Figueira De Marseille - Ficus carica
Figueira De Marseille - Ficus carica
Figueira De Marseille - Ficus carica
Ficus carica De Marseille
Figueira-comum , Figueira , Figo
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Mais informações
Garantimos a qualidade das nossas plantas durante um ciclo vegetativo completo.
Substituímos, a nosso custo, qualquer planta que não tenha bem recuperado e desenvolvido em condições climáticas e de plantação normais.
Descrição
Le Ficus carica Figue De Marseille (synonymes Marseillaise, Figue d'Athènes, Petite Grise, Blanquette, Couille du Pape) est une très ancienne variété provençale toujours cultivée et appréciée pour ses petites figues bien sucrées au goût de miel. Ce sont elles que l'on faisait jadis sécher en vue de préparer les treize desserts de Noël, selon la tradition provençale. On les récoltera à partir de la mi-août. Cette variété qui résiste bien à la sécheresse estivale mais qui redoute les fortes gelées est tout indiquée pour les régions chaudes du Midi et du Sud-Ouest de la France.
Le Figuier Marseillaise forme un arbre au port d'abord érigé puis étalé, atteignant environ 6 m en tous sens. Il s'agit d'une variété unifère, qui produit des petites figues pesant environ 25 grammes, de couleur vert-doré à maturité. Leur chair pâle, presque blanche, est bien sucrée et de bonne qualité gustative, aussi délicieuse consommée fraîche qu'en confiserie ou séchée. La Figue, d'une façon générale, entre dans la composition de plats sucrés (tartes, clafoutis, compotées…) ou salés par association avec du fromage de chèvre, du jambon sec ou du foie gras. Après la récolte, la conservation au réfrigérateur est déconseillée, car elle altère les arômes de la Figue et l’épiderme peut souffrir de l’humidité et de la condensation. La meilleure façon de les consommer reste la table, et la dégustation sous l’arbre, qui laissera intact leur parfum de miel. La récolte se fera en plusieurs fois, au fur et à mesure de la maturité des figues. Cette variété est autofertile et parthénocarpique, permettant d’obtenir des fruits sans fécondation. Elle ne nécessite pas d’avoir d’autres pieds de Figuier et n’a pas besoin de l’intervention du blastophage, seul insecte pollinisateur du figuier, trop frileux pour survivre en climat froid.
Originaire de Turquie et d’Asie mineure, le Figuier (Ficus carica) appartient à la famille des Moracées. C’est un petit arbre caduc au tronc souvent tortueux de couleur grisâtre. Les feuilles sont rugueuses, vert franc virant au jaune à l’automne, finement velues, relativement grandes (parfois 20 cm de long) et munies d’un long pétiole. Le limbe est profondément divisé en trois à sept lobes crénelés (le plus souvent cinq) de forme variable, leur revers est velouté, aux nervures saillantes. Le bois est tendre et spongieux, l’écorce grise et lisse. Le système racinaire de ce petit arbre est puissant, traçant dans tous les sens.
Le Figuier est souvent considéré comme l’un des plus beaux arbres fruitiers. Son feuillage original lui confère un côté ornemental et offre un bel espace ombragé, très agréable lors des chaleurs estivales. Plantez le Figuier à l’abri d’un mur qui le protégera du froid lors des hivers rigoureux, avec une exposition sud ou sud-ouest, en compagnie du Grenadier à fruits, du Mûrier blanc et du Néflier du Japon dans les régions de la moitié Sud de notre pays. Prenez bien en compte ses dimensions à l’âge adulte pour déterminer la distance à laquelle vous le planterez. Même si les racines ne causent pas de dommages aux constructions modernes, elles peuvent causer des dégâts à des murs montés en pierre sèche ou avec des mortiers maigres, à l’ancienne.
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Hábito
Fruta
Folhagem
Plantação e cuidados
A Figueira Marseillaise adapta-se às regiões amenas do país, mesmo muito quentes e secas no verão. Aceita todo o tipo de solos, mesmo pobres, pedregosos e secos, ou até rochosos, mas prefere solos profundos, soltos e com teor de calcário suficientemente elevado. Exige, para uma boa frutificação, uma exposição soalheira, quente e abrigada de ventos fortes (Sul ou Sudoeste). Em resumo, a figueira gosta de ter as raízes na água e a copa ao sol, sobretudo durante a maturação dos frutos, no verão. No momento da plantação, instale um leito de cascalho no fundo do buraco de plantação e acrescente uma mistura de terra de jardim e de terra vegetal ou de composto bem maduro.
