Resumo

Modificado 0,01  por Virginie T. 13 min.

A bignónia em poucas palavras

  • A bignónia é uma planta trepadeira que floresce de maio a outubro
  • As suas flores em trombeta, cor-de-laranja, amarelas ou vermelhas, têm um charme exótico
  • À semelhança da hera, é uma liana vigorosa que se agarra por si só
  • Pouco exigente, é fácil de cultivar em clima ameno
  • Receia apenas as geadas intensas
Dificuldade

A palavra da nossa especialista

Menos caprichosa do que uma clematite, tão volúvel como uma glicínia, a bignónia ou Campsis, por vezes chamada « Trombeta de Jericó », é uma planta trepadeira original e vigorosa. No jardim, aprecia-se pela sua exuberante floração de laranja vivo, durante todo o verão, e pela sua bonita folhagem que se mantém semi-persistente quando o inverno é ameno. O espetáculo é deslumbrante de junho a setembro-outubro!

Generosa, a bignónia pode atingir rapidamente uma altura até 8 a 10 m quando adulta.

Habitualmente de cor vermelho-alaranjado, as flores de bignónia apresentam nas novas cultivares tons laranja salmonado ‘Indian Summer’, ou vermelho vivoStromboli’, de grande efeito num jardim.

Com grande vigor, os seus caules prendem-se sozinhos a tudo o que está ao seu alcance, transformando em pouco tempo qualquer suporte num quadro luxuriante. É ideal para cobrir muros, pérgolas e vedações ou para trepar por uma árvore.

Esta liana volúvel de aspeto exótico é fácil de cultivar em clima ameno ou à beira-mar, embora resista a curtos períodos de geada, até -10 °C em média, por vezes bastante mais desde que esteja exposta a sul e protegida com cobertura morta no inverno.

Adapta-se a todos os solos que não sejam demasiado secos e requer muito pouca manutenção, temendo apenas as geadas intensas.

Da estaca à poda da bignónia, descubra esta bela trepadeira florida que seduz pela sua originalidade e floribundidade!

Descrição e botânica

Ficha de identidade

  • Nome latino Campsis
  • Família Bignoniaceae
  • Nome comum Bignónia, Trombeta-de-Jericó
  • Floração de maio até ao outono
  • Altura 2 a 10 m
  • Exposição Sol, meia-sombra
  • Tipo de solo Todos, bem drenados
  • Rusticidade -10 °C a -15 °C conforme as variedades

A bignónia ou Campsis, denominada «Trombeta-de-Jericó», da família das Bignoniaceae, reúne vigorosas plantas trepadeiras originárias das florestas das regiões quentes e secas do sudeste dos Estados Unidos, da China e da América do Norte.

Outrora classificada no género Bignonia, pertence agora ao género Campsis, que compreende cerca de 120 géneros e 725 espécies. O género Bignonia inclui atualmente apenas uma espécie, a Bignonia capreolata.

Entre as espécies mais difundidas nos nossos jardins, encontramos a Campsis grandiflora, a bignónia-de-grandes-flores com as suas flores em largas trombetas abertas de um cor laranja-avermelhado muito vivo, mas que oferece poucos ganchos de fixação, a Campsis radicans, a bignónia-comum ou bignónia-da-Virgínia ou «jasmim-trombeta» (outro dos seus nomes), que se agarra com muita facilidade, a Bignonia capreolata, também designada bignónia-das-gavinhas, com as suas longas trombetas odorantes, a Campsis (x) tagliabuana, resultante do cruzamento entre Campsis radicans e Campsis grandiflora, e a bignónia-rosa (Podranea ricasoliana), um grande arbusto sarmentoso a estacar, originário da África do Sul e do Zimbabwe.

Numerosas variedades e híbridos foram desenvolvidos, como Campsis radicans ‘Indian Summer’, uma bignónia muito rústica.

A bignónia é uma liana de cepa lenhosa, de crescimento rápido a fulgurante (1 m por ano), podendo formar em apenas alguns anos um belo arbusto de 8 a 10 m de altura em todas as direções, por vezes mais. Esta vigorosa trepadeira forma raízes aéreas para se fixar aos seus suportes. Conforme as espécies, a planta agarra-se com maior ou menor facilidade, com a ajuda dos seus vigorosos ramos sarmentosos providos de gavinhas ramificadas, que aderem às superfícies como poderosos ganchos/ventosas, à semelhança da hera.

