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Pessegueiro Andromède - Prunus persica

Prunus persica Andromède® Zaidrome
Pessegueiro , Pêssego

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Obtida nas Estufas Georges Delbard, esta variedade recente é vigorosa, muito produtiva e auto-fértil, com boa resistência a doenças. Produz belos pêssegos com pele vermelha-rosada, polpa branca, fundente, suculenta, açucarada e delicadamente perfumada. Colhe-se de meados a finais de agosto e os frutos devem ser consumidos à medida que amadurecem. É um pêssego delicioso e saboroso para degustar ao natural. Cozinhada, presta-se bem a inúmeras receitas doces ou salgadas. 
Sabor
Doce
Altura à maturidade
3 m
Largura à maturidade
3 m
Exposição
Sol
Rusticidade
Até -15°C
Autofértil
Melhor período de plantação Março, Outubro
Período razoável de plantação Janeiro à Fevereiro, Outubro à Dezembro
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Período de floração Abril
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Período de colheita Agosto
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Descrição

O Prunus persica Andromède® Zaidrome é uma variedade recente, vigorosa, muito produtiva e auto-fértil, com frutificação precoce e resistente a doenças. Produz abundantemente frutos de calibre grande, de forma arredondada, com pele ligeiramente aveludada e cor vermelho-rosada. A sua polpa branca é fundente, suculenta, muito doce e delicadamente perfumada. A colheita realiza-se de meados a finais de agosto e os frutos consomem-se à medida que amadurecem. Sensível às geadas da primavera, este pessegueiro prefere uma exposição quente, soalheira e protegida. 

O Prunus persica (Pessegueiro) é uma árvore frutífera pertencente à família das Rosáceas, com origens na China, nas regiões de Sichuan e Guizhou, por volta do ano 500 a.C. A sua aparição na Europa deu-se no século VI e conheceu um forte desenvolvimento no século XIX. A partir daí, ocorreram numerosas seleções com o objetivo de melhorar as qualidades gustativas do fruto.

A variedade Andromède® Zaidrome é uma obtenção recente dos Viveiros Georges Delbard, em França. Este pessegueiro forma uma pequena árvore com uma estrutura bastante erecta, podendo atingir 2 a 3 metros de altura, por 2 a 3 metros de diâmetro aproximadamente. O seu porte é adequado para formas baixas (em copa) ou em espaldeira. A sua folhagem é composta por folhas lanceoladas de 8 a 15 cm de comprimento por 3 a 4 cm de largura, serrilhadas e com a margem rugosa, de cor verde vivo, adquirindo tonalidades outonais amarelo-alaranjadas antes de cair. As folhas são ligeiramente aromáticas e libertam um suave perfume a amêndoa. No início de abril, as flores cor-de-rosa, com 2 a 3 cm de diâmetro, surgem solitárias, antes das folhas, nos ramos do ano anterior. Podem ser destruídas pelo gelo a partir de -2 a -3 °C. Trata-se de uma floração notavelmente decorativa na primavera, e particularmente melífera e nectarífera. É uma árvore rústico até -15 °C, receando, contudo, as geadas tardias da primavera que danificam as suas flores e comprometem a frutificação. Variedade auto-fértil, não necessitando de outros pessegueiros nas proximidades para ser polinizada. A colheita dos frutos começa por meados de agosto e estende-se até finais de agosto, à medida que amadurecem. É um pêssego de calibre grande, podendo atingir 180 a 240 gramas.

Sendo os pêssegos muito frágeis, colhem-se à mão com delicadeza. Os frutos consomem-se logo após a colheita.  Saboroso e delicioso, o pêssego consome-se natural logo após a colheita. É um fruto ideal para a confeção de compotas, gelados e sorbetes, tartes, pastelaria, saladas de fruta ou saladas compostas, como acompanhamento de pratos salgados à base de carnes (pato, coelho, frango, …) ou peixes (salmão, bacalhau, …). É também perfeito para a confeção de sumos ou de frutos em calda. Rico em água, o pêssego refresca e mata a sede. Muito carnudo, proporciona uma grande saciedade. Pouco calórico, é bem provido de potássio, magnésio e fósforo, com um aporte considerável de ferro. O seu conteúdo em vitaminas C e B, em antioxidantes e em fibras faz do pêssego um trunfo para a saúde. É tónico, energizante e reidratante. Os frutos podem ser conservados durante uma semana num local fresco, ao abrigo da luz.

Como a maioria das árvores de fruto, o pessegueiro aprecia solos ricos, profundos e bem drenados. Suporta mal o excesso de água, os solos pesados e compactos, assim como os solos calcários. Prefere uma exposição em pleno sol, ao abrigo de correntes de ar e de ventos frios. Uma exposição a sudeste ou a sudoeste convém-lhe perfeitamente. Nas regiões com ocorrência frequente de geadas tardias na primavera, o pessegueiro poderá ser conduzido em espaldeira junto a uma parede virada a sul. Muito popular, graças aos seus frutos, o pessegueiro encontra o seu lugar no jardim para deleite de miúdos e graúdos. Com uma gama muito alargada de variedades, é fácil encontrar aquela que melhor corresponde aos desejos de cada um.

