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Tomate-cereja Micro Cherry

Solanum lycopersicum Micro Cherry
Tomate, Pomme d'amour

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A Tomate Micro Cherry é uma variedade de tomate cereja que forma cachos bem recheados de frutos. Os seus frutos, do tipo tomate cereja, são pequenos (1,5 a 2 cm de diâmetro) mas numerosos, vermelhos e de sabor doce, sem acidez. Esta planta prodigiosa atinge 1,5 a 2 m de altura por 50 cm de largura e pode ser colocada na horta ou num cesto suspenso, onde se desenvolverá plenamente, lançando as suas ramas carregadas de frutos. Semeie de fevereiro a abril para uma colheita prevista entre junho e setembro.
Dificuldade de cultivo
Iniciante
Altura à maturidade
1.75 m
Largura à maturidade
50 cm
Humidade do solo
Solo fresco
Emergência
14 dias
Modo de semeadura
Semeadura em abrigo, Semeadura em abrigo aquecido
Período de sementeira Fevereiro para Abril
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Período de floração Maio para Agosto
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Período de colheita Junho para Setembro
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Descrição

A Tomate Micro Cherry é uma variedade de tomate cereja que forma cachos bem repletos de frutos. Os seus frutos, do tipo tomate cereja, são pequenos (1,5 a 2 cm de diâmetro) mas numerosos, vermelhos e de sabor doce sem acidez. Esta trepadeira prodigiosa atinge 1,5 a 2 m de altura por 50 cm de largura e pode ser colocada na horta ou num cesto suspenso, onde se expandirá ao lançar as suas ramas carregadas de frutos para o vazio. Semeie de fevereiro a abril para uma colheita prevista entre junho e setembro.

O tomateiro é originário da América do Sul e da América Central. Várias variedades já eram cultivadas pelos Incas muito antes da chegada dos Conquistadores. A diversidade varietal desta solanácea continua a surpreender. O termo 'tomate' vem do Inca *Tomatl* e designa tanto a planta como o fruto que dela provém. Existem frutos de todas as cores (exceto talvez azuis), de todas as formas e de todos os tamanhos. As variedades antigas são plantas de crescimento indeterminado e podem viver dois anos. As variedades mais recentes são de crescimento dito determinado e param de crescer na fase de arbusto, de tal forma que não é necessário estacá-las nem tutorá-las.

O tomate faz parte dos muitos alimentos que nos chegaram do Novo Mundo, tal como o feijão, o milho, as abóboras, as batatas e o pimento. Demorou notavelmente mais tempo a chegar ao nosso paladar. E com razão! Durante muito tempo foi cultivado pelas suas qualidades estéticas e medicinais. Pensava-se que era tóxico devido à sua semelhança com o fruto da Mandrágora, outra solanácea. Só se tornou um habitual nas nossas mesas a partir do início do século XX.

A planta do tomateiro é uma herbácea perene em clima tropical, cultivada como anual nas nossas latitudes. Torna-se lenhificada com o tempo e produz pequenas flores amarelas insignificantes, reunidas em cimeiras, que se transformarão em frutos.

É preciso admitir que o seu fruto é muito bonito e colori agradavelmente a horta. Apresenta também muitos benefícios nutricionais. Pouco calórico como a maioria dos legumes, rico em água, contém nomeadamente uma molécula muito interessante: o licopeno, um poderoso antioxidante. E quanto mais tempo o tomate cozinhar, mais licopeno fica disponível. Distingue-se também pela sua riqueza em vitamina C, pró-vitamina A e oligoelementos.

Hoje em dia, as suas qualidades gustativas e nutricionais estão mais do que demonstradas. Para o horticultor, o tomate figura entre os legumes incontornáveis do verão. Bastará perguntar-se qual a utilização que pretende dar-lhe para se orientar entre todas as variedades existentes. Será para fazer saladas, molhos, para consumir diretamente no local, cozinhado, etc. Perguntar-se-á também em que momento deseja fazer a colheita. A resposta será, claro, condicionada pela insolação média de verão da região onde se encontra a sua horta. Fique descansado, a escolha é vasta e toda a situação tem o seu tomate! E se, de facto, o tomate precisa de muito sol e de muito calor, não necessita obrigatoriamente de muito espaço. Por isso, não se deve privar de o cultivar em vaso na varanda, onde se privilegiarão as variedades de frutos pequenos. Atenção: os frutos imaturos, os caules e as folhas contêm solanina e não devem ser consumidos.

A colheita: consoante as variedades, desde as precoces às tardias, podem passar-se 50 a 100 dias entre a data de repicagem e a colheita. Não existe nenhum truque que permita dizer *a priori*, com toda a certeza, que um tomate atingiu a sua maturação completa. A colheita deve ser feita quando, *no mínimo*, o fruto adquire completamente a cor com que foi anunciado e quando a sua textura, mantendo-se firme, mostra um ligeiro amolecimento. Para uma melhor conservação, deve colher-se o fruto com o seu pedúnculo.