Campsis radicans – ilustração botânica

A sua folhagem caduca ou persistente em climas não demasiado frios, abundante, confere uma certa luxúria à planta e realça as cores exóticas e as formas voluptuosas das flores. Suportada por caules rígidos, é composta por folhas opostas por vezes com até 25 cm de comprimento, penadas, oblongas a lanceoladas, finamente recortadas em folíolos dentados ou denteados. Na maioria das espécies, as duas folhas superiores terminam em gavinhas finas, que permitem à planta fixar-se.

Verde vivo a verde escuro, por vezes amarelo no verso, a folhagem adorna-se de reflexos violáceos no inverno no

Principais espécies e variedades

Este género inclui poucas espécies trepadeiras e cultiva-se essencialmente nos nossos jardins o Campsis grandiflora, ou bignónia-de-grandes-flores, a mais conhecida do género com os seus cachos de flores em trombeta de 8 a 10 cm de diâmetro, escarlates ou cor-de-laranja, o Campsis radicans, a “bignónia” de longas trompetes amarelas, vermelhas ou cor-de-laranja, que se agarra muito facilmente a qualquer suporte.

Encontram-se também as bignónias híbridas (Campsis (x) tagliabuana e a série das bignónias Summer Jazz®) selecionadas pelo seu porte muito reduzido, adaptado a espaços pequenos mas também ao cultivo em vasos, pela sua excelente resistência ao frio e pela sua floração verdadeiramente excecional.

Bignonia capreolata é uma espécie pouco rústica (-5 °C) de floração perfumada que pode atingir 20 m de altura na natureza.

Existem numerosas cultivares com floração vermelho-sangue, como o Campsis radicans ‘Stromboli’, ou mais compactas e mais rústicas, como ‘Indian Summer’, ou ainda bicolores como ‘Orangeade’.

Os principais critérios de escolha são a cor das flores, a altura em fase adulta e a rusticidade variável consoante as variedades.

Os mais populares
As nossas preferidas
Bignónia grandiflora

Bignónia grandiflora

Apresenta, no final do verão e no início do outono, ramos de flores espetaculares de grandes flores escarlates a vermelho-vivo. Esta bignónia não é a mais resistente ao frio, mas adapta-se a qualquer solo comum e apresenta um crescimento muito rápido.
  • Período de floração Setembro à Novembro
  • Altura à maturidade 7 m
Bignónia radicans Indian Summer

Bignónia radicans Indian Summer

É uma bignónia muito rústica. É também uma excelente cobertura vegetal. Pode cultivá-la também num grande contentor para embelezar a varanda ou o terraço.
  • Período de floração Julho à Outubro
  • Altura à maturidade 4 m
Bignónia Madame Galen

Bignónia Madame Galen

Esta é uma bignónia vigorosa, muito rústica e com uma floração estival espetacular e duradoura. É ideal para cobrir uma fachada, enfeitar grandes pérgolas ou até escalar uma árvore morta. Pode ser conduzida como uma pequena árvore.
  • Período de floração Agosto à Outubro
  • Altura à maturidade 10 m
Bignónia Summer Jazz Gold

Bignónia Summer Jazz Gold

Uma nova bignónia amarela muito florífera que não ultrapassa os 3 metros, perfeitamente adaptada a espaços pequenos, mas também ao cultivo em vasos para o terraço ou a varanda.
  • Período de floração Agosto à Outubro
  • Altura à maturidade 3 m
Bignónia radicans Stromboli

Bignónia radicans Stromboli

Uma trepadeira vigorosa com flores em forma de trombeta de cor vermelho-sangue.
  • Período de floração Agosto, Setembro
  • Altura à maturidade 4 m
Bignónia capreolata Tangerine Beauty

Bignónia capreolata Tangerine Beauty

As flores são longas trompetes cor de tangerina com garganta amarela que difundem um perfume surpreendente de chocolate e café torrado. A folhagem verde-escura, coriácea e persistente em clima ameno, adquire belos reflexos violáceos no inverno.
  • Período de floração Junho à Outubro
  • Altura à maturidade 8 m
Bignónia radicans Flamenco

