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Preço baixo

Pessegueiro Triumph - Prunus persica

Prunus persica Triumph
Pêcher, Pêcher commun

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Variedade rústica, vigorosa, autofertil, muito produtiva e resistente a doenças. Produz belos pêssegos grandes com pele amarela marmoreada de vermelho escuro no lado exposto ao sol, e com polpa amarela, fundente, suculenta e doce, de excelente qualidade gustativa. Colheita por meados de agosto e consumo dos frutos à medida que amadurecem. O pêssego é delicioso para degustar ao natural. Cozinhada, presta-se bem a numerosas receitas doces ou salgadas. 
Sabor
Doce
Altura à maturidade
4 m
Largura à maturidade
3 m
Exposição
Sol
Rusticidade
Até -15°C
Autofértil
Melhor período de plantação Outubro para Novembro
Período razoável de plantação Janeiro para Fevereiro, Outubro para Dezembro
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Período de floração Abril
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Período de colheita Agosto
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Descrição

O Prunus persica Triumph é uma variedade vigorosa, rústica, auto-fértil, muito produtiva e resistente a doenças, nomeadamente à lepra do pessegueiro. Produz abundantemente frutos de calibre muito grande, podendo atingir 250 a 280 gramas, com pele aveludada, amarela marmoreada de vermelho escuro, quase preto, do lado exposto ao sol. A sua polpa amarela é fundente, suculenta e açucarada, de excelente qualidade gustativa. A colheita realiza-se por meados de agosto e os frutos consomem-se à medida que amadurecem. O pêssego é delicioso para degustar ao natural. Cozinhado, é uma variedade que se presta bem a numerosas receitas doces ou salgadas. Sensível às geadas primaveris, este pessegueiro prefere uma exposição quente, soalheira e protegida.

O Prunus persica (Pessegueiro) é uma árvore frutífera pertencente à família das Rosáceas, com origens na China, nas regiões de Sichuan e Guizhou, por volta do ano 500 a.C. A sua aparição na Europa dá-se no século VI e conhece um forte desenvolvimento no século XIX. A partir daí, terão lugar numerosas seleções com o objetivo de melhorar as qualidades gustativas do fruto. A variedade Triumph resulta de uma sementeira da variedade Alexander e foi obtida na Geórgia, nos EUA, por volta de 1895.

O Pessegueiro Triumph forma uma pequena árvore frutífera com uma estrutura bastante erecta, podendo atingir 3 a 4 metros de altura, por cerca de 3 metros de diâmetro. O seu porte convém bem a formas baixas (em copa) ou em palmeta. A sua folhagem caduca é composta por folhas lanceoladas de 8 a 15 cm de comprimento por 3 a 4 cm de largura, crenadas e rugosas na bordadura, de um verde vivo, que adquire tonalidades outonais amarelo-alaranjadas. As folhas são ligeiramente odoríferas e difundem um suave aroma a amêndoa. Em abril, as flores cor-de-rosa, de 2 a 3 cm de diâmetro, aparecem solitárias, antes das folhas, nos ramos do ano anterior. Podem ser destruídas pelo gelo a partir de -2 a -3 °C. É uma floração notavelmente decorativa na primavera, e particularmente melífera e nectarífera. Árvore rústica até -15 °C, receia contudo as geadas tardias da primavera que danificam as suas flores e comprometem a frutificação.

O Prunus persica Triumph é uma variedade fértil, com uma entrada em produção rápida. A colheita dos frutos começa por meados de agosto e estende-se até inícios de setembro, à medida que estes amadurecem. Sendo os pêssegos muito frágeis, colhem-se à mão com delicadeza. Saboroso e delicioso, o pêssego consome-se ao natural logo após a colheita. É um fruto ideal para a confeção de compotas, gelados e sorbets, tartes, pastelaria, saladas de fruta simples ou compostas, como acompanhamento de pratos salgados à base de carnes (pato, coelho, frango, …) ou peixes (salmão, bacalhau, …). É perfeito também para a confeção de sumos ou de frutos em calda. Rico em água, o pêssego refresca e mata a sede. Muito carnudo, proporciona uma grande saciedade. Pouco calórico, é bem provido de potássio, magnésio e fósforo, com um aporte não negligenciável de ferro. O seu conteúdo em vitaminas C e B, em antioxidantes e em fibras faz do pêssego um trunfo para a saúde. É tónico, energizante e reidratante. Os frutos podem ser conservados uma semana num local fresco, ao abrigo da luz.

Na categoria dos Pessegueiros - Nectarineiros, o Prunus persica Triumph é uma variedade rústica, auto-fértil, resistente a doenças, nomeadamente à lepra do pessegueiro, reconhecida pela qualidade gustativa dos seus frutos. Como muitos fruteiros, prefere solos ricos, profundos e bem drenados. Suporta mal os excessos de água, os solos pesados e compactos, tal como os solos calcários. Prefere uma exposição em pleno sol, ao abrigo de correntes de ar e de ventos frios. Uma exposição a sudeste ou a sudoeste convém-lhe perfeitamente. Nas regiões que conhecem frequentemente geadas primaveris tardias, o pessegueiro poderá ser conduzido em palmeta junto a uma parede exposta a sul. Muito popular, graças aos seus frutos, o pessegueiro encontra todo o seu lugar no jardim para o prazer de miúdos e graúdos. Com uma gama muito vasta de variedades, é fácil encontrar aquela que melhor corresponde aos seus desejos.