A conservação: os tomates conservam-se menos tempo quanto maior for o seu teor de água. Mantêm-se bem durante alguns dias na gaveta dos legumes do frigorífico ou expostos ao ar livre. Para os guardar mais tempo, podem considerar-se métodos culinários como os tomates confitados, os tomates secos, os molhos, os frutos congelados, as conservas, as compotas ou os sumos. Adora-se confitá-los porque é muito simples e tão saboroso: corte os tomates ao meio e recolha o sumo. Coloque as metades dos tomates com a parte cortada para cima, na assadeira do forno. Tempere com sal, pimenta e açúcar e leve ao forno a temperatura muito baixa durante pelo menos uma hora. Retire os tomates e consuma imediatamente ou reserve-os num frasco de vidro e cubra com azeite.

O truque do horticultor: recomenda-se cultivar várias variedades de tomate todos os anos, de forma a minimizar os riscos de perda total da colheita que poderiam estar associados a um imprevisto climático ou a uma patologia específica.
Para evitar o fenómeno da 'podridão apical do tomateiro' – que não é uma doença, mas uma carência de cálcio – pulverize uma maceração de consolda, rica em cálcio, sobre as plantas.
Durante a repicagem, não hesite em enterrar o pé até às primeiras folhas. Isto terá o efeito de estimular o sistema radicular, garantia de uma boa colheita de frutos.
As associações vencedoras na horta são frequentemente as mesmas no prato. É uma boa mnemónica para recordar que o tomate e o manjericão fazem boa parceria.

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Colheita

Período de colheita Junho para Setembro
Tipo de legume Legume fruto
Legume de cor vermelha
Tamanho do legume Pequeno
Diâmetro do fruto 2 cm
Interesse Sabor, Valor nutricional, Cor, Muito produtivo
Sabor Doce
Utilização Mesa, Cozinha

Hábito

Altura à maturidade 1.75 m
Largura à maturidade 50 cm
Crescimento Rápido

Folhagem

Persistência da folhagem Caduca
Folhagem colorida Verde médio
Aromático? Folhagem perfumada ao esfregar

Botânica

Género

Solanum

Espécie

lycopersicum

Cultivar

Micro Cherry

Família

Solanaceae

Outros nomes comuns

Tomate, Pomme d'amour

Origine

Hortícola

Anual / Perene

Anual

Referência do produto44131

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Plantação e cuidados

Preparação do solo: os tomateiros são extremamente fáceis de cultivar. O sol e o calor são fatores determinantes para o sucesso desta cultura. Por outro lado, adaptam-se a qualquer tipo de solo, embora prefiram solos ricos e drenantes. Pode-se enriquecer o substrato com um pouco de areia se este for demasiado compacto.

Sementeira em estufim: a partir de meados de fevereiro até maio, realize as sementeiras no interior ou em estufas aquecidas, em caixas de sementeira, a cerca de 20°C. As sementes devem ser cobertas com 5 a 7 mm de substrato especial para sementeira, pois necessitam de escuridão para germinar. Não se deve utilizar composto nesta primeira fase, para evitar o risco de queimar as futuras raízes. O crescimento dos tomateiros é muito rápido: as sementes de tomate germinam em média em duas semanas. Não se deve deitar fora uma caixa de sementeira se a germinação não ocorrer neste período, pensando que as sementes são irrecuperáveis. Algumas variedades são mais lentas e demoram mais tempo. Quando as plantas atingirem cerca de quinze centímetros de altura, pode considerar-se a repicagem.

Repicagem em terra plena: uma vez que as geadas já não sejam de recear, geralmente após os Santos de Gelo a meio de maio, proceda-se à repicagem das diferentes plantas em plena terra. Escolham-se os locais mais soalheiros e quentes do jardim. Junto a um muro exposto a sul é uma posição ideal. Descompacte-se o solo e cave-se um buraco com pelo menos 3 a 4 vezes o volume do sistema radicular da planta. No fundo, incorpore-se um pouco de composto bem decomposto. Coloque-se a planta, que pode ser enterrada até às primeiras folhas, e preencha-se o buraco. Aperte-se a terra, forme-se uma pequena cova à volta do pé e regue-se abundantemente. Tenha-se o cuidado de não molhar as folhas para proteger as plantas de doenças fúngicas.

Manutenção: a instalação de uma cobertura morta (mulch) à volta do pé das plantas ajuda a manter alguma humidade e evita a necessidade de mondar. Os tomateiros não necessitam de muita rega, pois o seu sistema radicular aprofunda-se para encontrar os recursos disponíveis. Regue-se abundantemente apenas em caso de seca prolongada.

Semeadura

Período de sementeira Fevereiro para Abril
Modo de semeadura Semeadura em abrigo, Semeadura em abrigo aquecido
Emergência 14 dias

Cuidados

Humidade do solo Tolerante
Resistência a doenças Boa
Descrição da poda Sem poda nas tomateiras-cereja
Poda A poda não é necessária

Para que local?

Tipo de utilização Vaso, Horta, Estufa
Rusticidade Até +1.5°C (zona USDA 10b) Ver o mapa
Dificuldade de cultivo Iniciante
Solo drenante e rica em matéria orgânica
Exposição Sol
pH do solo Todos
Tipo de solo Argilo-limoso (rico e leve), 130

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