Bignónia radicans Flamenco

Esta planta de crescimento rápido pode atingir até 8 m de altura. O Campsis radicans Flamenco é uma boa cobertura para muros e pode também ser cultivado num grande contentor para embelezar terraços e varandas.
  • Período de floração Setembro à Novembro
  • Altura à maturidade 8 m
Bignónia radicans Yellow Trumpet

Bignónia radicans Yellow Trumpet

Uma bela trepadeira rústica até -15 °C, que reanima muros ou fachadas com a sua floração em belos cachos de flores amarelo-dourado.
  • Período de floração Agosto à Outubro
  • Altura à maturidade 6 m

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Plantação

Onde plantar a Bignónia

Apesar de apresentar uma boa resistência ao frio, suportando até -10 °C em média, por vezes mais consoante a espécie e as condições de cultura, a Bignónia instala-se de preferência nas regiões onde os invernos são relativamente amenos. É uma planta vigorosa, mas as geadas intensas e os ventos gelados devem ser evitados. A série das bignónias Summer Jazz® é mais resistente ao frio.

Nas regiões frias, deve ser plantada obrigatoriamente em local abrigado a sul, ao longo de uma parede bem exposta ou junto a uma árvore, ao abrigo dos ventos frios e dessecantes do inverno, que danificam a sua floração e podem provocar a queda prematura dos botões florais. Atenção, porém, a não plantar a bignónia perto de uma rede de canalização: o seu poderoso sistema radicular pode danificar as tubagens.

Em exposição abrigada, a planta rebrotará a partir da base depois de ter sido danificada pelo gelo. Resiste bem aos salpicos marinhos nos jardins à beira-mar.

Precisa de pleno sol para florescer bem. No sul do país, tolerará a meia-sombra. O Campsis radicans ‘Indian Summer’, rústico até -15 °C, é a forma que melhor se adapta à meia-sombra nas regiões pouco ensolaradas a norte do Douro.

Pouco exigente quanto ao tipo de solo, adapta-se a qualquer boa terra de jardim, bem drenada, mesmo calcária, mas sobretudo não demasiado húmida: receia os solos pesados, compactos e encharcados. Aprecia, contudo, uma terra fértil e suficientemente profunda. Gosta dos solos que se mantêm frescos, mas com o tempo suportará perfeitamente um solo pontualmente seco no verão. Em solo fértil e fresco, o seu crescimento será muito mais vigoroso e a sua floração, muito abundante.

A Bignónia pode ser utilizada de mil maneiras num jardim de clima ameno. Com um crescimento rápido a lento consoante as variedades, é um excelente revestimento de parede. Encontra o seu lugar em todos os jardins, mesmo nos mais pequenos, consoante as variedades.

Quando não é guiada sobre um suporte, pode formar uma bela massa arbustiva por cima de um muro baixo ou numa talude, onde constituirá uma cobertura vegetal original.

→ Descubra as razões pelas quais uma bignónia não floresce!

Quando plantar as bignónias?

Plante a Bignónia na primavera, de março a maio, ou no outono em clima ameno.

Como plantar um Campsis?

  • Em plena terra

Para cobrir uma parede ou uma vedação bem expostas, plante uma bignónia de 3 a 4 m em 3 a 4 m; caso contrário, respeite uma distância de plantação em relação às outras plantas de 1 a 2 m. A maioria das bignónias (à exceção do Campsis radicans, que desenvolve ventosas suficientemente potentes para se elevar sem ajuda) precisa de uma treliça ou de um tutor para guiar os seus primeiros passos. Se a terra do jardim for demasiado pesada, acrescente cascalho fino no fundo da cova.

  • Escave um buraco fundo e 3 vezes mais largo do que o torrão
  • Com parte da terra retirada, faça um pequeno montículo no fundo do buraco para suportar as raízes
  • Coloque um bom leito de cascalho para garantir uma drenagem perfeita
  • Posicione a planta no centro do buraco, com o colo ao nível do solo
  • Reponha a terra retirada misturada com substrato para envolver as raízes
  • Compacte com o pé
  • Cubra a base com palha
  • Regue regularmente até ao enraizamento
  • Uma bignónia conduzida em árvore

Algumas bignónias (Podranea ricasoliana) podem ser conduzidas em árvore à semelhança de uma glicínia, o que pode ser útil para a cultura em vaso.

