Aeonium Goblin
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Descrição
O Aeonium 'Goblin' é uma planta suculenta curiosa e muito ornamental que forma, com o tempo, um tufo baixo e ramificado com aspeto de bonsai. De crescimento bastante lento, forma grandes rosetas de folhas de um belo verde tenro, encaixadas umas nas outras de forma muito geométrica. No verão, a folhagem passa para um bronze alaranjado, mais ou menos marcado conforme o grau de exposição ao sol. A sua rusticidade fraca, até cerca de -4 °C, limita a sua cultura ao ar livre às zonas mais amenas, como no Algarve. A sua compacidade permite, noutros locais, cultivá-la facilmente em vaso, que embelezará um terraço ou uma varanda e será recolhido para uma divisão luminosa sem geada no inverno.
O Aeonium pertence à família das Crassuláceas, rica em 30 géneros e quase 1.400 espécies. O metabolismo particular destas plantas, frequentemente de pequeno porte, permite-lhes resistir e crescer em ambientes muito secos. Muitos géneros são assim originários de climas quentes, como o Kalanchoe, muito presente nos nossos interiores, ou o Aeonium, cujas 45 espécies provêm quase todas das Ilhas Canárias. Contudo, alguns membros das Crassuláceas integram a flora portuguesa e suportam perfeitamente o frio, como o Sempervivum (sempre-viva) ou o Sedum, tão utilizado no nosso clima na vegetação de telhados.
'Goblin' é uma variedade introduzida em 2016 e resultante da reversão do Aeonium 'Ballerina', um cultivar verde-pálido panachado de branco. Como por vezes acontece em plantas panachadas, alguns rebentos (rosetas neste caso) voltam ao verde; ao serem recolhidos para multiplicação obtém-se então a espécie de origem, ou uma nova planta, como o 'Goblin'. Este cultivar seria assim um híbrido do Aeonium x globosum, ele próprio proveniente do cruzamento entre A. canariense var. palmense e A. spathulatum. O primeiro desenvolve-se rente ao solo na ilha de Palma, formando grandes rosetas verde-claro e produzindo hastes florais de cerca de trinta centímetros de altura, portando pequenas flores amarelo-esverdeadas. O segundo forma uma pequena planta muito ramificada, com rosetas de folhas bem abertas e uma bonita floração de flores estreladas amarelas.
O Aeonium 'Goblin' forma grandes rosetas de folhas de um verde claro, mais imponentes do que na 'Ballerina' devido à maior atividade fotossintética resultante da ausência de panachura (as zonas panachadas estão desprovidas de clorofila e não contribuem, portanto, para o crescimento da planta). Estreitas na base, no ponto de inserção, as folhas alargam-se abruptamente no terço superior antes de terminar em cunha, mais ou menos arredondada com uma leve ponta apical. Curiosamente, estão cobertas por pequenos pelos, esta superfície tomentosa conferindo-lhes um toque particular, por vezes ligeiramente pegajoso. As rosetas implantam-se na extremidade de caules curtos, que se ramificam com o tempo, conferindo volume ao conjunto. De crescimento bastante lento, a planta forma, após 10 anos de cultivo, um tufo compacto de 35 cm em todas as direções, de aspeto geométrico muito estético. Fica ainda mais ornamental no verão, quando a periferia das rosetas muda progressivamente para um bronze dourado misturado com laranja pálido, uma coloração difícil de descrever, mas muito agradável ao olhar e perfeitamente em harmonia com o centro verde-tenro. Este Aeonium é sobretudo apreciado pela sua folhagem, já que a sua floração é tida como rara em cultivo e ocorre mais frequentemente na natureza. Toma então a forma de pequenas flores estreladas amarelas, reunidas em corimbos acima da massa da folhagem.
Esta planta pode perfeitamente passar a época quente no exterior, em pleno sol ou meia-sombra, com temperaturas superiores a 5 °C; deve-se colocá‑la lá fora na primavera quando as noites forem amenas, e recolhê‑la assim que o frio regressar.
O Aeonium 'Goblin' agradará aos apreciadores de plantas com um grafismo cuidado e original. As suas cores de verão, fora do habitual no género, são particularmente atraentes e suaves, e merecem sem dúvida um lugar no terraço, que ornamentarão durante toda a estação quente. No inverno, recolha o vaso para abrigo do frio, numa divisão fresca e luminosa. Em clima muito ameno, onde a geada seja ocasional e pouco intensa, poderá instalá‑lo no centro de um maciço de plantas exóticas, ou numa rochosa em companhia de outras plantas de carácter. A escultural Agave celsii 'Nova', de largas folhas azulacinzentadas, será um parceiro perfeito. Muito mais rústica, a Euphorbia myrsinites, ou Eufórbia da Córsega, trará o seu próprio toque gráfico com caules cobertos por pequenas folhas verde-azuladas, organizadas numa geometria quase perfeita, e cujas flores terminais florescem num belo camaieu de amarelo e verde chartreuse. E, para criar um bonito contraste de formas e cores, plante um exemplar de Yucca vermelha (Hesperaloe parviflora), que formará um tufo de longas folhas muito finas, dominado no verão por longas hastes de flores vermelho-coral.
