Árvore-de-júpiter Mimie Rose - Lagerstroemia indica
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Lagerstroemia indica 'Dablage02' MIMIE® ROSE
Árvore-de-júpiter , Resedá , Extremosa , Lilás-das-índias , Flor-de-marfim
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Descrição
Le Lagerstroemia indica 'Mimie Rose' (nom complet 'Dablage02' MIMIE® ROSE) est variété très récente de Lilas des Indes qui renouvelle le genre avec sa silhouette très originale. Sa végétation très souple adopte spontanément un port couvre-sol ou pleureur s'il est formé en tige. Sa floraison d'un rose vif est particulièrement généreuse et s'épanouit de la fin du printemps au début de l'automne. Résistant à l'oïdium, l'arbuste conserve son beau feuillage d'un vert lustré qui compose une superbe harmonie avec les inflorescences éclatantes. Aussi ornemental au jardin, dans un massif ou sur un talus, que planté en bac sur une terrasse, ce Lagerstroemia enchantera vos étés.
Le Lagerstroemia appartient à la famille des Lythracées, qui regroupe 31 genres et plus de 600 espèces. Sous nos latitudes, on en retrouve quelques représentants connus, comme le Grenadier (Punica) présent dans les régions méditerranéennes, ou encore la Salicaire, Lythrum salicaria, une vivace sauvage des zones humides et berges de rivières (et dont le nom de la famille botanique est issu). On recense entre trente et quarante espèces de Lagerstroemia, constituées d’arbres et d’arbustes, tantôt caducs, tantôt persistants, originaires du sud et de l’est de l’Asie ainsi que d’Australie. Parmi elles, le plus cultivé est le Lagerstroemia indica, aussi appelé Lilas des Indes. Naturellement implanté en Chine et au Japon, il adopte la forme d’un arbuste ou d’un petit arbre pouvant atteindre 6 à 8 mètres. Ses feuilles ovales, caduques, se parent de teintes chaudes et lumineuses à l’automne avant de tomber. Cette espèce offre une rusticité intéressante, supportant des températures de -15 à -20 °C une fois bien raciné, mais sa floraison reste généreuse uniquement dans les régions où les étés sont longs et bien ensoleillés.
Le Lilas des Indes 'Mimie Rose' fait partie de la gamme MIMIE® qui regroupe des variétés soigneusement sélectionnées en respectant des critères tels que la précocité, la durée et l'intensité de coloration de la floraison, et également le port. 'Mimie Rose' est une obtention que l'on doit au Français Alain Dabadie et qui a été mise sur le marché en 2021. Cette variété se distingue facilement par le port souple de ses rameaux, alors que la plupart des Lagerstroemias traditionnels a au contraire un port majoritairement érigé. Chez 'Mimie Rose', les branches commencent par se dresser avant de retomber, notamment en ployant sous le poids des grappes de fleurs. Planté en talus, il forme ainsi un dôme étalé d'approximativement 1 m de hauteur pour 2,50 m de diamètre. S'il est taillé de façon à garder une tige principale, il prendra une silhouette pleureuse très originale.
La floraison débute en juin et se prolonge par intermittence jusqu’au mois d’octobre, y compris chez les sujets encore jeunes. Les fleurs, portées par de délicats pédicelles, présentent chacune cinq pétales aux contours finement ondulés. Elles s'affichent dans un rose très vif, véritablement éclatant. Toutefois, leur texture, évoquant celle du papier crépon ou du tissu plissé, leur confère un charme empreint de romantisme. Elles sont groupées en panicules volumineuses et serrées, atteignant plus ou moins 25 cm de long, qui se développent à l’extrémité des pousses de l’année. Peu de floraisons estivales peuvent rivaliser avec ce Lilas des Indes tant le volume de fleurs est impressionnant.
Le bois brun, qui devient ornemental avec l'âge, s'habille de feuilles ovales à lancéolées, d'un beau vert soutenu, dont la surface parait lustrée. Ne craignant pas l'oïdium, ce champignon qui développe un voile blanc très inesthétique et qui nuit à la fonction chlorophyllienne des feuilles, celles-ci demeurent saines et attrayantes pendant toute la durée de végétation. Elles s'accordent très bien au rose pimpant des fleurs, même si une bonne partie d'entre elles se retrouve enseveli sous les inflorescences. Caduques, elles prennent selon le climat de jolies teintes à l'automne avant de chuter au sol, dévoilant le bois, dont l'écorce brune se desquame avec élégance.
Si le Sud-Ouest lui offre des conditions de développement idéales, vous pourrez planter votre Lagerstroemia 'Mimie Rose' dans beaucoup d'autres régions. Sa rusticité tout à fait satisfaisante lui permet d'endurer des froids jusqu'à -15°C voire un peu moins une fois bien raciné. Dans les climats rigoureux, installez-le en situation un peu abritée, en le laissant retomber sur un muret de pierres sèches exposé plein sud. Si l'hiver est décidément trop froid pour lui, vous pourrez facilement le cultiver en bac pour l'hiverner à l'abri. Au jardin, créez des contrastes de formes et de couleurs, à la fois de feuillage et de floraison. L'Hibiscus syriacus 'Flower Tower White' qui forme une colonne de végétation vert foncé, s'habille en été de grandes fleurs simples d'un blanc pur qui se détacheront parfaitement en arrière-plan. Avec l'Hydrangea quercifolia 'Tara', un Hortensia à feuilles de chêne aux panicules blanches très denses, vous jouerez sur la taille et le graphisme des feuilles, à l'opposé de celles de 'Mimie Rose'. Elles ont de plus le bon goût de colorer en automne, ajoutant ainsi un nouveau point d'intérêt à votre scène.