  • Estaque o ramo mais vigoroso num tutor sólido
  • Elimine os ramos secundários até à altura desejada para formar um tronco

Cultura em vaso

Algumas variedades mais compactas e rústicas, como a Bignónia Indian Summer e as bignónias híbridas (Campsis x tagliabuana ‘Summer Jazz Fire’), são adequadas para pequenos espaços e para a cultura em vaso grande. Plante numa mistura bem drenante de composto foliar, terra de jardim e areia grossa. Fertilize regularmente, faça a mudança de vaso de 3 em 3 anos e pode a bignónia regularmente para controlar o seu desenvolvimento. Mantenha o solo fresco no verão, aplique uma camada generosa de palha no inverno ou abrigue os vasos das geadas intensas nas regiões frias.

→ Saiba mais sobre a cultura da bignónia em vaso na nossa ficha de cultivo

Campsis radicans

Manutenção e cuidados

Pouco exigente, a Bignónia necessita mesmo de poucos cuidados, temendo apenas as geadas intensas. Precisa apenas de ser protegida do frio nos primeiros anos de cultivo. É mesmo esse o seu único ponto fraco!

Prenda progressivamente ao suporte os ramos jovens que não conseguem agarrar-se sozinhos, até que a planta o faça por conta própria.

Regue regularmente nos primeiros verões.

Mantenha a base fresca com plantas perenes de cobertura ou uma camada de mulch, especialmente em caso de seca prolongada e durante os 3 primeiros anos após a plantação. Uma vez estabelecida, suportará bem a falta de água.

Renove este mulch antes do inverno; nos primeiros anos de cultivo, proteja a base da planta das geadas intensas.

Na primavera, aplique uma boa camada de composto na base para favorecer a floração e manter a frescura do solo.

As bignónias em vaso necessitam de adubações e regas regulares durante a estação quente. No inverno, proteja o vaso ou leve-o para abrigo.

Mude de vaso de 3 em 3 anos, quando a bignónia mostrar sinais de esgotamento.

A poda da bignónia: quando e como

A poda não é indispensável, mas pode tornar-se necessária se a sua bignónia se tornar invasiva: é uma planta cheia de vigor cujo crescimento importa por vezes controlar! Permite manter um porte compacto e equilibrado, favorecer o crescimento e estimular a floração. Uma poda anual evitará também que a planta fique desprovida de folhagem na base.

Quando podar?

Pode a bignónia no final do inverno, entre fevereiro e março, antes da retoma da vegetação. Em agosto-setembro, suprima apenas os ramos que já floresceram. A bignónia não deve ser podada no outono.

Como podar?

Quanto mais severa for a poda, mais vigorosa e florífera será a sua bignónia! Se os ramos estiverem secos no terço superior, o que é um fenómeno normal, é sinal de que está na altura de podar.

  • Com uma tesoura de poda, suprima as pontas secas danificadas pelo gelo, os ramos entrecruzados, delgados ou mortos na base, para conservar apenas os mais vigorosos
  • Podar drasticamente os rebentos do ano anterior a 3 ou 4 gemas do caule principal (cerca de 40 cm)
  • Pode deixando alguns gomos em cada ramo
  • Se necessário, pode-se podar drasticamente sem problema

→ Saiba mais sobre a poda da bignónia com os conselhos de Virginie, e sobre a poda da bignónia em árvore na nossa ficha tutorial. Talvez a sua bignónia esteja a tornar-se invasiva: descubra os conselhos de Alexandra para se livrar de uma bignónia.

Pragas e doenças possíveis

A bignónia raramente fica doente e apresenta uma boa resistência. As cochonilhas farinhentas, os pulgões, os aranhiços vermelhos, a cigarrinha branca e o oídio são os seus principais inimigos. Estes ataques raramente são graves.

Reconhecíveis pelos aglomerados brancos e cotonosos que deixam nas folhas, as cochonilhas farinhentas eliminam-se com um chumaço de algodão embebido em álcool a 90°, e depois com pulverizações de óleo de colza a repetir duas ou três vezes com intervalos de 15 dias.

Pulverizações com água ensaboada poderão ser suficientes para combater os pulgões.

Contra os aranhiços vermelhos, frequentes no verão, pulverize uma maceração de urtiga.

As bignónias são frequentemente muito visitadas por formigas, geralmente sem danos para a planta.

