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Aeonium Goblin

Aeonium Goblin

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Este Aeonium desenvolve-se como uma planta compacta, de aspecto gráfico e estético. O tufo ramificado apresenta grandes rosetas de folhas sobrepostas com uma regularidade geométrica que constitui todo o seu encanto. As folhas suculentas têm uma bonita cor verde claro que, sob o efeito do sol de verão, se tinge de um misto de laranja e bronze pálido. Tolerando apenas geadas fracas e de curta duração, esta planta perene só pode ser plantada em plena terra nos climas mais amenos. Em todo o resto, é fácil cultivá-la em vaso e mantê-la num local abrigado durante o inverno.
Flor de
1 cm
Altura à maturidade
35 cm
Largura à maturidade
35 cm
Exposição
Sol, Semi-sombra
Rusticidade
Até -4°C
Humidade do solo
Solo seco
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Melhor período de plantação Março à Abril
Período razoável de plantação Março à Maio
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Período de floração Julho à Agosto
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Descrição

O Aeonium 'Goblin' é uma planta suculenta curiosa e muito ornamental que forma, com o tempo, um tufo baixo e ramificado com aspeto de bonsai. De crescimento bastante lento, forma grandes rosetas de folhas de um belo verde tenro, encaixadas umas nas outras de forma muito geométrica. No verão, a folhagem passa para um bronze alaranjado, mais ou menos marcado conforme o grau de exposição ao sol. A sua rusticidade fraca, até cerca de -4 °C, limita a sua cultura ao ar livre às zonas mais amenas, como no Algarve. A sua compacidade permite, noutros locais, cultivá-la facilmente em vaso, que embelezará um terraço ou uma varanda e será recolhido para uma divisão luminosa sem geada no inverno.

O Aeonium pertence à família das Crassuláceas, rica em 30 géneros e quase 1.400 espécies. O metabolismo particular destas plantas, frequentemente de pequeno porte, permite-lhes resistir e crescer em ambientes muito secos. Muitos géneros são assim originários de climas quentes, como o Kalanchoe, muito presente nos nossos interiores, ou o Aeonium, cujas 45 espécies provêm quase todas das Ilhas Canárias. Contudo, alguns membros das Crassuláceas integram a flora portuguesa e suportam perfeitamente o frio, como o Sempervivum (sempre-viva) ou o Sedum, tão utilizado no nosso clima na vegetação de telhados.
'Goblin' é uma variedade introduzida em 2016 e resultante da reversão do Aeonium 'Ballerina', um cultivar verde-pálido panachado de branco. Como por vezes acontece em plantas panachadas, alguns rebentos (rosetas neste caso) voltam ao verde; ao serem recolhidos para multiplicação obtém-se então a espécie de origem, ou uma nova planta, como o 'Goblin'. Este cultivar seria assim um híbrido do Aeonium x globosum, ele próprio proveniente do cruzamento entre A. canariense var. palmense e A. spathulatum. O primeiro desenvolve-se rente ao solo na ilha de Palma, formando grandes rosetas verde-claro e produzindo hastes florais de cerca de trinta centímetros de altura, portando pequenas flores amarelo-esverdeadas. O segundo forma uma pequena planta muito ramificada, com rosetas de folhas bem abertas e uma bonita floração de flores estreladas amarelas.
O Aeonium 'Goblin' forma grandes rosetas de folhas de um verde claro, mais imponentes do que na 'Ballerina' devido à maior atividade fotossintética resultante da ausência de panachura (as zonas panachadas estão desprovidas de clorofila e não contribuem, portanto, para o crescimento da planta). Estreitas na base, no ponto de inserção, as folhas alargam-se abruptamente no terço superior antes de terminar em cunha, mais ou menos arredondada com uma leve ponta apical. Curiosamente, estão cobertas por pequenos pelos, esta superfície tomentosa conferindo-lhes um toque particular, por vezes ligeiramente pegajoso. As rosetas implantam-se na extremidade de caules curtos, que se ramificam com o tempo, conferindo volume ao conjunto. De crescimento bastante lento, a planta forma, após 10 anos de cultivo, um tufo compacto de 35 cm em todas as direções, de aspeto geométrico muito estético. Fica ainda mais ornamental no verão, quando a periferia das rosetas muda progressivamente para um bronze dourado misturado com laranja pálido, uma coloração difícil de descrever, mas muito agradável ao olhar e perfeitamente em harmonia com o centro verde-tenro. Este Aeonium é sobretudo apreciado pela sua folhagem, já que a sua floração é tida como rara em cultivo e ocorre mais frequentemente na natureza. Toma então a forma de pequenas flores estreladas amarelas, reunidas em corimbos acima da massa da folhagem.

