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Dracaena sanderiana - Bambu da sorte

Dracaena sanderiana
Bambu da sorte

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Mais informações

Uma planta de interior mítica, reputada por trazer sorte ao seu feliz proprietário. Trata-se, na realidade, de um Dracaena de interior que forma caules verdes com nós bem marcados, assemelhando-se de facto a um bambu-anão. Os caules direitos, que podem ser trançados ou torcidos, apresentam na sua extremidade uma ou duas touceiras de folhas verdes alongadas. De crescimento lento, este bambu da sorte compacto encontrará lugar na maioria das situações, aceitando diferentes níveis de luminosidade, exceto a luz solar directa. Tolera temperaturas ambiente a partir de 15°C, em ambiente não demasiado seco.  
Frequência de rega
Moderada (1 vez por semana)
Exposição interior
Luz moderada, Luz indireta intensa, Luz direta intensa
Particularidades
Hábito gráfico

Descrição

O Dracaena sanderiana é muito mais conhecido pelo nome Lucky Bamboo, em francês Bambou de la chance. Segundo os chineses, considera-se que traz felicidade, fortuna, e uma energia positiva. Esta dracena de interior, de crescimento lento, forma caules verdes anelados que evocam de facto as canas de certos bambus. Geralmente direitos e eretos, podem ser torcidos em hélices ou trançados entre si. Pouco densos, terminam numa a três tufos de folhas verdes, folhas lanceoladas. A planta adapta-se a numerosas condições de cultivo, tanto em termos de humidade (da média à elevada), como de luminosidade (de fraca a intensa, sem sol direto), e de temperatura (superior a 15°C).

Após várias reclassificações devido às evoluções da sistemática botânica, o género Dracaena (em francês Dragonnier) pertence hoje à família das Asparagacáceas. Esta família alberga muitos outros géneros ornamentais, de aspecto tão diverso quanto o Selo-de-Salomão (Polygonatum commutatum), com caules arqueados cobertos por graciosos colares de flores brancas, ou o escultural Dasylirion, com rosetas de folhas coriáceas e muito estreitas. Contam-se 111 espécies de Dracaena, essencialmente, mas não exclusivamente, distribuídas por África e pelo Sudeste Asiático. O Dracaena sanderiana, por seu turno, é originário dos Camarões, na África Central, formando um arbusto ramificado, adaptado ao clima tropical e sensível ao frio. Esta espécie botânica só pode ser cultivada entre nós no interior, com uma temperatura mínima de 15°C, preferencialmente mais elevada. Embora não seja originária da China, os chineses transformaram-na numa planta da sorte associada ao Feng Shui.

Esta Dracaena forma um caule da grossura de um dedo, de um belo verde bastante luminoso, marcado por nós de cor clara, regularmente espaçados, conferindo à planta um aspeto bambusiforme. Obviamente, não pertence à mesma família botânica que os bambus, que são Poáceas (gramíneas), e nota-se ainda que outras plantas de famílias diferentes exibem a mesma fantasia, como o Dahlia imperialis (dália-arborescente) ou a dália-bambu. O bambu da sorte, em contrapartida, não tende a invadir o espaço, pois o seu crescimento é lento e não ultrapassará os 1,50 m no máximo quando maduro. Em interiores, o caule não ramifica e ergue-se direito, salvo se for deliberadamente torcido em hélice, como fazem os viveiristas. É coroado por duas, ou raramente três, tufos de folhas lanceoladas, medindo de 10 a 20 cm de comprimento. As suas bases envolventes encaixam-se umas nas outras, erguendo-se quase na vertical e arqueando-se depois com elegância. Coriáceas, de um verde vivo e superfície brilhante, evocam também as folhas de alguns bambus. O bambu da sorte é apreciado sobretudo pela sua aparência gráfica, uma vez que não produz floração no interior.