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Hábito
Floração
Folhagem
Botânica
Aeonium
Goblin
Crassulaceae
Hortícola
Plantação e cuidados
O Aeonium 'Goblin', resistente ao calor e à seca, exige uma terra leve, perfeitamente drenada, arenosa, pobre, mesmo ligeiramente calcária. Recomenda-se plantar na primavera, após as últimas geadas, em plena terra, em clima costeiro, ameno ou quente e seco. A plantação em vasos é possível durante todo o ano, desde que esteja protegida das geadas. Desenvolve-se preferencialmente ao sol (ou, eventualmente, em meia-sombra nas regiões mais quentes), e gosta que as raízes se mantenham quentes. Originário das Canárias, é sensível às geadas e só pode ser plantado no exterior em clima muito ameno, onde as geadas são ocasionais e de fraca intensidade. Hiberne esta planta num local não aquecido, mas sem geadas, e, obrigatoriamente, muito luminoso. Regue moderadamente do outono à primavera, e pouco no verão. Elimine as inflorescências murchas e os ramos mortos.
Quando plantar?
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Cuidados
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A rusticidade é a temperatura mais baixa do inverno que uma planta pode suportar sem sofrer danos graves ou mesmo morrer. No entanto, esta rusticidade é afetada pela localização (zona abrigada, como um pátio), pelas proteções (cobertura de inverno) e pelo tipo de solo (a rusticidade é melhorada por um solo bem drenado).
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Os períodos de sementeira indicados no nosso site aplicam-se aos países e regiões situados na zona 8 da USDA (França, Reino Unido, Irlanda, Países Baixos).
Em regiões mais frias (Escandinávia, Polónia, Áustria...), adie a sementeira ao ar livre por 3 a 4 semanas ou semeie em estufa.
Em climas mais quentes (Itália, Espanha, Grécia, etc.), antecipe a sementeira ao ar livre de algumas semanas.
O período de colheita indicado no nosso site aplica-se aos países e regiões da zona 8 do USDA (França, Inglaterra, Irlanda, Países Baixos).
Em regiões mais frias (Escandinávia, Polónia, Áustria...), a colheita de frutas e legumes provavelmente ocorrerá 3 a 4 semanas mais tarde.
Em regiões mais quentes (Itália, Espanha, Grécia, etc.), a colheita provavelmente ocorrerá mais cedo, dependendo das condições meteorológicas.
O período de plantação indicado no nosso site aplica-se aos países e regiões localizados na zona 8 do USDA (França, Reino Unido, Irlanda, Países Baixos).
Ele irá variar de acordo com o seu local de residência:
- Nas zonas mediterrânicas (Marselha, Madrid, Milão, etc.), o outono e o inverno são as melhores épocas para plantar.
- Nas zonas continentais (Estrasburgo, Munique, Viena, etc.), adie a plantação de 2 a 3 semanas na primavera e antecipe-a de 2 a 4 semanas no outono.
- Nas regiões montanhosas (Alpes, Pirenéus, Cárpatos, etc.), é preferível plantar no final da primavera (maio-junho) ou no final do verão (agosto-setembro).
Em climas temperados, a poda de arbustos com floração na primavera (forsythia, espireia, etc.) deve ser feita logo após a floração.
A poda dos arbustos com floração no verão (amargoseira, perovskia, etc.) pode ser feita no inverno ou na primavera.
Em regiões frias, bem como para plantas sensíveis ao gelo, evite podar muito cedo, quando ainda podem ocorrer geadas fortes.
O período de floração indicado no nosso site aplica-se aos países e regiões localizados na zona 8 do USDA (França, Reino Unido, Irlanda, Países Baixos, etc.).
Ele irá variar de acordo com o seu local de residência.
- Nas zonas 9 a 10 (Itália, Espanha, Grécia, etc.), a floração ocorrerá cerca de 2 a 4 semanas mais cedo.
- Nas zonas 6 a 7 (Alemanha, Polónia, Eslovénia e regiões montanhosas de baixa altitude), a floração será adiada de 2 a 3 semanas.
- Na zona 5 (Europa Central, Escandinávia), a floração será adiada de 3 a 5 semanas.