Esta planta pode perfeitamente passar a época quente no exterior, em pleno sol ou meia-sombra, com temperaturas superiores a 5 °C; deve-se colocá‑la lá fora na primavera quando as noites forem amenas, e recolhê‑la assim que o frio regressar.

O Aeonium 'Goblin' agradará aos apreciadores de plantas com um grafismo cuidado e original. As suas cores de verão, fora do habitual no género, são particularmente atraentes e suaves, e merecem sem dúvida um lugar no terraço, que ornamentarão durante toda a estação quente. No inverno, recolha o vaso para abrigo do frio, numa divisão fresca e luminosa. Em clima muito ameno, onde a geada seja ocasional e pouco intensa, poderá instalá‑lo no centro de um maciço de plantas exóticas, ou numa rochosa em companhia de outras plantas de carácter. A escultural Agave celsii 'Nova', de largas folhas azulacinzentadas, será um parceiro perfeito. Muito mais rústica, a Euphorbia myrsinites, ou Eufórbia da Córsega, trará o seu próprio toque gráfico com caules cobertos por pequenas folhas verde-azuladas, organizadas numa geometria quase perfeita, e cujas flores terminais florescem num belo camaieu de amarelo e verde chartreuse. E, para criar um bonito contraste de formas e cores, plante um exemplar de Yucca vermelha (Hesperaloe parviflora), que formará um tufo de longas folhas muito finas, dominado no verão por longas hastes de flores vermelho-coral.

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Hábito

Altura à maturidade 35 cm
Largura à maturidade 35 cm
Hábito irregular, arbustivo
Crescimento Lento

Floração

Cor da flor amarela
Período de floração Julho à Agosto
Inflorescência Corimbo
Flor de 1 cm

Folhagem

Persistência da folhagem Persistente
Folhagem colorida Verde médio

Botânica

Género

Aeonium

Cultivar

Goblin

Família

Crassulaceae

Origem

Hortícola

Referência do produto23117

Plantação e cuidados

O Aeonium 'Goblin', resistente ao calor e à seca, exige uma terra leve, perfeitamente drenada, arenosa, pobre, mesmo ligeiramente calcária. Recomenda-se plantar na primavera, após as últimas geadas, em plena terra, em clima costeiro, ameno ou quente e seco. A plantação em vasos é possível durante todo o ano, desde que esteja protegida das geadas. Desenvolve-se preferencialmente ao sol (ou, eventualmente, em meia-sombra nas regiões mais quentes), e gosta que as raízes se mantenham quentes. Originário das Canárias, é sensível às geadas e só pode ser plantado no exterior em clima muito ameno, onde as geadas são ocasionais e de fraca intensidade. Hiberne esta planta num local não aquecido, mas sem geadas, e, obrigatoriamente, muito luminoso. Regue moderadamente do outono à primavera, e pouco no verão. Elimine as inflorescências murchas e os ramos mortos.

24
17,50 €
15
14,50 €

Quando plantar?

Melhor período de plantação Março à Abril
Período razoável de plantação Março à Maio

Para que local?

Adequado para Prado, Cascalho
Tipo de utilização Canteiro, Isolado, Vaso, Estufa, Terraço
Rusticidade Até -4°C (zona USDA 9b) Ver o mapa
Dificuldade de cultivo Amador
Exposição Sol, Semi-sombra
pH do solo Todos
Tipo de solo Calcário (pobre, alcalino e drenante), Pedregoso (pobre e filtrante)
Humidade do solo Solo seco bem drenado, arenoso, pobre

Cuidados

Descrição da poda Recomenda-se eliminar as inflorescências murchas, e os ramos mortos, no verão.
Poda Poda recomendada 1 vez por ano
Período de poda Junho à Julho
Humidade do solo Solo seco
Resistência a doenças Boa
Hibernação A guardar

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