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Tomate Ace 55 VF Bio - Vilmorin

Solanum lycopersicum Ace 55
Tomate, Pomme d'amour

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Variedade que produz cachos de frutos de grande porte (200 a 300 g), bem carnudos, do tipo coração-de-boi. Tomate de sabor muito doce, sem acidez. Sementeira de fevereiro a maio, com colheita de maio a setembro.
Dificuldade de cultivo
Iniciante
Altura à maturidade
1.50 m
Largura à maturidade
50 cm
Humidade do solo
Solo fresco
Emergência
14 dias
Modo de semeadura
Semeadura em abrigo, Semeadura em abrigo aquecido
Período de sementeira Fevereiro para Maio
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F
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Período de colheita Maio para Setembro
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Descrição

A Tomate Ace 55 VF é uma variedade que produz cachos de frutos de bom porte (200 a 300 g), bem carnudos, do tipo Coração-de-boi. Este fruto não apresenta acidez e realça toda a doçura do tomate. Aprecia-se em saladas com apenas um fio de vinagre balsâmico.
Esta variedade é muito resistente às principais doenças do tomateiro. VF significa, a esse respeito, Fusarium e Verticillium, que são duas doenças fúngicas.
De crescimento determinado, a Ace 55 deve ser estacada porque atinge rapidamente 120 a 180 cm de altura. Os frutos chegam à maturidade 75 a 95 dias após a repicagem. Semeia-se de fevereiro a maio para colheita de maio a setembro.

 

O tomate é originário da América do Sul e da América Central. Várias variedades já eram cultivadas pelos incas muito antes da chegada dos conquistadores. Continua-se sempre surpreendido pela grande diversidade varietal desta solanácea. O termo «tomate» vem dos incas Tomatl e designa tanto a planta como o fruto que dela provém. Existem frutos de todas as cores, salvo talvez os azuis, de todas as formas e de todas as dimensões. As variedades antigas são plantas de crescimento indeterminado e podem viver dois anos. As variedades mais recentes são de crescimento dito determinado e deixam de crescer ao atingir o porte de arbusto, de tal modo que não é necessário tutorá‑las nem estacá‑las.

O tomate faz parte dos muitos alimentos que nos chegaram do Novo Mundo, à semelhança do feijão, do milho, das abóboras, das batatas, e da pimenta. Demorou notablemente mais tempo a conquistar o nosso paladar. E com razão! Durante muito tempo foi cultivado pelas suas qualidades estéticas e medicinais. Pensava‑se que era tóxico por causa da semelhança com o fruto da mandrágora, outra solanácea. Só a partir do início do século XX passou a ser habitué das nossas mesas.

O tomateiro é uma herbácea vivaz em clima tropical, cultivada como anual nas nossas latitudes. Lenhifica‑se com o tempo e produz pequenas flores amarelas, pouco vistosas, reunidas em cimos que se transformarão em frutos.

É preciso reconhecer que o seu fruto é muito bonito e colore agradavelmente a horta. Apresenta também muitas qualidades nutritivas. Pouco calórico como a maioria dos vegetais, rico em água, contém, nomeadamente, uma molécula muito interessante: o licopeno, um poderoso antioxidante. E quanto mais tempo o tomate é cozinhado, mais licopeno fica disponível. Destaca‑se também pela riqueza em vitamina C, pró‑vitamina A e em oligoelementos.

Hoje as suas qualidades gustativas e nutricionais já não são posta em causa. Para o horticultor, o tomate figura entre os hortícolas imprescindíveis do verão. Basta que se pergunte qual o uso pretendido para se orientar entre as várias variedades existentes: será para saladas, para molhos, para consumo direto, cozinhado, etc.? Dever‑se‑á também decidir quando se pretende colher. A resposta será naturalmente condicionada pela insolação média de verão da região onde se encontra a horta. Que se tranquilize, a escolha é vasta e toda situação tem o seu tomate! E se, de facto, o tomate necessita de muito sol e de bastante calor, não exige necessariamente muito espaço. Por isso, não se deve privar de o cultivar em vaso no balcão, privilegiando‑se as variedades de pequenos frutos. Atenção, os frutos imaturos, os caules e as folhas contêm solanina e não devem ser consumidos.

A colheita: consoante as variedades, das mais precoces às mais tardias, podem passar 50 a 100 dias entre a data da repicagem e a colheita. Não existe truque que permita assegurar, a priori, que um tomate atingiu a sua maturação completa. A colheita efectua‑se quando, no mínimo, ele se revestir totalmente da cor com a qual foi anunciado e quando a sua textura, mantendo‑se firme, mostrar um ligeiro amolecimento. Para melhor conservação, colher o fruto com o seu pedúnculo.

A conservação: as tomates conservam‑se menos tempo quanto maior é o seu teor em água. Mantêm‑se bem alguns dias no compartimento dos legumes do frigorífico ou dispostas ao ar livre. Para as conservar por mais tempo, considerar métodos culinários como confitar tomates, tomates secos, molhos, frutos congelados, conservas, compotas ou sumos. Adora‑se confitá‑los porque é simples e muito saboroso: corte os tomates ao meio e recolha o sumo. Coloque as metades de tomate com a face cortada para cima, na assadeira do forno. Tempere com sal, pimenta e açúcar e leve ao forno a baixa temperatura durante pelo menos uma hora. Retire os tomates e consuma de imediato, caso contrário conserve‑os num frasco de vidro e cubra com azeite.