Nos dois primeiros anos após a plantação, deve-se assegurar que não falte água, em particular no período estival, porque o seu sistema radicular, embora capaz de a ir buscar em profundidade, não está suficientemente desenvolvido. É uma árvore pouco adaptada ao clima de montanha, onde o seu sucesso é incerto. Planta-se de novembro até final de março, fora dos períodos de geada. Nas regiões mais frias, é preferível plantar no início da primavera. É uma árvore bastante rústica, embora as partes aéreas possam ser destruídas pelo frio; rebrota a partir da cepa até cerca de -12/-15 °C.
A figueira é pouco suscetível a doenças e pragas.
Quando plantar?
Para que local?
Cuidados
Os nossos conselhos de plantação e cuidados
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A rusticidade é a temperatura mais baixa do inverno que uma planta pode suportar sem sofrer danos graves ou mesmo morrer. No entanto, esta rusticidade é afetada pela localização (zona abrigada, como um pátio), pelas proteções (cobertura de inverno) e pelo tipo de solo (a rusticidade é melhorada por um solo bem drenado).
Os períodos de sementeira indicados no nosso site aplicam-se aos países e regiões situados na zona 8 da USDA (França, Reino Unido, Irlanda, Países Baixos).
Em regiões mais frias (Escandinávia, Polónia, Áustria...), adie a sementeira ao ar livre por 3 a 4 semanas ou semeie em estufa.
Em climas mais quentes (Itália, Espanha, Grécia, etc.), antecipe a sementeira ao ar livre de algumas semanas.
O período de colheita indicado no nosso site aplica-se aos países e regiões da zona 8 do USDA (França, Inglaterra, Irlanda, Países Baixos).
Em regiões mais frias (Escandinávia, Polónia, Áustria...), a colheita de frutas e legumes provavelmente ocorrerá 3 a 4 semanas mais tarde.
Em regiões mais quentes (Itália, Espanha, Grécia, etc.), a colheita provavelmente ocorrerá mais cedo, dependendo das condições meteorológicas.
O período de plantação indicado no nosso site aplica-se às regiões situadas na zona 9b do USDA (Litoral atlântico e vale do Tejo: Lisboa, Porto, Setúbal, Coimbra, Aveiro). Este período varia consoante o local onde reside:
- No interior centro e no Alentejo (Évora, Portalegre, Castelo Branco, Guarda, Viseu), adie a plantação de 2 a 3 semanas na primavera e antecipe-a de 2 a 3 semanas no outono em relação às datas indicadas, para evitar os picos de calor do verão e as geadas de inverno dos planaltos interiores.
- Nos Maciços do norte e do centro (Serra da Estrela, Serra do Gerês, Bragança, Chaves), é preferível plantar no final da primavera (maio), uma vez eliminados os últimos riscos de geada, ou no início do outono (setembro–outubro), quando o calor intenso do verão já tiver passado e as primeiras chuvas de outono tiverem regressado.
Em climas temperados, a poda de arbustos com floração na primavera (forsythia, espireia, etc.) deve ser feita logo após a floração.
A poda dos arbustos com floração no verão (amargoseira, perovskia, etc.) pode ser feita no inverno ou na primavera.
Em regiões frias, bem como para plantas sensíveis ao gelo, evite podar muito cedo, quando ainda podem ocorrer geadas fortes.
O período de floração indicado no nosso site aplica-se às regiões situadas na zona 9b do USDA (Litoral atlântico e vale do Tejo: Lisboa, Porto, Setúbal, Coimbra, Aveiro).
Este período varia consoante o local onde reside:
- No interior centro e no Alentejo (Évora, Portalegre, Castelo Branco, Guarda, Viseu), a floração será adiada de 2 a 3 semanas em relação às datas indicadas, por causa das primaveras mais secas e das variações de temperaturas mais acentuadas.
- Nos maciços do norte e do centro (Serra da Estrela, Serra do Gerês, Bragança, Chaves), a floração será adiada de 3 a 5 semanas. Ocorrerá principalmente entre maio e julho, dependendo da altitude.
País de entrega e idioma
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