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Pessegueiro Triumph - Prunus persica em imagens...

Pessegueiro Triumph - Prunus persica (Colheita) Colheita

Hábito

Altura à maturidade 4 m
Largura à maturidade 3 m
Crescimento normale

Fruta

Cor do fruto Bicolore
Diâmetro do fruto 8 cm
Sabor Doce
Utilização Mesa, Doce de fruta, Compota, Pastelaria, Cozinha
Período de colheita Agosto

Floração

Cor da flor rosa
Período de floração Abril
Inflorescência Solitária
Flor de 2 cm
Planta melífera Atrai polinizadores

Folhagem

Persistência da folhagem Caduca
Folhagem colorida Verde médio

Botânica

Género

Prunus

Espécie

persica

Cultivar

Triumph

Família

Rosaceae

Outros nomes comuns

Pêcher, Pêcher commun

Origine

Hortícola

Referência do produto1005522

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Plantação e cuidados

O Pessegueiro Triumph deve ser plantado em pleno sol, protegido de correntes de ar e ventos frios. Uma exposição a sudeste ou sudoeste é ideal. Nas regiões mais frias de Portugal, o pessegueiro pode ser conduzido em espaldeira junto a uma parede virada a sul. Nas regiões sujeitas a geadas tardias frequentes na primavera, será mais difícil, ou mesmo impossível, obter frutificação num pessegueiro.

Necessita de terra comum num solo fértil, profundo e bem drenado. O pessegueiro não tolera solos pesados e encharcados, nem solos calcários.

A época de plantação depende da forma do pessegueiro. Assim, um pessegueiro com raízes nuas deve ser plantado de outubro a março, idealmente no período de São Martinho, fora dos períodos de geada. Uma árvore de fruto com raízes nuas deve ser plantada imediatamente após a compra, pois as raízes não devem ficar expostas ao sol e ao ar. Se não for possível plantar de imediato, coloque-a em cova provisória.

Se adquirido em contentor, o pessegueiro pode ser plantado no outono, de outubro a dezembro, também fora de períodos de geada, ou mesmo na primavera.

Abra uma cova com pelo menos 60 cm de profundidade e 1 metro de largura, pelo menos uma semana antes da plantação. Remova todas as pedras e ervas-daninhas. Coloque o contentor num recipiente com água para humedecer o torrão por capilaridade. Deite duas mãos-cheias de farinha de ossos ou corno moído no fundo da cova. Misture a terra retirada com composto bem curtido, estrume bem decomposto ou substrato. Preencha a cova com metade da terra preparada. Coloque uma estaca a pelo menos 50 cm de profundidade. Coloque o pessegueiro na cova. Complete com o resto da terra. Pressione suavemente a terra à volta do pessegueiro e amarre-o à estaca. Faça uma caldeira e regue abundantemente.

O procedimento é semelhante para plantar um pessegueiro com raízes nuas. No entanto, não se esqueça de podar as pontas das raízes e de as mergulhar em lama (pralinagem) antes da plantação.

Quando plantar?

Melhor período de plantação Outubro para Novembro
Período razoável de plantação Janeiro para Fevereiro, Outubro para Dezembro

Para que local?

Adequado para Prado
Tipo de utilização Isolado, Pomar
Rusticidade Até -15°C (zona USDA 7b) Ver o mapa
Dificuldade de cultivo Amador
Exposição Sol
pH do solo Neutro
Tipo de solo Argilo-limoso (rico e leve), profundo, bem drenado

Cuidados

Descrição da poda Na primavera seguinte à plantação, será benvinda uma primeira poda de formação. Mantenham-se apenas os ramos que formarão a estrutura da árvore (aproximadamente 5 ramos). Posteriormente, uma poda anual permite a renovação da madeira, essencial para a frutificação. Para limitar erros, é preferível podar em fevereiro ou março, na altura do desbrote, para se distinguir entre as gemas de madeira e as gemas florais. Os ramos estéreis de madeira devem ser cortados acima da segunda gema, com o objetivo de redistribuir a seiva. Desta forma, nascerá um novo ramo. Quanto aos ramos mistos que produzem ambos os tipos de gema, deve-se podar para conservar as duas gemas situadas perto da base do ramo, e três ou quatro gemas florais com um botão de madeira acima. Alguns praticam também uma poda em verde após a frutificação e a queda das folhas. Esta consiste em cortar a ponta dos ramos. Estas podas devem ser sempre realizadas com uma tesoura de poda de lâminas afiadas ou um corta-ramos bem amolado e desinfetado. Para limitar o aparecimento de doenças, recomenda-se igualmente aplicar uma pasta cicatrizante nos cortes.
Poda Poda recomendada 1 vez por ano
Período de poda Janeiro para Fevereiro, Novembro para Dezembro
Humidade do solo Tolerante
Resistência a doenças Boa
Hibernação Pode permanecer no solo

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