O truque do jardineiro: recomenda‑se cultivar várias variedades de tomateiro em cada ano, de modo a minimizar o risco de perda total da colheita por um desafio climático ou por uma patologia particular.
Para atenuar o fenómeno da 'podridão apical do tomateiro' — não é uma doença, mas uma carência de cálcio — pulverize uma maceração de consolda rica em cálcio sobre os pés.
No momento da repicagem, não hesite em enterrar a planta até às primeiras folhas. Isto terá o efeito de estimular o sistema radicular, garantia de uma boa produção de frutos.
As associações vencedoras na horta são muitas vezes as mesmas no prato. É um bom mnemónico para recordar que o tomate e o manjericão combinam muito bem.

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Colheita

Período de colheita Maio para Setembro
Tipo de legume Legume fruto
Legume de cor vermelha
Tamanho do legume Médio
Interesse Sabor, Valor nutricional, Produtivo
Sabor Suave
Utilização Cozinha

Hábito

Altura à maturidade 1.50 m
Largura à maturidade 50 cm
Crescimento Rápido

Folhagem

Persistência da folhagem Caduca
Folhagem colorida Verde escuro
Aromático? Folhagem perfumada ao esfregar

Botânica

Género

Solanum

Espécie

lycopersicum

Cultivar

Ace 55

Família

Solanaceae

Outros nomes comuns

Tomate, Pomme d'amour

Origine

Hortícola

Anual / Perene

Anual

Referência do produto28961

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Plantação e cuidados

Preparação do solo : as plantas de tomate são extremamente fáceis de cultivar. O sol e o calor têm um papel determinante no sucesso desta cultura. Em contrapartida, adaptam-se a qualquer solo, embora prefiram solos ricos e drenantes. Pode enriquecer-se o substrato com um pouco de areia se estiver demasiado compacto.

Sementeira sob abrigo : desde meados de fevereiro até maio, efetue-se a sementeira em interior ou em estufas aquecidas, em caixas de sementeira a cerca de 20°C. Enterrem-se as sementes sob 5 a 7 mm de substrato para sementeira, pois necessitam de obscuridade para germinar. Não utilize composto nesta primeira fase, pois poderá queimar as futuras raízes. O crescimento das plantas de tomate é muito rápido : as sementes germinam, em média, em duas semanas. Não deite fora uma caixa de sementeira cuja emergência não tenha ocorrido nesse prazo, pensando que sejam irrecuperáveis. Algumas variedades demoram e levam o seu tempo. Quando as plantas atingirem cerca de 15 cm, recomenda-se a repicagem.

Repicagem em plena terra : quando as geadas deixarem de ser um risco, geralmente por volta de meados de maio, efetue-se a repicagem das plantas em plena terra. Escolham-se os locais mais ensolarados e quentes do jardim. Ao pé de uma parede voltada a sul é uma posição ideal. Descompacte-se o solo e cave-se um buraco com pelo menos 3 a 4 vezes o volume do sistema radicular da planta. Enriqueça-se o fundo com um pouco de composto bem decomposto. Coloque-se a planta, que pode ser enterrada até às primeiras folhas, e volte a tapar. Aprete-se o solo, forme-se uma cova em redor da planta e regue-se abundantemente. Evite molhar as folhas para proteger as plantas das doenças fúngicas.

Manutenção: instalar uma cobertura morta ao pé das plantas ajuda a manter alguma humidade e a evitar o aparecimento de ervas daninhas. As plantas de tomate não necessitam de muita rega; o seu sistema radicular busca água em profundidade para encontrar os recursos disponíveis. Regue-se abundantemente apenas em caso de seca prolongada.

Semeadura

Período de sementeira Fevereiro para Maio
Modo de semeadura Semeadura em abrigo, Semeadura em abrigo aquecido
Emergência 14 dias

Cuidados

Humidade do solo Húmido
Resistência a doenças Boa
Descrição da poda Alguns jardineiros não são favoráveis à poda dos tomateiros. Outros recomendam remover as folhas em contacto directo com o solo, de modo a evitar as doenças fúngicas. Sugerem eliminar os rebentos, ou seja, todas as novas brotações na axila das folhas à medida que surgem, para concentrar a seiva nos ramos e nos grupos principais de frutos. O objectivo é obter menos, mas frutos maiores. Outros ainda retiram as folhas em redor dos frutos para lhes proporcionar um acesso permanente ao sol. Considera-se que praticar sistematicamente uma ou outra destas práticas nem sempre é adequado à multiplicidade de situações encontradas nos jardins. Consoante a exposição, a variedade plantada, a região, o tipo de solo, etc., todas estas práticas têm a sua razão de ser. Recomenda-se sobretudo um equilíbrio justo, que só poderá ser experimentado por cada jardineiro, de acordo com as restrições que tiver.
Poda Poda recomendada 1 vez por ano

Para que local?

Tipo de utilização Horta, Estufa
Rusticidade Até +1.5°C (zona USDA 10b) Ver o mapa
Dificuldade de cultivo Iniciante
Solo drenante e rico em matéria orgânica
Exposição Sol
pH do solo Todos
Tipo de solo Argilo-limoso (rico e leve), 130

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