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Pessegueiro Andromède - Prunus persica em imagens...

Pessegueiro Andromède - Prunus persica (Colheita) Colheita

Hábito

Altura à maturidade 3 m
Largura à maturidade 3 m
Crescimento normal

Fruta

Cor do fruto vermelha
Diâmetro do fruto 8 cm
Sabor Doce
Utilização Mesa, Doce de fruta, Compota, Pastelaria, Cozinha
Período de colheita Agosto

Floração

Cor da flor rosa
Período de floração Abril
Inflorescência Solitária
Flor de 2 cm
Planta melífera Atrai polinizadores

Folhagem

Persistência da folhagem Caduca
Folhagem colorida Verde médio

Botânica

Género

Prunus

Espécie

persica

Cultivar

Andromède® Zaidrome

Família

Rosaceae

Outros nomes comuns

Pessegueiro , Pêssego

Origem

Hortícola

Referência do produto1010102

Plantação e cuidados

O Pessegueiro Andrómeda deve ser plantado em pleno sol, protegido de correntes de ar e ventos frios. Uma exposição a sudeste ou sudoeste é ideal. Nas regiões mais frias de Portugal, o pessegueiro pode ser conduzido em espaldeira junto a uma parede virada a sul. Nas regiões sujeitas a geadas tardias frequentes na primavera, será mais difícil, ou mesmo impossível, conseguir que o pessegueiro dê fruto.

Necessita de terra comum num solo fértil, profundo e bem drenado. O pessegueiro não tolera solos pesados e encharcados, nem solos calcários.

A época de plantação depende da forma do pessegueiro. Assim, um pessegueiro com raízes nuas deve ser plantado de outubro a março, idealmente por volta do dia de Santa Catarina (25 de novembro), fora dos períodos de geada. Uma árvore de fruto com raízes nuas deve ser plantada imediatamente após a compra, pois as raízes não devem ficar expostas ao sol e ao ar. Se não for possível plantar de imediato, coloque-a em cova provisória.

Se adquirido em contentor, o pessegueiro pode ser plantado no outono, de outubro a dezembro, também fora de períodos de geada, ou mesmo na primavera.

Abra uma cova com pelo menos 60 cm de profundidade e 1 metro de largura, pelo menos uma semana antes da plantação. Remova todas as pedras e ervas-daninhas. Coloque o contentor num balde com água para humedecer o torrão por capilaridade. Deite duas mãos-cheias de farinha de ossos ou corno moído no fundo da cova. Misture a terra retirada com composto bem decomposto, estrume bem curtido ou substrato. Preencha a cova com metade desta mistura de terra. Coloque uma estaca a pelo menos 50 cm de profundidade. Coloque o pessegueiro na cova. Complete com o resto da mistura de terra. Pressione suavemente a terra à volta do pessegueiro e amarre-o à estaca. Faça uma caldeira e regue abundantemente.

O procedimento é semelhante para plantar um pessegueiro com raízes nuas. No entanto, não se esqueça de podar ligeiramente as pontas das raízes e de as mergulhar numa pasta de água e terra (pralinagem) antes da plantação.

Quando plantar?

Melhor período de plantação Março, Outubro
Período razoável de plantação Janeiro à Fevereiro, Outubro à Dezembro

Para que local?

Adequado para Prado
Tipo de utilização Isolado, Pomar
Rusticidade Até -15°C (zona USDA 7b) Ver o mapa
Dificuldade de cultivo Amador
Exposição Sol
pH do solo Neutro
Tipo de solo Argilo-limoso (rico e leve) profundo, bem drenado

Cuidados

Descrição da poda Na primavera seguinte à plantação, será benvinda uma primeira poda de formação. Mantenham-se apenas os ramos que formarão a estrutura da árvore (aproximadamente 5 ramos). Posteriormente, uma poda anual permite a renovação da madeira, essencial para a frutificação. Para limitar erros, é preferível podar em fevereiro ou março, na altura do desbrote, para se distinguir entre as gemas de madeira e as gemas florais. Os ramos estéreis de madeira devem ser cortados acima da segunda gema, com o objetivo de redistribuir a seiva. Desta forma, nascerá um novo ramo. Quanto aos ramos mistos, que produzem ambos os tipos de gema, deve-se podar para conservar as duas gemas situadas perto da base do ramo, e três ou quatro gemas florais e um botão de madeira acima. Alguns praticam também uma poda em verde após a frutificação e a queda das folhas. Esta consiste em cortar a ponta dos ramos. Estas podas devem ser sempre realizadas com uma tesoura de poda de lâminas afiadas ou um corta-ramos bem amolado e desinfetado. Para limitar o aparecimento de doenças, recomenda-se igualmente aplicar uma pasta cicatrizante nos cortes.
Poda Poda recomendada 1 vez por ano
Período de poda Janeiro à Fevereiro, Novembro à Dezembro
Humidade do solo Tolerante
Resistência a doenças Boa
Hibernação Pode permanecer no solo

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