

Primevère double Rubens Yellow F1 - Primula hybrida
Primavera Rubens Yellow F1
Primula Rubens Yellow F1
Primavera
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Descrição
A Primula Rubens Yellow F1 é uma prímula híbrida que não passa despercebida! Variedade meia-tardia, apresenta a partir de fevereiro grandes flores duplas de um amarelo intenso e muito luminoso. Variedade vigorosa, oferece a vantagem de poder ser cultivada tanto no exterior como no interior. Alguns exemplares bastam para preencher um vaso decorativo de grande dimensão e assim constituir uma bonita composição florida. Plantada no jardim, será perfeita para trazer luz aos maciços de inverno em meia-sombra, e em solos frescos e húmidos, por exemplo nas proximidades de um ponto de água ou ao longo de um caminho voltado a nascente.
As Prímulas constituem um género rico com mais de 400 espécies, que deu o nome à família vegetal que as alberga, as Primuláceas. Esta inclui alguns outros géneros de importância ornamental menor em relação às prímulas, como as Androsaces, pequenas plantas de rocha. No género Primula encontram-se plantas silvestres autóctones como a Primula veris, mais conhecida pelo nome comum de coucou, facilmente reconhecível pelas suas flores amarelas na primavera e amplamente difundida na França e na Europa. Algumas espécies encantam os colecionadores, como a P. vialii, com um ar de orquídea graças às suas flores em espiga, a P. denticulata de flores globulosas, ou ainda a P. pulverulenta de flores "em pagode", escalonadas ao longo da haste floral, também chamada por isso prímula candelabro. É igualmente um género que inspira largamente os melhoristas, que se divertem a lançar no mercado novos híbridos cada vez mais floríferos e decorativos. Estas prímulas vivazes são então frequentemente utilizadas como bienais para florirem os maciços no inverno e na primavera.
A Primula Rubens Yellow F1 é uma criação comercializada em conjunto por duas empresas hortícolas belga e alemã. Esta prímula de jardim é um híbrido F1, ou seja resultante do cruzamento entre duas variedades "puras", o que permite obter uma vigorosidade superior à dos progenitores, designada por efeito de heterose. O efeito procurado aplica-se muitas vezes à floração, mais abundante ou de maior dimensão, ou a outros critérios interessantes como a compacidade ou, pelo contrário, a vigorosidade.
Rubens Yellow F1 é assim uma variedade de grande potência vegetativa, formando uma touceira muito atarracada, mais larga do que alta, perfeita para a cultura em vaso. Alguns exemplares conseguem cobrir completamente uma peça de cerâmica decorativa de grande dimensão, oferecendo um magnífico espetáculo no final do inverno e início da primavera. Com as suas curtas hastes florais, características da espécie P. acaulis de que provém (acaulescente significa sem caule exposto), as flores aparentam estar pousadas sobre a folhagem verde-escura, rugosa, que lhes serve de moldura. Meia-tardia, esta floração de fevereiro-março apresenta-se num amarelo luminoso, com grandes flores duplas extremamente decorativas. Este híbrido tem ainda a vantagem de crescer tão bem no exterior, como as variedades clássicas, como no interior, convidando assim a primavera para dentro de casa!
Bastante rústica, pelo menos até -20 °C, esta prímula aprecia no jardim solos frescos mas suficientemente drenantes, pois não aprecia nem os excessos de água nem o estiagem. Relativamente exigente, necessita de um solo neutro a ligeiramente ácido, rico em húmus. Suporta também terras pesadas e argilosas, desde que não se mantenham demasiado húmidas no inverno. Fica bem à vontade em meia-sombra, em todo o caso sem exposição ao sol directo.
Por se tratar de um híbrido F1, não é autossemeadora como o seriam variedades puras. Poderá também cultivá-la em vaso, isolada ou associada a outras plantas para decorar a varanda, como costumam fazer os nossos vizinhos alemães, que não hesitam em misturar coníferas anãs, vivazes ou gramíneas com as suas bienais.
Os seleccionadores rivalizam de audácia para produzir híbridos cada vez mais atractivos e coloridos. Com a Rubens Yellow F1, a ambição é competir com os ramos de flores, oferecendo uma variedade capaz de florir durante bastante tempo no interior das nossas casas. Naturalmente, também poderá cultivá-la no jardim, associando-a a outras Primulas ou mesmo a outras plantas que, como ela, apreciem a meia-sombra. Poderá assim plantá-la junto de bolbos, como o encantador pequeno Muscari armeniacum Blue Spike, cujas flores também são duplas, mas azuis, contrastando bem com o amarelo da Rubens Yellow F1. Outra associação de cor contrastante realiza-se juntando-lhe a Bergenia Ouvertüre, uma vivaz de largas folhas verdes que se tornam púrpura no outono, e sobretudo de flores magenta vivo. E, para dar continuidade a esta bela prímula, pense nas encantadoras Brunneras, cujas pequenas flores, evocando o nomeio, abrem-se a partir de abril...
