutos, a pereira encontra o seu lugar no jardim para o prazer de miúdos e graúdos. Entre uma vasta gama de pereiras, é fácil encontrar a variedade que melhor corresponde aos gostos desejados.

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Hábito

Altura à maturidade 5 m
Largura à maturidade 4 m
Crescimento normal

Fruta

Cor do fruto amarela
Diâmetro do fruto 8 cm
Sabor Doce
Utilização Mesa, Compota, Pastelaria, Cozinha
Período de colheita Julho à Agosto

Floração

Cor da flor branca
Período de floração Abril
Inflorescência Umbela
Flor de 3 cm
Planta melífera Atrai polinizadores

Folhagem

Persistência da folhagem Caduca
Folhagem colorida Verde

Botânica

Género

Pyrus

Espécie

communis

Cultivar

André Desportes

Família

Rosaceae

Outros nomes comuns

Pereira

Origem

Hortícola

Referência do produto178371

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49,00 € Torrão "Pronto a plantar"

Plantação e cuidados

Por necessitar de calor, a pereira 'André Desportes' deve ser plantada a abrigo dos ventos dominantes, sobretudo nas regiões mais frias, e de preferência em pleno sol. A pereira adapta-se a solos frescos, ricos e sem humidade estagnada, mas não aprecia solos demasiado secos ou muito calcários. As pereiras, como todas as árvores de fruto, devem ser plantadas idealmente entre outubro e março, fora de períodos de geada. As árvores em contentores podem ser plantadas durante todo o ano, à exceção de períodos de calor intenso ou de geadas.

Para plantar, afrouxe o solo em profundidade, remova as pedras e as ervas indesejadas. Acrescente um pouco de cascalho para melhorar a drenagem, se necessário. Cave um amplo buraco de plantação de pelo menos 3 vezes o volume do torrão. Separe, de um lado, a terra de fundo e, do outro, a terra de superfície. Misture chifre moído e matéria orgânica (terra vegetal, composto…) com a terra de fundo e deite essa mistura no fundo do buraco de plantação. Coloque o torrão, cubra com a terra de superfície sem enterrar o cordão de enxerto e compacte. Regue abundantemente (cerca de 10 L). Pode ser interessante estacar a pereira instalando um sistema de estaiamento: plante 3 estacas em triângulo a 50 cm em redor do tronco, ligue-as entre si com pedaços de madeira. Proteja a casca com um pedaço de borracha, por exemplo, e ate as estacas ao tronco com fios metálicos. Também é possível estacar numa estrutura (palmeta em U ou palmeta Verrier, por exemplo).

Em manutenção, todos os anos, no outono, aplique composto bem maduro na superfície. Depois, no inverno, deite uma pequena pá de cinza de lenha, rica em potássio, para melhorar a frutificação. Areje o solo ao pé da árvore, se necessário. Regue regularmente, em função do clima, durante os dois ou três primeiros anos.

A pereira pode ser sujeita a várias doenças e pragas. Contra a tavelura (manchas castanhas nas folhas), a moniliose (secagem das flores e apodrecimento dos frutos na árvore) e o oídio (penugem branca nas folhas), pulverize, a título preventivo, com calda bordalesa e decoções de cavalinha. No que diz respeito aos inimigos, a carpocapsa (traça-da-maçã), pequena lagarta, pode ser combatida pela instalação de caixas-ninho para aves e morcegos, pela colocação de tiras de cartão ondulado ao longo do tronco e pelo ensacamento dos frutos em papel kraft castanho. Em caso de ataque de pulgões, pulverize uma mistura de água e sabão preto.

Disponível 15 mar.
17,50 €

Quando plantar?

Melhor período de plantação Outubro à Novembro
Período razoável de plantação Janeiro à Março, Outubro à Dezembro

Para que local?

Adequado para Prado
Tipo de utilização Isolado, Pomar
Região de interesse Centre, Massif Central, Nord et Bassin Parisien, Sud-Ouest
Rusticidade Até -23.5°C (zona USDA 6a) Ver o mapa
Dificuldade de cultivo Amador
Exposição Sol
pH do solo Urze (ácido), Neutro
Tipo de solo Argilo-limoso (rico e leve) rico e bem drenado

Cuidados

Descrição da poda A poda da pereira realiza-se a cada 2 a 3 anos (excepto nas formas em espaldeira, em que a poda deverá ser anual e privilegiar os botões florais). Realiza-se entre novembro e março, fora do período de geada. Para podar, retire-se, se necessário, os rebentos que cresceram na base da árvore e os rebentos vigorosos que se desenvolvem no tronco. Elimine os ramos mortos ou partidos, bem como os que se cruzam. Corte os ramos finos e alguns ramos internos, para permitir a circulação do ar e da luz no interior. Pode podar as extremidades dos ramos acima de um botão virado para o exterior. Pincele as feridas de poda com um cicatrizante à base de argila. Em junho, quando as pêras estão pré-formadas, proceda a um clareio: conserve apenas dois frutos por cacho, privilegiando as pêras situadas na periferia. As pêras atingirã o então um calibre superior.
Poda Poda recomendada 1 vez por ano
Período de poda Janeiro à Março, Junho, Dezembro
Humidade do solo Húmido
Resistência a doenças Boa
Hibernação Pode permanecer no solo

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