→ Saiba mais sobre as doenças e parasitas da bignónia na nossa ficha de conselhos

Estaca de bignónia: como fazer?

Como fazer estacas de Bignónia?

A estaquia não é fácil para um amador, pois o enraizamento é bastante demorado.

  • Após a floração, retire estacas semi-lenhosas (em processo de lenhificação) de 3 a 5 cm de comprimento
  • Introduza-as até três quartos da sua profundidade num substrato leve (turfa e areia de rio) e drenante, mantido húmido, espaçando-as 5 cm entre si
  • Coloque o recipiente ou o vaso sob abrigo frio durante o inverno
  • Transplante-as em plena terra na primavera seguinte, quando tiverem raízes suficientes

Por mergulhia

Se a estaquia é possível, a mergulhia na primavera é, segundo nós, o método mais simples.

  • Cave um sulco na terra junto à planta-mãe
  • Escolha um ramo não florífero com ganchos e fácil de dobrar até ao solo
  • Enterre as partes aéreas ao longo de cerca de vinte centímetros
  • Levante a extremidade do ramo e tuteie esta parte aérea
  • Feche o sulco e fixe a mergulhia
  • Separe a mergulhia da planta-mãe quando tiver raízes suficientes, no outono ou na primavera seguinte
  • Cultive a mergulhia em vaso para uma retoma ótima e, depois, coloque-a em plena terra

→ Saiba mais sobre a estaquia da Bignónia no tutorial de Solenne

Associar a trombeta-de-Jericó

A bignónia é uma vigorosa trepadeira que se dá bem isolada, conferindo uma nota exótica a qualquer suporte à sua disposição. Nos jardins de clima ameno, pode ser cultivada contra uma parede, onde florescerá muitas vezes com maior abundância, ou abraçar grandes arbustos ou pequenas árvores.

Bignónia: sobre um arco de madeira / a adornar uma parede de pedra.

As variedades mais compactas (Campsis x tagliabuana) formarão um arbusto extraordinário no centro de um canteiro, tornando-se o ponto focal de um jardim pequeno.

As suas flores, habitualmente de cor vermelho-alaranjado, harmonizam-se bem com cores quentes e folhagens bronzeadas.

Em composições mais contrastadas, combine-a com as flores azuis de uma Clematis viticella ‘Sunny Sky’ ou com a Sollya heterophylla, uma bela glória-da-manhã.

Se as bignónias combinam bem entre si para criar uma cena rica em cores, associe-a a outras plantas trepadeiras originais como a Akebia quinata, a Actinidia kolomikta ou kiwi ártico variegado, e a Holboellia latifolia.

Combina eficazmente com folhagens chartreuse, como a hera, o lúpulo e o catalpa dourado, bem como com uma Clematis Grenada ‘Cardinal’ ou videiras púrpuras.

Enroscar-se-á admiravelmente num eleagno.

Os tons outunais de um Cotinus ou árvore-da-peruca acompanharão a cor de uma floração tardia de uma Campsis radicans ou bignónia.

Pode instalar-se-lhe aos pés plantas perenes ou pequenos arbustos, como as sálvias arbustivas, um Ceratostigma com pequenas flores azuis, lírios-de-um-dia, gauras, ásteres e eufórbias.

Recursos úteis

  • Uma coleção de bignónias excecionais? Descubra as nossas exclusividades!
  • Ficha de conselhos: Escolher uma bignónia
  • Ficha de conselhos: Cultivar uma bignónia em vaso
  • Ficha tutorial: Como podar uma bignónia em árvore?
  • Ficha de conselhos: 5 bignónias, as variedades mais belas
  • Ficha de conselhos: 7 bignónias: as apostas certas
  • Ficha de conselhos: 7 bignónias mais rústicas
  • Ficha de conselhos: Que bignónia plantar consoante a sua região?

Perguntas frequentes

  • A minha bignónia não floresce, por que razões?

    A bignónia aprecia o calor e necessita de uma exposição muito soalheira para florescer bem. É possível que a exposição não seja suficientemente luminosa. Plante a sua bignónia numa parede voltada a sul para garantir uma boa floração. O seu solo pode também ser demasiado rico em azoto, o que favorece o desenvolvimento da folhagem em detrimento das flores. Por fim, saiba que os exemplares enxertados florescem mais rapidamente.

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