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Hábito
Floração
Folhagem
Plantação e cuidados
Recomenda-se plantar Lagerstroemia indica 'Mimie Rose' na primavera, quando já não há risco de geadas, num local muito soalheiro e abrigado, em solo fértil, fresco, bem drenado, e, se possível, pouco ou nada calcário. Nas regiões mais quentes de Portugal, será preferível, pelo contrário, efetuar a plantação no outono, para que beneficie das chuvas e enraíce, o que lhe permitirá suportar melhor as temperaturas elevadas do primeiro verão.
Apreciará uma aplicação de composto, e uma camada espessa de folhas secas, sobretudo nos dois ou três primeiros invernos nas regiões mais frias. Nos primeiros verões, deverá regar regularmente, sobretudo nas regiões do sul do país; depois, resistirá bem à seca, mas continuará a beneficiar de algumas regas em períodos secos, o que favorecerá a floração.
Recomenda-se podar os ramos floríferos em fevereiro-março, deixando apenas 4 a 6 gemas, para equilibrar a ramagem, e estimular o crescimento dos futuros ramos portadores de flores. Se necessário, eliminar os ramos frágeis, e os ramos mal posicionados. Este lilás-da-Índia é pouco suscetível a doenças, resistindo particularmente bem ao oídio (o pó branco muito antiestético em variedades sensíveis), e às pragas.
Quando plantar?
Para que local?
Cuidados
Os nossos conselhos de plantação e cuidados
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A rusticidade é a temperatura mais baixa do inverno que uma planta pode suportar sem sofrer danos graves ou mesmo morrer. No entanto, esta rusticidade é afetada pela localização (zona abrigada, como um pátio), pelas proteções (cobertura de inverno) e pelo tipo de solo (a rusticidade é melhorada por um solo bem drenado).
Os períodos de sementeira indicados no nosso site aplicam-se aos países e regiões situados na zona 8 da USDA (França, Reino Unido, Irlanda, Países Baixos).
Em regiões mais frias (Escandinávia, Polónia, Áustria...), adie a sementeira ao ar livre por 3 a 4 semanas ou semeie em estufa.
Em climas mais quentes (Itália, Espanha, Grécia, etc.), antecipe a sementeira ao ar livre de algumas semanas.
O período de colheita indicado no nosso site aplica-se aos países e regiões da zona 8 do USDA (França, Inglaterra, Irlanda, Países Baixos).
Em regiões mais frias (Escandinávia, Polónia, Áustria...), a colheita de frutas e legumes provavelmente ocorrerá 3 a 4 semanas mais tarde.
Em regiões mais quentes (Itália, Espanha, Grécia, etc.), a colheita provavelmente ocorrerá mais cedo, dependendo das condições meteorológicas.
O período de plantação indicado no nosso site aplica-se às regiões situadas na zona 9b do USDA (Litoral atlântico e vale do Tejo: Lisboa, Porto, Setúbal, Coimbra, Aveiro). Este período varia consoante o local onde reside:
- No interior centro e no Alentejo (Évora, Portalegre, Castelo Branco, Guarda, Viseu), adie a plantação de 2 a 3 semanas na primavera e antecipe-a de 2 a 3 semanas no outono em relação às datas indicadas, para evitar os picos de calor do verão e as geadas de inverno dos planaltos interiores.
- Nos Maciços do norte e do centro (Serra da Estrela, Serra do Gerês, Bragança, Chaves), é preferível plantar no final da primavera (maio), uma vez eliminados os últimos riscos de geada, ou no início do outono (setembro–outubro), quando o calor intenso do verão já tiver passado e as primeiras chuvas de outono tiverem regressado.
Em climas temperados, a poda de arbustos com floração na primavera (forsythia, espireia, etc.) deve ser feita logo após a floração.
A poda dos arbustos com floração no verão (amargoseira, perovskia, etc.) pode ser feita no inverno ou na primavera.
Em regiões frias, bem como para plantas sensíveis ao gelo, evite podar muito cedo, quando ainda podem ocorrer geadas fortes.
O período de floração indicado no nosso site aplica-se às regiões situadas na zona 9b do USDA (Litoral atlântico e vale do Tejo: Lisboa, Porto, Setúbal, Coimbra, Aveiro).
Este período varia consoante o local onde reside:
- No interior centro e no Alentejo (Évora, Portalegre, Castelo Branco, Guarda, Viseu), a floração será adiada de 2 a 3 semanas em relação às datas indicadas, por causa das primaveras mais secas e das variações de temperaturas mais acentuadas.
- Nos maciços do norte e do centro (Serra da Estrela, Serra do Gerês, Bragança, Chaves), a floração será adiada de 3 a 5 semanas. Ocorrerá principalmente entre maio e julho, dependendo da altitude.
País de entrega e idioma
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