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Floração
Folhagem
Hábito
Botânica
Primula
Rubens Yellow F1
Primulaceae
Primavera
Hortícola
Outros Prímulas
Ver tudo →Plantação e cuidados
As prímulas plantam-se em vasos e floreiras ou diretamente em plena terra, num solo finamente preparado e enriquecido. Recomenda-se plantar assim que possível, logo após a receção, em setembro-outubro ou em março-abril. Se o local previsto não estiver ainda pronto ou se as condições forem desfavoráveis à plantação, pode-se fazê-las crescer em vasinhos durante 4 a 6 semanas. A Rubens Yellow F1 apresenta também uma característica interessante: pode ser cultivada no interior como planta em vaso florido.
Em vasos e floreiras, utilizar um bom substrato para plantas floridas (tipo substrato para gerânios) enriquecido com argila e com fertilizante de libertação lenta, leve e drenante. A superfície do torrão deve ficar ao nível do substrato. Regar abundantemente no plantio e durante as semanas seguintes, pois os mini-torrões podem secar rapidamente. As prímulas não toleram a seca, mas atenção aos excessos de água, que também as prejudicam! Utilizar recipientes com orifícios de drenagem e esvaziar o prato 10 minutos após a rega. Deve-se regar mesmo durante o inverno se não chover ou se o recipiente estiver colocado num local protegido das precipitações. Não regar em período de geada.
Muito floríferas e de crescimento rápido, as prímulas são plantas exigentes. A partir da retoma do crescimento, final de fevereiro-início de março, e durante toda a floração, aplicar um fertilizante líquido para plantas floridas contendo ferro e oligoelementos 1 a 2 vezes por semana com a água de rega. Devem ser retiradas as flores murchas para favorecer novas florações. Depois do término da floração, as plantas em vasos podem ser replantadas no jardim à meia-sombra.
Quando plantar?
Para que local?
Cuidados
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A rusticidade é a temperatura mais baixa do inverno que uma planta pode suportar sem sofrer danos graves ou mesmo morrer. No entanto, esta rusticidade é afetada pela localização (zona abrigada, como um pátio), pelas proteções (cobertura de inverno) e pelo tipo de solo (a rusticidade é melhorada por um solo bem drenado).
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Os períodos de sementeira indicados no nosso site aplicam-se aos países e regiões situados na zona 8 da USDA (França, Reino Unido, Irlanda, Países Baixos).
Em regiões mais frias (Escandinávia, Polónia, Áustria...), adie a sementeira ao ar livre por 3 a 4 semanas ou semeie em estufa.
Em climas mais quentes (Itália, Espanha, Grécia, etc.), antecipe a sementeira ao ar livre de algumas semanas.
O período de colheita indicado no nosso site aplica-se aos países e regiões da zona 8 do USDA (França, Inglaterra, Irlanda, Países Baixos).
Em regiões mais frias (Escandinávia, Polónia, Áustria...), a colheita de frutas e legumes provavelmente ocorrerá 3 a 4 semanas mais tarde.
Em regiões mais quentes (Itália, Espanha, Grécia, etc.), a colheita provavelmente ocorrerá mais cedo, dependendo das condições meteorológicas.
O período de plantação indicado no nosso site aplica-se aos países e regiões localizados na zona 8 do USDA (França, Reino Unido, Irlanda, Países Baixos).
Ele irá variar de acordo com o seu local de residência:
- Nas zonas mediterrânicas (Marselha, Madrid, Milão, etc.), o outono e o inverno são as melhores épocas para plantar.
- Nas zonas continentais (Estrasburgo, Munique, Viena, etc.), adie a plantação de 2 a 3 semanas na primavera e antecipe-a de 2 a 4 semanas no outono.
- Nas regiões montanhosas (Alpes, Pirenéus, Cárpatos, etc.), é preferível plantar no final da primavera (maio-junho) ou no final do verão (agosto-setembro).
Em climas temperados, a poda de arbustos com floração na primavera (forsythia, espireia, etc.) deve ser feita logo após a floração.
A poda dos arbustos com floração no verão (amargoseira, perovskia, etc.) pode ser feita no inverno ou na primavera.
Em regiões frias, bem como para plantas sensíveis ao gelo, evite podar muito cedo, quando ainda podem ocorrer geadas fortes.
The flowering period indicated on our website applies to countries and regions located in USDA zone 8 (France, the United Kingdom, Ireland, the Netherlands, etc.)
It will vary according to where you live:
- In zones 9 to 10 (Italy, Spain, Greece, etc.), flowering will occur about 2 to 4 weeks earlier.
- In zones 6 to 7 (Germany, Poland, Slovenia, and lower mountainous regions), flowering will be delayed by 2 to 3 weeks.
- In zone 5 (Central Europe, Scandinavia), blooming will be delayed by 3 to 5 weeks.


