A planta pode ser cultivada em vaso em substrato, ou em hidroponia, mantendo a base dos caules num recipiente preenchido com água, ao qual se pode acrescentar um pedaço de carvão vegetal para evitar riscos de doença. Mas, em nenhum caso, prosperará completamente submersa num aquário...

O bambu da sorte é insubstituível para dar um toque zen a uma divisão. Numa divisão contemporânea, pode ser combinado com sucesso com outras plantas de forte impacto gráfico, como a Areca, palmeira de folhas recortadas muito estéticas, ou a Pata-de-elefante, com o tronco semelhante à perna deste paquidermo, coroado por um denso tufo de longas folhas em fita. As Bromeliáceas, família do ananás, como a Aechmea, que forma rosetas de folhas decorativas, serão também perfeitas como companheiras para a Dracaena.

 

 

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Dracaena sanderiana - Bambu da sorte em imagens...

Dracaena sanderiana - Bambu da sorte (Folhagem) Folhagem

Folhagem

Folhagem colorida Verde médio
Descrição da folhagem Folhas coriáceas, lanceoladas, com superfície brilhante.
Persistência da folhagem Persistente

Hábito

Hábito Erguido
Altura à maturidade 80 cm
Largura à maturidade 30 cm
Crescimento Lento

Botânica

Género

Dracaena

Espécie

sanderiana

Família

Asparagaceae

Outros nomes comuns

Bambu da sorte

Origem

África Central

Referência do produto23810

Localização

Deve evitar-se o sol direto, que prejudica a folhagem, bem como um ar demasiado seco. A planta é também sensível a correntes de ar; recomenda-se que não seja colocada numa entrada.

Localização

Exposição interior Luz moderada, Luz indireta intensa, Luz direta intensa
Para que espaço? Escritório, Sala de estar, Cozinha, Quarto, Casa de banho
Envergadura da planta 80 cm de altura x 30 cm de largura na maturidade
Tolerância ao frio >10 °C (estufa temperada), >15 °C (estufa quente), >20 °C (estufa tropical)
Higrometria Elevada (60-80%), Moderada (40-60%)

Manutenção & cuidados

Dicas de rega

Se for cultivado em terra, regue moderadamente, deixando o substrato secar ligeiramente entre duas regas. Recomenda-se espaçar as regas no inverno, mas sem deixar o torrão secar completamente. Se for cultivado em água, troque a água todas as semanas, eventualmente adicione um pedaço de carvão vegetal para evitar o apodrecimento. Borrife regularmente a planta, sobretudo quando o ar estiver seco no verão.

Conselhos sobre replantio, substratos e fertilizantes

Recomenda-se repotar a cada 2 a 3 anos, preferente na primavera.
Deve-se misturar o substrato universal com um pouco de fibra de coco ou de perlite. Também se pode cultivar com a base dos caules diretamente na água; a água deve ser renovada semanalmente.
Utilize um adubo líquido para plantas de folhagem com o rácio NPK 3-1-2 ou 5-3-3. Aplique uma vez por mês, da primavera ao outono, diluindo a dose recomendada para metade.

Manutenção da planta

Recomenda-se trocar a água todas as semanas se cultivado em hidroponia (raízes submersas).
Não é necessária poda, mas suporta-a bem, reformando um ou mais tufos de folhas acima do corte (pode podar apenas logo acima de um nó).

Conselhos sobre doenças e pragas

Se aparecerem cochinilhas, limpe as folhas com um pano embebido numa mistura de água e sabão preto. Em caso de ataque de aranhiços vermelhos, aumente a humidade em redor da planta, e utilize um acaricida biológico.

Manutenção & cuidados

Frequência de rega Moderada (1 vez por semana)
Nebulização 2 a 3 vezes por semana
Tipo de solo Solo drenante
Pragas e doenças Cochinilhas, Aranhas vermelhas
Sensibilidade a doenças Média
Dificuldade de cultivo Iniciante

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